Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Fechamos aqui este liveblog sobre a guerra na Ucrânia. Siga connosco os últimos desenvolvimentos ao longo de segunda-feira sobre a guerra neste novo artigo.

    Obrigado pela sua companhia.

  • Zelensky destaca "decisão histórica" dos EUA ao oferecer garantias de segurança

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, considerou hoje histórica a decisão dos Estados Unidos de fornecer à Ucrânia “garantias de segurança” para terminar a guerra com a Rússia, na véspera do encontro com o líder norte-americano, Donald Trump, em Washington.

    “Trata-se de uma decisão histórica que os Estados Unidos estejam prontos a participar nas garantias de segurança para a Ucrânia”, disse Zelensky nas redes sociais, após ter participado, em Bruxelas, numa reunião por videoconferência da “Coligação dos Dispostos”, que reúne os aliados de Kiev.

    “As garantias de segurança, como resultado dos nossos esforços conjuntos, devem ser verdadeiramente práticas, fornecer proteção em terra, no ar e no mar, e devem ser desenvolvidas com a participação da Europa”, escreveu o líder ucraniano que este domingo foi a Bruxelas com Ursula von der Leyen.

  • Montenegro participou na videoconferência com líderes europeus e Zelensky. "Passo a passo, atingiremos uma paz justa"

    O primeiro-ministro português publicou na rede social X que participou na videoconferência deste domingo, que juntou vários líderes europeus e o Presidente da Ucrânia.

    “Participei na videoconferência da ‘Coalition of the Willing’, que juntou hoje vários líderes mundiais e o Presidente Zelensky, com vista a preparar a reunião entre os Estados Unidos, a Coligação e a Ucrânia”, publicou Montenegro. “Passo a passo, atingiremos uma paz justa e duradoura.”

  • Moscovo diz ter impedido ataque de Kiev a central nuclear em território russo

    O Serviço de Segurança da Rússia (FSB, sucessor do KGB) disse ter impedido um ataque ucraniano à central nuclear de Smolensk, a cerca de 300 quilómetros a sul de Moscovo.

    “As Forças Armadas ucranianas continuam as provocações sob a forma de ataques com veículos aéreos não tripulados dirigidos às centrais de energia nuclear russas”, denunciaram num comunicado citado pela agência estatal Ria.

  • Putin fala com líderes da Bielorrússia e Cazaquistão sobre cimeira com EUA

    O Presidente russo discutiu com os homólogos da Bielorrússia e do Cazaquistão a recente cimeira com o líder norte-americano no Alasca, segundo comunicados dos gabinetes de comunicação de Alexander Lukashenko e Kassym-Jomart Tokayev.

  • Enviado especial dos EUA diz que Trump fez "concessões" sobre questões territoriais

    Steve Witkoff, enviado especial dos EUA, revelou que durante a cimeira no Alasca o Presidente russo fez concessões nas suas exigências sobre as cinco regiões ucranianas anexadas por Moscovo — Crimeia, Donetsk, Lugansk, Zaporíjia e Kherson — e concordou com garantias de segurança “robustas” para a Ucrânia.

    “Os russos fizeram algumas concessões à mesa [das negociações] em relação a todas essas cinco regiões”, disse Steve Witkoff à CNN. O enviado especial norte-americano recusou especificar o tipo de concessões, sugerindo apenas que o Kremlin contempla a hipótese de troca de território na linha da frente em vez das fronteiras administrativas.

    “Foi significativo”, notou, apontando que isso não significa que será suficiente para um acordo. “A questão é que começámos a ver alguma moderação na forma como pensam chegar a um acordo de paz final”. Todas as questões territoriais, acrescentou, serão discutidas na segunda-feira com o presidente ucraniano, Volodomyr Zelensky.

    Steve Witkoff também lembrou a sugestão de oferecer a Kiev um espécie de artigo 5.º da NATO — um ataque contra um é um ataque contra todos –, sem implicar uma adesão à aliança transatlântica. Segundo o enviado especial, Putin também concordou com a garantia de que a Rússia não vai invadir outros territórios, na Ucrânia ou em qualquer outro lugar da Europa, como parte de um potencial acordo de paz.

    Para Trump a reunião com Putin foi tão significativa que a administração norte-americana abandonou a ideia de um cessar-fogo para se concentrar de imediato num acordo de paz, acrescentou.

  • Rubio admite que EUA podem não conseguir criar cenário para pôr fim à guerra

    O secretário de Estado dos EUA garantiu que as autoridades norte-americanas vão continuar a trabalhar para pôr fim à guerra na Ucrânia, mas admitiu que isso pode não ser possível.

    Marco Rubio disse em entrevista à CBS que se a paz não for possível “as pessoas vão continuar a morrer aos milhares”. “Infelizmente, podemos acabar aí, mas não queremos acabar aí”, acrescentou.

  • Trump promete "grandes progressos" sobre a Rússia

    O Presidente norte-americano garantiu hoje que há “grandes progressos” sobre a Rússia. “Fiquem atentos”, escreveu na rede social Truth Social.

  • Cessar-fogo prévio a negociações? Von der Leyen diz que não importa o termo, mas parar as mortes

    A presidente da Comissão Europeia e o Presidente ucraniano foram questionados pelos jornalistas sobre se concordavam com o líder norte-americano sobre não ser necessário um cessar-fogo mas começar de imediato as negociações.

    “Não importa tanto o termo, mas parar as mortes. Importa o efeito, quer chamemos a isso um cessar-fogo ou um acordo de paz, o ponto número um é parar as mortes”, sublinhou Ursula von der Leyen. A presidente da Comissão Europeia acrescentou que é fulcral avançar com um acordo trilateral entre Zelensky, Donald Trump e Vladimir Putin.

    O líder ucraniano disse concorda com Von der Leyen, lembrando que a ideia de um cessar-fogo foi inicialmente sugerida pelos EUA. Destacou também que a Ucrânia precisa dos EUA ao seu lado para assegurar uma paz duradoura.

  • Zelensky destaca que Rússia foi incapaz de tomar Donetsk em 12 anos

    Em Bruxelas, Volodymyr Zelensky destacou que a Rússia foi incapaz de tomar a região de Donetsk nos últimos 12 anos, uma aparente referência às notícias que dão conta que o líder russo terá exigido na reunião com o homólogo dos EUA que a Ucrânia ceda o controlo dessa região e também de Lugansk.

    “A Rússia ainda não teve sucesso em Donetsk. Putin não conseguiu tomá-la em 12 anos”, lembrou Zelensky, notando que a constituição da Ucrânia torna impossível ceder ou trocar território.

    O líder ucraniano acrescentou que as questões territoriais só devem ser discutidas entre os lídereres ucranianos e russos, na reunião trilateral com os EUA. “Para já a Rússia não deu sinais de que o encontro trilateral vai acontecer e caso se recuse devem ser impostas novas sanções”, defendeu.

    Zelensky disse ainda que é importante que os EUA trabalhem com a União Europeia para providenciar garantias de segurança a Kiev. “Estamos agradecidos aos EUA e ao Presidente Trump por esse sinal”.

  • Zelensky defende cessar-fogo para negociar com a Rússia: "Putin tem muitas exigências e ainda não conhecemos todas"

    O Presidente ucraniano agradeceu hoje o apoio prestado pela União Europeia. “É muito importante que estão connosco e que falámos à América e que falámos juntos”, disse na conferência de imprensa ao lado de Ursula von der Leyen, defendendo a importância de garantir que a Rússia para os ataques.

    “Putin tem muitas exigências e ainda não conhecemos todas. Se forem tantas como ouvimos vai levar tempo a discuti-las. É impossível fazer isto sob a pressão de armas. É preciso um cessar-fogo”, sublinhou. “Putin não quer parar as mortes, mas deve fazê-lo”, acrescentou.

  • Von der Leyen recebe Zelensky e sublinha que as fronteiras "não podem ser alteradas pela força"

    A presidente da Comissão Europeia recebeu hoje o Presidente ucraniano em Bruxelas. Numa conferência de imprensa ao lado de Volodymyr Zelensky, Ursula von der Leyen reiterou que as fronteiras internacionais “não podem ser alteradas pela força”. “São decisões que devem ser tomadas pela Ucrânia e só pela Ucrânia”, sublinhou.

    Von der Leyen, que anunciou este domingo que vai viajar para os EUA com o Zelensky para o encontro com o líder norte-americano, defendeu que é necessário assegurar garantias de segurança fortes para proteger os interesses vitais da Ucrânia e da Europa. Disse também que a Ucrânia deve ter direito à sua soberania e integridade e que não pode haver limitações às Forças Armadas ucranianas. “A Ucrânia deve tornar-se, como eu já disse antes, num porco-espinho de aço”.

    A presidente da Comissão Europeia acrescentou que a UE acolhe a a disponibilidade de Trump para assegurar a Kiev garantias semelhantes às do artigo 5.º da NATO — um ataque a um é um ataque a todos.

    Von der Leyen garantiu ainda que a UE continua a apoiar o caminho de adesão da Ucrânia ao bloco comunitário, afirmando que isso é em si uma garantia de segurança, e vai manter pressão diplomática e económica sobre a Rússia, revelando que em setembro deverá ser apresentado um novo pacote de sanções-

  • Meloni deverá viajar para Washington para encontro entre Zelensky e Trump

    A primeira-ministra italiana também vai viajar para os Estados Unidos para o encontro entre os Presidentes norte-americano e ucraniano, que vai contar com vários líderes europeus, avançaram a Rai e a agência EFE.

  • Montenegro vai participar na reunião da Coligação de Boa Vontade sobre Ucrânia

    O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, vai participar por videoconferência na reunião de domingo dos líderes da Coligação de Boa Vontade sobre a guerra na Ucrânia. A chamada está prevista para as 14h.

  • Starmer viaja até Washington para encontro com Zelensky e líderes europeus

    Mais uma confirmação: o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, vai juntar-se ao Presidente ucraniano e líderes europeus em Washington na segunda-feira.

    “Na reunião que vai decorrer na Casa Branca amanhã, o primeiro-ministro, juntamente com outros parceiros europeus, estará pronto para apoiar esta próxima fase de novas negociações e reafirmará que o seu apoio à Ucrânia continuará pelo tempo que for necessário”, lê-se num comunicado de Downing Street.

  • Rússia diz ter abatido 300 drones ucranianos em 24 horas

    O Ministério da Defesa da Rússia avançou que as forças de Moscovo conseguiram abater 300 drones ucranianos nas últimas 24 horas. As defesas aéreas também destruíram quatro bombas aéreas guiadas lançadas por Kiev, dizem as autoridades russas numa nota publicada no Telegram.

  • Confirmada viagem do secretário-geral da NATO a Washington

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, também vai viajar para Washington e participar na reunião com os Presidentes norte-americano e ucraniano, lê-se numa nota na página da aliança transatlântica.

  • Macron também vai viajar para Washington

    A presidência francês divulgou um comunicado em que revela que Emmanuel Macron também se vai juntar ao Presidente Volodymyr Zelensky e a vários líderes europeus em Washington, na segunda-feira.

    Macron junta-se à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; ao chanceler alemão, Friedrich Merz; e ao primeiro-ministro finlandês, Alexander Stubb.

  • Confirmada presença do primeiro-ministro finlandês no encontro em Washington

    Acaba de ser confirmada a presença do primeiro-ministro finlandês no encontro sobre a paz na Ucrânia que vai decorrer em Washington e que vai juntar os Presidentes da Ucrânia e dos Estados Unidos. A decisão foi comunicada na página da presidência da Finlândia.

    O Politico já tinha noticiado no sábado que Alexander Stubb deveria viajar para Washington para participar no encontro. Fontes indicaram ao jornal que sendo Stubb “um dos interlocutores favoritos” de Donald Trump e poderia ajudar a prevenir eventuais conflitos com Zelensky e convencer o Presidente dos EUA a incluir a Europa em futuras negociações.

  • Alemanha confirma que chanceler também vai viajar para Washington

    O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, vai viajar até Washington para se juntar ao encontro entre os Presidentes ucraniano e norte-americano. A informação foi confirmada pelo governo alemão pouco depois de a presidente da Comissão Europeia revelar que vai acompanhar Volodymyr Zelensky.

    No comunicado, citado pela AFP, lê-se que Merz estará presente com Ursula von der Leyen e outros líderes europeus para expressar o “interesse num rápido acordo de paz na Ucrânia”.

    No sábado o New York Times já tinha avançado que os líderes europeus tinham sido convidados a estar presentes no encontro entre Zelensky e Donald Trump.

1 de 2