Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora:

    • Donald Trump anunciou a chegada iminente de escoltas norte-americanas para navios petroleiros no estreito de Ormuz, numa tentativa de assegurar a livre navegação numa área altamente estratégica que tem sido foco de tensões devido ao bloqueio do Irão. Esta decisão é parte de uma série de medidas destinadas a mitigar os impactos económicos de um eventual prolongamento da guerra no Médio Oriente.
    • A situação no Médio Oriente tem se intensificado, com os Estados Unidos e Israel a conduzirem ataques contra o Irão. Israel liderou uma série de bombardeamentos em Teerão, visando infraestruturas militares, enquanto um ataque em larga escala por jatos da Força Aérea Israelita atingiu instalações militares no Irão, tendo como alvo mais de 150 locais diferentes.
    • Em resposta à situação no Oriente Médio, os Estados Unidos decidiram aliviar temporariamente algumas das sanções aplicadas sobre o petróleo russo, permitindo assim a sua venda no mercado internacional. Este movimento visa contrabalançar a subida dos preços do petróleo que resultou do conflito no Irão, embora a decisão esteja a levantar preocupações entre os líderes europeus devido ao potencial de beneficiar economicamente a Rússia.
    • O clima geopolítico tenso provocou reações na Europa, com países como a Alemanha e França a expressarem preocupações sobre a suspensão de sanções dos EUA ao petróleo russo, argumentando que esta política pode reforçar a capacidade financeira da Rússia para continuar o seu esforço de guerra na Ucrânia, além de enfraquecer as sanções que a União Europeia também apoia.

  • Bom dia, este liveblog fica por aqui. Pode seguir toda a atualidade deste sábado num novo liveblog.

    Trump ameaça destruir principal infraestrutura de petróleo, na ilha de Kharg, se o Irão mantiver fechado o Estreito de Ormuz

  • Ataques israelitas na Palestina matam quatro pessoas em Gaza e duas na Cisjordânia

    Apesar do intensificar da ofensiva israelita no Líbano, os ataques contra os territórios palestinianos continuam. Quatro pessoas foram mortas em dois ataques israelitas na Faixa de Gaza e outras duas pessoas foram mortas num ataque em Nablus, na Cisjordânia, detalharam autoridades médicas no local, citadas pelo The Guardian.

  • Irão pode permitir passagem de petroleiros no estreito de Ormuz se transações forem feitas em moeda chinesa

    Irão poderá permitir a passagem de um número limitado de navios petroleiros no estreito de Ormuz, desde que o petróleo seja negociado em yuans, avança a CNN, citando um alto funcionário iraniano não identificado.

    A condição imposta por Teerão surge num momento em que o país está a trabalhar num novo plano para gerir o fluxo de petroleiros na mesma região, revela o mesmo funcionário, citado pela emissora norte-americana.

    O petróleo é maioritariamente negociado em dólares, com exceção do petróleo russo — negociado em rublos e yuans —, alvo de sanções agora levantadas por Washington.

  • Parlamento ucraniano propõe mudanças na mobilização de militares

    É uma proposta que está no Parlamento ucraniano. Donald Trump rejeita oferta de Volodimir Zelensky para defesa contra drones.

    Parlamento ucraniano propõe mudanças na mobilização de militares

  • Telegram vai mesmo ficar totalmente bloqueado na Rússia. Nem com recurso a VPN

    A Duma Estatal anuncia que o Telegram será bloqueado completamente e nem mesmo uma VPN resolverá o problema. Número de mortos no ataque com mísseis da Ucrânia contra Bryansk subiu para oito.

    Telegram vai mesmo ficar totalmente bloqueado na Rússia. Nem com recurso a VPN

  • Irão. Poderão os EUA "saltar fora" do conflito?

    João Albuquerque admite ser difícil prever o que pode acontecer no conflito entre Irão e os EUA. O especialista em Relações Internacionais compara o conflito do Irão com a invasão da Rússia à Ucrânia.

    Irão. Poderão os EUA “saltar fora” do conflito?

  • Mísseis iranianos danificam cinco aviões norte-americanos de reabastecimento

    Cinco aviões de reabastecimento da Força Aérea dos Estados Unidos da América (EUA) na Base Aérea Prince Sultan, na Arábia Saudita, ficaram danificados depois de serem atingidos por mísseis lançados pelo Irão, noticia o Wall Street Journal.

    Os aviões danificados não ficaram, porém, totalmente destruídos e já se encontram em reparação. Não há mortes a registar, adianta o mesmo jornal.

  • Turquia aconselha cidadãos a evitarem viagens para o Iraque

    A Turquia aconselhou os seus cidadão a evitar viagens não essenciais para o Iraque, devido à escalada do conflito armado entre Israel, Estados Unidos da América e Irão, noticiou a Al Jazeera.

    “Consideramos apropriado que os nossos cidadãos evitem viajar para o Iraque durante este período, a menos que haja um motivo imperioso para fazê-lo”, afirmou em comunicado a embaixada turca em Bagdade, citada pela emissora.

  • Catar intercetou ataque com mísseis em Doha

    O Ministério da Defesa do Catar afirmou ter intercetado mísseis em Doha, noticiou a Associated Press.

    “Diversas áreas” foram evacuadas como medida de precaução, comunicou o ministério na rede social X.

    “O Ministério do Interior anuncia que as autoridades competentes estão a evacuar diversas áreas específicas como medida preventiva temporária, visando a segurança pública até que a ameaça diminua”, lê-se na publicação.

  • Trump anuncia "obliteração total" na "jóia da coroa do Irão, a ilha Kharg"

    O Presidente norte-americano anunciou hoje a concretização do que classificou como “um dos bombardeamentos mais poderosos na História do Médio Oriente”. O alvo foi a ilha Kharg, definida por Donald Trump como “a jóia da coroa do Irão”. Trata-se de uma pequena ilha no norte do Golfo Pérsico que não tinha, até agora, sido atingida pelos ataques. A ilha é um dos mais importantes centros da indústria petrolífera do Irão, com cerca de 90% de todas as exportações de crude iraniano a passarem pelos terminais da ilha.

    “Obliterámos totalmente todos os alvos MILITARES”, escreveu Trump na sua Truth Social. “As nossas armas são as mais poderosas e sofisticadas que o mundo alguma vez viu mas, por razões de decência, eu escolhi NÃO destruir a infraestrutura petrolífera na ilha”, detalhou, ameaçando que se o Irão continuar a bloquear o estreito de Ormuz irá “repensar a decisão”.

  • Projéteis israelitas atingem base de forças de paz da ONU no sul do Líbano

    O quartel-general de um batalhão nepalês da Força Interina das Nações Unidas no Líbano(UNIFIL) foi esta noite atingido por projéteis israelitas, em Mays al-Jabal, no sul do Líbano, noticiou a Al Jazeera.

    Os projéteis terão atingido o exterior das instalações e os soldados nepaleses terão escapado sem ferimentos.

    “Os soldados nepaleses que participam na UNIFIL servem há muitos anos com espírito de compromisso e disciplina para promover a paz e a estabilidade no sul do Líbano”, afirmou o Consulado Geral Honorário do Nepal em Beirute, que condenou o ataque.

  • Trump diz que escolta a navios no estreito de Ormuz vai começar "em breve"

    Donald Trump insistiu hoje que os Estados Unidos vão começar a escoltar os navios petroleiros no estreito de Ormuz. Questionado sobre quando é que essa escolta será implementada, o Presidente norte-americano respondeu que irá começar “em breve”.

    Em declarações aos jornalistas a caminho da sua residência em Mar-a-Lago, Trump voltou ainda a debruçar-se sobre outra cronologia: a do fim da guerra. Sobre este tema, declarou que não pode dar uma estimativa concreta porque isso só irá acontecer quando considerar que os objetivos foram cumpridos — as declarações de Trump têm vindo a pôr de lado as estimativas de uma guerra que dura entre quatro a seis semanas.

  • Ataque israelita a centro de saúde no sul do Líbano mata pelo menos doze profissionais de saúde

    Um ataque israelita a um centro de saúde no sul do Líbano, em Burj Qalaouiyah, no distrito de Bint Jbeil, matou pelo menos doze médicos, paramédicos e enfermeiros, comunicou o Ministério da Saúde do Líbano, citado pela Associated Press.

    O número de vítimas ainda pode vir a aumentar, uma vez que as equipas de buscas ainda estão à procura de desaparecidos nos escombros, esclarece o ministério.

  • Democratas apresentam resolução para impedir que Trump ataque Cuba sem aval do Congresso

    Senadores democratas apresentaram hoje uma resolução para impedir qualquer ação militar contra Cuba ordenada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sem a autorização explícita do Congresso, num momento de crescente pressão de Washigton sobre aquele país.

    A proposta de lei, que poderá ser submetida a votação dez dias após ter sido apresentada no Senado, é impulsionada pelos legisladores Tim Kaine, Adam Schiff e Rubén Gallego, que acusaram Trump de ter “ignorado a autoridade exclusiva do Congresso para declarar a guerra nos ataques contra o Irão e a Venezuela”.

    Esta resolução é a medida legislativa mais recente com a qual os democratas tentam limitar a capacidade de Trump para ordenar ações militares contra outras nações.

    Ambas as câmaras do Congresso, dominadas pelos republicanos, rejeitaram anteriormente resoluções semelhantes para impedir as hostilidades contra a Venezuela e o Irão.

    “Após o recente bloqueio imposto pelo presidente Trump e as suas ameaças de ação militar em Cuba, apresento esta Resolução sobre os Poderes de Guerra com o objetivo de impedir que as nossas Forças Armadas se envolvam em hostilidades a menos que tenham a autorização do Congresso”, afirmou Kaine num comunicado.

    O ex-candidato democrata à vice-presidência dos EUA e membro dos Comités de Serviços Armados e Relações Exteriores do Senado insistiu em que apenas o Legislativo “possui a faculdade de declarar guerra”.

  • "Será sempre muito difícil compensar totalmente a interrupção do Estreito de Ormuz", diz economista do Aberdeen

    O segredo do impacto económico da Guerra no Irão está na sua duração. Se o Estreito de Ormuz ficar fechado muito tempo, pode levar à recessão e à subida da inflação, aponta Sree Kochugovindan.

    “Será sempre muito difícil compensar totalmente a interrupção do Estreito de Ormuz”, diz economista do Aberdeen

  • Estados Unidos aliviam sanções sobre petróleo venezuelano

    A par do levantamento das sanções aplicadas sobre o petróleo russo, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou hoje o alívio de algumas sanções aplicadas sobre os setores energético e petroquímico da Venezuela, abrindo a porta a novos investimentos estrangeiros no país, noticia a Reuters.

    A decisão permite que o combustível e os fertilizantes venezuelanos cheguem aos mercados internacionais, o que pode ajudar a colmatar as consequências do bloqueio do estreito de Ormuz — onde passa 20% do petróleo mundial — fechado pela Marinha iraniana no âmbito da guerra.

  • Irão lança nova vaga de ataques. Israel e Qatar emitem avisos à população

    O regime de Teerão anunciou, nos últimos momentos, uma nova vaga de ataques com mísseis. O Exército israelita e o Ministério do Interior do Qatar emitiram alertas preventivos à população para que se abriguem.

  • Putin ofereceu-se para mover urânio iraniano para a Rússia. Trump recusou oferta

    No telefonema com Donald Trump no início desta semana, Vladimir Putin disponibilizou-se para receber na Rússia as reservas de urânio enriquecido do Irão, avançou hoje o jornal Axios, que cita fontes norte-americanas. Porém, a oferta foi recusada pelo Presidente dos Estados Unidos, que quer “tomar controlo” destas reservas.

    A existência do urânio enriquecido foi um dos pontos de disputa durante as negociações que estavam a decorrer antes do início da guerra. A proposta da Rússia passa por retirar o urânio do Irão como base para um acordo de paz que ponha fim à guerra. Porém, nessa ronda de negociações, o Irão recusou quer a transferência, como a diluição do urânio enriquecido, detalhou um responsável.

    Não é a primeira vez que a Rússia faz esta oferta — o mesmo aconteceu em junho do ano passado — e não seria a primeira vez que se concretizaria. Ao abrigo do acordo nuclear de 2015, a Rússia já teve no país as reservas de urânio com baixos níveis de enriquecimento. No entanto, desde aí, as reservas de Teerão terão sido enriquecidas até aos 60%.

  • Zelensky quer "um Irão livre que não coopere com a Rússia"

    Volodymyr Zelensky escreveu esta tarde no seu perfil na rede social X que quer “um Irão livre que não coopere com a Rússia”, na sequência de um encontro com o príncipe herdeiro do Irão, Reza Pahlavi, em Paris.

    “A Ucrânia deseja um Irão livre, que não coopere com a Rússia e não desestabilize o Médio Oriente, a Europa e o mundo inteiro”, lê-se na publicação.

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