Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, este liveblog vai ser arquivado, obrigada por nos ter feito companhia.

    Continue a par dos desenvolvimentos na Ucrânia neste novo liveblog.

    Encontro em Washington foi “demonstração de genuína unidade entre Europa e EUA”, diz Zelensky

  • Macron propõe mais sanções à Rússia se atuais negociações falharem

    O Presidente francês, por seu turno, assumiu um tom mais crítico. Emmanuel Macron começou por reconhecer que este foi “um dia que vai marcar o conflito” e agradeceu “o compromisso americano com as garantias de segurança”.

    Mas, logo de seguida, colocou pressão sobre Moscovo, que disse “não estar a dar qualquer sinal de paz”.

    “O Presidente Trump acredita na sua capacidade de conseguir um acordo e também acredita que o Presidente Putin quer esse acordo de paz e eu vejo isso com bons olhos e quero acreditar nele depois destas reuniões que tivemos”, diz. “Mas se este processo for rejeitado, também acordámos que as sanções terão de ser aumentadas, numa posição que coloque mais pressão sobre o lado russo para regressar à negociação.”

  • Um dia "muito bem sucedido" para Mark Rutte

    O secretário-geral da NATO prestou declarações à Fox News onde elogiou amplamente o Presidente norte-americano e o classificou como “um pragmático fazedor da paz”.

    “Hoje foi um dia muito bem-sucedido. Discutimos as garantias de segurança (…) e conseguimos forçar Putin a aceitar um encontro com Zelensky”, resumiu Mark Rutte.

  • Encontro Putin-Zelensky deve acontecer nas próximas duas semanas

    O chanceler alemão também prestou declarações aos jornalistas à saída da Casa Branca e esclareceu que já há uma previsão para quando terá lugar a reunião bilateral. “Concordaram que o encontro entre o Presidente russo e o Presidente ucraniano deve ter lugar [algures] nas próximas duas semanas”, disse Friedrich Merz.

    Merz afastou ainda um cenário em que a Ucrânia venha a abdicar de território que ainda controla para chegar a um acordo de paz: “A exigência russa de que Kiev abdique de partes livres do Donbass é, sinceramente, uma proposta semelhante à de que os EUA abdicassem da Flórida.”

  • Zelensky: "Estamos prontos para o encontro a dois com Putin"

    O Presidente ucraniano está agora a prestar declarações aos jornalistas sobre as reuniões de hoje, que considera que correram bem.

    Volodymyr Zelensky confirma que Donald Trump telefonou a Vladimir Putin para propor as reuniões bilateral — entre Ucrânia e Rússia — e trilateral — com os Estados Unidos da América como mediador, e reforça a disponibilidade de Kiev. “Estamos prontos para o encontro a dois com Putin”, afirma.

    Zelensky acrescenta ainda que “o tema central” dos encontros de hoje foi a questão das “garantias de segurança”, algo que considera ser “o ponto de partida para acabar com a guerra”. O chefe de Estado ucraniano confirma ainda que os EUA deverão estar envolvidos nestas garantias.

  • Mapa que Trump apresentou não estava correto, afirma Zelensky

    Questionado sobre o mapa que Donald Trump expôs na Sala Oval, durante o encontro desta tarde, Volodymyr Zelensky responde que “tem lutado com o que está naquele mapa” e explica que as linhas que definem quem controla que territórios não estão corretas.

  • Zelensky teve a melhor reunião de sempre com Trump e quer paz real e não uma pausa

    Volodymyr Zelensky cancelou a entrevista que tinha planeada para esta noite com a Fox News, uma vez que as reuniões se alargaram mais do que o esperado, e fala agora aos jornalistas. O Presidente ucraniano repete que esta foi a melhor reunião com Trump e alinha-se com o Presidente, ao dizer que é preciso um acordo real de paz e não uma pausa.

    No que toca às garantias de segurança, Zelensky diz ter recebido um sinal importante dos EUA sobre a coordenação desta ajuda e estimou que estes acordos sejam formalizados no espaço de uma semana a dez dias. No geral, classificou o resultado das conversas como “bom, normal”.

    Sobre a reunião bilateral com Putin, o líder ucraniano disse que Kiev está disponível para vários formatos. Questionado sobre linhas vermelhas, Zelensky declarou que é “um diálogo, uma discussão” e que não foram tomadas decisões inaceitáveis.

  • Detalhes sobre garantias de segurança serão tornados públicos até à próxima semana

    Alexander Stubb continua a conferência de imprensa informando que, até à próxima semana, será dada informação mais concreta sobre as garantias de segurança que foram acordadas hoje.

    Por agora, a prioridade deve ser o encontro entre Moscovo e Kiev. “A coisa mais importante para nós é que a Ucrânia e o Presidente Zelensky estejam envolvidos em determinar o ritmo e os métodos de ação”, continuou, sublinhando também a necessidade da Europa estar envolvida no processo.

  • Ainda não há detalhes sobre participação dos EUA nas garantias de segurança, afirma Stubb

    O Presidente finlandês não ficou na Casa Branca para o jantar com os restantes líderes e está a falar à imprensa nacional na embaixada em Washington. Alexander Stubb afirma que foi “um dia interessante e longo”, “construtivo e cheio de trabalho” e que foram “dados três passos em frente desde o Alasca”.

    Sobre o principal tema em cima da mesa, as garantias de segurança, Stubb diz que entrarão em vigor depois de um acordo de paz e que seguirão o modelo que está a ser desenvolvido pela Coligação dos Disponíveis — o que pode incluir tropas no terreno. No entanto, declara que ainda não há detalhes sobre a participação dos Estados Unidos e que Donald Trump irá falar mais sobre o papel norte-americano no futuro.

    Apesar das declarações de Trump sobre um acordo ser mais necessário do que um cessar-fogo, Stubb diz que o assunto não foi esquecido e que o dia de hoje foi “mais uma discussão semântica sobre que palavras utilizar”. Os detalhes de uma trégua serão discutidos no encontro bilateral entre Putin e Zelensky.

    Já no que toca a discussões territoriais, o Presidente finlandês defende que a “soberania da Ucrânia tem de ser preservada”, voltando a referir a situação finlandesa em 1944, em que Helsínquia cedeu territórios à Rússia.

  • Washington quer encontro entre Putin e Zelensky ainda em agosto

    A administração Trump tem “esperança” de conseguir organizar um encontro entre Putin e Zelensky até ao final deste mês. A informação foi avançada por uma fonte com conhecimento dos planos ao jornalista da Axios, Barak Ravid.

  • Keir Starmer diz que "muita coisa" ficou acordada hoje

    O primeiro-ministro britânico fez uma breve avaliação positiva da reunião de hoje na Casa Branca. Questionado pela CNN, à saída da Sala Oval, sobre o que tinha sido acordado, Keir Starmer respondeu, de forma breve: “muita coisa”.

  • Representantes dos Estados membros da UE reúnem-se de forma virtual esta madrugada

    Os embaixadores dos Estados membros da União Europeia em Bruxelas — o chamado Coreper — foram convocados para uma reunião virtual para esta madrugada, marcada para a 1h local (00h em Lisboa), relataram dois diplomatas europeus ao Politico. A reunião foi convocada na sequência dos diálogos na Casa Branca, em que estiveram presentes os líderes de cinco estados-membros e a presidente da Comissão Europeia.

  • Putin e Trump conversaram durante 40 minutos e combinaram encontro bilateral com delegações sénior

    O conselheiro russo Yuri Ushakov relatou à imprensa nacional que Donald Trump telefonou a Vladimir Putin para o informar das negociações com os líderes europeus. Os dois conversaram de forma “honesta e muito construtiva” durante 40 minutos e combinaram nomearam uma delegação sénior para uma negociação bilateral entre Moscovo e Kiev. Contudo, Ushakov não referiu a presença de Putin nestas negociações, como anunciado por Trump, relata o New York Times.

  • Negociações terminaram, líderes europeus vão jantar na Casa Branca

    As reuniões diplomáticas entre Donald Trump, Volodymyr Zelensky e os sete líderes europeus já terminaram, depois de duas rondas de negociação. Os líderes vão, agora, jantar na Casa Branca, relataram duas fontes com conhecimento dos planos ao New York Times.

    Não é claro se Trump ou os restantes chefes de Estado e de governo vão fazer declarações. Alguns líderes têm conferências de imprensa planeadas com os media nacionais, mas não houve anúncio de declarações conjuntas.

  • Donald Trump anuncia encontro bilateral entre Putin e Zelensky

    O Presidente norte-americano recorreu à sua rede social Truth Social para anunciar que já começou os preparativos para uma reunião presencial entre Volodymyr Zelenseky e Vladimir Putin “num local a decidir”, durante a chamada com o homólogo russo das últimas horas.

    Depois desta reunião, irá realizar-se o encontro trilateral de que os líderes têm falado, em que Donald Trump também estará presente, ao lado de Putin e Zelensky, relatou.

  • "Ele quer fazer um acordo por mim": microfones apanham declaração de Trump a Macron

    A BBC partilhou um vídeo, momentos antes de os líderes europeus terem falado aos jornalistas na Sala Oeste, em que são ouvidas declarações, aparentemente privadas, de Trump a Macron.

    “Acho que ele quer fazer um acordo. Acho que ele quer fazer um acordo por mim. Percebe isso? Por muito louco que soe”, relata o Presidente norte-americano ao seu homólogo francês, referindo-se, ao que tudo indica, a Vladimir Putin. Nas suas declarações, Trump voltou a reiterar a sua confiança na vontade do Presidente russo em chegar a um acordo.

  • Negociações continuam na Sala Oval em formato "exclusivo de líderes"

    A Casa Branca confirmou, em comunicado, que o “encontro multilateral na Sala Oeste terminou”. O porta-voz do gabinete presidencial ucraniano atualizou a informação, afirmando que o encontro continua, como agendado, na Sala Oval, num formato “exclusivo de líderes”.

  • Von der Leyen defende regresso de crianças deportadas como condição para a paz

    A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu hoje em Washington que “todas as crianças ucranianas devem ser devolvidas”, referindo-se aos menores deportados e separados das famílias nas zonas ocupadas por Moscovo na Ucrânia.

    Von der Leyen observou que esta “deve ser uma das principais prioridades” das negociações de paz entre a Ucrânia e a Rússia, durante um encontro na Casa Branca promovido pelo Presidente norte-americano com o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, vários dos principais líderes europeus e ainda o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.

    Von der Leyen destacou ainda a necessidade de uma paz “justa e duradoura” na Ucrânia, que interrompa os assassínios no país invadido pela Rússia desde fevereiro de 2022, e a importância do compromisso dos Estados Unidos em oferecer garantias de segurança, que Kiev considera essenciais como parte de uma solução de modo a evitar uma nova agressão russa.

  • Zelensky cede na Casa Branca: não levou gravata, mas apareceu de fato e Trump gostou

    Zelensky encontrou-se com Trump na Casa Branca e, ao contrário do que fez há seis meses, não vestiu um pólo. Mesmo cedendo à pressão após críticas, manteve-se sem gravata — e agradou a Trump.

    Zelensky cede na Casa Branca: não levou gravata, mas apareceu de fato e Trump gostou

  • O mapa que Trump apresentou a Zelensky para falar sobre negociação de territórios

    Na conferência de imprensa na Sala Oeste, Volodymyr Zelensky agradeceu a Donald Trump o mapa da Ucrânia que apresentou durante o encontro bilateral na Sala Oval e brincou sobre a possibilidade de o levar para casa.

    Uma imagem partilhada por Dan Scavino, chefe de gabinete adjunto de Trump, nas redes sociais, mostra este mapa, onde é possível ver as fronteiras da Ucrânia e a região ocupada pela Rússia. Na legenda, lê-se a percentagem de cada região que se encontra sob ocupação — por baixo de Luhansk lê-se 99%, por baixo de Donetsk, 76%.

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