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Momentos de glória.

Momentos de glória para esclarecer o povo acerca da geopolítica. A geopolítica está muito complicada. Felizmente, há quem nos esclareça.

Portanto, também de notar que nós tivemos aquela, e há bocado estava a passar também, que terão sido lançados mísseis do território iraniano, ou drones, que chegaram à Turquia. Nós tivemos os iranianos a dizer que, isto já é oficial, nós já na semana passada tocámos nisto, mas neste momento é oficial, que o ataque a Chipre, à base britânica, o ataque à Turquia e o ataque ao Azerbaijão, o Irão negou os três. Diz que são false flags, ou seja, bandeiras falsas de Israel para tentar exatamente atiçar estes países contra o Irão.

Isto, portanto, é assim, o Irão negou, está negado.

Está negado.

Estamos a ouvir Afonso Moura, é geopolitólogo, estava a comentar no canal "Now". Os turcos disseram que os ataques foram realizados a partir de território iraniano. O Irão diz que não disparou e isto só pode querer dizer uma coisa.

Neste momento, alguns, por exemplo, os turcos já disseram: "Não, mas de facto isto que chegou, chegou mesmo do território iraniano." Até pode ter chegado do território iraniano, Bruna, mas repara, podem existir forças especiais norte-americanas ou israelitas a mandar isto exatamente do território iraniano.

Pois é, os americanos estão infiltrados em território iraniano a disparar mísseis. Isto chama-se em política internacional, em geopolítica, chama-se engodos.

Nós quando criamos um tipo destas operações, temos que usar engodos. E isto é uma forma, a questão geográfica, nós vemos, bem, isto veio dali. Está bem, veio dali, mas não quer dizer que necessariamente foram as forças regulares daquele país ou daquele Estado a atacar. Podem ter sido outras forças que estão infiltradas. A infiltração faz sempre parte dos conflitos armados.

Pois é, não é só a infiltração dos seres nos conflitos armados e nos prédios, onde há muita infiltração. Mas eu acho que vamos chegar à conclusão que se calhar o Irão não existe. Isto é tudo só americanos e israelitas. Outro clássico contemporâneo da análise geopolítica, estratégica e militar é o major General Agostinho Costa, que costuma comentar na CNN. No início da guerra no Irão, o general não queria acreditar na morte de Ali Khamenei.

Mas Israel não ia avançar com uma notícia tão sensível como esta sem saber que é mesmo verdade.

Antes de mais, boa noite, doutora. A primeira baixa é a verdade. A primeira baixa de uma guerra é a verdade.

Pois é, a primeira baixa é a verdade, a segunda foi Khamenei mesmo. Como Agostinho Costa não estava convencido, traçou um cenário catastrófico.

Não digo que ele não tenha sido eliminado, mas a realidade dos factos é que se ele for eliminado, esta guerra, que já é uma guerra regional, já não é uma guerra local, aliás, como os iranianos tinham avisado, que ia ser uma guerra regional, passa a ser uma guerra global. Isto é a mesma coisa que matarem o Papa. Se matarem o Papa, digamos também numa habilidade deste género, permita-me a deselegância do termo, a seguir temos uma guerra santa. Em particular se for alguém...

Pois, é o Papa. Diz-se que Stalin, quando foi questionado sobre a situação dos católicos na Rússia, terá perguntado quantas divisões tinha o Papa, quantas é que são. Para o general Agostinho Costa, terá as suficientes para desencadear uma guerra santa. Então e António Guterres seguro. Tem muitas divisões, ele é o comandante supremo das Forças Armadas, teve mais de três milhões de votos, mas aqui também há alguém a desconfiar, alguém que está a desconfiar com base nas imagens da tomada de posse.

Lina, onde é que está o apoio popular ao novo presidente?

Não está em lado nenhum. As pessoas ficaram em casa a dormir.

Não está cá ninguém, as ruas estão vazias. Olhem para isto, que miséria, ninguém veio apoiar o novo presidente. Onde é que estão os votos? Cá para mim, houve marosca.

Eu vou explicar. Isto não é um concerto.

Esperava encontrar dois milhões de pessoas à porta.

Isto não é teatro de revista, tem assim um tom bocado revisteiro. Parece, mas não é. Quer dizer, é um bocadinho pior. Pedro Frazão não ficou convencido ao olhar para o exterior e não ver pessoas. E então, na tomada de posse, estavam a dormir. E então qual é que é a conclusão? Houve marosca.