Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Sondagem coloca AD cinco pontos percentuais à frente do PS. Indecisos atingem número recorde
- 65% dos que votaram na AD nas últimas legislativas mantêm intenção de voto, revela sondagem
- Maioria dos portugueses insatisfeita com esclarecimentos de Montenegro sobre Spinumviva, revela sondagem
- Presidente da Jerónimo Martins apela aos partidos para terem uma "visão partilhada" após as eleições
- Fabian Figueiredo: "Prefiro a eleição de menos mandatos e o programa político do Bloco ficar mais perto da sua execução"
- "Firme como uma Rocha". IL partilha imagem de cartaz que sobreviveu à tempestade ao lado de painel do Chega destruído
- Associação das metalúrgicas condena “situação criada pela crise política”
- Queda do Governo e eleições antecipadas pioram a economia? "Melhorar não melhora...", diz Mário Centeno
- Centeno volta a alertar para estímulo excessivo da economia e avisa: "é importante prepararmo-nos" para mudança de ciclo na economia
- Em Bruxelas, Montenegro diz que Governo vai fazer levantamento dos estragos e proceder de imediato à ajuda das populações
- Um ano perdido, diz Cláudia Azevedo sobre eleições
- Montenegro pede aumento de interligação energética com Europa de 15% até 2030
- Parlamento está formalmente dissolvido. Comissão Permanente da AR entra em funções
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O primeiro-ministro, Luís Montenegro, diz estar disponível para esclarecer a população sobre todos os assuntos relevantes e confessa querer reforçar a confiança na Aliança Democrática, nas eleições legislativas antecipadas agendadas para maio. Montenegro sublinha a importância de enfrentar a corrupção e melhorar a estabilidade política, apesar das controvérsias em torno da empresa familiar Spinumviva.
- Uma sondagem realizada pelo ICS/ISCTE para Expresso e SIC indica um cenário político incerto, com a Aliança Democrática à frente do PS, mas com um elevado número de indecisos entre os eleitores. As sondagens refletem também uma insatisfação geral com os esclarecimentos oferecidos por Montenegro sobre a sua relação com a empresa Spinumviva, embora muitos avaliem positivamente o desempenho do seu governo até à crise atual.
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As candidaturas às eleições legislativas antecipadas de 18 de maio podem ser apresentadas até 7 de abril e o voto antecipado em mobilidade decorre no dia 11 de maio, segundo o calendário divulgado pela CNE.
- Na Madeira, a disputa política é igualmente intensa com próximas eleições regionais. André Ventura, do Chega, e Miguel Albuquerque, do PSD, são dois dos protagonistas, com Ventura afirmando que o combate à corrupção é prioritário face à estabilidade, enquanto Albuquerque pede uma maioria confortável para garantir a autonomia do arquipélago.
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Fica por aqui a cobertura da crise política em Portugal durante esta quinta-feira. Pode seguir neste novo liveblog todas as atualizações sobre as eleições regionais na Madeira, marcadas para o próximo domingo e as legislativas antecipadas, agendadas para 18 de maio.
Montenegro garante estar “muito motivado” e fala em “sondagem encorajadora”
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Eleições na Madeira. Ventura diz que regionais são sinal de que partido assume luta contra a corrupção
O líder do Chega considerou nesta quinta-feira que as eleições regionais da Madeira são um sinal que o partido “não tem medo de assumir a luta contra a corrupção”, sublinhando que esse combate é ainda mais importante que a estabilidade.
“A estabilidade para nós é um valor importante, o combate à corrupção é muito mais importante”, afirmou André Ventura, em declarações aos jornalistas no Funchal, onde chegou esta noite para participar no último dia de campanha para as regionais antecipadas de domingo na Madeira.
Recusando ceder numa matéria que classificou como fundamental na identidade do Chega, André Ventura referiu que a decisão do partido de apresentar uma moção de censura ao Governo Regional minoritário do PSD – justificada com as investigações judiciais envolvendo membros do executivo, inclusive o presidente, Miguel Albuquerque – foi “uma certa lição de democracia”.
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Eleições na Madeira. CDS-PP critica "balbúrdia" na região e apelo ao voto de Jardim no PSD
A candidatura do CDS-PP às eleições na Madeira de domingo considerou nesta quinta-feira que vivemos um tempo de “balbúrdia” e “loucura política” na região, criticando Alberto João Jardim e Manuel António Correia (PSD) por apelarem ao voto em Miguel Albuquerque.
“Nós vivemos um tempo de balbúrdia política na Madeira, de loucura política, com três eleições regionais num espaço de um ano e meio”, disse o presidente do CDS-PP/Madeira, José Manuel Rodrigues, num jantar do partido no final da campanha eleitoral, num restaurante no centro de Câmara de Lobos.
O dirigente centrista opinou que “o povo tem que estar revoltado com aqueles que provocaram a crise política e têm de estar reconhecidos com aqueles que a tentaram, como foi o caso do CDS”.
O candidato centrista declarou que a sua “alma ficou pasma” ao ouvir nesta quinta-feira Alberto João Jardim (ex-presidente do Governo Regional e líder do PSD/Madeira durante mais de quatro décadas) e Manuel António Correia (adversário e contestatário do social-democrata Miguel Albuquerque) terem “apelado ao voto no PSD” nas eleições do próximo domingo. “Não sei se é pura hipocrisia política ou se é um apelo verdadeiro”, opinou o candidato do CDS-PP insular.
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Sondagem coloca AD cinco pontos percentuais à frente do PS. Indecisos atingem número recorde
A Aliança Democrática surge com 20% de intenções de voto diretas, cinco pontos percentuais à frente do Partido Socialista (que tem 15%), na primeira sondagem com trabalho de campo realizado após a queda do Governo e que é hoje divulgada pelo Expresso e pela SIC.
Em terceiro lugar, nas intenções de voto, surge o Chega (9%), seguido da Iniciativa Liberal (4%). CDU, Livre e Bloco de Esquerda surgem os três com 1%. Os eleitores que se mostram indecisos atingem um número recorde: 39%. Ou seja, são mais os indecisos do que a soma daqueles que admitem votar AD ou PS.
Por outro lado, 8% dos inquiridos dizem que não vão votar e 2% mostram intenções de votar em branco ou nulo.
A sondagem tem uma amostra de 802 entrevistas consideradas válidas, que foram feitas por telefone, uma metodologia diferente do habitual.
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65% dos que votaram na AD nas últimas legislativas mantêm intenção de voto, revela sondagem
A maioria dos eleitores (65%) da AD que votou em Luís Montenegro nas eleições legislativas do ano passado mantém a intenção de voto para o dia 18 de maio. De acordo com a sondagem do ICS/ISCTE para Expresso e SIC, 25% dos eleitores da coligação dizem ainda estar indecisos, 5% pretendem votar “noutro partido”, 3% não tencionam ir às urnas e 2% vão votar em branco ou nulo.
Questionados sobre a candidatura de Montenegro, 24% dos inquiridos que votaram na AD no ano passado mostraram não aprovar. Olhando para o total da amostra, ou seja para incluir eleitores que votaram noutros partidos, 46% consideram que o atual primeiro-ministro “faz mal” em ir a eleições como líder da coligação, enquanto 45% dizem que “faz bem”.
Quanto à oposição, 61% dos eleitores que votaram no PS há um ano mantêm a decisão de votar em Pedro Nuno Santos. O número de indecisos é maior do que o da AD: 29%. O secretário-geral dos socialistas tem ainda 7% de antigos eleitores a declarar que pretendem votar noutro partido e 3% a dizer que não vão sequer votar.
Quanto ao Chega, 60% dos eleitores de André Ventura de há um ano mantêm a intenção de voto, 25% mostram-se indecisos, 5% dizem que vão votar noutro partido e 6% declaram não ter intenções de ir às urnas.
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Montenegro "está disponibilíssimo" para esclarecer população e quer reforço da AD
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse esta quinta-feira que “está disponibilíssimo” para prestar todos os esclarecimentos necessários à população sobre “todos os assuntos” e pediu o reforço “da confiança” depositada na Aliança Democrática (AD) há um ano.
“Estou disponibilíssimo para continuar, como sempre, a esclarecer todas as portuguesas e todos os portugueses sobre todos os assuntos que lhes interessem”, disse Luís Montenegro, em conferência de imprensa, em Bruxelas, na Bélgica.
O primeiro-ministro social-democrata acrescentou que quer que a população decida nas próximas eleições legislativas pela “melhor opção”.
“Esperando eu que a melhor opção seja a de reforçar a confiança que depositaram na AD nas últimas eleições legislativas”, comentou.
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Eleições na Madeira. Albuquerque diz que sem "maioria confortável" do PSD estará em causa a autonomia
O cabeça de lista do PSD às eleições regionais da Madeira, Miguel Albuquerque, dramatizou nesta quinta-feira que, caso os sociais-democratas não consigam ganhar no domingo com “uma maioria confortável”, estará em causa o futuro e a autonomia do arquipélago.
“Se o PSD não ganhar as eleições e se não ganhar com uma maioria confortável vai ficar em causa o nosso futuro e, mais do que o nosso futuro, vai ficar em causa a nossa autonomia política”, disse Miguel Albuquerque, no primeiro e único comício da campanha do PSD às eleições regionais antecipadas, no Funchal.
Num palco montado na Avenida do Mar, junto à Assembleia Legislativa, o também líder do PSD/Madeira e presidente desde 2015 do executivo regional insistiu que o que está em jogo no domingo “é muito importante” e, se os sociais-democratas não tiverem uma maioria para governar, “vai continuar a rebaldaria”, com partidos “que só sabem dizer mal e não apresentam uma única proposta positiva para a Madeira”.
“Vão continuar a brigar uns com os outros, continuar no processo de maledicência e a Madeira e o progresso da Madeira vai parar e quem vai sofrer é o nosso povo, os nossos empresários e as nossas famílias”, afirmou, reforçando que o apelo que faz “é muito sério”, já que “quem determina o futuro é o eleitor quando vai à urna”.
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Eleições na Madeira. Cafôfo acusa PSD de apresentar queixa anónima contra si
O cabeça de lista do PS às eleições regionais da Madeira, Paulo Cafôfo, acusou nesta quinta-feira o PSD de ter feito uma queixa anónima contra si no Ministério Público (MP), classificando a atitude de cobardia e desespero.
Em declarações aos jornalistas numa iniciativa de contacto com a população, no Funchal, o socialista disse ter tomado conhecimento há pouco tempo de que uma queixa anónima contra si sobre “tudo e mais alguma coisa” deu entrada no Ministério Público na quarta-feira.
O candidato e presidente do PS/Madeira, o maior partido da oposição, está convicto de que os social-democratas são responsáveis pela denúncia e sublinhou que “os madeirenses sabem que denúncia anónima é só um ato de desespero e cobardia por parte do PSD”.
“O PSD está a sentir o chão a fugir debaixo dos pés e procura lançar lama sobre mim, quando efetivamente quem tem um processo e que é arguido por suspeitas de corrupção é Miguel Albuquerque [presidente do Governo Regional, do PSD]”, apontou.
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Maioria dos portugueses insatisfeita com esclarecimentos de Montenegro sobre Spinumviva, revela sondagem
A maioria dos portugueses (64%) acredita que “ficaram coisas por esclarecer” pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, na polémica com a empresa familiar, a Spinumviva. Só 23% dos inquiridos para uma sondagem realizada por ICS/ISCTE para Expresso e SIC, a primeira com trabalho de campo realizado desde que o Governo caiu, manifestou uma opinião contrária.
Ainda assim, quando questionados sobre a opinião que têm de Luís Montenegro face à polémica das últimas semanas, que culminou com a queda do Executivo, a maioria dos inquiridos (52%) disse que “ficou na mesma”. Outros 39% afirmaram que a opinião “piorou” e 5% indicaram que “melhorou”.
Quase todos os portugueses consideraram que as eleições legislativas poderiam ter sido “evitadas” e atiraram responsabilidades tanto para o Governo como para a oposição. De acordo com a sondagem, realizada entre 12 e 17 de março, 37% dos inquiridos respondem que a ‘culpa’ da crise política é “mais do Governo”, enquanto outros 37% dizem que é “mais de alguns partidos da oposição”. Já 19% responsabilizam “ambos”.
Questionado sobre se o Governo estava a fazer um bom trabalho antes de cair, 43% fizeram uma avaliação positiva, enquanto 27% avaliaram o trabalho como “mau” e 16% como “muito mau”.
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Eleições na Madeira. BE quer regressar ao parlamento para apresentar medidas de rotura
O cabeça de lista do BE às eleições de domingo na Madeira, Roberto Almada, disse nesta quinta-feira que o partido faz falta no parlamento regional porque as outras forças são incapazes de apresentar medidas de rotura, nomeadamente no setor da habitação.
“É impossível hoje em dia uma pessoa que viva do seu salário, do seu modesto salário, comprar uma habitação, ou arrendar uma habitação no Funchal, ou em outra parte da Região Autónoma da Madeira”, alertou, indicando que o preço por metro quadrado aumentou cerca de 300 euros nos últimos dez meses.
Mariana Mortágua
colocou um autocolante num cartaz com o preço atualizado por metro quadrado no Funchal, sendo que, de acordo com o partido, comprar casa na capital madeirense custa agora 3.528 euros por metro quadrado.
“Nós temos rendas nos valores de 1.200, 1.300, 1.500 euros por um T2, nós temos habitações muito acima dos 250.000, 300.000 euros por um T2 também e isso não é comportável para quem vive do seu magro salário”, avisou o cabeça de lista do Bloco de Esquerda.
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Eleições na Madeira. JPP alerta para eventuais "situações de alegada fraude" no domingo
O cabeça de lista do JPP às eleições do próximo domingo na Madeira, Élvio Sousa, alertou nesta quinta-feira para a possibilidade de ocorrer “situações de alegada fraude” em algumas secções de voto da região autónoma.
“O último alerta é para que toda a gente que tenha responsabilidades nas secções de voto no próximo domingo vigiem as secções de voto, porque nós estamos a receber demasiadas preocupações por parte de pessoas”, afirmou, vincando que “muito possivelmente poderá haver situações de alegada fraude em determinadas secções de voto”.
O candidato do Juntos Pelo Povo (JPP), também líder do partido, falava aos jornalistas no âmbito de uma ação de campanha, junto ao Liceu Jaime Moniz, no centro do Funchal.
“Faço aqui o alerta para que todos os delegados, todos os membros das secções de voto, façam uma contagem prévia, antes de abrir as secções de voto, de todos os boletins”, disse, para logo realçar: “Não abram as portas das secções de voto antes de contarem e confirmarem se o número de boletins de voto corresponde à indicação que está no envelope.”
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Legislativas: voto em mobilidade é a 11 de maio
As candidaturas às eleições legislativas antecipadas de 18 de maio podem ser apresentadas até 07 de abril, e o voto antecipado em mobilidade decorre no dia 11 de maio, segundo o calendário hoje divulgado pela CNE.
De acordo com o mapa calendário hoje divulgado pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), as candidaturas devem ser apresentadas até até 07 de abril, o 41.º dia anterior à data das eleições, ao juiz presidente do tribunal da comarca com sede na capital do círculo eleitoral.
A campanha eleitoral, refere o mesmo documento, inicia-se no dia 04 de maio e termina a 16 de maio, com as eleições legislativas a decorrerem no dia 18, como anunciado pelo Presidente da República.
A intenção de votar em mobilidade deve ser manifestada entre 04 e 08 de maio, os boletins de voto serão enviados aos presidentes das autarquias através das forças de segurança entre o dia 06 e 10 de maio e o voto será feito no dia 11 de maio, sete dias antes do dia das legislativas.
O voto para eleitores internados e presos deve ser pedido até ao dia 28 de abril, sendo que esses cidadãos poderão votar entre os dias 05 e 08 de maio.
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Eleições na Madeira. Mariana Mortágua diz que eleição do Bloco de Esquerda "pode mudar tudo" na região
A coordenadora do BE, Mariana Mortágua, afirmou esta quinta-feira que o partido está à beira de eleger um deputado na Madeira, o que “pode mudar tudo”, mas não esclareceu se está disponível para suportar um eventual executivo de esquerda.
“O Bloco não tem medo, nem nunca teve medo de ser oposição”, disse, realçando que o partido “é, foi e continuará a ser” uma oposição ao regime do PSD, que governa a região autónoma desde 1976 e surge à frente nas sondagens divulgadas esta semana pelos matutinos regionais JM e Diário de Notícias da Madeira.
Mariana Mortágua falava aos jornalistas no centro do Funchal, no âmbito de uma ação de campanha da candidatura do Bloco de Esquerda às eleições do próximo domingo no arquipélago, focada no tema da habitação.
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Crise política "melhorar, não melhora" economia. Mas Banco de Portugal está mais otimista sobre crescimento em 2025 (se não houver tarifas)
“E vão três”, ironizou Centeno, ao falar da sucessão de crise políticas nos últimos anos. Até agora, economia resistiu, mas crise “melhorar não melhora”. Porém, BdP melhorou previsão de crescimento.
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Eleições na Madeira. JPP alerta para eventuais “situações de alegada fraude” no domingo
O cabeça de lista do JPP às eleições do próximo domingo na Madeira, Élvio Sousa, alertou esta quinta-feira para a possibilidade de ocorrer “situações de alegada fraude” em algumas secções de voto da região autónoma.
“O último alerta é para que toda a gente que tenha responsabilidades nas secções de voto no próximo domingo vigiem as secções de voto, porque nós estamos a receber demasiadas preocupações por parte de pessoas”, afirmou, vincando que “muito possivelmente poderá haver situações de alegada fraude em determinadas secções de voto”.
O candidato do Juntos Pelo Povo (JPP), também líder do partido, falava aos jornalistas no âmbito de uma ação de campanha, junto ao Liceu Jaime Moniz, no centro do Funchal.
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PAN apela ao voto “em quem faz a diferença”
A cabeça de lista do PAN às eleições regionais de domingo na Madeira apelou esta quinta-feira ao voto “em quem faz a diferença”, salientando que sem o partido na Assembleia Legislativa muitas questões fundamentais ficariam “invisíveis no parlamento”.
“O PAN tem sido um partido de causas, de trabalho, de propostas e de avanços concretos para uma sociedade mais justa. Sem a nossa presença, muitas destas questões fundamentais continuariam invisíveis no parlamento. É urgente votar em quem faz a diferença”, refere Mónica Freitas, citada num comunicado do PAN/Madeira.
Salientando que o PAN estará sempre “na linha da frente na defesa dos direitos humanos, do bem-estar animal e da justiça climática”, o partido, que hoje não agendou iniciativas públicas de campanha, indica que conta com os madeirenses para “continuar a semear a esperança”, slogan que adotou para as eleições de domingo.
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Eleições na Madeira. ADN diz que campanha foi “muito fraca”, o que promove abstenção
O cabeça de lista da Alternativa Democrática Nacional (ADN) às eleições de domingo na Madeira, Miguel Pita, considerou esta quinta-feira que a campanha eleitoral foi “muito fraca”, com foco na ofensa pessoal, uma situação que apenas provoca abstenção.
“A campanha foi muito pobre, muito fraca, apostou-se muito na ofensa pessoal, vimos cartazes que não cativam o eleitorado”, disse o candidato os jornalistas numa iniciativa no centro do Funchal.
Segundo o responsável do ADN, o objetivo das campanhas eleitorais é “conquistar a abstenção”, mas o que está a acontecer nesta em curso é o inverso, está a “provocar abstenção”.
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Eleições na Madeira. Edgar Silva pede que deem voz à CDU para que pobreza “não seja apagada” do parlamento
O cabeça de lista da CDU às regionais da Madeira pediu esta quinta-feira aos eleitores que deem voz à coligação, para que a realidade das desigualdades e a “crueldade da pobreza” no arquipélago “não sejam apagadas” do parlamento insular.
“Há uma realidade que é indesmentível: nós somos a região mais desigual do país, somos a região onde a pobreza é mais cruel, onde os salários são mais baixos, onde as pensões são as mais baixas e isso não tem de ser assim. Portanto, está nas mãos das pessoas, do povo, decidir da possibilidade de isto ter no parlamento voz e força, para que esta realidade não seja apagada do parlamento”, defendeu Edgar Silva, em declarações aos jornalistas no arranque do penúltimo dia de campanha da CDU para as regionais antecipadas de domingo.
Insistindo que está nas mãos dos madeirenses “garantir que o parlamento pode recuperar essa força que perdeu” nas últimas eleições regionais antecipadas, em maio de 2024, Edgar Silva voltou a repetir uma das principais mensagens que a coligação que junta PCP e PEV tem tentado passar.
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Eleições na Madeira. Livre alerta para falta de psiquiatras e psicólogos e pede mais contratação
A cabeça de lista do Livre às eleições regionais de domingo, na Madeira, defendeu esta quinta-feira que é preciso garantir mais psiquiatras e psicólogos no Serviço Regional de Saúde, alertando para um “problema gravíssimo” de falta destes profissionais.
“Nós não podemos continuar com esta política que não investe na saúde, nem na saúde mental, seja da população mais jovem até à mais idosa”, frisou Marta Sofia, em declarações antes de uma reunião com a Associação de Familiares e Amigos do Doente Mental da Região Autónoma da Madeira, no âmbito de uma iniciativa de campanha eleitoral para as regionais de domingo.
Acompanhada do porta-voz nacional, Rui Tavares, a candidata destacou que o partido propõe a contratação de mais psiquiatras e psicólogos, assim como a formação de professores e auxiliares para que estejam preparados para lidar com crianças com problemas de saúde mental.