Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Donald Trump deixa aviso ao Hamas: "Estou a enviar a Israel tudo o que precisam para terminar o trabalho"
- Reféns libertados encontram-se com Trump no Salão Oval
- Gabinete de Netanyahu transmitiu aos EUA a posição de Israel sobre conversações com Hamas
- Casa Branca confirma conversações diretas com Hamas
- Hamas confirma conversações diretas com os EUA
- UNRWA permanece em Gaza contra todas as probabilidades
- EUA impõem novas sanções aos Houthi
- Reino Unido, França e Alemanha instam Israel a restabelecer ajuda a Gaza
- EUA e Hamas em conversações secretas sobre reféns em Gaza
- Metade do orçamento do Hamas vem dos camiões com ajuda humanitária, diz ministro israelita
- Agência alimentar das Nações Unidas tem alimentos suficientes para menos de duas semanas
- Novo chefe militar israelita diz que "quer liderar as IDF até à vitória"
- De saída da liderança das IDF, Herzi Halevi pede comissão nacional de inquérito aos ataques de 7 de outubro
- Qatar rejeita acusações de que terá financiado Hamas. Pede que Shin Bet não recorra a "táticas de diversão" para "longevidade política"
- Guerra causou prejuízos de 2,5 mil milhões de dólares no norte de Israel
- Ministro dos Negócios Estrangeiros da Síria participa em reunião do regulador de armas químicas
- Mais de 150 mil estudantes regressam às aulas em Gaza
- Casa Branca rejeita plano da Liga Árabe. "Não aborda a realidade de que Gaza é atualmente inabitável"
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- A Casa Branca confirmou que a administração Trump tem mantido conversações diretas com o Hamas. Estas discussões estão centradas na libertação de reféns norte-americanos detidos em Gaza e na possibilidade de alcançar um acordo mais amplo para pôr fim à guerra. As negociações estão em curso e o governo israelita foi consultado sobre este assunto, mas manteve a sua posição de não divulgar mais detalhes.
- O Hamas também confirmou o envolvimento nestas conversações, que tiveram início há várias semanas. Este é um marco importante na política externa dos EUA, uma vez que é a primeira vez que este se envolve diretamente com o grupo.
- O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou um aumento da produção de armas para sustentar as operações militares em curso, sublinhando a determinação em alcançar a vitória após meses de conflito com o Hamas. Embora a construção militar em Jerusalém Oriental e as operações na Faixa de Gaza sejam temas controversos, o líder israelita mostrou disposição para continuar em frente com a sua estratégia.
- A ajuda humanitária para Gaza continua a ser um tema crítico, com a UNRWA a operar “contra todas as probabilidades”. A organização conseguiu fornecer alimentação, abrigo e assistência médica mesmo face a dificuldades significativas de logística e segurança. Os Estados Unidos, o Reino Unido e outros aliados internacionais apelaram a Israel para permitirem a entrada de assistência humanitária de forma segura e sem problemas, sublinhando a necessidade de um compromisso maior para garantir suprimentos essenciais à população afetada pelo conflito.
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Bom dia,
Este liveblog fica por aqui, mas pode acompanhar as notícias relativas à guerra em Gaza neste link.
Donald Trump confirma que EUA estão a negociar diretamente com o Hamas
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Delegação de reféns libertados apela a Trump que ajude na libertação dos restantes reféns
Depois do encontro com Donald Trump, a delegação de oito reféns israelitas libertados emitiu um comunicado através do Forum de Reféns e Familiares Desaparecidos, citado pelo Times of Israel. Os reféns agradecem o trabalho feito por Trump e o enviado especial ao Médio Oriente, Steve Witkoff, e apelam que “continuem os enormes esforços. Já fizeram tanto. Confiamos e sabemos que vão terminar o trabalho e trazer todos os 59 reféns ainda em Gaza de volta para as suas famílias em Israel”.
De acordo com um dos reféns libertados que participou da visita, Eli Sharabi, o grupo encontrou com Trump para “garantir que os 59 reféns serão libertados no âmbito de um acordo para o seu regresso o mais cedo possível” e também para “agradecer a Trump e Witkoff por estarem comprometidos com este objetivo”.
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Membros europeus do Conselho de Segurança da ONU pedem que Israel permita a entrada de ajuda humanitária em Gaza
Os membros dos cinco países europeus do Conselho de Segurança da ONU pediram na tarde desta quarta-feira que Israel permita a entrada de ajuda humanitária na faixa de Gaza e apelam para que as partes “encontrem um caminho para as próximas fases do acordo de cessar-fogo e libertação de reféns”.
O embaixador francês Jay Dharmadhikari, falando também em nome dos representantes da Dinamarca, da Grécia, da Eslovénia e do Reino Unido, destaca os esforços do Egito, do Qatar e dos Estados Unidos, no sentido de facilitar as negociações para o acordo de cessar-fogo e de libertação de reféns, condenando “o tratamento cruel do Hamas aos reféns”.
O comunicado ainda reforça que “o plano não pode dar um papel de poder ao Hamas, deve garantir a segurança de Israel e não deve prever a retirada de palestinianos de Gaza”, além de “apoiar a união de West Bank e Gaza sob o mandato de uma autoridade palestiniana”. O embaixador francês finaliza a dizer que o grupo apoia a “solução de dois estados democráticos, Israel e Palestina, a viver lado a lado em paz e com fronteiras reconhecidas e seguras”.
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Casa Branca emite comunicado sobre encontro de Trump com reféns israelitas
A Casa Branca emitiu um comunicado sobre o encontro de Donald Trump e a delegação de reféns israelitas libertados pelo Hamas. “Hoje o presidente Trump dedicou um tempo a receber oito reféns libertados de Gaza. O presidente ouviu com atenção as suas histórias tristes. Os reféns agradeceram o presidente Trump pelos seus esforços em trazer todos os reféns para casa”, diz a secretária de imprensa Karoline Leavitt.
Os reféns que participaram no encontro foram Iair Horn, Omer Shem Tov, Eli Sharabi, Keith Siegel, Aviva Siegel, Naama Levy, Doron Steinbrecher e Noa Argamani, libertados na primeira fase do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas.
"I am sending Israel everything it needs to finish the job, not a single Hamas member will be safe if you don’t do as I say… RELEASE THE HOSTAGES NOW, OR THERE WILL BE HELL TO PAY LATER!" –President Donald J. Trump pic.twitter.com/l5k5GU8nEy
— President Donald J. Trump (@POTUS) March 5, 2025
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Donald Trump deixa aviso ao Hamas: "Estou a enviar a Israel tudo o que precisam para terminar o trabalho"
Depois do encontro com sete dos reféns libertados na primeira fase do cessar-fogo em Gaza, Donald Trump enviou um aviso ao grupo palestiniano através do perfil na Truth Social. “‘Shalom Hamas’ significa olá e adeus — podem escolher. Libertem todos os reféns agora, não depois, e devolvam imediatamente os corpos das pessoas que assassinaram, ou então acabou para vocês”, escreveu Trump que continua: “Estou a enviar a Israel tudo o que precisam para terminar o trabalho, nenhum membro do Hamas estará a salvo se não fizerem o que eu digo”.
Então o presidente destacou o encontro com a delegação de reféns israelitas e deixou o “último aviso”: “Para os líderes, agora é a hora de deixar Gaza, enquanto ainda têm a chance”, escreveu Trump. “Para o povo de Gaza: um futuro bonito espera-vos, mas não se mantiverem reféns. Se o fizerem, estão mortos! Tomem uma decisão inteligente. Libertem os reféns agora ou vai haver o inferno para pagar depois!”
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Reféns libertados encontram-se com Trump no Salão Oval
Uma delegação com oito reféns israelitas libertados pelo Hamas encontrou-se na noite desta quarta-feira com o presidente norte-americano Donald Trump.
Doron Steinbrecher, Noa Argamani, Eli Sharabi, Naama Levy, Iair Horn, Omer Shem Tov, e Keith e Aviva Siegel estiveram no Salão Oval, onde cumprimentaram o presidente norte-americano, agradeceram o comprometimento da administração Trump em libertar reféns e partilharam as experiências como prisioneiros em Gaza.
President Trump met with a group of hostages that were recently released by Hamas as part of the hostage deal pic.twitter.com/5n4Vr3POH8
— Amichai Stein (@AmichaiStein1) March 5, 2025
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Gabinete de Netanyahu transmitiu aos EUA a posição de Israel sobre conversações com Hamas
Depois de a Casa Branca confirmar que a Administração Trump tem mantido conversações diretas com o Hamas, o gabinete de Benjamin Netanyahu deu a conhecer a Washington a sua posição sobre estes contactos, mas não forneceu mais pormenores.
“Nos nossos contactos com os EUA”, diz o gabinete do primeiro-ministro israelita, “Israel expressou a sua posição sobre as conversações diretas com o Hamas”, citou o Times of Israel.
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Casa Branca confirma conversações diretas com Hamas
A Casa Branca confirmou que a Administração Trump tem mantido conversações diretas com o Hamas, avançou o Times of Israel. “O enviado especial que está envolvido nessas negociações tem autoridade para falar com qualquer pessoa”, disse a secretária de imprensa Karoline Leavitt, referindo-se a Adam Boehler. “Israel foi consultado sobre este assunto”, acrescenta.
“O diálogo e as conversações com pessoas de todo o mundo para fazer o que é melhor para o interesse do povo americano é algo em que o Presidente provou acreditar”.
Questionada sobre se nas conversações com o Hamas foi discutida a libertação de reféns norte-americanos ou o plano de Trump para conquistar Gaza, Leavitt recusou comentar, respondendo apenas que as discussões estão “em curso” e que há “vidas norte-americanas em jogo”.
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Hamas confirma conversações diretas com os EUA
O Hamas confirmou que tem mantido conversações diretas com a Administração de Trump sobre a libertação de reféns, adiantando que tiveram início há várias semanas, avançou o Haaretz.
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UNRWA permanece em Gaza contra todas as probabilidades
A Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos (UNRWA) continua a operar na Faixa de Gaza “contra todas as probabilidades”, fornecendo ajuda todos os dias.
“Apesar do bloqueio à entrada de ajuda humanitária em Gaza, as equipas da UNRWA continuam seu trabalho para prestar serviços vitais”, escreveu a agência da ONU numa publicação no X.
“Desde o cessar-fogo, fornecemos alimentos a 2 milhões de pessoas, abrigo a 120.000 deslocados e assistência médica a mais de 364.000 pacientes”, afirmam.
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EUA impõem novas sanções aos Houthi
Os EUA impuseram novas sanções a sete membros dos Houthi que fizeram contrabando de artigos militares e sistemas de armamento e negociaram a compra de armas à Rússia, avançou o Departamento do Tesouro.
Designou também o membro Abdulwali Abdoh Hasan Al-Jabri e a sua empresa por terem recrutado iemenitas para combater na Ucrânia em nome da Rússia e angariado dinheiro para apoiar as operações militares dos Houthi, refere o comunicado citado no Times of Israel.
“O governo dos EUA está empenhado em responsabilizar os Houthis por adquirirem armas e componentes de armas de fornecedores da Rússia, China e Irão para ameaçar a segurança do Mar Vermelho”, afirma a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Tammy Bruce, em comunicado.
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Reino Unido, França e Alemanha instam Israel a restabelecer ajuda a Gaza
Os ministros dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, França e Alemanha instaram Israel a cumprir as suas obrigações internacionais de fornecer ajuda humanitária a Gaza.
“Apelamos ao Governo de Israel para que cumpra as suas obrigações internacionais e assegure a prestação de assistência humanitária à população de Gaza de forma completa, rápida, segura e sem entraves”, lê-se no comunicado conjunto, citado na Al Jazeera.
“A ajuda humanitária nunca deve depender de um cessar-fogo ou ser utilizada como instrumento político”, acrescentam, apelando ainda a todas as partes para que respeitem o cessar-fogo.
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Israel destruiu 181 casas palestinianas em Jerusalém Oriental em 2024
Um grupo de defesa dos direitos humanos afirmou que, em 2024, Israel destruiu 181 casas palestinianas e outras estruturas em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel desde 1967, citou o Haaretz.
O grupo israelita avançou ainda que, mais recentemente, Israel parece ter abandonado uma política de longa data contra a demolição de casas durante o mês do Ramadão. Segundo a organização, um edifício residencial e três apartamentos foram destruídos na semana passada.
As políticas discriminatórias tornam quase impossível aos palestinianos expandir ou reconstruir os seus bairros em Jerusalém Oriental, acabando por serem obrigados a construir sem autorização, afirma o grupo.
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África do Sul acusa Israel de usar fome como arma de guerra em Gaza
A África do Sul acusou hoje Israel de utilizar a fome como arma de guerra em Gaza por estar a bloquear desde domingo a ajuda humanitária ao enclave palestiniano.
“Ao impedir a entrada de alimentos em Gaza, Israel continua a utilizar a fome como arma de guerra”, acusou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da África do Sul em comunicado, que “condena veementemente a recusa de Israel em permitir a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza”, quando os 2,4 milhões de habitantes sob cerco têm “necessidade urgente de alimentos, abrigo e material médico”.
Como consequência do impasse nas negociações sobre o seguimento do acordo de cessar-fogo entre o Hamas e Israel, o Governo de Benjamin Netanyahu impede, desde domingo, a entrada de ajuda humanitária à população palestiniana.
Relativamente à ofensiva israelita na cidade de Jenin, na Cisjordânia ocupada, a África do Sul também condena as “operações militares israelitas em curso”, que “representam uma perigosa escalada”.
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EUA e Hamas em conversações secretas sobre reféns em Gaza
A Administração Trump tem mantido conversações diretas com o Hamas sobre a libertação dos reféns norte-americanos detidos em Gaza, assim como a possibilidade de um acordo mais amplo para pôr fim à guerra, avança o portal de notícias Axios, que cita “duas fontes com conhecimento direto das discussões”. É a primeira vez que os EUA se envolvem diretamente com o grupo.
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Israel já matou mais de 48 mil pessoas, afirma o Ministério da Saúde palestiniano
O Ministério da Saúde palestiniano divulgou o mais recente relatório sobre o número de mortos e feridos no conflito israelo-palestiniano.
Em comunicado, citado pelo jornal Al Jazeera, o Ministério da Saúde refere que, nas últimas 24 horas, foram registadas 35 vítimas mortais.
O número de mortos confirmados em ataques israelitas ascende, assim, a pelo menos 48 mil e mais de 111 mil feridos.
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Ministério dos Negócios Estrangeiros palestiniano apela à comunidade internacional para que imponha sanções a Israel
O Ministério dos Negócios Estrangeiros palestiniano apelou à comunidade internacional para que imponha sanções a Israel, com o objetivo de pôr fim à sua agressão e às suas ambições coloniais.
O Ministério acusa Israel de estar a construir unidades coloniais em Jerusalém, enquanto as forças de ocupação continuam a “privar o povo de Gaza”.
“Enquanto as forças de ocupação continuam a exterminar e a demolir campos e cidades no norte da Cisjordânia e privam o nosso povo na Faixa de Gaza das necessidades humanitárias mais básicas, as operações coloniais começam a construir cerca de mil novas unidades coloniais em Jerusalém Oriental”, afirmou o Ministério em comunicado, citado pelo jornal Al Jazeera.
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Metade do orçamento do Hamas vem dos camiões com ajuda humanitária, diz ministro israelita
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel disse nesta quarta-feira a David Lammy, o seu homólogo britânico, que metade do orçamento do Hamas vem dos camiões com ajuda humanitária que estão a entrar em Gaza após o cessar-fogo.
Gideon Sa’ar publicou na rede social X que, durante a conversa, disse a David Lammy que “durante os 42 dias da primeira fase, 25 mil camiões de ajuda humanitária entraram em Gaza — metade do orçamento do Hamas em Gaza vem destes camiões”. Sublinhou também a ideia de que o Hamas está a “restaurar as capacidades militares e a recrutar jovens terroristas”. Declarou ainda que “isto não pode continuar.”
Sa’ar afirma, também, ter sublinhado ao ministro dos Negócios Estrangeiros britânico que o Hamas rejeitou a proposta do enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, de prolongar o cessar-fogo temporário até ao Ramadão e à Páscoa, na condição de o Hamas libertar mais reféns.
I spoke with UK Foreign Secretary @DavidLammy and stressed that Israel accepted U.S. Special Envoy Steve Witkoff's proposal to extend the temporary ceasefire through Ramadan and Passover, provided that Hamas release hostages. Hamas rejected the offer. During the 42-day phase one,… pic.twitter.com/67Bju408Oe
— Gideon Sa'ar | גדעון סער (@gidonsaar) March 5, 2025
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Agência alimentar das Nações Unidas tem alimentos suficientes para menos de duas semanas
A agência alimentar das Nações Unidas indica que só tem alimentos suficientes para manter as cozinhas e padarias públicas a funcionar por menos de duas semanas.
A informação, que é citada pelo jornal Haaretz, é revelada depois de Israel ter interrompido no domingo a entrada de alimentos, combustível e medicamentos em Gaza.
O Programa Alimentar Mundial explica que tem poucos alimentos armazenados porque tem dado prioridade à distribuição de comida pela população. Além disso, também alerta que o stock de combustível dará para apenas mais algumas semanas.