Histórico de atualizações
  • Bom dia, este liveblog vai ser encerrado, obrigada por nos ter acompanhado.

    Continue a par da atualidade da guerra da Ucrânia neste novo liveblog.

    Presidente do parlamento ucraniano recebido em Berlim. Região de Zaporíjia sofre 570 ataques durante a noite

  • Trump admite oferecer mísseis Tomahawk a Kiev se Putin não acabar com a guerra

    Donald Trump admitiu este domingo, em declarações aos jornalistas dentro do avião que o está a levar a Israel, que pode oferecer mísseis Tomahawk à Ucrânia se Putin não acabar com a guerra.

    Ao responder questões sobre as conversas com Volodymyr Zelensky no passado sábado e este domingo, o Presidente dos Estados Unidos da América disse que não venderia mísseis diretamente para a Ucrânia, mas poderia fornecê-los à NATO, que depois podem direcionar os Tomahawk a Kiev. “Talvez diga-o (Putin), que se não acabar a guerra, podemos fazer isto”, disse Trump, em declarações citadas pela Reuters. “Talvez não façamos, mas podemos fazer… Querem ter Tomahawks a voar na sua direção? Acho que não”.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano acusa Rússia de tentar roubar instalação nuclear ucraniana

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusou a Rússia de cortar deliberadamente a linha de energia externa para a usina nuclear russa de Zaporaíjia a fim de conectar a usina à rede elétrica de Moscovo.

    “A Rússia interrompeu intencionalmente a conexão da usina com a rede ucraniana para testar à força a reconexão com a rede russa”, escreveu Andrii Sybiha no X, ao denunciar a “tentativa de roubo de uma instalação nuclear ucraniana pacífica”.

    “Moscovo tenta enganar a AIEA e toda a comunidade técnica e diplomática, fingindo que o problema é causado por alguém que não ela própria”, disse Sybiha.

  • Moscovo mostra preocupação com a possibilidade dos EUA fornecerem mísseis de longo alcance à Ucrânia

    Moscovo mostrou preocupação com a possibilidade dos Estados Unidos da América fornecerem Tomahawk, mísseis de longo alcance, à Ucrânia. “O tema Tomahawk é de extrema preocupação”, disse este domingo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskovs em declarações à televisão estatal russa e citado pela Reuters. “É um momento muito dramático porque as tensões estão a escalar de ambos os lados”, disse ainda.

    Os mísseis Tomahawk são capazes de alcançar mais de 2500 quilómetros, o que significa que a Ucrânia seria capaz de atingir o interior da Rússia, incluindo a capital, Moscovo.

  • Zelensky considera que um acordo parecido com o firmado entre Israel e o Hamas possa ser orquestrado na Ucrânia

    Em declarações à Fox News e citado pelo The Guardian, Volodymyr Zelensky disse este domingo que espera que um acordo similar ao firmado entre Israel e o Hamas possa ser orquestrado para acabar com a guerra na Ucrânia.

    “É um verdadeiro sucesso. Dá-nos sinais e esperança que, com esta pressão, que o Presidente Trump usou no Médio Oriente para trazer a paz, que possa usar os mesmos instrumentos, ou mesmo mais, para pressionar Putin a acabar com a guerra na Ucrânia”.

  • Zelensky fala com Trump pela segunda vez em dois dias

    O Presidente ucraniano avançou que voltou hoje a falar com Donalde Trump, naquela que é a segunda conversa em dois dias. Assim como ontem, Volodymyr Zelensky classificou o telefonema como “muito positivo”.

    Os dois líderes discutiram o apoio à defesa aérea e ataques de longo alcance, à medida que a Rússia intensifica os seus ataques à infraestrutura energética da Ucrânia.

    “O Presidente Trump está bem informado sobre tudo o que está a acontecer”, escreveu no Telegram.

  • Rússia lançou mais de 3000 drones, 92 mísseis e quase 1360 bombas aéreas contra a Ucrânia numa semana

    Volodymyr Zelensky avançou que, ao longo da última semana, a Rússia lançou mais de 3100 drones, 92 mísseis e quase 1360 bombas aéreas contra o território Ucrânia.

    O Presidente ucraniano disse que a Rússia está a intensificar os ataques à medida que a atenção global se volta para o Médio Oriente: “É precisamente por isso que não se pode permitir qualquer abrandamento da pressão”, disse Zelensky, citado no Kyiv Independent.

    “Sanções, tarifas e ações conjuntas contra os compradores de petróleo russo — aqueles que financiam esta guerra — devem permanecer em vigor”, defendeu.

  • EUA estão a ajudar a Ucrânia a atingir infraestruturas energéticas russas

    O Financial Times revelou que os EUA têm estado a a ajudar a Ucrânia a realizar ataques contra instalações energéticas russas há vários meses, notando que, durante o verão, os ataques das forças ucranianas às instalações petrolíferas de Moscovo intensificaram-se, interrompendo as operações e agravando a escassez de combustível no país liderado por Vladimir Putin.

    De acordo com o jornal, os serviços secretos dos EUA têm fornecido a Kiev dados sobre alvos importantes, como grandes refinarias de petróleo e infraestruturas russas. Os EUA estão assim envolvidos em todas as etapas do planeamento operacional, mas é Kiev quem mantém o controlo sobre a seleção dos alvos, com Washington apenas a aconselhar sobre as vulnerabilidades dos mesmos.

    De acordo com as fontes do Financial Times, a medida também faz parte de um esforço coordenado para enfraquecer a economia de Vladimir Putin e pressioná-lo a sentar-se à mesa das negociações.

  • Pelo menos 7 mortos e 23 feridos, incluindo crianças, nos ataques russos à Ucrânia no último dia

    Nas últimas 24 horas, pelo menos sete pessoas morreram e 23 ficaram feridas, incluindo crianças, na sequência de ataques russos contra o território ucraniano, avança o Kyiv Independent. Entre as regiões sob fogo está Odesa, Donetsk, Zaporijia, Dnipro, Kharkiv e Kherson.

  • Bom dia,

    Iniciamos aqui um novo dia de cobertura jornalística da guerra na Ucrânia. Pode ver o que se passou ontem neste artigo em direto.

    Pelo menos dois mortos em 679 ataques russos contra Zaporíjia em 24 horas

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