Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Arquivamos este liveblog, que acompanhou no fim de semana as principais notícias sobre o conflito na Ucrânia.

    Pode continuar a seguir a nossa cobertura nesta nova ligação.

    EUA denunciam “escalada perigosa e inexplicável” da Rússia devido ao lançamento do míssil balístico Oreshnik

  • Ucrânia atinge três plataformas russas da Lukoil no Mar Cáspio

    As forças ucranianas atingiram três plataformas de perfuração que pertencem à produtora de petróleo russo Lukoil no Mar Cáspio. A informação foi dada pelo Estado-Maior da Ucrânia, este domingo, cita o Kyiv Independent.

    As plataformas atingidas pela Ucrânia — V. Filanovsky, Yuri Korchagin e Valery Graifer — são usadas para extração de petróleo e gás.

    “Foram feitos ataques diretos. A extensão dos danos ainda está a ser avaliada”, diz a Ucrânia em comunicado.

  • Zelensky diz que Rússia lançou 1.100 drones e mais de 50 mísseis contra a Ucrânia numa semana

    O Presidente da Ucrânia revela que, “ao longo desta semana, a Rússia lançou quase 1.100 drones contra a Ucrânia”, diz numa publicação no X.

    Também fala em “mais de 890 bombas aéreas guiadas e mais de 50 mísseis de vários tipos — balísticos, de cruzeiro e até um míssil balístico de médio alcance Oreshnik”.

    Zelensky refere que a situação “continua difícil” em muitas regiões da Ucrânia, especialmente “após ataques russos contra a infraestrutura crítica”.

  • Ataques russos matam cinco pessoas e ferem outras 24 na Ucrânia

    Morreram cinco pessoas e pelo menos 24 ficaram feridas nas últimas 24 horas em ataques feitos contra a Ucrânia. O balanço é partilhado pelo Kyiv Independent, citando números das autoridades regionais.

    As forças russas lançaram 154 drones contra pontos como Millerovo, Kursk, Orel, Bryansk, Primorsko-Akhtarsk e também contra a Crimeia, que está sob ocupação russa.

  • Regiões de Zaporíjia e Dnipro sem eletricidade depois de ataques russos. Temperaturas atingem 15 graus negativos

    As regiões de Zaporíjia e Dnipropetrovsk ficaram completamente sem energia elétrica durante a última noite, numa altura em que as temperaturas nessas regiões da Ucrânia atingem os 15 graus negativos.

    As falhas de energia (que impedem o aquecimento das casas) aconteceram depois de ataques russos contra a rede elétrica da Ucrânia e afetaram também o abastecimento de água na região de Zaporíjia, informou o governador Ivan Fedorov, citado pelo Kyiv Independent.

    Ainda assim, o governador garante que os hospitais da região continuam a funcionar com normalidade, depois de ter recorrido aos geradores de emergência. As forças russas lançaram 821 ataques contra 27 localidades na região de Zaporíjia nas últimas 24 horas.

    Entretanto, o fornecimento de energia elétrica foi totalmente restabelecido nesta região esta manhã.

  • Reino Unido prepara destacamento de forças para a Ucrânia no pós-guerra com 200 milhões de libras

    O governo do Reino Unido destinou 200 milhões de libras (cerca de 230 milhões de euros) para preparar a integração das Forças Armadas do país na Força Multinacional para a Ucrânia (MNFU), anunciou o Secretário de Defesa durante uma visita à Ucrânia, este sábado.

    Segundo uma nota publicado no site do governo britânico, o financiamento vai permitir equipas as forças do Reino Unido para “garantir o futuro da Ucrânia e reforçar as garantias de segurança a longo prazo, na sequência da declaração de intenções assinada esta semana em Paris pelos líderes do Reino Unido, França e Ucrânia, que confirmou o destacamento de tropas britânicas e francesas para a Ucrânia caso seja alcançado um acordo de paz”.

  • Pelo menos três mortos e nove feridos em ataque à região de Donetsk

    A Rússia atacou a região de Donetsk este sábado, fazendo pelo menos três mortos e nove feridos.

    Segundo uma publicação no Facebook de Vadym Filashkin, líder da administração militar regional de Donetsk, “os ataques não param um único dia”. “Estamos a documentar cuidadosamente todas as consequências e a responder prontamente.”

    Ataque russo contra Donetsk, 10 de janeiro de 2026 Vadym Filashkin

  • "É isto que os espera". Medvedev diz que Rússia pode bombardear tropas europeias enviadas para a Ucrânia

    O ex-presidente russo Dmitry Medvedev avisou os responsáveis europeus, que classificou de “governantes idiotas”, de que não devem enviar forças internacionais para a Ucrânia, ameaçando com a repetição de bombardeamentos como o de sexta-feira em Kyiv.

    “Os governantes idiotas da Europa ainda querem a guerra na Europa”, escreveu nas redes sociais Medvedev, atualmente vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia.

    “Já foi dito mil vezes: a Rússia não aceitará tropas europeias ou da NATO na Ucrânia. Mas não, ‘Micron’ [forma como Medvedev se referiu ao presidente francês, Emmanuel Macron] continua a espalhar este disparate patético”, denunciou, na sua mensagem.

    Se “ainda querem a guerra na Europa, que venham. É isto que os espera, declarou Medvedev antes de publicar um vídeo do bombardeamento de sexta-feira em Kyiv.

  • Iraque vai criar comissão para impedir recrutamento para as forças armadas russas

    O Iraque está a criar uma comissão governamental especial para investigar e impedir o recrutamento de jovens iraquianos para lutar na guerra da Rússia contra a Ucrânia, informou o projeto “I Want to Live” (Eu quero viver). A informação é reportada pelo Kyiv Independent.

    Lançada em setembro de 2022 pela inteligência militar da Ucrânia, a linha direta 24 horas “I Want to Live” ajuda soldados russos renderem-se voluntariamente ou a entregarem as suas unidades ao exército ucraniano.

  • Ataques russos fazem 2 mortos e 15 feridos na Ucrânia nas últimas 24 horas

    Ataques russos em toda a Ucrânia mataram pelo menos 2 civis e feriram pelo menos 15 no último dia, informaram as autoridades regionais na madrugada de 10 de janeiro. A informação é reportada pelo Kyiv Independent.

    Segundo este jornal, a força aérea da Ucrânia informou ter intercetado 94 dos 121 drones lançados pela Rússia durante a noite. A Rússia também lançou um míssil balístico da região de Kursk.

    Na região de Dnipropetrovsk, o governador Oleksandr Hanzha informou que um ataque com drones durante a noite feriu três pessoas e causou cortes de energia e danos a outras infraestruturas civis.

  • Conselho de Segurança da ONU reúne-se a pedido da Ucrânia após ataques russos

    O Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se na segunda-feira a pedido da Ucrânia, após novos ataques russos e a utilização por Moscovo do míssil de última geração Orechnik. A informação consta da agenda do Conselho, que foi alterada e publicada na sexta-feira à noite.

    “A Rússia atingiu um novo nível terrível de crimes de guerra e crimes contra a humanidade nos ataques contra civis e infraestruturas civis na Ucrânia”, denunciou o embaixador da Ucrânia na ONU, Andrii Melnyk, numa carta em que solicita a reunião e à qual a agência France-Presse (AFP) teve acesso.

    Novos ataques russos na noite de quinta para sexta-feira privaram de aquecimento metade dos edifícios residenciais de Kiev, levando o presidente da câmara da capital ucraniana a apelar à população para que saísse temporariamente da cidade. Nestes bombardeamentos foi utilizado, pela segunda vez desde o início da guerra em fevereiro de 2022, o míssil balístico russo Orechnik.

    O pedido da Ucrânia foi apoiado por seis membros do Conselho – França, Reino Unido, Letónia, Dinamarca, Grécia e Libéria -, disseram fontes diplomáticas à AFP.

  • Bom dia,

    Bem-vindo ao liveblog do Observador em que atualizamos toda a informação sobre a guerra na Ucrânia.

    Para recordar os principais desenvolvimentos desta sexta-feira siga este link.

    Trump diz que “Putin tem medo dos EUA, mas não da Europa” e que ação contra o líder russo “não será necessária”

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