Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Vamos fazer aqui o Carvalhido e depois passamos lá. Está bem? Obrigado.
A viagem parte de uma chamada do Centro de Controle de Tráfego da STCP. Vítor Sousa e Luís Lopes circulam num carro devidamente identificado, que traça as ruas do Porto onde existe estacionamento abusivo. Mesmo com rota traçada, explica Vítor Sousa, o caminho é feito com muita atenção.
A gente está a circular e atentos às paragens, às ruas, onde vemos que temos que intervir ou não, ou sensibilizar as pessoas.
O objetivo, destaca Luís Lopes, é simples.
Libertar as artérias pra tentar cumprir os tempos que estão programados, para servir o passageiro.
Mas que tipo de fiscalizações podem fazer os agentes da STCP?
Autuar onde não é possível parar e estacionar, passeios, tudo que impeça o autocarro de circular ou então que o faça perder tempo.
Depois da chegada ao local, é tempo de avaliar as circunstâncias e agir.
Esperamos sempre cinco, dez minutos, no mínimo, para ver se a pessoa chega e se retira a viatura. No entanto, se virmos que é um estacionamento muito prolongado, somos obrigados a autuar.
Uma atuação que funciona em apenas alguns segundos. É fruto de uma tecnologia que permite rapidamente apontar a matrícula, modelo do carro e o tipo de infração.
Desde o início do ano que está tudo em formato digital. Só passado duas ou três semanas, vai receber em casa. Não deixamos nada no vidro.
Mas há quem se aperceba logo no local que foi multado e que não tenha a melhor reação.
Não estorva ninguém isso, não estorva ninguém. É uma vergonha isso.
Atualmente, existem dois carros e oito agentes acreditados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária para fiscalizar o trânsito das ruas do Porto. As multas podem rondar entre os €30 e os €120, numa ação que é pioneira em Portugal.