Histórico de atualizações
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    Obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a acompanhar a atualidade política nacional neste novo artigo em direto.

    Marcelo sobre sucessor: “Portugueses têm de escolher se querem gastronomia forte ou gastronomia mais suave”

  • Marques Mendes quer mudança na lei que permita voto postal no estrangeiro já nas presidenciais

    Candidato presidencial, Marques Mendes, vai propor aos partidos mudança da lei para permitir o voto postal dos portugueses no estrangeiro já nas próximas eleições de janeiro.

    Marques Mendes quer mudança na lei que permita voto postal no estrangeiro já nas presidenciais

  • Marques Mendes quer mudança na lei que permita voto postal no estrangeiro já nas presidenciais

    Candidato presidencial, Marques Mendes, vai propor aos partidos mudança da lei para permitir o voto postal dos portugueses no estrangeiro já nas próximas eleições de janeiro.

    Marques Mendes quer mudança na lei que permita voto postal no estrangeiro já nas presidenciais

  • Portugal deve ter contas certas para atrair investimento estrangeiro, diz Carneiro

    O candidato à liderança do PS José Luís Carneiro realçou a importância de Portugal ter contas públicas em ordem e estabilidade orçamental para atrair investimento direto estrangeiro, alertando o Governo para que atenda aos alertas internacionais.

    “Já alertámos o Governo para a necessidade que há de atender aos alertas internacionais, porque termos contas públicas saudáveis é condição essencial para a atração de investimento direto estrangeiro”, disse José Luís Carneiro.

    O socialista realçou que é o investimento direto estrangeiro que contribui para financiar e para capitalizar as empresas nacionais e capitalizar a economia do país, adiantando que é dessa capitalização que é possível criar riqueza, emprego, mais rendimentos e melhorar as condições de vida das pessoas.

    O único candidato a secretário-geral do PS até ao momento falava aos jornalistas à margem de uma sessão, com cerca de 150 militantes, que decorreu em Aveiro, onde apresentou as linhas mestras daquilo que será a moção da sua candidatura.

    Acabado de chegar de São Brás de Alportel, onde participou na apresentação da candidatura autárquica do PS naquele concelho do Algarve, Carneiro disse que tem sido muito bem acolhido, assinalando que há um movimento que está a emergir das bases para a sociedade civil.

    “Algo que me sensibiliza é que estão a aparecer muitas pessoas da sociedade civil. Ontem [sábado] na apresentação da candidatura, tivemos pessoas da economia, das empresas, da cultura, da inovação, da criatividade, que vieram ao nosso encontro transmitir-me que me querem apoiar, que me querem ajudar a reerguer o Partido Socialista, e essa é a minha primeira grande missão”, afirmou.

  • Mais de metade dos deputados do Chega rejeita apoio a Gouveia e Melo e quer que Ventura avance para Belém

    Carta enviada por 34 deputados, noticiada pelo Correio da Manhã e confirmada pelo Observador, rejeita apoio a outros candidatos e defende que Chega volte a ter candidato próprio.

    Mais de metade dos deputados do Chega rejeita apoio a Gouveia e Melo e quer que Ventura avance para Belém

  • Paulo Raimundo acusa o PS de "dar a mão" ao Governo e critica a "demagogia da mentira" do Chega

    O secretário-geral do PCP acusou o PS de “dar a mão, o braço, a perna, o corpo e a cabeça toda” à política de direita e ao Governo da República, e sublinhou igualmente a necessidade de enfrentar o Chega.

    Discursando num almoço-comício, no Funchal, Paulo Raimundo salientou que a conjugação de resultados, nas eleições legislativas regionais da Madeira de março e nas legislativas nacionais de maio, nas quais a direita ganhou, “é muito desanimadora” e que há “mais dois problemas de fundo” a enfrentar.

    Em causa está, por um lado, “a desistência do Partido Socialista, que está a dar a mão, o braço, a perna, o corpo e a cabeça toda à política direita e ao Governo da República”, criticou. E, por outro lado, acrescentou, é preciso enfrentar a “opção de demagogia da mentira, da ilusão, daqueles que enchem a boca pelo povo, mas que quando têm a oportunidade são os maiores protagonistas da política antipopular, […] nomeadamente o Chega”.

    Após a sua intervenção, em declarações aos jornalistas, o secretário-geral do PCP reiterou que sabe qual é o programa da AD (Aliança Democrática, que reúne PSD e CDS-PP) e que não o pode deixar “passar em claro”, como é intenção do PS, justificando, assim, a já anunciada apresentação de uma moção de rejeição.

    Na sua leitura, o PS, ao decidir viabilizar o Programa do Governo sob o argumento da “chamada estabilidade”, torna-se “cúmplice” de uma “política errada” e “colocou-se junto das forças do retrocesso”.

    “Vai ficar para trás, porque a alternativa vai impor-se, vai abrir caminho e o PS tem de decidir: ou se junta ao retrocesso ou vem para a alternativa. Até agora, decidiu que vai para o retrocesso”, reforçou.

  • Hélio Rebelo vai liderar candidatura do PSD à Câmara de Valongo

    O líder da concelhia do PSD/Valongo, Hélio Rebelo, é o cabeça de lista social-democrata àquele município do distrito do Porto para as eleições autárquicas deste ano, anunciou o próprio na sua página na rede social Facebook. O anúncio sucede à aprovação por unanimidade da sua candidatura, no sábado, pela comissão política concelhia.

    “Aceitei o desafio de ser candidato à presidência da Câmara Municipal de Valongo”, lê-se na publicação na sua página, em que aponta ao caminho que quer seguir se for eleito presidente: “Não basta dizer que está tudo mal. Não basta apontar erros, criticar ou prometer o impossível. É preciso apresentar soluções. É preciso ter coragem de fazer diferente e melhor. De nada serve repetir que os políticos são todos iguais, se não tomarmos a iniciativa de participar, de nos envolver, de assumir a responsabilidade de fazer parte da mudança que queremos ver”.

    Reeleito presidente da concelhia em novembro de 2023, Hélio Rebelo, de 45 anos e natural de Valongo, possui um mestrado em Economia e Administração de Empresas e outro em Engenharia Geotécnica e Geoambiente, lê-se no seu perfil. O candidato foi adjunto do presidente substituto da Câmara de Valongo, João Paulo Baltasar, entre 2012 e 2013, após o titular do cargo, Fernando Melo, ter abdicado, tendo também exercido funções de vereador sem pelouros no município de Valongo. É atualmente membro da assembleia municipal.

  • Governo condena atentado contra pré-candidato presidencial colombiano Miguel Uribe

    O Governo português condenou este domingo o atentado que deixou em estado crítico o senador e pré-candidato presidencial colombiano Miguel Uribe, considerando que “o uso de violência em democracia, agravado pela instrumentalização de jovens, é intolerável”.

    “O Governo português condena veementemente o atentado contra a vida do senador colombiano e pré-candidato presidencial Miguel Uribe. O uso da violência em democracia, agravado pela instrumentalização de jovens, é intolerável”, afirmou, numa nota publicada nas redes sociais, o Ministério dos Negócios Estrangeiros. Na nota, o ministério liderado por Paulo Rangel manifesta ainda “toda a solidariedade à família e ao povo colombiano”.

    Segundo a Procuradoria colombiana, Miguel Uribe, de 39 anos e membro do partido de direita Centro Democrático (CD), foi atingido no sábado por dois tiros, enquanto fazia um discurso de campanha no bairro de Modelia, Fontibón, na zona oeste de Bogotá, a capital da Colômbia.

    O suspeito do ataque é um rapaz de 15 anos, detido no local na posse de uma pistola ligeira Glock (nove milímetros).

    As eleições presidenciais colombianas estão agendadas para maio de 2026.

  • Alberto Martins declara apoio à candidatura de António José Seguro à Presidência da República

    O ex-ministro Alberto Martins declarou o seu apoio à candidatura presidencial de António José Seguro, elogiando a sua “idoneidade cívica, experiência política e integridade” e defendendo que os valores de Abril não podem ser postos em causa por lideranças autoritárias.

    “Apoio António José Seguro pela sua idoneidade cívica, experiência política e integridade”, lê-se numa nota de Alberto Martins enviada à agência Lusa, na qual o ex-ministro e ex-líder parlamentar do PS considera que, nos diversos lugares da sua intervenção pública, António José Seguro “afirmou-se pela exigência, ponderação e lucidez”.

    “O seu currículo (desde o parlamento português e europeu, ao Governo e à liderança do PS, entre outros) é conhecido, e reconhecido, e qualificam-no para o desempenho do alto cargo de Presidente da República”, considera.

    Alberto Martins, ministro da Reforma do Estado e da Administração Pública entre 1999 e 2002 e, depois, ministro da Justiça entre 2009 e 2011, sustenta que, mesmo quando esteve afastado da vida política e partidária, António José Seguro “soube manter uma atitude de intocável distância e dignidade cívica”.

    Por outro lado, Alberto Martins considera que “um Presidente da República deve ser uma personalidade inspirada e inspiradora, contribuindo, no âmbito das suas competências, para as necessárias mudanças coletivas que a sociedade portuguesa, como parte ativa, exige”.

    Além de ministro, Alberto Martins foi líder parlamentar do PS nos últimos dois anos da liderança de António José Seguro, entre 2013 e 2014, e durante a maioria absoluta de José Sócrates, de 2005 a 2009. Foi também um dos protagonistas da Crise Académica de 1969, quando, enquanto presidente da Associação Académica de Coimbra, pediu a palavra ao então chefe de Estado, Américo Thomaz.

  • Carneiro enfiou bonés às várias alas do PS e deixou mais recados para dentro do que para fora

    Teve vários “istas”, mas ninguém do núcleo que quis desafiar a sua candidatura compareceu. Intervenção de José Luís Carneiro focou-se em avisos para dentro e proposta de paz no Parlamento.

    Carneiro enfiou bonés às várias alas do PS e deixou mais recados para dentro do que para fora

  • Montenegro diz que finanças estão "exemplares". Mais dinheiro para a Defesa já em 2025 não implica orçamento retificativo

    Em Estugarda, primeiro-ministro e Presidente da República falaram em mandato do Governo “para quatro anos”. “Portugal tem todas as condições para estar otimista”, defendeu Montenegro.

    Montenegro diz que finanças estão “exemplares”. Mais dinheiro para a Defesa já em 2025 não implica orçamento retificativo

  • “José Luís Carneiro tem de resolver guerra civil no PS”

    André Azevedo Alves considera que José Luís Carneiro percebeu que há uma “guerra civil” no PS e por isso elogia os apelos de união. O politólogo considera que há muito para resolver no PS.

    Ouça aqui o comentário de André Azevedo Alves

    “José Luís Carneiro tem de resolver guerra civil no PS”

  • Carneiro quer "voltar a fazer do PS um partido central" no sistema político

    Carneiro terminou a intervenção de apresentação de candidatura — de 45 minutos — a desejar “voltar a fazer do PS o partido central do nosso sistema político, o partido do socialismo democrático, um partido progressista, aberto, tolerante e agregador”.

    Convoca “todo os socialistas” para esse propósito e promete “procurar a unidade”, garantindo ser “ponderado e firme nas decisões”

  • "Prioridade imediata são autárquicas", diz candidato que trava presidenciais: "Lá chegaremos"

    Carneiro avisa ainda o partido que possa estar mais animado com as Presidenciais que “a prioridade imediata são as autárquicas” e que elas são “um poderoso antídoto contra a progressão populista”.

    Diz que o PS “procurará convergências progressistas onde se revelarem necessárias, sólidas e ganhadoras”. E pede “Mais mulheres e jovens” nas listas do PS.

    Quanto às presidenciais diz apenas: “Lá chegaremos. É o PS que define a sua agenda e é o PS que define a hierarquia da suas prioridades”. E faz mesmo o calendário para atirar presidenciais para depois das autárquicas: “As autárquicas serão já em fins de setembro, princípio de outubro. As presidenciais serão só em 2026. Cada coisa a seu tempo”, afirma garantindo saber qual o seu “dever na defesa da autonomia e unidade estratégica do PS”.

    PS gere presidenciais com pinças com medo de divisões que comprometam autárquicas

  • "Agenda de futuro" de Carneiro passa por salário médio ao nível europeu e habitação para todos em dez anos

    Antes de terminar a longa intervenção, Carneiro define uma “agenda para o futuro” que passa por aumentar o salário médio, garantir habitação para as famílias e autonomia na produção de energia no espaço de dez anos.

    A sua agenda aponta ao aumento de rendimentos, com o salário médios a alcançar o salário médio europeu em dez anos; nesse mesmo prazo quer ter “todas as famílias com acesso a uma habitação condigna, seja através do mercado público, seja através de incentivos à construção privada de casas a preços acessíveis”; garantir que “no máximo até 2035, Portugal seja capaz de se autoabastecer de electricidade com recursos a fontes renováveis”.

  • "É bom que Governo tenha atenção aos alertas sobre a situação económica", avisa candidato ao PS

    Na Defesa, José Luís Carneiro detalha que o que pretende é “um plano nacional de capacitação militar-industrial”, que envolva “vários ministérios, instituições do sistema científico nacional e do tecido empresarial”. A “prioridade” é honrar o compromisso de reforçar o investimento em segurança e defesa, diz.

    Depois passa para a economia onde deixa um aviso ao Governo: “É bom que tenha atenção aos alertas sobre a situação económica e financeira global, europeia e nacional”.

    “Derramar o saldo orçamental, legado pelos governos do PS, sobre os problemas que são estruturais pode comprar momentaneamente a paz social, mas não é a solução de fundo que o país precisa”, diz Carneiro.

    Promete o partido sempre comprometido com a “defesa intransigente do SNS” que “pode e deve ter complementariedades e cooperação com o sector social e privado” sublinha numa demarcação ao passado recente do PS.

    Diz também que pretende um partido ao lado dos mais idosos, mas “também capaz de retomar a nossa ligação com ops setores mais dinâmicos da nossa sociedade, na área da cultura, da ciência, da academia, da inovação e das empresas”.

  • Candidato ao PS quer "compromisso duradouro na Justiça" e salta parágrafo sobre revisão constitucional

    José Luís Carneiro também se compromete a combater “todos os que tentarem desvalorizar a grande obra da democracia”: “Serão sempre os nossos primeiros e maiores adversários”.

    Passa em revista os vários cargos que desempenhou ao longo da vida política, a começar no de vereador da oposição na Câmara de Baião e a terminar no de ministro da Administração Interna.

    Depois de uma longa descrição da sua vida em cada cargo, Carneiro fala nos “consensos democráticos” que quer na política externa e europeia, na defesa, na segurança, na justiça e na organização e reforma do Estado”.

    Na defesa, Carneiro defende a “capacitação militar-industrial”, articulando a economia e a ciência” e a “capacidade europeia e atlântica”.

    Na segurança, defende que seja “ainda mais eficaz e ao mesmo tempo humanista”, apontando à necessidade de “reforçar a política de patrulhamento e de proximidade”.

    Na Justiça, o socialista quer “uma reflexão abrangente de todos os agentes” e isto “no quadro de um compromisso duradouro para a justiça”.

    Na reforma do Estado, Carneiro quer uma “reforma eleitoral a começar pelas autarquias, reformando o seu parlamentarismo e permitindo executivos mais funcionais”.

    Salta o parágrafo que está nos eu discurso escrito dedicado à revisão constitucional, onde defendia — como já defendeu publicamente — que “não é uma prioridade”.

  • Carneiro quer "consensos democráticos", mas diz que "não será tíbio" na oposição a políticas contra valores do PS

    Deixa também críticas aos dirigentes “dos grandes partidos” que “gostam de se ouvir excessivamente” e que acabam por se “distanciar do que pensa o povo e os setores mais dinâmicos da nossa sociedade”. E promete “consensos democráticos”.

    “Temos o dever de saber ouvir e dar voz às pessoas e às suas expressões cívicas e institucionais”, defende Carneiro que promete um PS com “capacidade de repensar-se da base às cúpulas”.

    Compromete-se a trabalhar para “garantir que os bons resultados da economia chegam à vida das pessoas”, apontando como áreas prioritárias para o partido serviços públicos de qualidade, sustentabilidade da segurança social, políticas que “permitam a emancipação dos mais jovens”.

    “temos de saber atender a todas e a todos, sem deixar ninguém para trás”, afirma Carneiro que promete “determinação e energia na oposição àquilo com que discorda” e que é visto como “retrocesso”.

    Sobre os “consenso democráticos” que se compromete a promover, Carneiro diz, no entanto, que não será “tíbio na oposição ao regresso das políticas que ponham em causa os valores e princípios fundamentais da esquerda democrática”.

  • Carneiro avisa partido que não será perdoado se se entretiver a "golpear credibilidade"

    Carneiro avisa os socialistas que os portugueses “não perdoarão” se se “entretiverem a golpear reciprocamente a credibilidade e qualidades”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    Apresenta-se como “um homem do socialista democrático. Um progressista com profundas convicções humanistas”, num momento do PS que reconhece como “difícil”. “ataques pessoaso e superficiais na praça pública? Comigo não contam para isso”, diz.

    Pede que exista reflexão sobre aquilo em que o partido falhou para ter o resultado das últimas legislativas. Mas afasta “tentações de ajustes de contas internos ou cedência a tentativas de aproveitamento por parte dos principais opositores”.

    Esta reflexão, defende, deve ser feita “sem vedetismos de quem sobreponha aspirações individuais próximas ou longínquas à defesa do interesse superior” do partido.

  • Carneiro pede união aos socialistas "para iniciar o caminho de volta"

    José Luís Carneiro começa agora a falar e começa por saudar “fraternalmente” Pedro Nuno Santos com quem garante ter “colaborado com lealdade” — tinha concorrido contra ele em 2023.

    O socialista diz ser candidato por “sentido de dever” para “levar o PS de novo a um lugar à altura da sua história e ganhar de novo a confiança dos portugueses”.

    Pede aos socialistas “que se unam na diversidade para iniciar o caminho de volta”.

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