Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • A cobertura do Observador deste dia fica por aqui.

    Para acompanhar os novos desenvolvimentos na guerra da Ucrânia este sábado, pode seguir o novo liveblog.

    Obrigada por ter estado connosco.

  • Primeiro-ministro eslovaco diz que Zelensky lhe ofereceu 500 milhões de euros em troca de apoio pela adesão à NATO

    O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, afirma que Volodymyr Zelensky lhe terá apresentado uma oferta em troca do apoio eslovaco à adesão da Ucrânia na NATO, durante a visita do Presidente ucraniano a Bruxelas.

    “O Presidente Zelensky perguntou-me se votaria a favor da entrada da Ucrânia na NATO se me desse 500 milhões de euros dos ativos russos”, revela Fico, em declarações aos jornalistas, admitindo que negou a oferta dizendo: “Nunca”.

  • PCP diz que ataque que danificou embaixada portuguesa mostra que é preciso pôr fim à guerra

    O secretário-geral do PCP considerou hoje que o ataque russo que danificou a embaixada de Portugal em Kiev, na Ucrânia, demonstra que é preciso acabar com a guerra porque quanto mais tempo durar “mais coisas destas vão acontecer”.

    “Acho que é daquelas coisas que só comprovam aquilo que nós andamos a dizer há anos a esta parte. É preciso acabar com a guerra porque daquilo que sei os danos, felizmente, são danos apenas materiais, mas podiam não ter sido”, atirou Paulo Raimundo.

    À margem da inauguração da exposição “Camões, poeta do povo num mundo em mudança” na Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, o dirigente comunista considerou que quanto mais a guerra se prolongar mais coisas deste tipo vão acontecer.

    Na sua opinião, o Governo português tem de se empenhar na construção da paz e não da guerra.

  • Scholz interessado em visita a Moscovo. Kremlin diz que não houve diálogo sobre o assunto

    O jornal Der Spiegel deu a conhecer as intenções de Olaf Scholz para visitar Moscovo, num esforço de mediação para a reconciliação entre a Rússia e Ucrânia. Depois da conversa com Putin em novembro, o chanceler alemão expressou o seu interesse em manter o diálogo com as duas frentes do conflito.

    Do outro lado, o porta-voz do Kremlin desmentiu os rumores e diz que não houve qualquer contacto entre Berlim e Moscovo para organizar esta visita. “Não, não houve nada”, afirmou Dmitry Peskov, citado pela agência estatal russa TASS, depois de ter sido questionado sobre o tema.

  • IL, Livre e PAN condenam ataque russo à Embaixada de Portugal em Kiev e pedem resposta da União Europeia

    A IL, o Livre e o PAN condenaram hoje o ataque russo que que danificou o edifício da embaixada de Portugal em Kiev, manifestando solidariedade com os diplomatas portugueses e pedindo um reforço da resposta da União Europeia.

    Numa conferência de imprensa num lanche com jornalistas num café em Lisboa, o presidente da IL, Rui Rocha, condenou o ataque considerando-o “absolutamente inaceitável” e resultante de uma “ação deliberada” por parte da Rússia e disse que esta ação foi mais uma “violação intolerável do direito internacional”.

    Rui Tavares condenou “qualquer ataque russo na Ucrânia, mas ainda mais” os que envolvem países terceiros, considerando que esse é o tipo de ofensiva que “significa uma escalada nesta guerra”.

    “A posição do Livre é muito clara, é do lado da União Europeia, do lado da unidade do próprio continente europeu, pela autodeterminação e pela soberania dos Estados que existem na União Europeia, sem violações por parte de projetos imperialistas como o de Putin”; disse.

  • Zelensky condena "loucura russa" contra embaixadas em Kiev

    Volodymyr Zelensky condena o ataque russo que danificou as embaixadas de Portugal e outros países no mesmo prédio em Kiev, defendendo que o Ocidente deve aplicar mais sanções contra a Rússia. “É óbvio que esta loucura russa não deve ser vista pelo mundo como algo normal”, afirma.

    Na sua mensagem diária, o Presidente da Ucrânia confirma novos acordos estabelecidos com os aliados europeus, nomeadamente o fornecimento de sistemas de defesa anti-aérea, fazendo referência ao sistema IRIS-T disponibilizado pela Alemanha.

    Zelensky adianta também que à medida que os dias passam, “mais e mais soldados norte-coreanos são mortos” na região de Kursk pelas forças ucranianas, atribuindo as culpas ao “total desrespeito pelos povos indígenas e pelos próprios coreanos” expressado por Moscovo.

  • Trump quer objetivo de 5% para a despesa de Defesa da NATO

    De 2% para 5% do PIB nacional. É este o objetivo de Donald Trump para a despesa dos Estados-membros da NATO no setor de Defesa, avança o Financial Times.

    Apenas 23 dos 32 países da Aliança cumprem a meta atualmente em vigor e, por isso, o Presidente eleito dos Estados Unidos da América “poderá contentar-se com 3,5%”, em vez dos 5% que exige.

    As fontes europeias citadas pelo jornal acreditam que o plano de Trump passa sempre por um aumento considerável do investimento na Defesa dos membros da NATO. “É claro que estamos a falar de cerca de 3% ou mais” para a cimeira da Aliança em junho, adianta um dos oficiais europeus contactados.

    Esta aumento da despesa já tem sido discutido com a cimeira de junho em mente, mas vários líderes estão “preocupados com as difíceis decisões fiscais que seriam necessárias para o concretizar”.

  • Trump garante apoio à Ucrânia após tomada de posse

    Apesar de ter prometido resolver o conflito nas primeiras 24 horas de mandato e cortar o apoio à Ucrânia quando regressasse à Casa Branca, Donald Trump terá assegurado os líderes europeus que os Estados Unidos da América vão continuar a fornecer ajuda militar a Kiev depois da sua tomada de posse.

    Segundo o Financial Times, que cita fontes europeias informadas sobre as reuniões do Presidente eleito norte-americano com oficiais ocidentais, Trump terá apresentado a sua posição para apaziguar os aliados, que estavam “profundamente preocupados com a sua capacidade de apoiar e proteger a Ucrânia sem o apoio de Washington”.

  • Rússia terá lançando cerca de mil projéteis contra Kherson

    As forças armadas russas terão lançado cerca de mil projéteis contra a cidade de Kherson esta manhã, informa o administrador militar regional, citado pela agência Ukrinform.

    “Desde as 5h00, cerca de mil projéteis caíram em Kherson no espaço de 40 minutos. O inimigo atacou propositadamente edifícios residenciais, sociais e infraestrutura crítica”, revela Oleksandr Prokudin.

    De acordo com o administrador, “um homem está numa condição muito séria” e as restantes vítimas “estão no hospital, a receber assistência médica”. Adicionalmente, foram registados danos na estação de comboios, em mais de 30 prédios e 15 moradias.

    Duas pessoas morreram e 11 pessoas ficaram feridas.

  • "Foi declarada guerra contra o mundo russo", defende Putin

    Durante uma reunião do Conselho de Estado da Rússia, com o foco no apoio às famílias russas, Vladimir Putin acredita que “foi declarada guerra contra o mundo russo”.

    “Deputados do Duma [câmara baixa do parlamento] falaram e disseram que foi declarada guerra contra o mundo russo. É assim que as coisas são”, afirma o Chefe de Estado, citado pela RIA/Novosti.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano condena ataques a missões diplomáticas

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) ucraniano condenou hoje os ataques russos que visaram representações diplomáticas em Kiev, incluindo a embaixada de Portugal, informando ainda que nenhum funcionário ficou ferido.

    Poucas horas após os ataques com mísseis russos, que provocaram danos nas representações diplomáticas da Albânia, da Argentina, da Autoridade Palestiniana, da Macedónia do Norte, de Portugal e de Montenegro, o porta-voz da diplomacia ucraniana, Heorhii Tykhyi, classificou os acontecimentos como “uma violação de todas as linhas vermelhas possíveis”.

    “Em qualquer parte do mundo, isto representa uma violação de todas as linhas vermelhas possíveis e das regras internacionais — são ataques a missões diplomáticas”, declarou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia.

    E acrescentou: “Com estes ataques a instituições diplomáticas, a Rússia está apenas a reafirmar o seu estatuto de um bárbaro absoluto”.

  • António Costa diz que ataque russo contra embaixada portuguesa é "inaceitável"

    António Costa considera “inaceitável” o ataque levado a cabo pela Rússia esta manhã em Kiev, que danificou a embaixada portuguesa na capital ucraniana.

    Numa mensagem na rede social X, o presidente do Conselho Europeu expressa a sua solidariedade por todos os afetados pelo ataque. “Os civis continuam a ser atacados em Kiev. Desta vez, várias missões diplomáticas, incluindo a embaixada de um Estado-membro da UE, Portugal, foi também vítima de ataques russos”, lê-se.

  • Seis mortos em ataque ucraniano na região de Kursk

    Seis pessoas morreram no seguimento de um ataque ucraniano em Rylsk, na região de Kursk. Outas 10 pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas com ferimentos ligeiros.

    “Infelizmente, há vítimas. De acordo com a informação preliminar, seis pessoas morreram, incluindo uma criança”, escreve o governador da região no Telegram.

    “Tenho a certeza de que aqueles que ordenaram e executaram este crime sangrento vão sofrer a merecida retaliação. O nosso exército e as nossas forças de segurança farão tudo o que for necessário para o efeito”, acrescenta Alexander Khinshtein.

  • Rússia devolve 503 corpos de soldados ucranianos a Kiev

    A Ucrânia recebeu da parte da Rússia os corpos de 503 militares mortos em combate, noticia a AFP, sublinhando que a troca de prisioneiros e de corpos de soldados mortos é uma das poucas áreas em que Kiev e Moscovo continuam a cooperar.

    “Os corpos de 503 defensores ucranianos caídos foram devolvidos ao território controlado pelo governo da Ucrânia”, confirmou o quartel-general ucraniano para o tratamento dos prisioneiros de guerra, num comunicado citado pela AFP.

    É, de acordo com a mesma agência, a quarta vez que Rússia e Ucrânia fazem uma troca que envolve mais de 500 corpos de soldados mortos.

    Desde o início da invasão russa da Ucrânia, já morreram mais de 43 mil militares ucranianos e 370 mil ficaram feridos.

  • "Desrespeito de Putin pelo Direito Internacional atingiu novos patamares”, diz Von der Leyen sobre ataque que danificou embaixada portuguesa

    Ursula Von der Leyen classifica como “hediondo” o ataque russo contra Kiev que danificou a chancelaria da Embaixada Portuguesa.

    Lembrando que os mísseis atingiram desta vez “um prédio que abriga a Embaixada de Portugal e outros serviços diplomáticos”, a Presidente da Comissão Europeia, remata que “o desrespeito de Putin pelo Direito Internacional atingiu novos patamares”.

    A terminar a publicação na rede social X, Von der Leyen deixou uma mensagem escrita em português: “Solidariedade com Portugal”.

  • Ataque atinge embaixada portuguesa. "A conta deve ser apresentada ao governo russo"

    Embaixada portuguesa atingida por ataque russo. O embaixador António Martins da Cruz elogia postura do Ministro dos Negócios Estrangeiros. Insiste que o próximo passo é pedir uma “indemnização” a Moscovo, por danos causados na embaixada esta manhã.

    O antigo MNE sugere uma “diligência conjunta” com outros países da UE, caso a embaixada portuguesa não seja a única danificada e lembra os bombardeamentos da NATO em Belgrado, para dizer que “não é a primeira vez” que um país terceiro tem a embaixada atingida por outra potência.

    Ouça aqui a entrevista na íntegra de António Martins da Cruz, na Rádio Observador.

    Ataque atinge embaixada portuguesa. “A conta deve ser apresentada ao governo russo”

  • Alta representante para a Política Externa da UE condena ataque que atingiu Embaixada de Portugal em Kiev

    A alta representante para a Política Externa e de Segurança da União Europeia, Kaja Kallas, condenou o ataque russo que aetingiu a embaixada portuguesa em Kiev.

    “Mísseis russos danificaram a Embaixada Portuguesa em Kiev. Nenhuma representação diplomática deve ser um alvo ou sequer ser afetada”, disse na rede social X, adiantando que “este é outro ataque bárbaro da Rússia contra alvos civis que não demonstra qualquer vontade para alcançar a paz”.

    A terminar, Kallas disse estar solidária com a equipa diplomática portuguesa.

  • Marcelo: "Portugal não tinha outra solução senão reagir com firmeza e imediatamente" ao ataque russo em Kiev

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considera que “Portugal não tinha outra solução senão reagir com firmeza e imediatamente” ao ataque russo em Kiev que causou danos na embaixada portuguesa na capital ucraniana.

    “É um precedente que se traduz numa violação das regras do direito internacional”, disse Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas esta manhã.

    O chefe de Estado recordou que foi contactado por Paulo Rangel às primeiras horas da manhã com a informação de que “as instalações da embaixada de Portugal tinha sido indiretamente atingidas”.

    “Não se pode dizer que tenha sido um míssil dirigido contra a embaixada, mas teve efeito na embaixada e noutras chancelarias de países representados, que utilizam o mesmo edifício”, destacou Marcelo. “Objetivamente houve, fruto de um ataque russo, houve danos e houve o atingir daquilo que é o território português em plena Ucrânia.”

    “Nesse sentido, o ministro dos Negócios Estrangeiros entendeu, em conjunto com o primeiro-ministro e comigo, que devia ser feita uma diligência junto do país em causa, e que isso seria comunicado publicamente”, sublinhou o Presidente.

  • "Em caso algum se pode tolerar" ataque contra missões diplomáticas. Rangel confirma protesto formal contra Rússia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, falou há minutos aos jornalistas a partir de Cascais para confirmar que Portugal vai apresentar um protesto formal à Rússia pelo ataque que impactou as instalações diplomáticas portuguesas em Kiev.

    “Qualquer ataque da Federação Russa à Ucrânia e à cidade de Kiev merece a nossa mais forte condenação, mas é absolutamente inaceitável que possa haver ataques que tenham impacto ou visem instalações diplomáticas”, vincou Rangel.

    “Portanto, na sequência disso, foi já chamado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, e será recebido dentro de minutos, o encarregado de negócios da Federação Russa, uma vez que o embaixador não está em Lisboa, para que seja apresentado um protesto formal à Federação Russa”, acrescentou, sublinhando que a reunião foi marcada para as 11h.

    Rangel explicou que não houve qualquer dano pessoal no ataque, mas apenas danos materiais ligeiros: “Janelas partidas, portas que ficaram afetadas.” Ainda assim, sublinhou, “isto significa que a explosão teve lugar numa zona que afeta instalações diplomáticas”.

    De acordo com o governante, os danos foram causados esta noite na sequência de “um ataque muito intenso da Federação Russa à cidade de Kiev”.

    “Numa das explosões, houve impactos, apenas com danos materiais relativamente ligeiros, nas instalações diplomáticas de vários países, designadamente na chancelaria da embaixada de Portugal”, assinalou, detalhando que as instalações diplomáticas de países como Argentina, Albânia ou Montenegro também foram afetadas, por partilharem o mesmo edifício.

    Rangel disse ainda que, para já, não está previsto qualquer reforço de segurança ou medida adicional, mas lembrou que estas ameaças não são novas e que, ao longo dos últimos três anos, tem havido vários momentos em que foi necessário reforçar a segurança da missão diplomática.

    “Em caso algum se pode tolerar que haja impacto, que se afete e muito menos se tenha como alvo qualquer instalação diplomática de qualquer país”, assinalou. “Estamos a tomar a posição que a República Portuguesa tem de tomar junto da Federação Russa. Outras diligências serão naturalmente feitas a outro nível um pouco mais tarde.”

  • Governo português condena ataque russo a Kiev que causou danos na chancelaria da Embaixada de Portugal

    O Governo português condena de forma “veemente os ataques desta madrugada a Kiev, que causaram danos materiais em diversas missões diplomáticas, incluindo a chancelaria da Embaixada de Portugal”.

    “É absolutamente inaceitável que qualquer ataque possa visar ou ter impacto em zonas de instalações diplomáticas”, refere um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, adiantando que “o Encarregado de Negócios da Federação Russa foi já chamado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros para que seja apresentado um protesto formal junto da Federação Russa”.

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