Momentos-chave
- Luís Neves admite "pacto de silêncio" entre agentes da Esquadra do Rato
- PCP considera revisão constitucional desnecessária mas não se excluirá do processo
- "Risco zero não há", diz Luís Neves
- Grupo de trabalho propõe criação de nova entidade para as comunicações de emergência
- Cada antena SIRESP deve ter autonomia para 24 horas
- Sistema que substituirá o SIRESP demorará mais de 10 anos a ficar operacional
- "Não vamos diabolizar nem vamos deixar que o SIRESP seja diabolizado"
Histórico de atualizações
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Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar a atualidade política nacional ao longo desta quarta-feira neste novo artigo em direto, com foco para as declarações da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) sobre o pacote laboral e para o aniversário do PSD.
PS pede demissão da ministra da Saúde que acusa de ter desistido do SNS
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Luís Neves admite "pacto de silêncio" entre agentes da Esquadra do Rato
O ministro da Administração Interna admite que pode ter havido um “pacto de silêncio” entre os agentes da PSP envolvidos no caso da esquadra do Rato — que já levou à detenção de 24 polícias e um civil. Ainda assim, defende que este acontecimento não reflete a “cultura instalada” na PSP. “São casos isolados”, voltou a reforçar.
“Tudo leva a crer que houve aqui um facilitismo e uma aceitação de comportamentos desviantes, que são particularmente graves”, disse o ministro da Administração Interna em entrevista à CNN
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PCP considera revisão constitucional desnecessária mas não se excluirá do processo
O secretário-geral do PCP considerou hoje que as propostas da IL e do Chega de revisão constitucional são “só fumaça” e que alterar a lei fundamental “não faz falta nenhuma”, mas ressalvou que o partido não se exclui desse processo.
Para o líder do PCP, as intenções do Chega e da IL são “só fumaça” e “não têm interesse nenhum”, num momento em que o país vive uma “ofensiva contra os trabalhadores” e em que se exige “que se cumpra a Constituição”.
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"Decisão cabe-nos a nós tomar. Não está em cima da mesa a criação de nova unidade"
A SIRESP vai ter administração em breve. “Vai haver uma nova equipa à frente do SIRESP”.
Luís Neves assume que o grupo de trabalho fez recomendações, mas “a decisão cabe-nos a nós tomar. Não está em cima da mesa a criação da nova unidade”.
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“Este verão haverá mais condições [no SIRESP] se algo acontecer de equipamentos e substituição de algo que seja necessário fazer”, garante Luís Neves.
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Investimentos "não serão questionáveis"
Há matérias de curto prazo, de médio prazo — parta este governo — e há matérias para dois governos. “É um interesse comum, não há caminho a seguir e o caminho é procurar termos a nossa soberania”, adianta Luís Neves.
Investimentos alongados quanto ao prazo e “não serão questionáveis”.
“O governo tinha de agir e penso que agiu bem”, realça ministro da Administração Interna.
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"Risco zero não há", diz Luís Neves
“Risco zero não há”, conclui Luís Neves, ministro da Administração Interna, depois de apresentar os investimentos que o SIRESP vai ter.
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Grupo de trabalho propõe criação de nova entidade para as comunicações de emergência
O grupo de trabalho propõe a criação de uma nova entidade para as comunicações de emergência do Estado, diferente da atual SIRESP que se tornou empresa pública no governo de António Costa.
O grupo quer que a nova entidade tenha autonomia operacional reforçada.
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“Uma rede não se substitui de um dia para o outro”, assume António Pombeiro, já que um novo sistema demora mais de 10 anos.
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Grupo de trabalho propõe acordos de roaming nacional para o SIRESP com operadores móveis
O grupo de trabalho propõe a evolução do sistema atual TETRA para arquitetura híbrida Tetra/3GPP MCX, mantendo-se o serviço.
O grupo propõe que exista acordos de roaming nacional com operadores móveis.
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Cada antena SIRESP deve ter autonomia para 24 horas
O grupo de trabalho propõe que cada estação base do SIRESP tenha autonomia para 24 horas, introduzindo baterias de lítio com telemetria.
E aumentar o número de geradores móveis de 18 para 30 unidades.
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Sistema que substituirá o SIRESP demorará mais de 10 anos a ficar operacional
Está a decorrer agora a apresentação do relatório do SIRESP, onde se advoga uma nova rede para substituir o SIRESP.
Na apresentação entregue aos jornalistas pelo Ministério da Administração Interna indica-se que o novo sistema demorará mais de 10 anos a ficar operacional. “A data de desativação da rede Tetra não está fixada, devendo ser objeto de decisão política”, mas não deverá ocorrer antes de 2038.
O sistema Tetra é limitado, explicou coordenador do grupo de trabalho. A rede SIRESP revelou fragilidade, limitações e saturações.
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"Não vamos diabolizar nem vamos deixar que o SIRESP seja diabolizado"
Luís Neves começa a realçar que o SIRESP de hoje já não é o mesmo de 2017. Ainda assim admite problemas.
É preciso “reforçar a capacidade do Estado de responder quando é necessário, não podemos ignorar problemas do SIRESP”, tendo sido levantadas dúvidas e lembrando a gravidade dos incêndios de 2017.
“Recordando o passado temos mais estímulo para trabalhar e corrigir em prol da vida dos cidadãos. Nas horas de dificuldade é tudo isto que nos move”.
Luís Neves realça que “o SIRESP é uma infraestrutura crítica do Estado. É a infraestrutura que tem de garantir as comunicações de emergência. Não vamos diabolizar nem vamos deixar que o SIRESP seja diabolizado”.
“O SIRESP de hoje não é o de 2017”, já que “evoluiu de forma consistente”. As medidas adotadas tiveram resultados que “muitas vezes passam despercebidos”, lembrando como funcionou nos incêndios de Monchique e na Jornada Mundial da Juventude.
“Os principais riscos não estavam no sistema em si, mas na energia e transmissão”.
O SIRESP vai ter um programa de reforço “robusto”, com “medidas concretas e calendarizadas”. São 36 milhões para o SIRESP.
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Boa tarde
Abrimos aqui este liveblog para acompanhar a atualidade política nacional.
Começamos com a apresentação do relatório sobre o SIRESP, pedido depois do apagão de 28 de abril de 2025.
Luís Neves, ministro da Administração Interna, vai apresentar o relatório.
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