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  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Trump deixa garantia: “Eu falei com ele, conheço-o muito bem. Putin não procura atacar território da NATO”

  • Trump anuncia novo secretário interino do Exército

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o novo secretário interino do Exército. Adam Telle, atual secretário adjunto do Exército para Obras Civis, vai substituir Dan Driscoll, que apresentou a demissão na segunda-feira.

    “Tenho o prazer de anunciar que Adam Telle, atual Secretário Adjunto do Exército para Obras Civis, vai assumir o cargo de Secretário Interino do Exército, com efeito imediato. Ele é um grande patriota, respeitado por todos”, publicou no Truth Social.

  • Ataque em casamento no Irão terá sido provocado por disparo direto de munição norte-americana

    O ataque norte-americano que atingiu um casamento em Sirik, no Irão, terá sido provocado por disparo direto de munição norte-americana e não de um ricochete noutro alvo. Esta é a conclusão de uma análise feita por especialistas à Reuters, através da visualização de imagens do ataque.

    “Na noite dos ataques, dezenas de moradores estavam reunidos numa casa em Kuhestak [em Sirik] para uma cerimónia de casamento, segundo testemunhas. Durante a festa, uma munição provavelmente atingiu o telhado do prédio, de acordo com fotos e vídeos verificados pela Reuters e analisados ​​por especialistas”, refere a agência de notícias.

    De acordo com especialistas, os danos causados na casa eram compatíveis com um impacto direito, e não com danos secundários causados pelo ricochete noutro alvo. Além disso, três dos especialistas afirmaram que a munição “provavelmente era de fabrico norte-americano, e não um míssil de defesa aérea iraniano disparado por engano”.

    Na terça-feira, um dos ataques norte-americanos contra o Irão atingiu um casamento em Sirik. Cinco pessoas morreram e 68 ficaram feridas.

    O ataque contra a cidade teria como alvo a torre de comunicações, referem dois oficiais norte-americanos à Reuters.

  • Irão garante que continua a exportar crude

    O ministro iraniano do Petróleo, Mohsen Paknejad, afirmou que o país continua a exportar petróleo crude e tem conseguido contornar o bloqueio imposto pelos Estados Unidos.

    “Estamos a adotar várias estratégias e já tomámos medidas para ultrapassar o bloqueio”, afirmou à agência de notícias iraniana ISNA, citado pela Al Jazeera.

    Apesar das afirmações, três altos funcionários iranianos afirmaram à Reuters que as reservas de petróleo estavam em baixa e que a pressão económica estava “cada vez mais difícil de resistir”.

  • Israel continua a atacar o sul do Líbano

    A cidade de Sarbin, no sul do Líbano, foi atacada esta noite através de duas operações de bombardeamento israelitas, avança o jornal libanês An-Nahar. A cidade de Mansouri também foi alvo de bombardeamentos contínuos de artilharia, refere o jornal.

  • Trump afirma que ainda não considerou convidar Putin para a cimeira do G20

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que ainda não considerou convidar Vladimir Putin para a cimeira do G20, prevista para 14 e 15 de dezembro, em Miami.

    “Ainda não pensei nisso, mas vou-lhe dizer: o nível de animosidade entre aqueles dois líderes [Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin] está a fazer com que a guerra não acabe”, afirmou, em entrevista ao canal britânico GB News (minuto 19:09).

  • Ataques russos em Kiev provocam 13 feridos

    O ataques russos contra Kiev provocam 13 feridos desde o início do dia de hoje, avança Vitali Klitschko, no Telegram.

    Seis pessoas, incluindo uma criança, estão a receber tratamento hospitalar.

  • Dois militares acusados na troca de tiros entre secretas ucranianas. Vice-chefes serão demitidos

    Dois militares foram hoje acusados no âmbito do incidente de troca de tiros entre elementos dos Serviços de Segurança da Ucrânia (SBU, sigla ucraniana) e dos Serviços de Informações Militares ucranianos (GUR, sigla ucraniana). A informação é avançada pelo Departamento Estatal de Investigação ucraniano (DBR, sigla ucraniana).

    “Dois participantes dos eventos foram apontados como suspeitos de uso de armas de fogo”, lê-se no comunicado, que refere que os suspeitos são um funcionário do SBU e um militar do Distrito Militar do Ministério ucraniano da Defesa.

    Já o Procurador-Geral, Ruslan Kravchenko, afirmou que foram solicitadas perícias no âmbito da investigação, que devem “fornecer respostas claras sobre todas as circunstâncias que envolvem o uso da arma, a origem das marcas de disparo e outras evidências físicas coletadas no local”.

    Do mesmo modo, Volodymyr Zelensky anunciou no seu discurso diário que os vice-chefes dos SBU e do GUR serão demitidos.

    Ontem, um incidente entre elementos do SBU e agentes do GUR terminou numa troca de tiros e em três feridos. O caso estaria relacionado com o desaparecimento do vice-comandante de operações de combate da unidade do GUR, refere a Ukrainska Pravda.

    Operação anti-terrorista em Kiev acaba em troca de tiros entre agentes ucranianos. “Vergonhoso”, diz Zelensky

  • Trump acusa Reino Unido e NATO de não terem ajudado Estados Unidos na guerra contra o Irão

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Reino Unido e a NATO de não terem ajudado os Estados Unidos na guerra contra o Irão e avisa que está a “salvar” Londres ao não querer permitir que Teerão desenvolva uma arma nuclear.

    “O vosso país não estava lá para me ajudar”, afirmou em entrevista ao canal britânico GB News.

  • Comando Central dos Estados Unidos redirecionou 87 navios desde a imposição do bloqueio

    O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, sigla inglesa) anunciou hoje no X que redirecionou 87 navios comerciais — mais um em relação a ontem —, desativou três e intercetou outros dois desde 14 de julho, quando o bloqueio aos portos iranianos foi imposto por Washington.

  • Será que Putin está a tentar manipular Donald Trump?

    João Albuquerque rejeita a ideia de manipulação, mas assume haver laços ideológicos. Alerta ainda para o risco de aceitar a lógica das esferas de influência russa e chinesa. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Será que Putin está a tentar manipular Donald Trump?

  • General russo acusado de ataque a hospital pediátrico ucraniano baleado. Encontra-se em estado crítico

    Foi hoje baleado o major-general russo Nikolai Varpakhovich, acusado de ter sido um dos autores do ataque a um hospital pediátrico em Kiev, em 2024, e que causou pelo menos dois mortos.

    A tentativa de assassinato ocorreu por volta das 7h00 locais, em Engels, no sul da Rússia, tendo Varpakhovich sido baleado várias vezes. Encontra-se em estado crítico, segundo o canal de Telegram Dosye Shpiona.

    De acordo com a agência de notícias russas TASS, foi aberto um processo crime por tentativa de homicídio e tráfico ilegal de armas. O suspeito do ataque encontra-se em fuga.

    A 8 de julho de 2024, o hospital infantil Okhmatdyt, em Kiev, foi alvo de um ataque com míssil, que provocou dois mortos e mais de 30 feridos, incluindo nove crianças, juntamente com a destruiçãoparcial do edifício. Varpakhovich foi acusado à revelia pelas autoridades ucranianas da autoria do ataque, refere a Euronews.

  • Exército israelita diz que vai desmantelar túneis do Hezbollah no sul do Líbano

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) afirmaram que foram desocupados túneis do Hezbollah em Ali al-Taher, no sul do Líbano, e que as infraestruturas serão destruídas.

    “Nas infraestruturas subterrâneas foram encontrados centros de comando, salas de armamento, salas de geradores, alojamentos, chuveiros e uma cozinha que permitiam aos terroristas gerir o combate e permanecer no local por longos períodos. Trata-se de uma infraestrutura estratégica construída ao longo de duas décadas, financiada e planeada pelo regime de terror iraniano”, referem as IDF, em comunicado.

    O exército afirma também que os combatentes que operavam nos túneis fugiram ou foram mortos, e que vai continuar a operar na zona de segurança delineada por Israel no sul do Líbano para impedir o Hezbollah de “promover planos terroristas”.

  • União Europeia sem risco imediato de abastecimento de gás apesar de reservas baixas

    A União Europeia (UE) não enfrenta um risco imediato para a segurança do abastecimento de gás, apesar de os níveis de armazenamento estarem abaixo dos registados em anos anteriores, divulgou hoje a Comissão Europeia.

    “Apesar de os níveis de armazenamento de gás estarem mais baixos do que nos anos anteriores, os Estados-membros e a Comissão Europeia consideram que não existe, neste momento, um risco imediato para a segurança do abastecimento de gás na UE”, indica a Direção-Geral da Energia da Comissão Europeia em comunicado.

    A avaliação foi feita durante uma reunião do Grupo de Coordenação do Gás, que juntou especialistas do executivo comunitário e dos países para analisar a situação dos mercados energéticos e a preparação para o próximo inverno.

    De acordo com Bruxelas, a UE está “mais preparada” do que em 2021 e 2022, devido à maior diversificação das fontes de abastecimento, ao aumento da capacidade de importação de gás natural liquefeito (GNL) e à redução da procura de gás, isto numa comparação da atual crise energética com as anteriores.

  • China está "disposta a alinhar" nas sanções contra o Irão, afirma Vance

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou que a China está disposta a juntar-se a Washington nas sanções contra Teerão e elogiou a “responsabilidade” de Pequim em relação ao comércio internacional.

    “Eu acho que a República Popular da China está disposta a alinhar connosco”, afirmou em conferência de imprensa na Casa Branca.

    Vance elogiou também a “responsabilidade” de Pequim por não ser o “tipo de nação que ataca navios comerciais só porque não está a conseguir o que quer numa disputa internacional”.

    “Desta forma, [os chineses] estão dispostos a ser um pouco mais responsáveis ​​– repito, não estou a dizer que estão fazendo tudo o que pedimos, mas acho que a RPC [República Popular da China] tem sido muito mais responsável, certamente, do que os iranianos e muito mais responsável do que algumas outras nações também”, sublinhou.

  • Annalena Baerbock alerta que Nações Unidas não sobreviverão a era de fragmentação sem reforma

    A presidente cessante da Assembleia-Geral da ONU, Annalena Baerbock, advertiu hoje que a organização não sobreviverá à atual era “tão fragmentada” sem uma reforma, deixando o alerta a cerca de uma semana de sair do cargo.

    “Quantos golpes esta casa da diplomacia pode suportar, especialmente se não estivermos prontos para nos reformar?”, questionou.

    “Sem dúvida, a ONU não sobreviverá nestes tempos fragmentados e difíceis se não houver reformas. Precisamos de menos burocracia e de sermos muito mais eficazes e eficientes num mundo digitalizado”, afirmou Baerbock.

    Reformar a organização foi uma das prioridades do mandato da alemã, que observou que as regras financeiras da ONU foram alteradas para se adaptarem à atual crise financeira, a burocracia e os mandatos foram reduzidos e os prazos de intervenção foram encurtados para agilizar os debates.

    No entanto, reconheceu que durante o seu mandato de um ano testemunhou um ressurgimento de guerras e conflitos, assim como um intensificar do “impasse no Conselho de Segurança”.

  • Vance afirma que há vários cenários "em cima da mesa" para lidar com o Irão e rejeita negociações enquanto estiverem a ser atacados navios

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, admitiu que há vários cenários “em cima da mesa” para lidar com o Irão e afirmou que Washington não vai negociar com Teerão enquanto continuarem os ataques contra navios comerciais no Estreito de Ormuz.

    “Não falamos com [os iranianos] e não o vamos fazer até que parem de atacar navios comerciais”, sublinhou em conferência de imprensa na Casa Branca.

    Do mesmo modo, afirmou que existem vários cenários em cima da mesa para lidar com o Irão — pressão económica, pressão militar, pressão diplomática — e que não existe uma guerra, porque “as principais operações militares duraram cerca de seis semanas”.

    Vance afirmou que o Irão não controla o Estreito de Ormuz e pediu ao país para “parar de agir como louco e de atacar navios comerciais”.

    “Acho que estão a perceber, aliás, que o seu controlo sobre o Estreito de Ormuz praticamente desapareceu e que é um recurso cada vez mais escasso. Se voltarmos três meses no tempo, quanto petróleo e gás era extraído do Estreito sob ameaças iranianas? Era praticamente nada; agora está quase no mesmo nível de quando o conflito começou”, sublinhou.

  • Ataque norte-americano a casamento no Irão será investigado, afirma JD Vance

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, garantiu que os o ataque norte-americano a casamento no Irão que matou cinco pessoas será investigado, mas afirma-se “cético” quando às notícias veiculadas pela comunicação social iraniana.

    “Quando as nossas Forças Armadas cometem erros, aprendem e tentam melhorar. Por isso, vamos investigar integralmente”, afirmou em conferência de imprensa na Casa Branca.

    Vance sublinhou que os Estados Unidos não atacam civis e que a comunicação social iraniana “não tem sido muito boa em noticiar o que aconteceu no conflito até agora”.

  • Vance culpa Irão e a Europa pelo aumento do preço dos combustíveis

    O vice-presidente norte-americano, JD Vance, responsabilizou o Irão e a Europa pelo aumento do preço dos combustíveis nos Estados Unidos. No caso dos primeiros, refere os ataques a navios comerciais no Estreito de Ormuz e, no segundo, aponto o dedo à “incapacidade” do continente.

    “A razão pela qual o preço dos combustíveis é tão alto agora é porque os iranianos estão a alvejar navios comerciais”, justificou em conferência de imprensa na Casa Branca.

    Do mesmo modo, refere que os preços dos combustíveis é “pior em qualquer lugar do mundo” do que nos Estado Unidos e que os preços dos combustíveis estão nos níveis pré-guerra. Além disso, critica os parceiros europeus por não auxiliar na estabilização dos preços globais da energia.

    “Porque é que cabe aos Estados Unidos serem o único país do mundo capaz de garantir o abastecimento dos mercados mundiais de energia?”, questionou.

  • Autoridades ucranianas não confirmam relatos de morte de uma pessoa em ataque em Kiev

    A Administração Militar da Região de Kiev anunciou no Telegram que não foi confirmada a morte de uma pessoa num ataque russo contra um prédio residencial de nove andares, que tinha sido anteriormente reportado pela autoridade.

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