Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Este liveblog será encerrado. Pode continuar a acompanhar a atualidade da política nacional neste segundo dia de campanha eleitoral nesta ligação.

  • Iniciativa Liberal insta Governo a declarar estado de calamidade em Leiria

    A Iniciativa Liberal instou o Governo a declarar estado de calamidade no distrito de Leiria e a agir de “forma célere e responsável”, afirmando que não compreende “a hesitação” de Luís Montenegro.

    “A legislação em vigor é clara ao definir que o estado de calamidade se aplica a situações de catástrofe, acidente grave ou série de acidentes graves suscetíveis de provocar elevados prejuízos materiais e, eventualmente, vítimas, afetando intensamente as condições de vida das populações e o tecido socioeconómico de uma determinada área do território”, pode ler-se no comunicado na rede social X.

    “É imperativo garantir rapidamente os instrumentos excecionais previstos na lei, permitindo uma resposta eficaz, a mobilização de meios adequados, a agilização de procedimentos e o apoio necessário à reposição da normalidade”, acrescentam.

  • Rui Rio anuncia voto em António José Seguro

    O ex-líder do PSD e mandatário nacional de Henrique Gouveia e Melo na primeira volta das presidenciais, Rui Rio, anunciou hoje que vai votar em António José Seguro nas eleições de 8 de fevereiro.

    “Eu vou votar em António José Seguro”, anunciou o ex-presidente do PSD, em entrevista à CNN, depois de afirmar que este é o “momento certo” para revelar a sua decisão.

    Rio justificou o voto, afirmando não querer “um Presidente populista, um Presidente que não tem problemas nenhuns em mentir e em utilizar argumentos falaciosos para conseguir subir, utilizar demagogia, um Presidente do Tik-Tok”.

  • Seguro à frente na Tracking Poll com 61,9% contra 26,2% de Ventura. A maior parte dos inquiridos dizem que voto é definitivo

    A Tracking Poll da Pitagórica para a TVI, CNN, JN e TSF dá uma vantagem a António José Seguro, com 61,9% das intenções de voto, contra os 26,2% de André Ventura. É o segundo dia da sondagem diária desta vez para a segunda volta das eleições presidenciais. Segundo os resultados, 4,9% dos inquiridos tencionam votar em branco ou nulo e há 7% de indecisos.

    A sondagem procurou olhar para os motivos que levam os eleitores a optar por um ou outro candidato. Por um lado, quase 38% dos inquiridos que disseram ter intenção de votar em António José Seguro (ou seja, cerca de um em cada três) explicaram que o vão fazer para impedir o líder do Chega de vencer a segunda volta. Por outro lado, 25% dos inquiridos que disseram que vão votar em André Ventura (um em cada quatro) indicaram que o vão fazer para impedir Seguro de ganhar.

    Outro dado da sondagem é que mais de 90% dos eleitores de cada um dos candidatos declarou que a sua intenção de voto é definitiva. Apenas 3% dos inquiridos que agora dizem que votariam em Seguro admitem alterar o sentido de voto, contra os 96,4% garantem que não vão mudar de ideias e que mantém um voto em Seguro até ao final. No caso de André Ventura, apenas 6,6% dos inquiridos admite mudar o sentido de voto.

    [Esta é a história de como dezenas de portuguesas se juntaram a mulheres de vários outros países e se tornaram seguidoras de uma seita controlada por um guru manipulador. Recrutadas numa escola de yoga em Lisboa, muitas acabaram em casas de massagens eróticas ou a serem filmadas em cenas de sexo e orgias. “Os segredos da seita do yoga” é o novo Podcast Plus, do Observador. Uma série em seis episódios, narrada pela atriz Daniela Ruah, com banda sonora original de Benjamim. Ouça o primeiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]

  • Afinal, Ventura ganhou ou perdeu?

    Era a última oportunidade no modelo de frente-a-frente. E André Ventura tinha mais a perder por estar atrás nas sondagens. Mas atingiu o objetivo de se manifestar o líder da direita? Ouça aqui o novo episódio de Caça ao Voto da Rádio Observador.

    Afinal, Ventura ganhou ou perdeu?

  • Comissão de inquérito ao INEM suspensa uma semana devido às presidenciais

    A comissão parlamentar de inquérito (CPI) ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) decidiu hoje suspender os trabalhos durante a próxima semana, devido à segunda volta das eleições presidenciais.

    A suspensão dos trabalhos da CPI, entre 2 e 6 de fevereiro, foi aprovada por unanimidade.

    Os deputados também aprovaram hoje por unanimidade o adiamento da entrega à comissão das perguntas que serão enviadas por escrito a cerca de 40 entidades e personalidades, ficando agendada para a próxima segunda-feira, até às 12h00.

  • Ventura acredita que Sá Carneiro escolheria candidato que quer "romper e dar o salto" e pede que mudança da Constituição deixe de ser "tabu"

    André Ventura fala agora sobre o passado, das eleições de 1986 a Sá Carneiro, para concluir:

    “Se hoje Sá Carneiro voltasse e olhasse para o que está a acontecer, tenho 90% de certeza, para não dizer 100%, que diria que entre o candidato que quer deixar tudo igual e um candidato que quer romper e dar um salto, escolheria este candidato. Não estou a dizer que sou herdeiro de Sá Carneiro, mas é esse espírito reformista, de romper e de abanar que quero trazer para a política portuguesa”, enaltece.

    O candidato a Belém sugere que as pessoas podem perguntar “quem é que nos garante que vai fazer diferente” porque “o partido também tem casos e tal”, mas pede uma “oportunidade”: “António José Seguro já teve oportunidade e deixou o partido num absoluto caos e como é que pode querer agregar o país? [Sobre] mim, não sabemos. Peço a oportunidade para fazer a mudança, depois, não se gostou do caminho, volta-se atrás.”

    Ventura recorda o momento do debate em que se falou sobre imigração e o poder que o Presidente da República tem, em que o presidente do Chega disse que Seguro poderia vetar ou promulgar, e atira: “Como dizem os ingleses what the f***” — numa referência ao facto de o adversário não estar consciente dos poderes que tem.

    “Dizer que queremos mudar a Constituição tem de deixar de ser um tabu”, resume.

  • Ventura acusa Seguro de "achar que já ganhou" e entende que "não vai descansar até o PS estar de volta do governo"

    No “II Encontro Candidatos a Presidente da República”, da Universidade Lusíada, André Ventura fala numa “missão democrática que é pôr os candidatos a debate” e diz que “não o espanta que adversário não esteja aqui hoje” — Seguro recusou o convite.

    “É uma segunda volta particular, porque estão dois projetos de país e de vida em discussão, mas há um dos candidatos que acha que já ganhou e acha que pode espezinhar, humilhar e fazer o caminho até à Presidência da República dizendo as generalidades porque supõe que pessoas não estão a votar por ele, mas contra mim”, explica.

    “Podia estar no boletim André Ventura e anti-André Ventura”, conclui, para dizer que “perante um adversário que não quer debater, ser escrutinado e não diz o que pensa e não pensa o que diz” é preciso mostrar que com “determinação, humildade e [sem] medo de debater” é possível mostrar que há uma “alternativa”.

    André Ventura foca-se na questão da emigração jovem e no facto de não é possível ter um país com “tragédias na saúde”. “Ficamos onde estamos ou damos um salto? Se calhar vale a pena romper.”

    O candidato presidencial admite que “o país não esteja preparado para a rutura e a mudança”, mas diz que é preciso “dar o salto” e que isso causa dúvidas. “Entre votar no desconhecido que quer fazer alguma mudança ou no conhecido que quer manter tudo como está, Portugal tem de se olhar ao espelho e perguntar se gostamos do país que estamos a ter”, alerta, realçando que “democracias ficam em causa quando países imobilizam” e “quando se começa a silnciar as instituições”.

    “Não me arrependo dos três Salazares porque o país precisa de ordem e toda a gente percebeu o que queria dizer”, vinca Ventura, assegurando que quer a “liberdade”.

    Dá exemplos da Venezuela, Cuba ou Colômbia e salienta: “Os outros fogem do socialismo e nós vamos buscar o socialismo outra vez.” E sobre Seguro nota que os “piores socialistas” são os que não aparentam ser socialistas: “Esta coisa morna que ninguém sabe o que defende, mas depois vão fazer o que o livro de instruções manda. António José Seguro não vai descansar até o PS estar de volta do governo.”

  • Ventura entende que "debate cumpriu a função de mostrar duas visões diferentes" e critica Seguro por "inutilidade total"

    Em relação ao debate com Seguro, Ventura diz que ficaram claras “duas visões do país diferentes”. “Debate cumpriu a função de mostrar duas visões diferentes”, realça, realçando notas positivas nas redes sociais e em alguns jornais.

    Até no ponto do enriquecimento ilícito, realça que Seguro diz que “até isso está em vigor”. “É uma espécie de inutilidade total”, critica, apontando a um “profundo desconhecimento do país e da lei”.

    “Debate teve esse mérito, mesmo para aqueles que não gosta de mim e do Chega ontem perceberam que o meu adversário não tem ideias sobre nada e não vai ser firme em nada”

    Acredita que eleitorado que votou noutros candidatos “ficou a perceber que António José Seguro não vai “fazer reformas”. “Votar em António José Seguro é manter o sistema na sua inutilidade política total e isso ficou claro perante o país.”

    Ventura reitera também que é preciso “despolitizar as instituições públicas”. Na questão da Justiça entende que é preciso “reflexão” de nomeação do Procurador-geral da República, dizendo que ideia é próxima ao que existe em Itália. “A justiça tem de responder à justiça, tem de ser independente, não tem de responder ao Governo”, afirma, dizendo que há casos de primeiros-ministros investigados por quem os nomeou.

    António José Seguro “atacou a justiça, mas nunca criticou 75 mil euros em caixas no gabinete do primeiro-ministro”. “Temos de acabar com políticos que querem condicionar a justiça.”

  • Ventura espera, "sem atrapalhar", poder visitar zonas atingidas pelo mau tempo nos próximos dias

    À entrada de um convívio com jovens na Universidade Lusíada, André Ventura começa por “lamentar” a situação que ocorreu esta madrugada e as vítimas mortas. “Há várias pessoas que perderam muito património e espero poder, sem atrapalhar, visitar [as zonas] nos próximos dias e gostava de deixar abraço de solidariedade”, diz.

  • Seguro diz que debate deu para "perceber diferenças" entre os dois candidatos: "Portugueses não são extremistas"

    António José Seguro almoçou hoje, no Beato (Lisboa), com personalidades da cultura que assinaram o Manifesto “Cultura Segura”, de apoio à sua candidatura. No final falou aos jornalistas sobre o debate de ontem onde acredita que “o país percebeu as diferenças” entre ele e André Ventura.

    “Os portugueses não são extremistas. Os portugueses não são divisionistas”, disse ao mesmo tempo que apontava à necessidade de “uma política centrada nas soluções”, entre elas “a política cultural. Não como uma política sectorial, mas como um centro de transformação social da sociedade portuguesa”, disse.

    Na sala estavam cerca de 50 pessoas, entre as quais Manuel Alegre, com a filha, a cantora Joana alegre, o cantor Agir, a cantora Milhanas, Luís Represas, João Gil, Manuel Faria, Inês Pedrosa ou Rui Vieira Nery, por exemplo.

    “Acultura é precisamente um dos melhores antídotos contra o extremismo. E reforça as condições para que os seres humanos consigam lidar com essas tentativas de manipulação que vêm para nos dividir e para lançar ódio na sociedade”, declarou ainda com o confronto da noite anterior na mira.

    O socialista apontou para uma atualidade de “muitas incertezas” e “divisões” no mundo: “Não precisamos de mais divisões no nosso país. O que nós precisamos no nosso país é de estabilidade”.

    No debate, Seguro considera ter ficado “claro” que “há um candidato a Presidente da República [ele mesmo] e há um líder partidário”. E que se chegar a Belém considera que deve “manter intactas as relações institucionais com os atores políticos”.

  • Seguro pondera ir visitar locais atingidos pelo mau tempo na campanha

    António José Seguro pondera visitar locais atingidos pelo mau tempo durante a campanha eleitoral. Questionado sobre essa hipótese, o candidato admitiu: “Estou a ponderar.”

    Em declarações aos jornalistas, à margem do almoço em Lisboa com personalidades da cultura que apoiam a sua candidatura, Seguro enviou condolências às famílias das vítimas do temporal desta noite e disse que tem estado em contacto com autarcas dos municípios afectados: “Tenho seguido com atenção o que está a acontecer no país e já falei com alguns presidentes de Câmara das regiões mais afetadas. Infelizmente já há cinco vítimas mortais a lamentar”, registou.

    Seguro diz que vai “continuar a acompanhar a situação”, considerando que “deve ser responsabilidade do Presidente da República acompanhar ao minuto, ao segundo, esta situação e pôr-se à disposição para poder ajudar a contribuir para que, de facto, exista uma rápida regularização.”

    O candidato considera que “o país tem um sistema de proteção civil articulado que responde a estas situações”, que “está a funcionar”, e que é preciso deixar as pessoas “a fazer o seu trabalho”.

  • Governo quer dois concursos públicos para distribuição de jornais

    O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou hoje querer fazer dois concursos públicos para a distribuição de jornais, “para apoiar a distribuição com partilha de custos com as empresas que têm o seu produto distribuído”.

    O governante, que falava numa audição na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, afirmou querer “apoiar pontos de venda nos territórios de baixa densidade em parceria com os municípios desses territórios de baixa densidade e com alguma partilha de responsabilidades também”, por meio de um concurso a norte e outro a sul.

    “Com uma proposta que já fiz às empresas de distribuição e à Associação Nacional de Municípios, que é o modelo dual”, acrescentou.

  • Debate entre Seguro e Ventura foi o mais visto de todos os confrontos

    Mais de 3,9 milhões de pessoas assistiram ao debate entre os candidatos presidenciais António José Seguro e André Ventura, e foi o mais visto de todos os debates, de acordo com a análise da Universal McCann.

    O único debate da segunda volta entre os candidatos à presidência da República teve lugar na terça-feira no MUDE, Museu do Design, em Lisboa, e contou com a presença dos dois candidatos que passaram à segunda volta, António José Seguro e André Ventura.

    “Este foi um debate inédito, realizado 40 anos após a última e única eleição presidencial até então disputada na segunda volta, entre Mário Soares e Freitas do Amaral”, refere a Universal McCann (UM).

    Os canais generalistas (RTP1, SIC e TVI) e os canais de informação (SIC Notícias, CNN Portugal e RTP3) transmitiram em simultâneo o debate.

  • Presidente da República assinala primeira mulher oficial general da GNR

    O Presidente da República assinalou hoje a promoção da primeira mulher à subcategoria de oficial general da Guarda Nacional Republicana (GNR), a coronel de administração militar Carla Tomé Domingos, que atingiu o posto de brigadeiro-general.

    “Um marco histórico para esta instituição centenária, volvidos que são, aproximadamente, 33 anos do seu ingresso no Curso de Oficiais da GNR”, escreve Marcelo Rebelo de Sousa, numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet.

    O chefe de Estado e comandante supremo das Forças Armadas refere que “assinou os decretos de promoção de e a oficiais generais” da GNR, “dando cumprimento ao previsto” no respetivo estatuto.

    Entre esses decretos inclui-se o da “primeira mulher da GNR a atingir o posto de brigadeiro-general, a coronel de administração militar Carla Tomé Domingos”, assinala o Presidente da República.

    Dentro de categoria de oficiais da GNR, que corresponde ao topo da carreira, a subcategoria de oficiais generais é a mais elevada e compreende os postos de brigadeiro-general, major-general e tenente-general.

  • Leitão Amaro: "Somos mesmo contra o aumento da CAV da RTP"

    O ministro da Presidência afirmou hoje que é contra o aumento da Contribuição para o Audiovisual (CAV) que financia a RTP, salientando que os portugueses já pagam impostos a mais.

    António Leitão Amaro falava na audição regimental na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto.

    “Somos mesmo contra o aumento da CAV e da contribuição dos portugueses para o grupo RTP”, sublinhou o governante, quando questionado sobre o tema.

    O ministro disse que a RTP tem que viver com os condicionamentos que tem e que “os portugueses pagam impostos a mais”.

  • Petição para ilegalização do Chega admitida parcialmente a debate no parlamento

    A Comissão de Assuntos Constitucionais admitiu hoje parcialmente a debate uma petição do “Movimento contra narrativa” que pede a ilegalização do Chega, defendendo que este partido desrespeita valores e princípios essenciais da Constituição da República.

    O relatório sobre a admissibilidade da petição, da autoria da deputada socialista Isabel Moreira, teve os votos contra do Chega, a abstenção do CDS e foi aprovado pelo PSD, PS e Iniciativa Liberal.

    Momentos antes da votação, o deputado social-democrata Paulo Marcelo salientou o que estava em causa na decisão a tomar pela Comissão de Assuntos Constitucionais.

    “O PSD vai votar a favor deste relatório, mas isso não implica que concordemos com os argumentos jurídicos, constitucionais, políticos que são aduzidos pelos peticionários. Trata-se de uma admissão formal da petição, que já tinha sido feita anteriormente, que mereceu uma nota técnica pelos serviços do parlamento”, frisou.

  • ADN declara apoio a André Ventura na segunda volta

    O partido Alternativa Democrática Nacional (ADN) divulgou hoje que aprovou o apoio à candidatura presidencial de André Ventura depois de uma recusa deste de que alteraria a Constituição para reduzir direitos ou acautelar situações como a pandemia.

    “O apoio agora aprovado assenta em linhas vermelhas claras e inegociáveis, que foram expressamente aceites por André Ventura. Nesse sentido, o candidato garantiu por escrito a Bruno Fialho que não aceitará qualquer alteração à Constituição da República Portuguesa que vise reduzir Direitos, Liberdades e Garantias fundamentais, nem quaisquer alterações relacionadas com matérias pandémicas ou de exceção”, divulgou o ADN em comunicado.

    O apoio do partido presidido por Bruno Fialho foi aprovado pelo Conselho Nacional do partido, de acordo com a mesma nota.

    ADN perto de apoiar Ventura após garantias sobre direitos da Constituição

  • Aguiar-Branco pede inquérito a acusações de deputado do Chega sobre corrupção

    O presidente da Assembleia da República pediu à Comissão da Transparência um inquérito após afirmações do deputado do Chega Francisco Gomes que acusou outros deputados, mas sem identificá-los, de solicitar pagamentos a uma associação do setor TVDE.

    Neste despacho, datado de quarta-feira, ao qual agência Lusa teve acesso, José Pedro Aguiar-Branco solicita à Comissão Parlamentar de Transparência e Estatuto dos Deputados que “proceda a inquérito aos factos denunciados, podendo, se assim o entender, emitir as recomendações que considere adequadas à presente situação nos termos do Estatuto dos Deputados”.

    José Pedro Aguiar-Branco salienta logo a seguir que o respetivo relatório final deve ser-lhe remetido “para efeitos de apreciação e ponderação da eventual remessa dos elementos às autoridades judiciárias competentes”.

    Na passada quarta-feira, foi dado conhecimento ao presidente da Assembleia da República um pedido de esclarecimento apresentado pela Associação Nacional Movimento TVDE, dirigido ao presidente da Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, na sequência de declarações proferidas pelo deputado do Chega Francisco Gomes visando outros deputados, que não nomeou.

  • Parlamento Europeu ouve esta quarta-feira Portugal na candidatura à Autoridade Aduaneira da União Europeia

    Os eurodeputados da comissão do Mercado Interno e da Proteção dos Consumidores do Parlamento Europeu ouvem esta quarta-feira os ministros dos Negócios Estrangeiros e das Finanças no âmbito da candidatura portuguesa para acolher a sede da Autoridade Aduaneira Europeia.

    Num evento que decorre na sede da assembleia europeia, em Bruxelas, os ministros dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, vão participar numa sessão de perguntas e respostas com os eurodeputados desta comissão parlamentar.

    A sessão — que no caso de Portugal deverá arrancar pelas 10h45 locais (menos uma hora em Lisboa) — surge após a apresentação oficial em Bruxelas em dezembro passado para uma plateia composta por membros das instituições da União Europeia (UE) e depois de a candidatura ter sido formalizada junto da Comissão Europeia semanas antes.

    Cabe ao executivo comunitário avaliar e emitir um parecer, numa decisão que será tomada pelos colegisladores (países e eurodeputados), talvez em fevereiro.

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