Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Netanyahu ameaça novo líder supremo e afirma que ataques israelitas mataram importantes cientistas nucleares iranianos
- EUA admitem que vão "reorganizar" esforços para reduzir danos sobre civis
- Israel completou vagas de ataques contra "centros de comando" do Hezbollah
- Seis soldados franceses feridos em ataque a base no Iraque
- Seleção iraniana responde a Trump: "País excluído deve ser o anfitrião, que não consegue garantir segurança"
- Netanyahu afirma que a relação com a Administração Trump funciona através do diálogo
- "A guerra no Irão está a correr muito bem", afirmou Trump
- Netanyahu deixa a porta aberta para o Líbano agir contra o Hezbollah antes que Israel exija um "preço muito alto"
- Netanyahu não sabe se os iranianos vão derrubar o regime
- Netanyahu elogia laços com Trump e afirma que Israel está a "tecer" novas alianças regionais que antes seriam inimagináveis
- Ataques israelitas têm como objetivo impedir projetos nucleares do Irão
- Netanyahu diz que a liberdade do povo iraniano se está a aproximar
- Netanyahu diz estar a "esmagar" o regime iraniano e o Hezbollah
- IDF lança ataque "em grande escala" contra Teerão
- Alguns navios podem usar o Estreito de Ormuz se coordenarem com a marinha iraniana, afirma Teerão
- Casa Branca partilha mais um meme sobre os ataques ao Irão. Desta vez, com o Wii Sports
- Trump afirma que "não está interessado" no Prémio Nobel da Paz
- Irão acusa UE de mostrar "indiferença" face às "brutalidades" de EUA e Israel
- UNICEF alerta para as crianças em risco no Médio Oriente. Já morreram mais de 300 desde o início do conflito
- Líbano atualiza número de mortos em ataques israelitas para 687, 98 deles crianças
- Trump adverte que, "pela sua vida e segurança", a seleção do Irão não deve participar no Mundial de Futebol de 2026 nos EUA
- Israel emite aviso de ataque a um edifício no centro de Beirute
- Guarda Revolucionária do Irão promete manter Estreito de Ormuz fechado após apelo de Khamenei
- Montenegro pede a Costa que não se enfraqueça mercado de carbono da UE
- "Por favor, por favor, por favor". Ministro dinamarquês pede a cidadãos que evitem andar de carro para não desperdiçar combustíveis
- "É mais importante impedir que o Irão tenha armas nucleares" do que EUA ganharem dinheiro com petróleo, diz Trump
- Líder supremo do Irão diz que encerramento do Estreito de Ormuz é uma medida eficaz e que se vai manter
- Mojtaba Khamenei justifica ataques a países vizinhos e diz que Irão quer "atacar apenas as bases americanas"
- Novo líder supremo iraniano agradece ao povo do "Irão de todas as classes sociais que se opôs ao inimigo" e recorda perda do pai e da mulher
- IDF emitem "alerta urgente" aos residentes dos subúrbios a sul de Beirute
- Novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, vai divulgar a sua primeira mensagem dentro de momentos
- Exército israelita diz ter atingido complexo iraniano usado para o "programa secreto" de desenvolvimento de armas nucleares
- Governo tailandês exige pedido de desculpas do Irão por danos causados a uma embarcação atingida no Estreito de Ormuz
- Pelo menos 3,2 milhões de pessoas deslocadas no Irão desde 28 de fevereiro
- Israel ameaça expandir operações no Líbano. Se Beirute não controlar o Hezbollah, Telavive "vai tomar o território" e fazê-lo por eles
- Com os ataques desta madrugada, sobe para 16 número de embarcações atingidas desde o início do conflito
- Irão reivindica ataque aos petroleiros estacionados junto ao Iraque, um deles com bandeira norte-americana
- Presidente do parlamento iraniano avisa que "o Golfo Pérsico será inundado com o sangue dos invasores" se as ilhas do Irão forem invadidas
- AIE sugere libertação de 400 milhões de barris perante a "maior interrupção no fornecimento de petróleo de sempre"
- Israel responde ao Irão com nova onda de ataques aéreos de "larga escala"
- Explosões reportadas em Jerusalém. Irão diz ter atacado bases e o Shin Bet. Arranha-céus no Dubai atingido por drones
- Administração Trump admite gasto de 11 mil milhões de dólares em apenas seis dias de guerra
- Petróleo perto dos 100 dólares, valor no qual já bateu esta manhã
- Serviços secretos dos EUA admitem que regime iraniano não está em colapso
- Ataque a petroleiros estacionados em Basra, no Iraque, causa um morto e leva país a suspender operações nos terminais petrolíferos
- Drone atinge prédio residencial no Kuwait, causando dois feridos
- Base italiana no Iraque atingida por um míssil. Não há vítimas a registar
- Trump zangou-se por navios iranianos serem destruídos em vez de capturados. Um dos seus generais respondeu: "é muito mais divertido assim"
- Senadores democratas querem saber se EUA atacaram escola primária no Irão
- Piratas informáticos do Irão reivindicam ciberataque contra duas empresas dos EUA
- Porta-contentores atingido por “projétil desconhecido” perto dos Emirados
- Ataques israelitas causam pelo menos sete mortos no Líbano
Histórico de atualizações
-
O que se passou até agora
- Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, ameaçou matar o novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, durante uma conferência de imprensa. Netanyahu revelou que ataques israelitas já provocaram a morte de cientistas nucleares iranianos de alto nível, com o objetivo de impedir o desenvolvimento de armas nucleares por parte do Irão. O primeiro-ministro afirmou ainda que Israel está a trabalhar em novas alianças regionais em resposta à atual crise.
- Em resposta aos ataques, o Irão retaliou com ameaças de incendiar instalações energéticas na região caso as suas infraestruturas sejam atacadas. Além disso, o Irão fechou o Estreito de Ormuz como medida de pressão, um ponto crítico para o comércio mundial de petróleo, o que já elevou o preço do barril para acima dos 100 dólares, causando preocupações sobre uma crise energética global.
- Nos EUA, a administração de Donald Trump está sob pressão devido a um bombardeamento que atingiu uma escola iraniana, resultando em 175 mortes, maioritariamente de crianças. Este incidente levantou críticas internas, especialmente do Partido Democrata, que exigiu respostas sobre a responsabilidade norte-americana por este atentado e expressou preocupações com os elevados custos económicos da guerra, estimados em 11 mil milhões de dólares nos primeiros seis dias.
- A situação no Líbano também se intensificou após ataques israelitas a posições do Hezbollah. Netanyahu advertiu o governo libanês para agir contra o Hezbollah ou Israel tomará medidas por conta própria. A tensão levou a uma série de ataques e contra-ataques, exacerbando a instabilidade na região do Médio Oriente.
-
Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a instabilidade geopolítica internacional ao longo do dia de ontem, quinta-feira.
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
-
Netanyahu ameaça novo líder supremo e afirma que ataques israelitas mataram importantes cientistas nucleares iranianos
Ainda durante a conferência de imprensa, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ameaçou matar o novo líder supremo do Irão e revelou que os ataques das IDF mataram cientistas nucleares iranianos de alto nível, parte do objetivo de impedir que o Irão desenvolva armas nucleares, avançou o The Guardian.
-
Irão ameaça destruir estruturas de petróleo e gás na região caso sofra ataques
O Exército iraniano ameaçou hoje incendiar e destruir instalações de petróleo e gás no Médio Oriente caso a sua infraestrutura seja atacada.
“O mais pequeno ataque às infraestruturas energéticas e aos portos da República Islâmica do Irão resultará numa resposta esmagadora e devastadora da nossa parte”, alertou o porta-voz do quartel-general central do Khatam al-Anbiya, ligado à Guarda Revolucionária Islâmica.
“Em caso de um ataque deste tipo, toda a infraestrutura de petróleo e gás na região, na qual os Estados Unidos e os seus aliados ocidentais têm interesses significativos, será incendiada e destruída”, acrescentou, num comunicado divulgado pela televisão estatal.
-
EUA admitem que vão "reorganizar" esforços para reduzir danos sobre civis
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos disse esta quinta-feira, num comunicado citado pelo Times of Israel, que está a desenvolver uma “reavaliação estratégica” para levar a cabo uma “futura reorganização” dos seus esforços para reduzir os danos sobre civis que resultam dos seus ataques.
A informação chega depois de vários jornais norte-americanos terem noticiado que a investigação militar sobre o ataque a uma escola iraniana, onde morreram 175 pessoas (sobretudo crianças), aponta que este terá sido levado a cabo pelos EUA, que recorreram a informações obsoletas sobre aquela localização.
Também já tinha sido noticiada a redução de 90% que o Pentágono tinha feito do seu gabinete dedicado à proteção de civis.
-
Avião de reabastecimento norte-americano despenha-se no Iraque
Um avião de reabastecimento norte-americano despenhou-se no oeste do Iraque, anunciou hoje o Comando Central dos EUA (Centcom), adiantando que a perda do KC-135 “não foi causada por fogo inimigo ou amigo”.
“As operações de resgate estão em curso”, acrescentou o Centcom em comunicado, referindo que outra aeronave envolvida no acidente aterrou em segurança.
O Centcom referiu ainda que o incidente “ocorreu em espaço aéreo amigo durante a Operação Epic Fury”, em que os EUA e Israel têm atacado o Irão.
-
A lucrar com o petróleo e a Ucrânia esquecida. Pode Putin ser "o grande vencedor" da guerra no Irão?
Empresas petrolíferas russas “nunca ganharam tanto dinheiro” como na guerra do Irão. Rússia pode ainda ganhar vantagem contra a Ucrânia, mas deve perder influência no Médio Oriente.
A lucrar com o petróleo e a Ucrânia esquecida. Pode Putin ser “o grande vencedor” da guerra no Irão?
-
Costa convida Guterres para cimeira de líderes da UE focada no Irão e competitividade
O presidente do Conselho Europeu convidou o secretário-geral da ONU, António Guterres, para a cimeira de líderes da UE da próxima semana, centrada na guerra no Irão e nas suas repercussões económicas, assim como na competitividade da economia.
Numa carta-convite dirigida hoje aos chefes de Estado e Governo da União Europeia (UE), António Costa indica que convidou António Guterres para se juntar aos líderes num almoço de trabalho, com o intuito de “discutir a deterioração da situação internacional e como a UE, em cooperação com os seus parceiros, pode agir para defender o multilateralismo”.
Este convite a António Guterres é feito numa altura em que tem havido divergências na UE quanto à postura a adotar perante os ataques de Israel e Estados Unidos ao Irão: enquanto os líderes de Espanha e Itália já consideraram estar em causa uma violação do direito internacional, o chanceler alemão defendeu que não é o momento de “dar lições” aos aliados e a presidente da Comissão Europeia considerou que a Europa não “pode continuar a ser a guardiã da velha ordem internacional”.
“Juntos, temos de identificar os instrumentos que precisamos de mobilizar para garantir uma resposta atempada, coordenada e eficaz, que protege os nossos cidadãos e empresas, trabalhando simultaneamente no sentido de redução das tensões e estabilidade na região”, afirma, referindo que os líderes vão também discutir a “situação preocupante” no Líbano, Faixa de Gaza e na Cisjordânia.
-
Israel completou vagas de ataques contra "centros de comando" do Hezbollah
O exército israelita diz ter completado várias vagas de ataques contra infraestruturas do Hezbollah, em Beirute e no sul do Líbano.
De acordo com um comunicado citado pelo Haaretz, o exército “atingiu vários centros de comando do Hezbollah, a partir dos quais os terroristas operavam para executar ataques de terror contra o Estado de Israel e os seus civis”.
Israel garante ter tomado medidas prévias para reduzir o risco de atingir civis.
-
Seis soldados franceses feridos em ataque a base no Iraque
Pelo menos seis soldados franceses ficaram feridos num ataque com drone a uma base curda e francesa na área de Makhmour, no Iraque. A informação foi avançada pelo governador de Erbil (no curdistão iraquiano), Omed Koshnaw, citado pela Reuters.
Donald Trump tem dito que “seria fantástico” que os curdos iniciassem uma revolta no Irão, o que poderia ajudar a derrotar o regime dos aiatolas.
-
Seleção iraniana responde a Trump: "País excluído deve ser o anfitrião, que não consegue garantir segurança"
Depois de Donald Trump ter vindo dizer que “pela sua vida e pela segurança” a seleção do Irão não deveria participar no Mundial de Futebol deste ano, nos Estados Unidos, a equipa veio responder, dizendo que “ninguém pode retirar a equipa iraniana do Mundial” e que o país que deveria ser excluído é “o que meramente tem o título de anfitrião mas não consegue garantir a segurança das equipas que participam no evento”.
Numa publicação nas redes sociais, os iranianos frisam que o Mundial é um evento histórico e internacional organizado pela FIFA “e não por um só país”.
“A seleção iraniana qualificou-se com autoridade e vitórias consecutivas, tornando-se uma das primeiras equipas a entrar neste grande torneio”.
The Iranian national team’s response to Donald Trump:
“The World Cup is a historic and international event, and its organizer is FIFA—not any single country. The Iranian national team also qualified for this event with authority and through consecutive victories, becoming one of… https://t.co/ujCqudVpLF pic.twitter.com/oWIKWW8a1l
— Erfan Hoseiny ???????????????? (@Eri1806) March 12, 2026
-
Presidente polaco rejeita aquisições militares com financiamento europeu SAFE
O Presidente polaco recusou hoje promulgar a participação do país no mecanismo de financiamento europeu SAFE, do qual a Polónia seria a maior beneficiária, com mais de 40 mil milhões de euros para aquisições militares.
“Decidi não assinar a lei que permitiria à Polónia contrair o chamado empréstimo SAFE (Security Action For Europe, sigla em inglês). Nunca assinarei uma lei que viole a nossa soberania, a nossa independência e a nossa segurança económica e militar”, declarou o nacionalista Karol Nawrocki numa comunicação ao país.
O chefe de Estado polaco propôs um projeto de lei alternativo contemplando a utilização de recursos nacionais em vez de empréstimos da União Europeia (UE) para financiar novos investimentos em Defesa.
-
Netanyahu afirma que a relação com a Administração Trump funciona através do diálogo
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que “gosta sempre de receber” o enviado da Casa Branca Steve Witkoff e que não há “imposições” dos EUA.
“A relação entre o presidente Trump e eu, os laços que construímos entre Israel e os Estados Unidos e a cooperação entre os dois exércitos — os melhores exércitos do mundo e as melhores forças aéreas do mundo — essa cooperação é imensa”, afirmou Netanyahu.
“Não funciona através de imposições”, salienta, garantindo que funciona através do “diálogo, conceitos partilhados, consulta e trabalho conjunto. Comecem a pensar dessa forma. É verdade em todos os níveis, mas, em primeiro lugar, entre o presidente e eu, e também entre as nossas equipas.”
-
Três funcionários da Cruz Vermelha feridos em ataques ao Irão
A Al Jazeera está a avançar que três funcionários da Cruz Vermelha ficaram feridos em ataques aéreos na estrada Teerão-Qom, no Irão.
-
"A guerra no Irão está a correr muito bem", afirmou Trump
Num discurso na Casa Branca para assinalar o Mês da Mulher, Donald Trump, abordou brevemente a guerra no Irão. “A guerra no Irão está a correr muito bem”, afirmou, citado na Al Jazeera.
“A situação com o Irão está a evoluir muito rapidamente. Estamos a fazer o que tem de ser feito”, acrescentou, citado na Sky News.
“Eles são realmente uma nação de terror e ódio, e estão a pagar um preço alto neste momento”.
-
Netanyahu deixa a porta aberta para o Líbano agir contra o Hezbollah antes que Israel exija um "preço muito alto"
Benjamin Netanyahu deixou em aberto a possibilidade de uma operação terrestre no Líbano poder ser evitada, alertando o governo libanês que, se “continuar a permitir que o Hezbollah aja em violação do seu compromisso de desarmá-lo”, então Israel o fará.
“Vocês comprometeram-se, então tomem o vosso destino nas vossas próprias mãos”, afirmou, acrescentando: “Chegou a hora de o fazerem.”
“Se não o fizerem, está claro para vocês que nós o faremos”, continuou. “Como? No terreno, fora do terreno, outras coisas, não vou entrar em detalhes aqui. Mas prometo-vos, como disse, que cobraremos um preço muito alto ao Hezbollah.”
Se o governo do Líbano “quer salvar-se”, deve “participar nesta ação”, afirmou. “Se não o fizerem, não teremos outra escolha a não ser fazê-lo à nossa maneira”.
Netanyahu prometeu ainda não “abandonar os residentes do norte”, acrescentando que está a manter discussões “não por causa da discussão, mas discussões por causa da ação”.
-
Netanyahu não sabe se os iranianos vão derrubar o regime
O primeiro-ministro israelita afirmou que não há garantias de que o povo iraniano se revolte depois de Israel “criar as condições” para que derrubem o regime em Teerão.
“Pode-se levar alguém até à água, mas não se pode obrigá-lo a beber”, afirmou, acrescentando: “Criaremos as condições ideais para isso, incluindo ataques aéreos como fizemos ontem, como estamos a fazer nestes dias, para tentar dar-lhes o espaço necessário para irem às ruas”.
Questionado sobre se iria atrás do novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, Netanyahu respondeu: “Eu não faria um seguro de vida para nenhum dos líderes das organizações terroristas.”
Afirmou ainda que Israel tem “muitas surpresas” na manga para a campanha atual, que está a correr melhor do que o esperado.
-
Netanyahu elogia laços com Trump e afirma que Israel está a "tecer" novas alianças regionais que antes seriam inimagináveis
Ainda durante a conferência de imprensa, Benjamin Netanyahu elogiou a sua relação com Donald Trump e afirmou que Israel também está a trabalhar para forjar novas parcerias regionais durante a guerra.
“Criámos uma aliança sem precedentes com os Estados Unidos, uma aliança com o nosso grande amigo, meu amigo pessoal, o Presidente Trump. Falamos quase todos os dias. Falamos livremente, trocamos ideias e conselhos e tomamos decisões em conjunto”, afirmou Netanyahu.
“A nossa relação é 100 vezes mais forte do que qualquer relação que já existiu entre um presidente americano e um primeiro-ministro israelita. Não estamos a pensar apenas nos nossos países, ou apenas nesta geração. Estamos a pensar nas gerações futuras, no futuro da humanidade”, continuou.
Netanyahu acrescentou ainda que Israel também está a procurar novas aberturas diplomáticas na região: “Nestes dias, a minha equipa e eu estamos a tecer alianças adicionais com países da região, alianças que, há apenas algumas semanas, pareceriam inimagináveis”.
-
Ataques israelitas têm como objetivo impedir projetos nucleares do Irão
Benjamin Netanyahu afirmou ainda que o objetivo dos ataques de Israel e dos EUA contra o Irão é “impedir o Irão de desenvolver armas nucleares”.
“Se não tivéssemos agido imediatamente, em poucos meses as indústrias da morte do Irão teriam se tornado imunes a qualquer ataque. Por isso, saímos juntos para a batalha — os Estados Unidos e Israel — para continuar o que começámos e impedir o Irão de desenvolver armas nucleares. Para impedir o Irão de desenvolver mísseis balísticos que ameaçam Israel, os Estados Unidos e o mundo inteiro. Esse é o nosso objetivo”, afirmou o primeiro-ministro israelita.
-
Netanyahu diz que a liberdade do povo iraniano se está a aproximar
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou durante a conferência de imprensa que “o momento” em que o povo iraniano vai conquistar a liberdade está “a aproximar-se”.
“Estamos a trabalhar para avançar com outro objetivo: criar as condições que permitirão ao povo iraniano remover o regime tirânico e cruel que o oprime há quase cinquenta anos”, afirmou, citado no Times of Israel.
“Estamos a desferir golpes devastadores contra a Guarda Revolucionária, as suas bases, as suas forças nas ruas, os seus postos de controlo — e ainda há mais por vir”, alertou.
“Digo ao povo iraniano: o momento em que poderão embarcar num novo caminho de liberdade está a aproximar-se. Esse momento está cada vez mais próximo. Estamos convosco. Estamos a ajudar-vos. Mas, no final, depende de vocês. Está nas vossas mãos”, afirmou Netanyahu.