Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, sexta-feira.

    José Luis Carneiro apresenta candidatura a secretário-geral do PS

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Reforma do Estado pode dar o poder ao Chega?

    Novo ministério é a aposta do governo 2.0 de Montenegro: tem mesmo de mudar o Estado, caso contrário arrisca-se a que Ventura seja o próximo primeiro-ministro? E Marcelo, ainda mais “inacreditável”.

    Reforma do Estado pode dar o poder ao Chega?

  • PS. Prata Roque fora da corrida eleitoral para a liderança do partido

    O ex-secretário de Estado Miguel Prata Roque decidiu não concorrer às eleições diretas para a liderança do PS por entender que estas apenas serão “para completar o atual mandato” de Pedro Nuno Santos e ainda sem um “debate profundo, plural e clarificador”.

    “As eleições diretas marcadas para 27 e 28 de junho circunscrevem-se à escolha de alguém para completar o atual mandato do secretário-geral cessante, que terminaria em janeiro de 2026”, pode ler-se num comunicado enviado por Miguel Prata Roque à agência Lusa.

    Segundo o socialista, a Comissão Nacional do PS não marcou o Congresso Nacional para discussão de moção política global e eleição dos órgãos nacionais nem a eleição de delegados ao Congresso Nacional.

    “A única preocupação do Semear Esperança é assegurar que a renovação se faz. Que as coisas mudam. Não havendo, por ora, lugar a um debate profundo, plural e clarificador sobre a estratégia futura a adotar, o movimento Semear Esperança não apresentará candidato às Eleições Diretas de 27 e 28 de junho”, justificou.

    No entanto, Miguel Prata Roque antecipa que “a seu tempo” e “no final do atual mandato dos órgãos nacionais do PS”, o seu movimento irá “avaliar a eficácia e o grau de execução dessa agenda de futuro”.

    “Há uma nova geração de futuro que precisa de espaço para respirar. O movimento Semear Esperança entende que cabe ao Partido Socialista abrir essas portas e janelas”, começa por dizer no comunicado.

    O ex-governante defende que é preciso criar um Laboratório de Inovação Governativa para “debater e elaborar uma Agenda de Futuro, que permita ao PS voltar a ser governo em 2029” e realizar uma Cimeira do Futuro onde se discuta esta agenda durante os anos de 2027-2028.

    “Abrir o PS à participação de pessoas independentes e às experiências sociais e empresariais mais inovadoras”, defendeu.

    Segundo Prata Roque, o seu movimento partilhou esta agenda com o anunciado candidato a secretário-geral do PS José Luís Carneiro — até agora o único que avançou — que “transmitiu ao movimento Semear Esperança que partilha dessa preocupação em abrir o PS ao exterior e a uma nova forma de fazer política.

    “E que se dispõe a acolher essas (ou algumas dessas) propostas, caso venha a ser eleito”, acrescenta.

  • CGTP antevê anos de muita incerteza e dificuldades para trabalhadores

    O secretário-geral da CGTP-IN anteviu hoje que os trabalhadores viverão “momentos, anos e meses de muita incerteza, de muitas dificuldades” com o novo Governo, vincando que as políticas continuarão a servir “os interesses das empresas”.

    “Aquilo que espera os trabalhadores, aquilo que espera o país, são momentos, anos e meses de muita incerteza, de muitas dificuldades, de uma política que vai continuar […] a continuar a corresponder aos interesses das empresas, do capital, e nunca corresponder aos interesses dos trabalhadores”, disse hoje à Lusa Tiago Oliveira à porta da Preh Portugal, na Trofa (distrito do Porto), onde os trabalhadores estão em greve.

    O líder sindical instou “os trabalhadores que estão em casa” a se questionarem em que momento “ouviram este Governo a dizer que é culpa das empresas os salários serem baixos”, “o recurso ao trabalho precário” ou “a desregulação completa dos horários de trabalho”.

    “Em nenhum momento ouviram isto. Mas, pelo contrário, quando o trabalhador luta e reivindica melhores salários, primeiro temos que responder e aumentar a produtividade. Quando o trabalhador reivindica um vínculo de trabalho estável que lhe permita a criação de uma perspetiva diferente, primeiro temos que responder às necessidades das empresas e às necessidades da economia”, ilustrou.

    Para Tiago Oliveira, “colocam-se sempre as empresas em primeiro lugar e nunca os trabalhadores”.

  • Montenegro: "Como somos centrais, tanto vamos um bocadinho para um lado como para o outro"

    “Excecionalmente para a esquerda”, gracejou Luís Montenegro, ao dar indicações a restantes ministros durante a fotografia de família deste executivo que se reuniu hoje pela primeira vez em conselho de ministros.

    “Nós, como somos centrais, tanto vamos um bocadinho para um lado como para o outro”, continuou o primeiro-ministro. “É assim que vai governar?”, questionou uma jornalista no local. “Exatamente”, retorquiu Montenegro. “Sempre com esta forma muito polivalente de andar a subir e descer, a planar, para a esquerda, para a direita, para o centro, mas sempre para a frente”, rematou. As imagens do momento foram emitidas em direto pela RTP.

    Repsondeu ainda que não está preocupado com as previsões pouco favoráveis do Banco de Portugal: “A preocupação é olhar para cada português todos os dias e melh0rar as suas condições de vida”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • BE critica “viragem à direita” e prevê cortes na despesas sociais

    A coordenadora do BE considerou hoje que a orgânica e a composição do XV Governo Constitucional mostra uma “viragem à direita” e antecipou que um maior investimento em Defesa vai ser feito com cortes nas despesas sociais.

    “Há claramente uma viragem à direita por parte deste Governo e essa viragem à direita, como em todos os países que estão a virar à direita, faz parte e uma receita, que é cortar nas despesas sociais e aumentar as despesas militares”, afirmou Mariana Mortágua em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.

    A coordenadora do BE aludia ao discurso do primeiro-ministro, Luís Montenegro, na tomada de posse do XXV Governo Constitucional, esta quinta-feira em Lisboa, no qual anunciou que Portugal vai antecipar o objetivo de atingir o investimento de 2% do PIB em Defesa, “se possível já este ano”, sem pôr em causa as contas certas ou as funções sociais.

    Mariana Mortágua considerou que o investimento em Defesa tem sido feito em detrimento da despesa social, afirmando que é o que se vê no projeto orçamental da administração dos Estados Unidos de Donald Trump e “é isso que vai estar em causa em Portugal”.

  • Ministro da Reforma do Estado promete “guerra à burocracia”

    O ministro adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, prometeu hoje “guerra à burocracia” e disse ter “uma extraordinária equipa” para iniciar funções no XXV Governo Constitucional.

    “Queria apenas dizer que temos uma extraordinária equipa de secretários de Estado para cumprir a missão que o senhor primeiro-ministro nos atribuiu de guerra à burocracia, para bem de Portugal e de todos os portugueses”, disse, remetendo para mais tarde mais explicações.

    O ministro falava aos jornalistas à saída do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, após a cerimónia de tomada de posse dos 43 secretários de Estado do XXV Governo Constitucional, de coligação PSD/CDS-PP, o segundo chefiado por Luís Montenegro.

    Gonçalo Saraiva Matias é um dos novos ministros do novo executivo, assim como a pasta que assumiu.

  • Carneiro quer repensar o PS, consensos democráticos e reforma eleitoral

    O candidato à liderança socialista José Luís Carneiro quer “repensar o PS e a sua relação com o país” e defende “consensos democráticos” em cinco áreas de soberania, incluindo “uma reforma eleitoral a começar pelas autarquias”.

    Estes são alguns dos tópicos da moção da candidatura de José Luís Carneiro a secretário-geral do PS, até agora a única, ideias avançadas hoje pelo Expresso e confirmadas à Lusa, na véspera da sua apresentação oficial.

    Segundo estas linhas gerais, a moção estará “em evolução com o objetivo de recolher os contributos da sociedade portuguesa” e o objetivo do dirigente socialista é “repensar o PS e a sua relação com o país”.

    Será ainda lançada uma reflexão que tem por base “ouvir e dar voz às pessoas”.

  • Presidente da República assinala que esta foi a “última posse do mandato”

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, assinalou que hoje teve a “última posse do mandato”, que termina em março do próximo ano.

    “Está feito, última posse do mandato”, afirmou.

    Marcelo Rebelo de Sousa deixou estas breves palavras aos jornalistas à saída do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, onde decorreu a tomada de posse dos 43 secretários de Estado do XXV Governo Constitucional.

  • Gouveia e Melo desvaloriza críticas do líder parlamentar do PSD

    O candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo desvalorizou hoje as críticas que lhe foram feitas pelo líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, lembrando que ele apoia o seu adversário Marques Mendes na corrida a Belém.

    “O doutor Hugo Soares, eventualmente, fará a sua estratégia, não sei se é pessoal ou se é a do Governo, mas é uma estratégia, com certeza, de apoio a um outro candidato. E, portanto, vale o que vale, eu não estou preocupado com isso”, respondeu Henrique Gouveia e Melo.

    Gouveia e Melo reagia às críticas do líder parlamentar do PSD, que o acusou de ter “lacunas colossais” no seu pensamento político.

  • Gouveio e Melo espera que reforma do Estado se realize e não seja só “marketing político”

    O candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo assumiu hoje que é bom que o Governo de Luís Montenegro tenha na sua agenda a reforma do Estado, mas espera que essa se realize e que não seja “marketing político”.

    “Fico muito contento pelo Governo atual ter na sua agenda reformar o Estado e reformar muitas das coisas que a sociedade portuguesa já sentia como necessárias há muitos anos. Agora, temos que ver a extensão e a profundidade e se as reformas vão ou não ser executadas ou são marketing político”, afirmou Henrique Gouveia e Melo aos jornalistas, depois de ter participado no Fórum Luso-Angolano de Jovens Empresários, no Porto.

    Questionado sobre se concorda com a criação do Ministério da Reforma do Estado, o almirante na reserva salientou que a forma prática como se vai fazer a reforma é do poder executivo.

    “Eu não tenho que dizer se vejo com bons olhos ou não [a criação do ministério]. O que interessa é que essa reforma seja realizada, ou seja, passe das palavras e das intenções”, reforçou.

  • FNE vê recondução de Fernando Alexandre com “expectativa construtiva” para continuar negociações

    A Federação Nacional da Educação (FNE) saudou hoje a recondução do ministro Fernando Alexandre em nome da estabilidade governativa, opção que diz encarar com “expectativa construtiva” para continuar as negociações iniciadas com o anterior governo.

    Fernando Alexandre é um dos 13 ministros do executivo cessante que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, decidiu manter no Governo, uma opção elogiada pela FNE que diz valorizar a estabilidade governativa em áreas estruturais como a educação e vê a recondução do ministro da Educação, Ciência e Inovação com “expectativa construtiva”.

    Em reação à nomeação, a federação justifica, em comunicado, que “durante o exercício do seu mandato anterior, o ministro Fernando Alexandre evidenciou disponibilidade para o diálogo com os representantes dos trabalhadores da educação”.

    Porém, sublinha que a estabilidade só será “verdadeiramente positiva num compromisso firme com o diálogo, o respeito pelos direitos dos profissionais, (…) e da valorização efetiva das carreiras e condições de trabalho”.

    Por isso, a FNE espera que o novo executivo, que tomou posse na quinta-feira, prossiga os processos negociais interrompidos na sequência da queda do Governo, e concretize “respostas urgentes às reivindicações”.

  • Presidente deu posse aos 43 secretários de Estado do XXV Governo Constitucional

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deu hoje posse aos 43 secretários de Estado do XXV Governo Constitucional, chefiado por Luís Montenegro, numa cerimónia no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa.

    Com a posse dos secretários de Estado, ficou completo o executivo PSD/CDS-PP formado na sequência das eleições legislativas antecipadas de 18 de maio.

    O segundo Governo chefiado por Luís Montenegro, com 16 ministros, tem um total de 60 elementos, um terço dos quais mulheres.

    Esta cerimónia, realizada na Sala dos Embaixadores do Palácio Nacional da Ajuda, durou cerca de meia hora.

  • PCP acusa executivo de mobilizar recursos públicos para indústria da guerra

    A líder parlamentar do PCP acusou hoje o Governo de estar a canalizar recursos públicos para a indústria da guerra, numa alusão à promessa do primeiro-ministro de tentar atingir este ano um investimento de 2% do PIB em Defesa.

    “Claramente demonstra uma opção. Em vez de resolver os problemas do país — os salários, as pensões, a saúde, habitação, educação –, a opção do Governo é canalizar recursos públicos, do Estado, que deviam ser mobilizados para dar respostas aos trabalhadores e ao povo, para a guerra”, afirmou Paula Santos em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.

    A líder parlamentar do PCP referia-se ao facto de, na quinta-feira, num discurso na cerimónia de tomada de posse do XXV Governo Constitucional, em Lisboa, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, ter anunciado que Portugal vai antecipar o objetivo de atingir o investimento de 2% do PIB em Defesa, “se possível já este ano”, sem pôr em causa as contas certas ou funções sociais.

    Paula Santos recordou que o PCP tem sido “muito crítico” relativamente a esta opção do Governo e defendeu que o aumento do investimento em Defesa não está a ser feito para cumprir a Constituição da República, que estabelece que “é obrigação do Estado assegurar a defesa nacional”, mas antes para “satisfazer os interesses de outros”.

  • Ministro da Reforma do Estado diz que equipa que lidera tem a missão de combater a burocracia

    O ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, disse hoje aos jornalistas que a equipa que vai liderar no recém-criado ministério terá a função de combater a burocracia.

    “Temos uma extraordinária equipa de secretários de Estado para cumprir a missão que o primeiro-ministro nos atribuiu, de guerra à burocracia”, disse Gonçalo Matias, aos jornalistas, à saída do Palácio da Ajuda.

  • Está a acontecer a tomada de posse dos secretários de Estado

    O Presidente da República está agora a dar posse aos 43 secretários de Estado do XXV Governo Constitucional, um dia depois da entrada em funções do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e dos seus 16 ministros.

    A cerimónia decorre no Palácio da Ajuda, em Lisboa.

  • Centeno: "Estarei sempre disponível para o país, seja Governo, seja BdP, seja a universidade"

    “Estarei sempre disponível para o País, seja Governo, seja o Banco de Portugal, seja a universidade, onde posso fazer o que mais gosto que é falar“, afirmou Mário Centeno, naquela que poderá ser a sua última apresentação pública de um relatório do Banco de Portugal.

    Mário Centeno diz que tem “um mandato para cumprir”, acrescentando, entre dentes, “que [disse que o] iria cumprir“. O governador do Banco de Portugal já por várias vezes disse que, na sua perceção, a regra é que os governadores cumpram dois mandatos consecutivos, aqueles que são permitidos por lei. Mas Centeno recusou revelar, questionado pelo Observador, se já foi contactado pelo Ministério das Finanças sobre a sua continuidade ou não continuidade. “Há um processo institucional em curso, não comento” reuniões que tem com outros responsáveis.

  • "Em nenhuma circunstância o investimento de Portugal na Defesa poderá por em causa o bom comportamento da economia", diz Nuno Melo

    Também à chegada à Ajuda, Nuno Melo, Ministro da Defesa Nacional, fez declarações à comunicação social com os pressupostos para conseguir atingir a meta de 2% da despesa em Defesa já este ano.

    “Portugal antecipará a meta dos 2% em linha com os alvos capacitários da NATO sempre com uma preocupação”, começou por dizer. “Terá que haver um retorno significativo na economia portuguesa”, notou. “Em nenhuma circunstância o investimento de Portugal na Defesa poderá por em causa o bom comportamento da economia, muito pelo contrário”, separou.

    “Quando digo que as forças armadas vão adquirir bens ou equipamentos, modernizar infraestruturas, isso significa que as empresas portuguesas vão estar diretamente envolvidas”, disse ainda. Em suma, e ignorando as questões relativas às previsões menos positivas do Banco de Portugal, que antecipam défice já este ano, Nuno Melo reitera os seus pressupostos: “honrar compromissos com a NATO, modernizar as forças armadas, envolver a indústria portuguesa, reforçar a economia, assegurar as prestações sociais e ter em conta os bons cumprimentos das metas orçamentais”.

  • 10 Junho. Marcelo e Montenegro celebram Dia de Portugal juntos em Estugarda e Munique

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, vão estar juntos em Estugarda e Munique, na Alemanha, para celebrar o Dia de Portugal junto de comunidades emigrantes portuguesas.

    “Mantendo uma tradição desde 2016, o Presidente da República deslocar-se-á amanhã [sábado] 7 de junho, acompanhado pelo primeiro-ministro, a Estugarda e, a 8 de junho, a Munique, na Alemanha, para celebrar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas com os nossos compatriotas naquela região”, lê-se numa nota hoje publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet.

    Segundo a mesma nota, o Presidente da República e o chefe do novo Governo PSD/CDS-PP, que tomou posse na quinta-feira, irão também assistir juntos à final da Liga das Nações, entre Portugal e Espanha, jogo marcado para domingo às 20h00, em Munique.

  • Privatização da TAP? "Naturalmente". Para este ano? "Vamos tentar", diz Miguel Pinto Luz

    À chega ao Palácio da Ajuda para a tomada de posse dos novos secretários de Estado, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, foi interpelado pelos jornalistas.

    “Privatização da TAP?”, questionou uma repórter. “Naturalmente”, respondeu o ministro. “Para este ano?”, retorquiu a jornalista. “Vamos tentar”, respondeu Miguel Pinto Luz, que logo entrou no edifício. A tomada de posse dos secretários de Estado do novo Governo acontece às 12h.

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