Histórico de atualizações
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    Continue a acompanhar toda a atualidade noticiosa sobre a guerra na Ucrânia neste novo liveblog.

    Conselho de Segurança da ONU reúne-se a pedido da Ucrânia após ataques russos

  • Ucrânia e Estados Unidos estão a planear assinar um acordo de "prosperidade" para reconstruir o país

    O cenário para a assinatura do acordo deverá ser o Fórum Económico Mundial em Davos, na Suíça, avança o The Telegraph, que cita fontes ocidentais.

    Ao Presidente da Ucrânia, que tinha planeado deslocar-se à Casa Branca na próxima semana para finalizar o acordo, foi recomendado que não fizesse a viagem. Os aliados europeus da chamada Coligação das Vontades propuseram em alternativa que o encontro com Donald Trump se realizasse em Davos.

    Por acreditarem que Trump está, neste momento, alinhado com o esforço europeu para pôr fim à guerra em termos favoráveis para Kiev, os responsáveis europeus envolvidos nas negociações de paz têm instado Zelensky a não precipitar conversações com o Presidente dos EUA.

  • Ucrânia entrega projeto estratégico de lítio a investidores associados a Trump

    A decisão foi tomada na quinta-feira. A Ucrânia aprovou a concessão de um importante depósito estatal de lítio a investidores estrangeiros, incluindo um multimilionário próximo de Trump, noticiou o New York Times citando duas fontes da comissão responsável, sob anonimato.

    Ronald S. Lauder, o herdeiro da empresa de cosméticos Estée Lauder — e filho mais novo da família que surge no 11.º lugar da lista das famílias mais ricas da América de 2024, segundo a Forbes — conhece Donald Trump desde a faculdade. Terá sido, aliás, o próprio a sugerir a ideia de comprar a Gronelândia ao Presidente norte-americano, de acordo com o jornal nova-iorquino.

    Rejeitando qualquer sugestão de favoritismo, dois elementos da comissão do governo ucraniano alegaram que o consórcio vencedor superou os concorrentes por cumprir a maioria dos critérios de licitação.

    No mês passado, durante mais uma ronda de negociações no seu resort Mar-a-Lago, na Florida, Trump disse a Zelensky que “há muita riqueza a ganhar”.

  • Explosões ouvidas em Dnipro durante ameaça de drones russos

    Durante esta madrugada na Ucrânia, foram ouvidas explosões em Dnipro, enquanto a cidade enfrentava a ameaça de drones russos, de acordo com a Força Aérea ucraniana, a emissora Suspilne e relatos de residentes citados pelo Ukrainska Pravda.

    À 1h06 a emissora pública regional de Dnipro escreveu no Telegram que “uma série de explosões em Dnipro continua”.

    Houve registo de incêndios e apagões em vários bairros, e as autoridades avisaram para a movimentação de UAVs sobre a cidade.

  • Reino Unido destina 230 milhões de euros para preparar possível destacamento na Ucrânia

    O Reino Unido anunciou que vai investir 200 milhões de libras (cerca de 230 milhões de euros) na preparação de um possível destacamento de tropas na Ucrânia, depois de ter comprometido esta semana os seus soldados para integrar uma força multinacional no país, caso seja alcançado um cessar-fogo. A informação é avançada pela Reuters.

    Na terça-feira, o primeiro-ministro britânico, o Presidente francês e o Presidente ucraniano assinaram a “Declaração de Paris” durante a cimeira da Coligação das Vontades, reunindo aliados da Ucrânia para traçar planos para um eventual destacamento de forças.

  • Se pudesse raptar algum líder mundial, o secretário de Defesa britânico escolhia Putin

    O secretário de Defesa do Reino Unido, John Healey, disse que se pudesse raptar qualquer líder mundial, “deteria Putin para o responsabilizar por crimes de guerra”, em declarações ao Kyiv Independent numa visita a um local atingido por drones na capital.

  • Explosões ouvidas em Kryvyi Rih em "bombardeamento massivo" com drones russos

    Já passava da meia-noite, hora local (22h em Lisboa), quando Oleksandr Vilkul, presidente do Conselho de Defesa de Kryvyi Rih avisou no Telegram para “mais um bombardeamento massivo”, de acordo com o UkrainskaPravda que cita ainda outros meios de comunicação locais.

  • Governo do Iraque cria comissão para combater o recrutamento de jovens iraquianos para as fileiras russas

    Tareq Kazem, encarregado de negócios interino da República do Iraque na Ucrânia, afirmou durante uma reunião com o secretário do Estado-Maior de Coordenação para Assuntos Relativos aos Prisioneiros de Guerra, Dmitry Usov, que o governo oficial de Bagdade está preocupado com o recrutamento de jovens iraquianos para as fileiras do exército russo.

    A informação, citada pelo Ukrainska Pravda, foi divulgada no Telegram pelo projeto “Quero Viver”, lançado pela Ucrânia que ajuda soldados russos a renderem-se, a parte iraquiana salientou que “de acordo com o código penal do país, o mercenarismo é punível com penas severas, que podem chegar à prisão perpétua”.

    A comissão atuará em coordenação com o Conselho Superior da Magistratura do Iraque para resolver o “problema”.

  • Trump diz que "Putin tem medo dos EUA, mas não da Europa" e que ação contra o líder russo "não será necessária"

    Aos jornalistas, o Presidente norte-americano afirmou que Vladimir Putin “não tem medo da Europa”. “Ele tem medo dos Estados Unidos da América, sob a minha liderança. Não há medo da Europa”, referiu em declarações citadas pelo Independent.

    Donald Trump disse ainda que uma operação para deter o Presidente russo, semelhante à realizada contra Nicolás Maduro, “não seria necessária”.

  • Novas explosões foram ouvidas em Kiev

    O alerta foi dado pela Força Aérea da Ucrânia, no momento em que as sirenes de ataque aéreo ecoaram pela cidade, às 22h58, hora local (20h58 em Lisboa), no Telegram citado pelo órgão noticioso Ukrainska Pravda.

    O ataque foi confirmado pelas autoridades administrativas de Kiev. “Drones inimigos aproximam-se da cidade pelo norte”, lê-se no Telegram. Os sistemas de defesa aérea foram acionados, acrescenta a publicação assinada pelo presidente da Câmara da capital, Vitali Klitschko.

  • Starmer classifica o uso do míssil Oreshnik pela Rússia como um ato "de escalada e inaceitável" em conversa com Macron e Merz

    Segundo um porta-voz de Downing Street citado pela SkyNews, Keir Starmer, Emmanuel Macron e Friedrich Merz concordaram que o lançamento do míssil Oreshnik no oeste da Ucrânia constitui um ato “de escalada e inaceitável”.

    Numa conversa telefónica com o Presidente francês e o chanceler alemão, para debater a situação na Ucrânia, o primeiro ministro britânico afirmou que a Rússia está “a usar acusações fabricadas para justificar o ataque”.

    A frase surge depois de Moscovo ter alegado que o ataque seria uma retaliação a um ataque ucraniano com drones contra uma das residências de Vladimir Putin (não confirmado).

    Starmer reforçou ainda que a NATO precisa de intensificar a sua presença na região para “dissuadir adversários como a Rússia”.

  • Qatar reage ao ataque russo à embaixada em Kiev, sem identificar a Rússia como responsável

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar reagiu aos danos causados ao edifício da sua embaixada na capital ucraniana durante um ataque russo durante a noite, segundo informou no próprio site, de acordo com o Ukrinform.

    “O Estado do Qatar lamenta profundamente os danos sofridos pelo edifício da sua embaixada na Ucrânia, resultantes do bombardeamento da capital, Kiev, na noite passada”, lê-se no comunicado.

    Embora não identifique diretamente a Rússia como responsável pelo ataque, o ministério confirmou que nenhum dos seus diplomatas ou funcionários da embaixada ficou ferido.

  • Ucrânia alega que petroleiro com bandeira de Timor-Leste intercetado pelos EUA faz parte da "frota fantasma" russa

    O navio Olina, apreendido hoje pelos EUA no Mar das Caraíbas, é uma das embarcações sancionadas por fazer parte da chamada “frota fantasma” da Rússia, avança o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia no X.

    Segundo o banco de dados público de navegação Equasis, citado pela Reuters, o petroleiro ostentava falsamente a bandeira de Timor‑Leste.

    “Recebemos com apreço a ação consistente e firme dos Estados Unidos contra petroleiros ilícitos, incluindo a apreensão hoje do Olina”, escreveu.

    De acordo com autoridades norte-americanas citadas também pela Reuters, trata-se da quinta embarcação intercetada nas últimas semanas no âmbito de uma campanha mais ampla de Washington para conter as exportações de petróleo da Venezuela.

  • Ucrânia realiza "um dos ataques mais eficazes" à infraestrutura russa em Belgorod

    Na noite de quinta-feira, a Ucrânia realizou “um dos ataques mais eficazes à infraestrutura” da Rússia, segundo dados da NetBlocks, um observatório global da internet.

    O ataque causou grande interrupção na conectividade à internet em Belgorod, no oeste da Rússia, após forças ucranianas atingirem instalações energéticas da região com mísseis.

  • Zelensky agradece ao Reino Unido pela "disponibilidade para ajudar" após reunião com Healey em Kiev

    O Presidente ucraniano esteve hoje reunido em Kiev com o secretário da Defesa do Reino Unido, John Healey.

    Zelensky afirmou na rede social X ter informado Healey sobre os ataques russos ocorridos durante a noite contra civis e infraestruturas energéticas e agradeceu “sinceramente ao Reino Unido pela sua prontidão em ajudar”.

    “Moscovo tenta usar o frio como instrumento de terror, razão pela qual o reforço das capacidades adicionais de defesa aérea para a Ucrânia é agora uma prioridade urgente”, escreveu.

    Terá sido ainda discutida a forma de o contingente britânico ser destacado para atuar ao lado de forças francesas “caso a diplomacia consiga pôr fim à guerra”.

  • Ucrânia acusa os russos de atacarem dois navios estrangeiros na região de Odessa

    Drones russos terão atingido dois navios civis com bandeira estrangeira na região sul de Odessa, matando um cidadão sírio e ferindo outro, afirmam as autoridades ucranianas.

    Num comunicado citado pela Reuters, o vice-primeiro-ministro Oleksiy Kuleba declarou que um dos navios, que navegava sob a bandeira de São Cristóvão e Nevis, seguia pelo corredor marítimo destinado às exportações ucranianas, com o objetivo de carregar grãos no porto de Chornomorsk.

    O outro, sob a bandeira das Ilhas Comores, transportava soja perto do porto de Odessa.

    “Trata-se de mais um sinal de que a Rússia está a visar de forma deliberada alvos civis, o transporte internacional e a logística alimentar”, escreveu Kuleba.

    À Reuters, a autoridade portuária da Ucrânia disse que o número de ofensivas russas a portos na região de Odessa quase triplicou em relação ao ano anterior, para 96 ataques em 2025.

  • Serviços secretos da Ucrânia acusam a Rússia de ter cometido um crime de guerra no ataque a Lviv

    O SBU diz ter identificado a localização dos destroços do míssil hipersónico Oreshnik utilizado no ataque russo a Lviv, perto da fronteira com a Polónia, durante a noite. Para os investigadores dos serviços secretos ucranianos, o uso desta arma na infraestrutura civil da Ucrânia configura um crime de guerra por parte da Federação Russa.

    O SBU diz ter encontrado até agora uma unidade de estabilização e orientação (os “cérebros” do foguete), peças do motor, fragmentos do mecanismo de orientação, entre outros detalhes, que pretendem usar como provas.

    SBU / Telegram

    “O Kremlin tentou destruir a infraestrutura de suporte de vida da região nas condições de uma deterioração acentuada nas condições climáticas”, lê-se na mensagem divulgada no Telegram.

  • EUA vão libertar dois membros russos da tripulação do petroleiro Bella 1

    Os Estados Unidos vão libertar dois membros russo da tripulação do petroleiro Bella 1 — designado como Marinera pela Rússia —, anunciou esta sexta-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) da Rússia.

    “Acolhemos com satisfação esta decisão e expressamos a nossa gratidão à liderança dos EUA”, disse Maria Zakharova, porta-voz do MNE russo, citada pelo Kyiv Independent.

    O navio, que anteriormente ostentava a bandeira da Guiana com o nome de Bella 1, foi capturado pelas forças norte-americanas na quarta-feira, após uma perseguição que durou semanas. No momento em que foi intercetado, o navio tinha pintada a bandeira russa e navegava com o nome Marinera.

    O Bella 1 estava a ser procurado pelos EUA desde o mês passado, após ter tentado contornar um bloqueio imposto pelos EUA a petroleiros sancionados à volta da Venezuela.

  • Pronto para se comprometer com defesa da Ucrânia, Trump acredita que Putin não irá invadir o país novamente

    O presidente dos EUA, Donald Trump, diz estar pronto para se comprometer com a defesa da Ucrânia, através de garantias de segurança. Com essas garantias firmadas, Trump acredita que a Rússia não invadirá de novo o país vizinho, tal como aconteceu em 2o22.

    “Tenho a forte convicção de que eles não invadiriam novamente, ou eu não concordaria com isso”, disse Trump, em entrevista ao The New York Times, publicado esta sexta-feira. Trump respondeu desta forma a uma pergunta sobre sobre se estaria preparado para entrar em guerra para defender a Ucrânia caso a Rússia violasse os termos de qualquer cessar-fogo e invadisse o país novamente.

  • Ataque russo a Kiev provocou danos na embaixada do Qatar, diz Zelensky, que pede aos aliados entrega de ajuda diária

    O ataque em larga escala que a Rússia levou a cabo esta noite contra a capital da Ucrânia provocou danos na embaixada do Qatar em Kiev, avança o presidente ucraniano na rede social X.

    “Além de nossa infraestrutura civil e instalações de energia, um prédio da Embaixada do Qatar foi danificado ontem à noite por um drone russo – o Qatar, um país que tanto se empenha em mediar com a Rússia para garantir a libertação de prisioneiros de guerra e civis detidos em prisões russas. É necessária uma reação clara da comunidade internacional”, escreveu o Volodymyr Zelensky, pedindo aos aliados que entreguem à Ucrânia ajude todos os dias, nomeadamente mísseis de defesa aérea.

    “O ataque de hoje também serve como um forte lembrete a todos os nossos parceiros de que apoiar a defesa aérea da Ucrânia é uma prioridade permanente. Não podemos perder um único dia em entregas, produção ou acordos”, escreveu o chefe de Estado ucraniano.

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