Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Moscovo admite que comércio entre Rússia e UE deixe de existir
- Ucrânia diz estar em conversações com os EUA para um acordo sobre drones
- Erdogan reforçou importância de negociar paz na Ucrânia. Putin disse que está pronto
- Rússia abate oito drones ucranianos que seguiam para Moscovo
- Reino Unido junta-se à UE na redução do preço máximo de petróleo russo
- Reino Unido impõe sanções a 18 espiões russos e três unidades de espionagem
- Zelensky pede a Umerov que intensifique negociações com Rússia
- Serviços secretos ucranianos lançam ataque informático à Gazprom
- Ataque russo à região de Dnipro faz dois mortos e onze feridos
- Polónia acusa Orbán de “passar anos a sabotar” a UE por estar ao lado de Putin
- Novas sanções europeias à Rússia terão efeitos negativos para a Europa, diz o Kremlin
- General americano diz que NATO poderia tomar enclave russo de Kaliningrado de forma rápida
- União Europeia aprova “um dos maiores” pacotes de sanções contra a Rússia
- Rússia garante ter destruído onze drones Shahed na região de Moscovo
- Ucrânia abateu 11 dos 35 drones lançados pela Rússia na última noite
- Um ano depois, cidade de Pokrovsk continua a resistir
- Ataque noturnos da Rússia fazem um morto e vários feridos na Ucrânia
Histórico de atualizações
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Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador já abriu um novo para continuar a acompanhar os desenvolvimentos da guerra na Ucrânia ao longo deste sábado. Pode segui-los aqui.
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O que se passou até agora
- Os Estados Unidos modificaram a ordem da fila de espera para o sistema de mísseis Patriot, colocando a Alemanha à frente para permitir que enviassem sistemas para a Ucrânia. A decisão demonstra uma estratégia de agilização na entrega de armamento às forças ucranianas. Esta ação poderá ser ajustada novamente se outros aliados manifestarem compromisso semelhante.
- Um novo pacote de sanções da União Europeia contra a Rússia foi aprovado, marcando o 18.º conjunto de restrições desde o início do conflito. Este pacote é um dos maiores até agora, visando dificultar o acesso dos bancos russos ao financiamento e limitar o uso de gasodutos, com o objetivo de cortar o orçamento de guerra do Kremlin e proteger a segurança energética europeia.
- O Reino Unido uniu-se à União Europeia na redução do preço máximo do petróleo russo exportado, parte de um esforço para asfixiar as receitas que financiam a guerra na Ucrânia. Além disso, o Reino Unido aplicou sanções a 18 espiões russos e a várias unidades de espionagem, reforçando a pressão sobre o Kremlin.
- Na Ucrânia, as forças ucranianas mantêm resistência significativa na cidade de Pokrovsk, chave para o controlo do Donbass. Apesar dos avanços limitados das forças russas, relatórios indicam que as forças ucranianas conseguiram algum progresso, evidenciando a persistência na defesa contra o cerco russo.
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Estados Unidos terá mudado fila de espera para os Patriot para acelerar entrega à Ucrânia
Os Estados Unidos terão colocado a Alemanha à cabeça da fila de espera para compra dos sistemas de mísseis Patriot, permitindo que as forças alemãs enviem para a Ucrânia dois sistemas que já têm consigo, avançou o Wall Street Journal, citando três oficiais norte-americanos.
A Suíça estava à frente da Alemanha mas a disponibilidade de Berlim em enviar mísseis para Kiev, levou a que a fila da linha de produção norte-americana fosse mudada. Uma das fontes consultadas admite que os EUA podem mudar novamente, caso outros aliados se comprometam a enviar mais sistemas Patriot.
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Moscovo admite que comércio entre Rússia e UE deixe de existir
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo admitiu hoje que o comércio entre a Rússia e a União Europeia (UE) pode cair para zero, devido ao novo pacote de sanções contra Moscovo.
“No ano passado, [o volume de comércio com a UE] foi de 60 mil milhões de dólares [cerca de 50 mil milhões de euros]. Este ano, vai rondar os 40 mil milhões de dólares [cerca de 34 mil milhões de euros]. É bem possível que desça para zero”, disse Aleksandr Grushko.
O vice-chefe da diplomacia russa, citado pela agência de notícias russa TASS, descreveu as atuais relações entre a Rússia e o Ocidente como “uma guerra híbrida em que todos os meios de pressão estão a ser usados”.
Grushko assegurou ainda que Moscovo vai tomar medidas para proteger os seus interesses face às novas restrições europeias e não descartou contramedidas em resposta ao novo pacote de sanções.
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Ucrânia diz estar em conversações com os EUA para um acordo sobre drones
A nova primeira-ministra ucraniana, Yulia Svyrydenko, afirmou que o país planeia em assinar “um acordo de drones” com os Estados Unidos, estando já em conversações com Washington.
“Tencionamos assinar um ‘acordo sobre drones’ com os Estados Unidos. Estamos a discutir investimentos na expansão da produção de drones ucranianos pelos EUA”, contou a primeira-ministra, citada pela Reuters, acrescentando que estão ainda discutir “a compra de um grande lote de drones ucranianos” com os norte-americanos.
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Erdogan reforçou importância de negociar paz na Ucrânia. Putin disse que está pronto
Na chamada que Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan tiveram esta sexta-feira, o tema da Ucrânia e de novas negociações entre Moscovo e Kiev para chegar à paz foi um dos assuntos tratados.
No comunicado emitido por Ancara, lê-se que Erdogan “afirmou que é importante iniciar a terceira ronda de negociações entre a Rússia e a Ucrânia”, garantindo que Istambul pode continuar a ser o local de receção da próxima ronda.
Já o Kremlin disse que Putin “confirmou o empenho fundamental da Rússia em procurar uma solução política e diplomática para o conflito”, tendo agradecido ao homólogo turco pela “sua disponibilidade” em ser anfitrião e mediador nas negociações na Rússia e a Ucrânia.
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Rússia abate oito drones ucranianos que seguiam para Moscovo
As defesas antiaéreas russas abateram oito drones ucranianos que se dirigiam para a capital russa nas últimas quatro horas, afirmou o presidente da Câmara de Moscovo.
O primeiro drone foi destruído pouco depois das 13h00 (10h00 em Lisboa), escreveu Sergey Sobyanin na rede social Telegram.
Posteriormente, foram neutralizados mais sete que seguiam rumo a Moscovo, acrescentou.
As autoridades não deram pormenores sobre os danos causados pela queda de fragmentos dos drones e disseram que os serviços de emergência estavam a trabalhar no local.
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Reino Unido junta-se à UE na redução do preço máximo de petróleo russo
O Reino Unido associou-se hoje à UE na redução do preço máximo do petróleo russo exportado para tentar reduzir as receitas que estão a financiar a guerra na Ucrânia.
“Juntos, vamos continuar a exercer uma pressão implacável sobre [o Presidente russo, Vladimir] Putin, asfixiando a indústria petrolífera estratégica e cortando o financiamento da guerra ilegal na Ucrânia”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros, David Lammy, em comunicado.
Entre o pacote de medidas agora anunciadas pela UE, o 18.º desde o início da guerra, está uma redução do limite máximo do preço das exportações de petróleo bruto russo para 47,6 dólares por barril (40,85 euros), ou seja, menos 15% do que o preço médio de mercado de um barril de petróleo bruto russo.
O mecanismo proíbe qualquer companhia petrolífera ou frota marítima de vender petróleo russo acima desse preço, sob pena de sanções.
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Medvedev critica fortemente Ursula von der Leyen e os europeus "desnorteados" pelo novo pacote de sanções
Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho Nacional de Segurança e ex-Presidente da Rússia criticou fortemente os países europeus “desnorteados” depois da aprovação do novo pacote de sanções à Rússia esta sexta-feira.
Numa publicação no Telegram, Medvedev afirmou que o novo pacote não iria “mudar a posição da Rússia” tal como todos os outros, já que a economia do país iria “certamente resistir”.
“Os ataques contra os alvos da chamada Ucrânia, incluindo Kiev, serão levados a cabo com cada vez mais força”, prometeu o conselheiro, acrescentando que “a derrota do regime de Bandera irá continuar”.
“É igualmente necessário promover um rumo para o máximo afastamento da UE e dos países mais odiosos da União Europeia”, incluindo os “miseráveis Estados Bálticos”, “os britânicos crescidos demais” e ainda “a Alemanha e a França, cujos líderes não descansam sobre os louros do Terceiro Reich e do regime de Vichy”.
Medvedev aproveitou ainda para chamar de “velha nojenta” à presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, por ter anunciado que o novo pacote iria atacar “o coração da máquina de guerra da Rússia”.
“Não sei se ela se apercebe onde está o coração. Mas ela parece pensar sempre no mesmo sítio. O mesmo que usou durante a sua prática médica falhada”, atacou o ex-Presidente russo.
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Reino Unido impõe sanções a 18 espiões russos e três unidades de espionagem
O Reino Unido impôs sanções a 18 espiões russos e a três unidades da Diretoria Principal de Inteligência (GRU), o serviço de espionagem russa no estrangeiro.
De acordo com um comunicado publicado no site, as unidades sancionadas tinham sido “expostas pelo seu envolvimento no bombardeamento do Teatro Mariupol, no assassinato de Yulia Skripal e em operações cibernéticas de apoio à guerra ilegal de Putin na Ucrânia”.
“Os espiões da GRU estão a levar a cabo uma campanha para desestabilizar a Europa, minar a soberania da Ucrânia e ameaçar a segurança dos cidadãos britânicos”, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Lammy no comunicado.
“O Kremlin não deve ter dúvidas: nós vemos o que eles estão a tentar fazer nas sombras e não o vamos tolerar. É por isso que estamos a tomar medidas decisivas com sanções contra os espiões russos”, acrescentou o ministro.
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Zelensky pede a Umerov que intensifique negociações com Rússia
O Presidente ucraniano nomeou hoje Rustem Umerov, ex-ministro da Defesa, como novo secretário do Conselho de Segurança do país, pedindo para intensificar as negociações com a Rússia.
“A implementação dos acordos da segunda reunião de Istambul está em curso. O processo precisa de mais ímpeto”, escreveu Volodymyr Zelensky, numa mensagem difundida nas redes sociais.
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Serviços secretos ucranianos lançam ataque informático à Gazprom
A unidade cibernética da Direção Principal dos Serviços de Informações da Ucrânia (HUR) lançou um ataque informático à empresa russa Gazprom, escreve o Kyiv Post, citando fontes dos serviços secretos ucranianos.
Em resultado do ataque, uma grande quantidade de bancos de dados foi destruída e foi instalado um software especial, o que causou sérios danos à empresa russa de extração e transporte de gás.
A Gazprom desempenha um papel crítico na economia russa, fornecendo uma parte significativa das receitas do Estado – incluindo uma parte importantes das receitas para financiar a guerra em curso contra a Ucrânia.
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Ataque russo à região de Dnipro faz dois mortos e onze feridos
A Rússia lançou esta sexta-feria um ataque contra o distrito de Kamianske, na região de Dnipropetrovsk, matando pelo menos dois civis e ferindo outros 11, informou o governador Serhii Lysak, citado pelo Kyiv Independent.
O ataque gerou um incêndio e danificou edifícios administrativos, casas, uma escola, uma loja e carros, disseram as autoridades locais. De entre os onze feridos, há um em estado considerado grave, uma mulher de 29 anos.
Nas últimas semanas, a Rússia tem intensificado os ataques contra a região de Dnipropetrovsk, controlada pela Ucrânia, mas cuja fronteira administrativa a leste está colocada à linha da frente.
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Polónia acusa Orbán de “passar anos a sabotar” a UE por estar ao lado de Putin
O ministro dos Negócios Estrangeiros da rolónia criticou hoje o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, por novas críticas à União Europeia e acusou-o de passar «anos a boicotar» o bloco «em coordenação» com o presidente russo, Vladimir rutin.
As críticas de Radoslaw Sikorski surgem numa altura em que está patente mais uma crise diplomática pela retirada definitiva do embaixador polaco em Budapeste.
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Novas sanções europeias à Rússia terão efeitos negativos para a Europa, diz o Kremlin
O Kremlin afirmou hoje que fará o possível para “minimizar” as consequências das sanções europeias recém-anunciadas, prometendo que estas terão “efeitos negativos” para os países que as impuseram.
“É claro que será necessário analisar o novo pacote [de sanções] para minimizar as consequências”, reagiu o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, durante a habitual conferência de imprensa diária.
“Mas, além disso, cada novo pacote acrescenta um efeito negativo para os países que se juntam a ele”, acrescentou, considerando que se trata de uma “arma de dois gumes”.
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General americano diz que NATO poderia tomar enclave russo de Kaliningrado de forma rápida
O general que comanda as forças terrestres norte-americanas na Europa e em África afirmou que a NATO tem capacidade para tomar de forma rápida o enclave russo de Kaliningrado, localizado junto aos países bálticos.
A NATO e os aliados têm a capacidade de “tomar Kaliningrado por terra num período de tempo recorde e mais rápido do que alguma vez conseguimos fazer“, disse o general Christopher Donahue, numa conferência na Alemanha, citado pelo site Defence News.
As declarações de Donahue surgem na sequência da execução de um novo plano de dissuasão militar contra a Rússia. O novo plano, designado “Linha de Dissuasão do Flanco Oriental” visa melhorar as capacidades terrestres e impulsionar a interoperabilidade militar-industrial em toda a aliança atlântica.
A resposta da Rússia em relação a um eventual ataque a Kaliningrado não se fez esperar. O presidente do comité de assuntos internacionais da Duma (a câmara baixa do Parlamento russo) alertou que qualquer ataque implicaria uma retaliação.
“Um ataque à região de Kaliningrado equivale a um ataque à Rússia, com todas as medidas retaliatórias, estipuladas, entre outras coisas, pela doutrina nuclear. O general dos EUA deve levar isso em consideração antes de fazer tais declarações”, disse Leonid Slutsky, citado pela agência estatal russa TASS. O responsável russo considera ainda que a NATO “representa uma ameaça à segurança e estabilidade globais”.
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União Europeia aprova prolongamento por mais 2 anos de armazenamento de gás
O Conselho da União Europeia deu hoje a luz verde final ao prolongamento por mais dois anos, até fim de 2027, da meta obrigatória de 90% de armazenamento de gás na União Europeia (UE).
Objetivo da medida é de os Estados-Membros manterem reservas de gás suficientes antes da época de inverno, atenuando a vulnerabilidade da UE às flutuações de preços devidas às tensões geopolíticas, em especial devido à guerra da Rússia contra a Ucrânia.
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União Europeia aprova “um dos maiores” pacotes de sanções contra a Rússia
A União Europeia (UE) aprovou hoje o 18.º pacote de sanções contra a Rússia por causa da invasão à Ucrânia, “um dos maiores”, que limita o acesso de bancos russos a financiamento e pretende “banir” os gasodutos.
“A UE acabou de aprovar um dos maiores pacotes de sanções contra a Rússia até hoje”, escreveu a alta-representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, nas redes sociais.
Kaja Kallas sustentou que as sanções “cortam ainda mais o orçamento de guerra do Kremlin e perseguem os mais 105 navios da ‘frota fantasma’, dos facilitadores, e limitam o acesso dos bancos russos a financiamento”.
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Rússia garante ter destruído onze drones Shahed na região de Moscovo
Os sistemas de defesa aérea russos abateram 11 drones durante a noite em cinco distritos da região de Moscovo, escreve a agência TASS, citando o governador Andrey Vorobyov.
“Ontem à noite, a Região de Moscovo foi atacada por drones inimigos. As defesas aéreas intercetaram 11 UAVs nos distritos de Domodedovo, Krasnogorsk, Solnechnogorsk, Sergiyev Posad e Mozhaysk. A maioria foi destruída antes de chegar às áreas povoadas, e não se registou nenhuma consequência relevante. Mais importante ainda, ninguém ficou ferido”, escreveu Vorobyov. Ainda assim, há registo de danos nalgumas casas.
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Ucrânia abateu 11 dos 35 drones lançados pela Rússia na última noite
As forças ucranianas conseguiram abater 11 dos 35 drones lançados pela Rússia na última noite, escreve a agência Ukrinform, citando a Força Aérea ucraniana.
Outros seis drones foram desviados por meios de guerra eletrónica. Ainda assim, 18 drones acabaram por atingir alvos em terra, nomeadamente nas regiões de Zaporíjia, Donetsk e Kharkiv.