Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui. Continue a acompanhar toda a atualidade sobre a guerra no Médio Oriente através deste link.

    Israel diz ter intercetado um rocket disparado do sul de Gaza

  • Embaixador israelita em Portugal defende que situação em Gaza "não é tão má como se vê na televisão portuguesa"

    Em entrevista à TSF, Oren Rosenblat afirma também que o Líbano deve pagar reparações de guerra a Israel e que o ataque do Hamas colocou em causa a solução de dois estados com a Palestina.

    Embaixador israelita em Portugal defende que situação em Gaza “não é tão má como se vê na televisão portuguesa”

  • Ataque aéreo de Israel na cidade de Gaza causa quatro mortos

    O ataque ocorreu em Shujayea, bairro na zona sul da cidade de Gaza, noticia a al-Jazeera.

    O ataque, adianta o mesmo meio, terá tido como alvo uma residência, sendo que além dos quatro mortos, várias outras pessoas ficaram feridas.

    Os corpos dos palestinianos mortos foram levados para o Hospital Árabe al-Ahli, situado nas proximidades.

  • Países ocidentais alertam novo regime sírio para a nomeação de jihadistas estrangeiros no exército

    O novo regime sírio nomeou jihadistas estrangeiros para altos cargos militares, o que não só constitui um problema de segurança, como prejudica a sua imagem perante o Ocidente. O aviso partiu de enviados dos EUA, da França e da Alemanha, noticia a Reuters.

    Esta advertência, escreve a agência noticiosa, foi feita durante uma reunião entre o enviado dos Estados Unidos Daniel Rubinstein e o governante de facto da Síria, Ahmed al-Sharaa, na quarta-feira, no palácio presidencial com vista para Damasco.

    De acordo com a Reuters, estas nomeações — cerca de 50 — ocorreram no final do ano passado e incluíram pelo menos seis combatentes estrangeiros, entre os quais uigures chineses e da Ásia Central, um cidadão turco, um egípcio e um jordano.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros italiano assegura que novo líder sírio quer “deter imigração ilegal”

    O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, anunciou que o novo líder sírio, Ahmad al-Charaah, se comprometeu a “deter a imigração ilegal”, na reunião que hoje mantiveram em Damasco.

    “Charaah diz que está pronto para deter a imigração ilegal e combater os traficantes de droga. Estes são dois compromissos fundamentais para Itália”, afirmou Tajani numa conferência de imprensa em Beirute, onde chegou após concluir a sua visita a Damasco.

    “Não quero que o Mediterrâneo continue a ser um cemitério de imigrantes; queremos que o Mediterrâneo seja um mar de crescimento e de comércio”, vincou.

  • Berna exige explicações ao Irão após cidadão suíço morrer numa prisão do país

    O homem terá tirado a própria vida, avança a Reuters. A informação foi adiantada pelo presidente do Supremo Tribunal da província iraniana de Semnan, citado pela agência noticiosa judicial iraniana Mizan.

    A detenção do cidadão em causa tinha sido informada ao Ministério dos Negócios Estrangeiros da Suíça a 10 de dezembro. O homem de 64 anos, que se encontrava no Irão como turista e que não vivia na Suíça há mais de 20 anos, foi preso sob acusações de espionagem.

    “A Suíça exige que as autoridades iranianas forneçam informações detalhadas sobre as razões da sua prisão e uma investigação completa sobre as circunstâncias da sua morte”, declarou o ministério em comunicado e após a embaixada suíça em Teerão ter tentado obter mais informações sobre o caso e tentado falar com o homem, sem sucesso. O pedido foi negado devido à investigação iraniana em curso.

  • Trump manda enviado para as negociações de paz no Qatar. Israel diz que estão a decorrer de forma "intensa"

    De acordo com a Reuters, Steve Witkoff, o enviado de Donald Trump para o Médio Oriente, encontrou-se hoje com o primeiro-ministro do Qatar para discutir o cessar-fogo em Gaza e as negociações sobre os reféns.

    Estas, continuam “intensamente”, segundo uma fonte diplomática de Israel, em declarações ao Haaretz. A mesma fonte, adianta o jornal israelita, disse ainda que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu efetuou uma avaliação da situação com os chefes das forças de segurança.

  • Sobe para cinco número de mortos no Líbano em ataque israelita

    O ministério da Saúde do Iémen fez um novo balanço quanto ao ataque na zona de Tayr Dibba, perto da cidade costeira de Tiro. De duas passam a ser registadas cinco vítimas mortais.

    Apesar de acontecer em pleno cessar-fogo, o ataque foi levado a cabo por Israel, segundo o exército israelita, sobre um conjunto de operacionais do Hezbollah a carregar um veículo com armas.

  • França chama embaixador iraniano devido à detenção de cidadãos franceses, "feitos reféns" por Teerão

    De acordo com a Reuters, o embaixador iraniano foi chamado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros francês devido à detenção de três cidadãos franceses no Irão.

    Em comunicado, o ministério francês afirma que estes cidadãos são “reféns do Estado da República Islâmica do Irão”. “A sua situação é insuportável, com condições de detenção indignas que, para alguns, constituem tortura à luz do direito internacional”, declarou.

    Várias ONGs de defesa dos direitos humanos afirmam que os três cidadãos franceses — Cécile Kohler, Jacques Paris e Louis Arnaud — foram arbitrariamente detidos e sem culpa oficialmente formada, sendo que Kohler e Paris já se encontram reclusos no Irão há mais de dois anos.

    As autoridades francesas têm vindo a endurecer o discurso em relação ao Irão no que toca a questões como o programa nuclear de Teerão ou a detenção de cidadãos europeus, avisando que as condições para avançar nas conversações com o país sobre questões bilaterais ou multilaterais dependerão da libertação dos cidadãos detidos.França tem repetido aos seus cidadãos para não viajarem para o Irão.

  • "Israel esperava Trump para assinar cessar-fogo"

    Bruno Cardoso Reis afirma que o governo de Netanyahu quer dar uma “prenda política” a Trump e ganhar mais apoio dos EUA. O historiador considera que Putin quer tentar cortar ajuda americana à Ucrânia.

    Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    “Israel esperava Trump para assinar cessar-fogo”

  • Bombardeamentos israelitas matam duas pessoas no Líbano

    O balanço foi fornecido pelo ministério da saúde iemenita, noticia a AFP, citada pelo Times of Israel. O ataque terá ocorrido na zona de Tayr Dibba, perto da cidade costeira de Tiro, a pouco mais de quinze dias do prazo de 60 dias para a aplicação dos termos do cessar-fogo que pôs fim à guerra entre Israel e o grupo terrorista libanês Hezbollah.

    Numa nota, citada pelo mesmo meio de comunicação, as IDF, não se referindo especificamente a este caso, adiantam ter efetuado um ataque com um drone no sul do Líbano após terem identificado operacionais do Hezbollah a carregar um veículo com armas.

    O ataque teve como alvo “as armas que se encontravam nos veículos, para eliminar a ameaça”, afirma o exército israelita, que afirma-se “empenhado nos acordos de cessar-fogo entre Israel e o Líbano”, mas que “eliminará qualquer ameaça a Israel e aos seus cidadãos”.

  • Diretor da CIA diz acreditar que negociações de reféns fiquem concluídas “nas próximas semanas”

    William J. Burns, que se encontra de saída do cargo de diretor da CIA — o serviço civil de inteligência estrangeira dos EUA — deixou esta previsão numa entrevista à rádio NPR.

    “Penso que as negociações que estão a decorrer neste momento são bastante sérias e oferecem a possibilidade, pelo menos, de concluir o processo nas próximas semanas”, afirmou, adiantando que “as diferenças” entre Israel e o Hamas “diminuíram”

    Burns também alongou-se sobre a a perspetiva de o Irão construir armas nucleares, frisando não haver indicações até à data de que Teerão tenha decidido reverter a suspensão do seu programa de armamento. “Esse sentimento de fraqueza [sentido pelo Irão] também poderia teoricamente criar uma possibilidade de negociações sérias”, afirmou.

  • Exército de Israel conclui que com "forte probabilidade" matou acidentalmente dois israelitas no 7 de outubro

    Uma investigação do exército israelita concluiu que as mortes de duas das vítimas do ataque do Hamas, a 7 de outubro de 2023, podem ter sido acidentalmente provocadas por soldados de Israel.

    A investigação, conta o jornal Haaretz, tem a ver com as mortes da Dikla Arava, de 51 anos, e do seu filho, Tomer Arava Eliaz, de 17 anos. De acordo com os relatos de pessoas (militares e civis) presentes no local onde os dois morreram, elementos do Hamas terão entrado na casa da família e aberto fogo, matando o companheiro de Dikla, Noam Elyakim. Os atacantes fizeram depois um livestream recorrendo ao telemóvel de Dikla.

    O filho terá acabado por fugir, mas uma hora e meia depois terá sido confundido por militares israelitas com um elemento do Hamas. Os soldados terão disparado contra o jovem, “provavelmente” causando a sua morte. Já Dikla chegou a ser raptada mas morreu quando o carro em que seguiu foi atingido tiros, sendo “fortemente possível” que estes também tenham sido disparados pelo exército israelita.

  • Ataques de Israel, EUA e Reino Unido atingem central elétrica no Iémen, diz agência noticiosa

    Continuam os relatos de ataques a atingir o Iémen. A agência noticiosa do país, a Yemen News Agency, citada pela imprensa israelita, dá conta de que Israel, Estados Unidos e Reino Unido atingiram vários alvos, incluindo uma grande central elétrica perto da capital.

  • Hamas critica operações da Autoridade Palestiniana em Jenin

    O Hamas alertou esta sexta-feira para as “graves consequências” para o “cenário nacional palestiniano” das operações das forças da Autoridade Palestiniana contra milicianos no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia, cenário de combates há mais de duas semanas.

    “A continuação da campanha de segurança da Autoridade Palestiniana no campo de Jenin está a derramar sangue palestiniano, com 19 mártires devido a execuções e assassínios”, indicou o movimento de resistência islâmico, criticando o “desrespeito total” da Autoridade Palestiniana pelos “apelos populares” para acabar com a “perseguição contra o povo”.

    O grupo islamita palestiniano, que controla o enclave da Faixa de Gaza desde 2007, sublinhou que estas “práticas repressivas” beneficiam Israel e pediu a “todos os componentes da sociedade palestiniana na Cisjordânia” que “intervenham imediatamente para parar o derramamento de sangue por parte do aparelho da Autoridade Palestiniana”.

  • Diretor do hospital Kamal Adwan ficará detido em Israel até 13 de fevereiro

    A detenção sem acusação de Hussam Abu Safia, diretor do Hospital Kamal Adwan, foi prorrogada até, pelo menos, 13 de fevereiro pelo Tribunal de Ashkelon. A informação é avançada pela organização de defesa dos direitos humanos Al Mezan Center for Human Rights, com sede em Gaza.

    “Esta é a segunda prorrogação desde a sua detenção”, declarou a organização, citada pela Aljazeera. Abu Safia foi também fica impedido de ter acesso a um advogado até 22 de janeiro, enquanto está detido em Israel.

  • Estados Unidos atacam infraestruturas dos rebeldes houthis no norte do Iémen

    Os Estados Unidos lançaram esta manhã uma série de ataques contra o Iémen, nas regiões de Saada e Amran, no norte. A informação foi avançada pela agência saudita Al Arabiya e citada pela imprensa israelita.

    Segundo as mesmas informações, foram atacadas infraestruturas subterrâneas dos rebeldes houthis.

  • Irão diz que reforço da estabilidade do Líbano, com eleição de novo Presidente, ajudará a derrotar Israel

    O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, deu os parabéns ao novo homólogo libanês, Joseph Aoun, pela sua eleição, deixando um ataque a Israel.

    “Não há dúvida de que o reforço da estabilidade e unidade vai derrotar a ganância do inimigo sionista em território libanês”, disse o Presidente iraniano, citado pela agência IRNA (citada pela Al-Jazeera).

  • Governo israelita exige ao exército plano de "derrota completa" do Hamas caso reféns não sejam libertados até posse de Trump

    O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, deu ordens ao exército para que lhe apresente um plano para uma “vitória decisiva” sobre o Hamas, caso o grupo não liberte os reféns que continua a ter cativos até à posse de Donald Trump, marcada para 20 de janeiro.

    “Se um acordo para libertar os reféns não se materializar até à posse do Presidente Trump, terá de haver uma derrota completa do Hamas em Gaza”, diz Katz.

    Segundo um comunicado do ministério, citado pela imprensa israelita, Israel “não deve entrar numa guerra de desgaste em Gaza”, pelo que o ministro, Israel Katz, deu instruções ao exército para que “identifique os problemas que podem complicar” o objetivo de erradicar o Hamas, “como a ajuda humanitária e outros assuntos”, para permitir que o governo “tome as decisões necessárias”.

    “O ministro da Defesa enfatiza que uma solução política para Gaza não é relevante, porque nenhuma nação árabe ou outra autoridade vai responsabilizar-se por gerir a vida civil na Faixa de Gaza enquanto o Hamas não for completamente destruído”, acrescenta o texto.

  • Petroleiro grego atacado por huthis em agosto de 2024 foi recuperado

    O petroleiro “Sounion”, com pavilhão grego, atacado pelas forças huthi do Iémen no Mar Vermelho em 2024 foi recuperado com sucesso, evitando-se o derrame de crude, disse esta sexta-feira uma empresa de segurança.

    No ano passado, o “Sounion” com um milhão de barris de petróleo bruto foi inicialmente atingido e mais tarde armadilhado com explosivos pelos rebeldes huthi tendo-se registado um incêndio a bordo do navio.

    A equipa de salvamento demorou vários meses a rebocar o navio, a apagar o incêndio e a descarregar o crude em segurança.

    As forças huthi atacaram o petroleiro no dia 21 de agosto com o uso de armas ligeiras e um ‘drone’.

    Um contratorpedeiro da Marinha de Guerra francesa que operava no âmbito da Operação Aspides resgatou a tripulação constituída por 25 marinheiros de origem filipina e russa além de quatro membros da equipa de uma empresa de segurança privada.

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