Momentos-chave
- Fonseca e Castro e Mário Machado já foram libertados
- Governo reage e lamenta que "minoria" tenha "ultrapassado os limites legais do exercício ordeiro da liberdade"
- Fonseca e Castro e Mário Machado vão ser libertados
- Mário Machado detido pela PSP
- Confrontos entre polícia e manifestantes de apoio à manifestação do Ergue-te
- Presidente da República recorda parecenças entre 25 de Abril e Papa Francisco e pede a "radical humildade" que Papa ensinou
- Aguiar-Branco: "Os políticos não podem ser meros comentadores da realidade"
- Teresa Morais alerta para "novos perigos que podem minar" a democracia. "É consolidada, mas ainda imperfeita"
- Pedro Nuno Santos faz referência à Spinumviva. "Imperativo democrático é incompatível com comportamentos de opacidade"
- Ventura: "Se a Inteligência Artificial nos diz que estamos na pobreza, como é que a inteligência do primeiro-ministro ainda não percebeu?"
- Rocha aponta ao poder já a partir de 18 de maio. "Já perdemos demasiado tempo"
- PCP atira contra "a direita retrógrada, obscurantista e profundamente reacionária"
- Isabel Mendes Lopes critica Governo: "A celebração não se cancela, não se adia, a liberdade não se festeja com reservas"
- "Portugueses vão escolher entre avançar ou retroceder"
- Inês Sousa Real: "É urgente celebrar Abril e a esperança da democracia"
- Aguiar-Branco recorda Papa Francisco como um "bom amigo de Portugal"
- O último 25 de Abril do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa
Histórico de atualizações
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Este liveblog fica por aqui. Poderá ler notícias sobre a atualidade política nacional no Observador ao longo do dia.
Até já!
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Fonseca e Castro e Mário Machado já foram libertados
O antigo juiz Rui Fonseca e Castro e Mário Machado, líder do grupo 1143, foram libertados antes das 23h. Os dois tinham sido detidos esta tarde durante uma manifestação promovida pela extrema-direita, que não tinha sido autorizada pelas autoridades e pela Câmara de Lisboa e que foi marcada por confrontos.
Em declarações à saída, Fonseca e Castro afirmou que não houve qualquer norma incumprida e acusou a polícia de foco de violência e considera que os detidos são “detidos políticos”
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Advogado diz que Mário Machado terá sido detido por alegado crime de coação
O advogado de Mário Machado, José Manuel Castro, diz que o militante neonazi terá sido detido por uma suposta “situação de crime de coação”, que “não se entende bem de onde é que caiu”. Em causa estará uma alegada tentativa de coação a uma jornalista da CMTV, a quem terá tentado tirar o microfone.
Mário Machado será, segundo a sua defesa, presente a tribunal na segunda-feira (por volta das 15h30). Com “espanto” e lamentando que no “25 de Abril se detenham pessoas por exercerem o seu direito à manifestação”, José Manuel Castro adiantou, em declarações à SIC, que “o estado de espírito” do líder do Grupo 1143 é “algo surpreendido”. “Não estava à espera de ser detido”, acrescentou.
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Governo reage e lamenta que "minoria" tenha "ultrapassado os limites legais do exercício ordeiro da liberdade"
O Governo reagiu à manifestação promovida pela extrema-direita, que não tinha autorização das autoridades, e aos confrontos que marcaram a tarde, lamentando que uma “minoria” possa ter “ultrapassado os limites legais do exercício ordeiro da liberdade de manifestação e expressão” e agradecendo às forças de segurança pela sua intervenção.
“Infelizmente, regista-se que uma minoria terá ultrapassado os limites legais do exercício ordeiro da liberdade de manifestação e expressão, o que levou à intervenção da polícia para repor a ordem pública e legalidade, como é seu dever, e como tem feito em outras ocasiões, independentemente das motivações, ideologias, ou organizações subjacentes aos comportamentos desordeiros”, afirma o Ministério da Administração Interna num comunicado em que expressa solidariedade aos dois agentes da PSP que ficaram feridos “no cumprimento da sua missão de defesa da segurança dos portugueses e da ordem pública”.
Na nota, o Governo garante que “tem estado a acompanhar, em conjunto com as autoridades policiais e de segurança, a situação das diferentes manifestações e o desenrolar dos eventos nas ruas” e saúda “os muitos milhares de portugueses que hoje se manifestaram de forma pacífica e ordeira em diversos pontos do território nacional”.
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Fonseca e Castro e Mário Machado vão ser libertados
O ex-juiz Rui Fonseca e Castro e o militante neonazi Mário Machado, que foram detidos na manifestação que não tinha autorização das autoridades, vão ser libertados.
Em comunicado, a PSP disse que, depois de “cumpridos os formalismos legais das detenções”, os detidos “serão notificados para se apresentarem voluntariamente junto da Autoridade Judiciária competente, pelas 10h da próxima segunda-feira, no Campus da Justiça, em Lisboa”.
Anteriormente, em conferência de imprensa, a PSP tinha adiantado que existiam duas situações que podiam acontecer: “Ou são presentes amanhã [este sábado] perante a autoridade judiciária competente, ou são notificados para depois fazerem a sua apresentação espontânea.”
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Espetáculo "Quis saber quem sou" no Coliseu dos Recreios cancelado devido a greve
Um concerto teatral” prevista para hoje, no Coliseu de Lisboa, foi cancelada por causa da greve dos trabalhadores do Teatro Nacional D. Maria II, revelou esta entidade cultural.
Espetáculo “Quis saber quem sou” no Coliseu dos Recreios cancelado devido a greve
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PSP defende ter tido "resposta adequada"
Ainda em conferência de imprensa, após questões sobre uma possível resposta tardia, a PSP defende ter tido uma “resposta adequada”. “Julgo que tivemos uma resposta adequada, julgo também que o sistema judicial iniciado por nós vai funcionar e as sanções que serão aplicadas terão efeito dissuasor para estas pessoas ou movimentos ou grupos não praticarem os mesmos atos no futuro e cumprirem com as ordens legitimas que as autoridades determinam”, defendeu Iuri Rodrigues, lembrando que a manifestação não foi autorizada pela PSP e pela Câmara de Lisboa.
O comandante da 1.ª divisão da PSP de Lisboa disse ainda que as autoridades confiam nos cidadãos e lembrou que a segurança é uma “responsabilidade de todos nós”. A “polícia tem o dever de prevenir, mas não é omnipresente para conseguir fazer tudo”, acrescentou, salientando que as “pessoas têm de colaborar” e que a PSP não tem “capacidade de prevenir tudo”.
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PSP sem registo de manifestantes feridos
Apesar dos confrontos, por vezes violentos, que marcaram a tarde, a PSP diz não ter registo de manifestantes feridos. “Não houve agressões que necessitassem de intervenção hospitalar”, indicou Iuri Rodrigues.
Além disso, o comandante da 1.ª divisão da PSP de Lisboa adiantou que “uma pessoa foi identificada como vítima e deslocou-se à esquadra para apresentar queixa”.
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"Não podemos achar que a única forma de evitar que as pessoas se agridam é ter um polícia junto de cada um", diz PSP
Questionado sobre a intervenção policial durante a manifestação não autorizada e promovida pela extrema-direita, Iuri Rodrigues, da PSP, começa por dizer que a avaliação que é feita pelas autoridades é que “as pessoas têm o dever de ser responsáveis”.
“Não podemos achar que a única forma de evitar que as pessoas se agridam é ter um polícia junto de cada um”, acrescenta, assinalando que “muitas vezes uma ocupação extensiva do espaço pela polícia” faz com que as pessoas se tornem mais agressivas.
“Quando constatámos a existência de agressões, tivemos de intervir imediatamente”, afirma Iuri Rodrigues.
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PSP confirma três detenções em manifestação não autorizada. Quatro pessoas foram também identificadas
A PSP está a dar uma conferência de imprensa sobre os confrontos que aconteceram esta tarde na sequência de uma manifestação promovida pela extrema-direita, que não estava autorizada. As autoridades dizem que dois polícias do corpo de intervenção ficaram “ligeiramente feridos” e estão a receber tratamento hospitalar na sequência de confrontos após a detenção do ex-juiz Rui Fonseca e Castro. Uma outra pessoa foi detida por estar envolvida nesses confrontos.
Mais tarde, também Mário Machado foi detido por estar envolvido na “desordem” e por ter tentado “coagir uma jornalista”, indicou Iuri Rodrigues, comandante da 1.ª divisão da PSP de Lisboa. Além disso, quatro pessoas foram identificadas e as autoridades não descartam que o número possa aumentar, encontrando-se a analisar imagens.
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Ânimos acalmaram no Rossio em Lisboa e passam a clima de festa pela liberdade
Os ânimos na zona do Rossio, em Lisboa, acalmaram pelas 18h, depois de confrontos violentos, envolvendo apoiantes de movimentos de extrema-direita, e passou a um clima de festa, sobretudo com os manifestantes que desceram a Avenida da Liberdade.
As centenas de elementos policiais que estiveram presentes na zona do Rossio durante a tarde para garantir a segurança de todos deixou, cerca das 18h, de ser tão visível, após os apoiantes de movimentos de extrema-direita, inclusive do partido Ergue-te, do movimento Habeas Corpus e do grupo 1143, terem desmobilizado.
Pelas 18h, milhares de pessoas ocupavam a zona do Rossio e o Largo de São Domingos, onde se voltou a ver filas para a ginjinha e grupos de turistas com guias a mostrar a cidade.
A maioria das pessoas concentradas a esta hora vinham da Avenida da Liberdade, com cravos vermelhos, símbolo da Revolução de Abril que hoje se comemora. Entre os que passaram por esta zona esteve também o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos.
No meio do Largo de São Domingos ouvia-se música associada ao 25 de Abril de 1974, que ecoa através de uma coluna, e muitos são os que cantavam e dançavam, num ambiente de festa no dia da liberdade.
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Associação critica ausência de membros do Governo em eventos
A Associação República e Laicidade (ARL) criticou hoje a decisão do Governo de “impor a ausência dos membros” do executivo de eventos relacionados com o 25 de Abril devido ao luto nacional decretado pela morte do Papa Francisco.
“A ARL deplora a decisão de impor a ausência dos membros do Governo em festividades ou outros eventos, relacionados ou não com o 25 de Abril, porque […] não vê incompatibilidade entre o exercício das funções públicas e o recato que o luto impõe”, lê-se num comunicado hoje remetido à Comunicação Social.
Na nota, a associação cívica defende ainda que “a celebração plena” de uma data que “marca a refundação da democracia nacional” é “perfeitamente compatível com o cumprimento do luto nacional”.
“A ARL assinala a incongruência de haver limitações na celebração do 25 de Abril, data que conduziu à instauração de uma República laica e pluralista em Portugal, por causa do luto decretado pela morte de um líder religioso”, salienta a associação.
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Manifestação não autorizada leva a três detenções, incluindo Fonseca e Castro e Mário Machado
Três pessoas, incluindo o ex-juiz Rui Fonseca e Castro e Mário Machado, foram detidas na manifestação de extrema-direita que não foi autorizada pelas autoridades. Segundo a RTP, os detidos estão na esquadra de Moscavide, em Lisboa.
A mesma estação de televisão avança também que se tratam de detenções efetivas (ou seja, o trio não se encontra na esquadra apenas para ser identificado).
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Esquerda destaca mobilização popular no desfile do 25 de Abril como “lição” ao Governo
Os partidos de esquerda destacaram a forte mobilização no desfile do 25 de Abril como “uma lição” ao Governo, com o PS focado numa “mudança segura” de executivo nas eleições legislativas de maio.
“Quem vem todos os anos sabe que é sempre assim. São milhares e milhares de pessoas que gostam de celebrar Abril e aquilo que significa o 25 de Abril, a liberdade, a democracia, mas também o Serviço Nacional de Saúde, a Escola Pública. Este é um dia de festa do povo português e, infelizmente, temos um Governo que esteve à janela ou que está à janela a assistir”, criticou o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos.
Já a coordenadora do BE, Mariana Mortágua, classificou a manifestação na Avenida da Liberdade como “uma grande lição ao primeiro-ministro e ao Governo, que entende que se pode adiar as comemorações do 25 de Abril como se a democracia ficasse à espera de um momento mais conveniente para o Governo celebrar”. “A democracia não fica à espera, o povo não fica à espera e esta é a prova disso mesmo”, insistiu.
Pelo PCP, o secretário-geral, Paulo Raimundo, realçou que o desfile não é “nenhuma festa”, mas sim a celebração de “uma grande Revolução” que “acabou com o fascismo”. “As festas podem ser adiadas, as celebrações não são adiadas. E talvez que a maior resposta a essa brincadeira que o Governo decidiu fazer é aquilo que está a acontecer aqui”, considerou.
Rui Tavares, porta-voz do Livre, classificou o 25 de Abril como “uma espécie de Natal da Liberdade” e considerou que o Governo “pode tirar como lição” deste desfile “que deve participar da alegria do povo quando o povo celebra a liberdade”. O PAN, pela voz de Inês Sousa Real, lamentou que “alguém não quis que se celebrasse” o 25 de Abril, mas “o povo mais uma vez saiu à rua”.
À direita, o líder da IL, Rui Rocha, foi o único a considerar que apenas esteve em causa “um problema de comunicação do Governo”.
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Mário Machado detido pela PSP
Depois do ex-juiz Rui Fonseca e Castro, também o militante neonazi e líder do Grupo 1143 Mário Machado foi detido pela Polícia de Segurança Pública (PSP). A informação foi avançada pelas televisões, incluindo pela CNN, que indicou que a detenção foi feita sob aplausos de manifestantes antifascistas.
Mário Machado foi também detido pela PSP.
???? @SICNoticias pic.twitter.com/Bm6c70HnlQ— Mundo Vivo (@mundo__vivo) April 25, 2025
Em Lisboa, num local muito próximo ao da manifestação não autorizada por parte da extrema-direita, realiza-se o tradicional desfile do 25 de Abril, para assinalar os 51 anos da Revolução dos Cravos.
O momento da detenção de Mário Machado. ANTÓNIO COTRIM/ LUSA
Mário Machado na concentração não autorizada da extrema-direita, momentos antes da detenção. TOMÁS SILVA/OBSERVADOR
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Confrontos entre manifestantes antifascistas e de extrema-direita no largo de São Domingos
No largo de São Domingos, manifestantes antifascistas e de extrema-direita envolveram-se em confrontos violentos. A polícia foi obrigada a intervir para dispersar a confusão que se gerou e que incluiu confrontos físicos e arremesso de objetivos como pedras e garrafas de vidro.
Um repórter de imagem da CNN ficou ferido.
TOMÁS SILVA/OBSERVADOR
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Confrontos entre polícia e manifestantes de apoio à manifestação do Ergue-te
A polícia de intervenção fez outras detenções para além do presidente do Ergue-te e, num momento de maior tensão, houve uma forte carga policial. Rui Fonseca e Castro resistiu à detenção das autoridades que o encaminharam para uma viatura policial estacionada no Largo de São Domingos.
Foi, entretanto, criado um perímetro policial para que os manifestantes de apoio à iniciativa do Ergue-te não entrem em contacto direto com os restantes manifestantes.
Rui Fonseca e Castro, ex-juiz e líder do Ergue-te, foi detido esta sexta-feira em Lisboa após participar na concentração de apoiantes da extrema-direita. pic.twitter.com/JwQTuFk7CF
— Mundo Vivo (@mundo__vivo) April 25, 2025
A manifestação marcada para esta tarde no Martim Moniz juntava outros grupos conotados com a extrema-direita para além do Ergue-te, como o Habeas Corpus e o 1143. Ontem, esta iniciativa tinha sido proibida pela PSP, mas os apoiantes destes grupos marcaram ainda assim presença na praça.
A manifestação liderada por Rui Fonseca e Castro deparou-se com um vasto contingente policial no Martim Moniz, onde se verificaram confrontos entre diferentes grupos de manifestantes. Mais tarde, o Presidente do Ergue-te acabaria por liderar a manifestação rumo ao Largo de São Domingos, próximo da praça para onde estava marcado o protesto inicial.
Aí, os manifestantes foram novamente confrontados com vários elementos das autoridades policiais, que impediram, mais uma vez, a realização da manifestação. Nessa altura, Rui Fonseca e Castro disse: “Só saio daqui algemado”. O momento da detenção do líder do Ergue-te acabaria por acontecer alguns minutos depois dessas declarações.
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Líder do Ergue-te detido após recusar pôr fim a manifestação na baixa de Lisboa
Rui Fonseca e Castro foi detido pela polícia de intervenção no Largo de São Domingos em Lisboa, depois de se ter recusado a não cancelar uma manifestação que tinha sido proibida pelas autoridades.
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25 de Abril. Que discurso foi mais bem conseguido?
A análise de José Manuel Fernandes, Publisher do Observador, aos discursos da sessão solene do 51º aniversário do 25 de Abril na Assembleia da República.
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Termina a sessão solene do 25 de Abril na Assembleia da República ao som do hino nacional. No final, deputados e galerias cantam “Grândola, Vila Morena” e alguns gritam “25 de Abril sempre, fascismo nunca mais”. Bancada do Chega é a primeira a ficar vazia, após saída do Presidente da República.
TOMÁS SILVA/OBSERVADOR
TOMÁS SILVA/OBSERVADOR