Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Encerramos aqui este liveblog com a cobertura da atualidade política do nosso país. Os acontecimentos mais recentes deste tema são agora publicados nesta nova ligação.

    Obrigada por estar connosco.

  • Taxas de aprovação do Governo e de Montenegro continuam no negativo

    Segundo os dados da tracking poll, realizada pela Pitagórica, o Governo continua com uma taxa de aprovação negativa: 59% dos inquiridos veem negativamente a atuação do Executivo.

    A taxa de aprovação do primeiro-ministro continua no vermelho: 60% dos inquiridos avaliam negativamente a atuação de Luís Montenegro.

  • Tracking poll. PS continua à frente, Chega em segundo. AD mantém-se em terceiro, mas sobe ligeiramente

    A tracking poll divulgada pela TVI/CNN Portugal — realizada pela Pitagórica — mostra que o PS continua à frente nas intenções de voto.

    Os socialistas registam 27,9% das intenções de voto, caindo 0,7 pontos percentuais face à semana passada. O Chega continua bastante próximo: regista 27,3% das intenções de voto, caindo ligeiramente (0,3 pontos percentuais).

    A Aliança Democrática continua em terceiro com 25,1% das intenções de voto. A AD subiu 0,8 pontos percentuais face à semana passada.

    Segue-se a Iniciativa Liberal (6,5%), Livre (3,9%), CDU (2%), Bloco de Esquerda (1,6%) e o PAN (0,6%). À exceção dos bloquistas, todos os partidos baixaram ligeiramente as intenções de voto face à semana passada.

  • Conselho das Finanças Públicas alerta para situação preocupante e pede aos "atores políticos" responsabilidade e cautela

    O Conselho das Finanças Públicas vê deterioração, a partir de 2027, das contas públicas. Vai já pedindo cautela e responsabilidade para o Orçamento do Estado para 2027.

    Conselho das Finanças Públicas alerta para situação preocupante e pede aos “atores políticos” responsabilidade e cautela

  • Ministro da Presidência avisa que margem negocial é muito limitada e critica “pessimistas alertantes”

    O ministro da Presidência advertiu hoje que a margem negocial do Governo no Orçamento do Estado para 2027 é “muito limitada”, mas também criticou os “pessimistas alertantes” negando que exista qualquer crescimento acelerado da despesa.

    Estas posições foram assumidas por António Leitão Amaro em conferência de imprensa, no final da reunião do Conselho de Ministros, após ser interrogado sobre os desafios da execução orçamental no próximo ano e sobre a margem negocial política que o Governo PSD/CDS dispõe para aprovar a sua proposta de Orçamento.

    “Sim, a margem [negocial] é muito limitada, porque entendemos que devemos continuar a devolver IRS, como acabámos de propor. Temos de ter contas equilibradas e não podemos ter défices”, respondeu o titular da pasta da Presidência.

    António Leitão Amaro manifestou depois a convicção de que o seu Governo vai apresentar no Parlamento “um bom Orçamento” para o próximo ano.

  • Ministro da Presidência aponta namoro Chega/PS mas ainda não sabe se dá casamento

    O ministro da Presidência afirmou hoje que é visível um namoro entre Chega e PS no Parlamento, mas adiantou que desconhece se essa relação em torno de propostas “erradas e insensatas” dará em casamento.

    António Leitão Amaro fez estas declarações em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, tendo primeiro prevenido os jornalistas de que não acompanhou em pormenor o debate parlamentar agendado pelo Chega para a redução do IVA dos combustíveis.

    “Mas tenho impressão de ter havido um namoro e uma negociação aberta entre o PS e Chega. Não sei se este namoro vai terminar em casamento, mas foi visível para todos”, sustentou o titular da pasta da Presidência.

    De acordo com o membro do executivo, “no meio da retórica parlamentar, que talvez possa ter sido mais dura, foi visível para todos como um e outro [Chega e PS] se atiraram para os braços um do outro, sinalizando que se queriam casar”.

  • PS e Chega não viabilizam mutuamente propostas para reduzir preços de combustíveis e alimentos

    Os deputados votam agora os vários projetos sobre o custo de vida — que acabam todos chumbados.

    PSD, PS, IL e CDS votam contra a proposta do Chega para abolir portagens nas pontes 25 de Abril e Vasco da Gama (só JPP e BE concordam).

    PS, PSD e CDS voltam a votar contra a proposta do Chega que prevê a redução temporária da taxa de IVA sobre os combustíveis para a taxa intermédia (com o resto da esquerda, exceto o BE, a abster-se. O BE vota a favor). O mesmo destino tem a proposta do Chega para a aplicação temporária do IVA Zero nos bens essenciais (votos contra de PS, PSD e CDS; abstenção de IL, PCP e Livre; votos a favor de Chega, PAN, JPP e BE).

    O projeto do Livre para reduzir o IVA do gás para 6% é rejeitado com votos contra da AD e abstenção do PS.

    O projeto do Bloco de Esquerda para IVA Zero sobre bens essenciais também é chumbado, assim como o projeto do PCP para eliminar portagens nas pontes de Lisboa e para eliminar o pagamento do IVA sobre o ISP dos combustíveis.

    Quanto ao projeto do PS para reduzir o custo de vida, o Chega abstém-se e assim, com os votos contra da AD, não passa. A reciprocidade entre o PS e o Chega só funcionou no chumbo (ou não viabilização) mútuo das suas propostas.

    Todas as restantes propostas seguem pelo mesmo caminho e chumbam, incluindo projetos da IL, BE, Livre e JPP sobre os combustíveis e do PAN sobre o IVA dos bens alimentares.

  • Governo quer investir 60 milhões em armazenamento para reservas petrolíferas em Portugal

    A ministra do Ambiente e Energia assegura que as 132 mil toneladas de petróleo armazenadas em França são propriedade do Estado português e podem ser mobilizadas a qualquer momento por decisão do Governo. Essas reservas estratégicas demorariam duas a três semanas a chegar a Portugal caso fossem ativadas.
    Apesar de descrever como normal na Europa o depósito de parte das reservas estratégicas fora dos países, Maria da Graça Carvalho reconhece que é preferível tê-las em território português. O Governo pediu um estudo à entidade que gere as reservas, a ENSE, e já foi encontrada uma solução para ter armazenamento em Portugal.
    O investimento será de 60 milhões de euros, “um valor elevado mas totalmente suportável pelo sistema petrolífero” e estará operacional dentro de quatro a cinco anos.

  • Ventura: "PS e PSD não querem descer preços dos combustíveis e juntaram-se para impedir"

    André Ventura encerra o debate dizendo que se conclui que PS e PSD não querem a descida do preço dos combustíveis e que se juntaram para impedi-la. “Nunca há dinheiro para nada, o único que pode haver é 175 mil euros para escolas”, diz, em referência à escola secundária de Cascais (com essa verba do PRR).

    “Perguntamos: o que pode o Governo do nosso país fazer por nós? O que podemos fazer pelo nosso país? Respondem-nos: poupem, apertem até não aguentarem mais. Nós preferimos menos Governo e menos Estado e mais pessoas”.

  • "Só o Governo pode agir" sobre custo de vida, desafia Carneiro

    António Mendonça Mendes, do PS, frisa que não há nenhuma medida de combate à inflação deste Governo que o PS não tenha tomado, nem nenhuma que tenha proposto e não tenha tomado quando estava a governar.

    João Almeida, do CDS, diz que “não é possível fazer tudo, ao mesmo tempo e para toda a gente” e que isso não é um discurso sério da parte da oposição. Puxa pela situação internacional como argumento. “Os pais da política financeira puxam-lhes as orelhas todos os dias, e dizem que as políticas deles são erradas”.

    José Luís Carneiro defende que o PSD está a mostrar indiferença e insensibilidade, e o Chega populismo. Já o PS, diz, está do lado da “responsabilidade”.

    “Não estamos num exercício de leilão. É um exercício de seriedade. De responsabilidade. No dia em que formos com o Estado a “leilão”, quem sofrerá serão os mais frágeis”. Reafirma que o Governo continua a ganhar dinheiro com o aumento da carga fiscal sobre os combustíveis e que entre os efeitos da inflação o Executivo contará com uma receita não prevista de 1.200 milhões de euros.

    “Ora, estes números até hoje não desmentidos, provam a razão do PS e a insensibilidade do Governo. Provam que o governo pode adotar as soluções propostas pelo PS até ao fim do ano para responder ao agravamento do custo de vida das famílias, das empresas e das instituições. E pode fazê-lo assegurando a sustentabilidade orçamental. Medidas que devem ser reavaliadas em sede do enquadramento orçamental a ser entregue neste Parlamento”, defende.

    “As famílias, as empresas e as instituições têm o direito de saber que, pelo PS, estas medidas seriam adotadas com efeitos imediatos. E não apenas a partir de janeiro de 2027”, insiste, lembrando que o PS conseguiu aplicá-las e ainda assim deixar um excedente nas contas públicas.

    Carneiro diz ter informação de que parte das reservas estratégicas de combustíveis foi mobilizada para fora de Portugal e que outra parte dessa reserva não é mobilizável com celeridade. “Vamos, por isso, requerer esclarecimentos urgentes ao Governo. A ser verdade, significaria um elevado risco para a segurança energética nacional”.

    Além disso, adverte: “Agir mal e ao retardador só contribui para agravar o cenário já de si sombrio para as famílias, as empresas e as instituições. Está na hora de agir. Para já. E não para janeiro! Mas, só o Governo pode agir. Há algo de essencial que separa as democracias liberais das democracias iliberais: A clara separação de poderes”.

  • Reservas petrolíferas em França. Ministra acusa líder do PS de causar "alarme social" e garante segurança energética

    A ministra do Ambiente e Energia acusou o líder do PS de criar “alarme social” ao colocar em causa a estabilidade do sistema petrolífero nacional. Em causa estão declarações de José Luís Carneiro a denunciar a transferência de parte das reservas estratégicas de petróleo de Portugal para França.

    Esta transferência foi feita no ano passado depois de a Galp ter comunicado à ENSE, entidade que gere as reservas estratégicas, que deixou de ter capacidade de armazenamento disponível após o encerramento da refinaria de Matosinhos.

    O secretário-geral do PS fez hoje um “exercício de irresponsabilidade pela falsidade dos argumentos e pela incapacidade de reconhecer as consequências dos atos que aconteceram durante um Governo do PS”.

    O fecho da refinaria de Matosinhos foi decidido em 2020 quando António Costa era primeiro-ministro.

    Maria da Graça Carvalho garante que a segurança do abastecimento nacional está assegurada. O petróleo que está guardado em França representa um décimo das reservas nacionais. E as reservas portuguesas ultrapassam o nível mínimo de 90 dias de consumo.

  • Governo promete apoios a todas empresas de transporte que correspondem a 70% da subida dos combustíveis

    Governo aprovou um novo apoio ao setor dos transportes, prometendo que desta vez vai chegar a todas as empresas transportadoras de passageiros e de mercadorias, independentemente da sua dimensão. Segundo afirmou a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, estes apoios correspondem a 70% do aumento extraordinário dos custos suportados com os combustíveis.

    No briefing do Conselho de Ministros, a ministra da Energia anunciou também o prolongamento dos apoios à botija solidária de gás até ao final do ano. Os apoios correspondem a 25 euros por botija em duas botijas por mês e para as famílias economicamente vulneráveis. Esta medida custará 5,7 milhões de euros.

    Maria da Graça Carvalho não quantificou o custo do apoio às empresas de transportes.

  • PSD: "Carneiro e Ventura querem ser os pais da nova bancarrota"

    Continuam os debates no Parlamento, com Sócrates no centro, com o Chega a comparar o PSD ao antigo primeiro-ministro. Já Gonçalo Capitão, do PSD, diz que o Chega são “socialistas de direita”. A certa altura, Filipe Melo refere-se repetidamente à Ponte 25 de Abril como a Ponte Salazar.

    Emídio Guerreiro, do PSD, começa a falar dos méritos do PSD, incluindo os ratings da economia ou o nível da dívida pública. “Sim, o PS e o Chega não rejeitaram o programa do Governo. Não tiveram essa coragem no momento certo, e desde então tudo fazem para que não seja executado. E aprovam medidas para condicionar Orçamentos futuros”.

    Estas medidas implicariam uma redução de receita de dois mil milhões de euros, argumenta, perguntando que medidas é que a oposição não tomaria, em troca. “O rendimento não estica”.

    “Os tempos de Sócrates não podem voltar. Os portugueses percebem hoje a razão pela qual Ventura votou em Sócrates”, provoca. “Carneiro e Ventura querem ser os pais da nova bancarrota. Somos responsáveis e combateremos a vossa irresponsabilidade”.

  • PS diz que Ventura está "constrangido": "A encenação está a correr mal"

    André Ventura pega num projeto de resolução (ou seja, uma recomendação ao Governo) que está sem aplicação há três meses para demonstrar que o Governo não vai pôr as medidas na prática, e que por isso não vale a pena o PS insistir em recomendações. “Há momentos na vida em que temos de nos definir”. Mais uma vez, desafia o PS a viabilizar a proposta do Chega.

    João Torres, do PS, diz que nunca viu Ventura “tão constrangido” num debate. “A sua encenação está a correr mal. Não está a conseguir ludibriar os portugueses”.

  • PS pressiona Chega para que aprove "sem jogos" reduções de IVA

    Alfredo Maia, do PCP, diz que o custo de vida se agudiza e os grandes grupos económicos continuam a acumular lucros. Os contribuintes “não compreendem a escalada de preços que os esmaga e torna a sobrevivência difícil”, alerta, criticando a descida “contínua” do IRC e os benefícios fiscais.

    João Torres, do PS, diz que a ausência do Governo no debate é criticável, mas pior é a sua ausência na resolução do problema. Frisa que é a terceira vez que o PS traz medidas para combater o aumento do custo de vida e que o partido sempre avisou que os efeitos desta crise viriam a fazer-se sentir nos bens essenciais.

    Por isso, apela a todos os partidos e em particular ao Chega, que nas tentativas anteriores votou contra as propostas do PS, que aprove e “sem jogos” as novas medidas. “Os portugueses precisam agora, não em 2027” dessas reduções de preços. Frisa que estas medidas são temporárias e sujeitas a avaliação permanente, pelo que conclui que o PS é “o adulto na sala” nesta discussão.

    Gonçalo Lage, do PSD, acusa o PS e o Chega de estarem num leilão de “quem dá mais”, adotando as mesmas medidas. “O PSD não entra neste leilão. O Governo não é entrar neste leilão, é trabalhar e agir”, diz, lembrando os descontos nos combustíveis que o Executivo tem aplicado.

    Mais uma comparação com Sócrates: “Nós somos responsáveis, não voltamos a esse tempo”.

  • "Não basta IVA Zero nos outdoors ou nas recomendações, é preciso votar"

    André Ventura diz que Eurico Brilhante Dias é “brilhante de nome” e que o PS “acha que janeiro é daqui a 40 anos” e por isso não quer aprovar a proposta para baixar os combustíveis nesse mês (com o novo Orçamento do Estado).

    Volta a desafiar o PS a viabilizar o projeto do Chega, viabilizando em troca o projeto dos socialistas.

    Depois, Patrícia Gonçalves, do Livre, apresenta os projetos do partido. Diz que cada vez há uma parte maior do salário que desaparece, só para se conseguir chegar ao trabalho, e pergunta quanto corresponde às margens ao longo dessa cadeia.

    “Não podemos simplesmente aceitar que perante cada crise internacional a única resposta seja dizer às famílias para pagarem”, critica. Defende que se limitem as margens e lembra que o Governo já interveio ao baixar o ISP.

    A deputada fala também do projeto do Livre para reduzir a botija de gás para 6% durante um ano, acompanhando a medida com mecanismos de fiscalização para que a descida chegue mesmo às famílias.

    Andreia Galvão, do Bloco de Esquerda, critica os lucros dos donos dos supermercados: “Enquanto as famílias apertam os cintos, os donos dos supermercados enchem os bolsos”. Depois, diz, é preciso monitorizar os preços com “vigilância apertada” para que os descontos cheguem às famílias. E dirige-se ao PS: “Não basta IVA Zero nos outdoors ou nas recomendações, é preciso votar”.

  • Eurico Brilhante Dias acusa Chega de "trair o seu eleitorado" e "dar ponto de fuga ao Governo"

    O líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, diz que cada vez mais portugueses conhecem e gostam de José Luís Carneiro (numa alusão às sondagens). E critica a proposta do Chega por só entrar em vigor em janeiro.

    “O senhor traiu o seu eleitorado, que precisava de que tivesse dado apoio às propostas do PS” anteriores, frisa. “Deu um ponto de fuga ao Governo. A sua preocupação não é o Governo, é o PS”, atira. “Com um Governo incompetente que não apoia as pessoas e está a ganhar dinheiro com os impostos, só o PS faz essa proposta”.

    Gonçalo Lage, do PSD, diz que a descida do IVA dos combustíveis seria cega e que quem anda de transportes alternativos “não vai perceber”.

  • Um "aldrabão" e o gesto do "roubo": o debate paralelo sobre as advertências de Aguiar-Branco

    Hugo Soares indgina-se agora por Aguiar-Branco tê-lo advertido contra o uso da palavra “aldrabão” mas não ter criticado André Ventura por fazer o gesto que simboliza “roubo” com a mão dirigindo-se ao PSD. “É muito difícil fazer a interpretação destes gestos todos, creio que não tenho estudos para isso”, diz o presidente da Assembleia da República. Ventura diz que estava a acusar o Estado de “roubar” nos combustíveis.

  • Ventura acusa Governo de "aldrabice política": "Montenegro é muito mais próximo de Sócrates"

    André Ventura responde agora às últimas interpelações, começando por Hugo Soares. Diz que fica cada vez mais claro que não é Ventura que é parecido com Sócrates, mas antes o Governo, que quer “vender um mundo cor-de-rosa e ir ao bolso dos portugueses”.

    Ventura diz que não vai “responder nos mesmos termos” (depois de Soares lhe ter respondido “aldrabão”). “O que é aldrabice na política é dizer às pessoas que estamos cada vez melhor e em vez de baixarem os impostos dizem às pessoas para apanhar boleia ou poupar nos combustíveis”.

    “Muito mais próximo de Sócrates é Montenegro. Se este grupo mandasse, Sócrates estava preso há muito tempo”. Ventura justifica que a sua proposta só entra em vigor no próximo ano porque senão violaria a norma travão que impede despesas não previstas pelo Orçamento do Estado, e diz que uma descida é melhor do que não acontecer nada. “Há três projetos de lei do Chega e a IL faz uma recomendaçãozinha”.

  • IL diz que PS, PSD e Chega estão a ser "inúteis", Livre diz que Ventura vai "ao beija mão de Trump"

    Mariana Leitão, da IL, diz agora que PS, PSD e Chega são “inúteis” porque não “resolvem nada” sobre o aumento do custo de vida. Pergunta a Ventura quanto é que os portugueses vão poupar por litro e quando, com a sua proposta, e diz que a oposição tem de pressionar o Governo para adotar propostas eficazes.

    “O que é que está a fazer pelos portugueses que tenha efeito agora?”, pergunta.

    Jorge Pinto, do Livre, diz que a “hipocrisia” do Chega tem muitas culpas neste aumento do custo de vida. Lembra que as guerras na Ucrânia e no Médio Oriente aumentaram estes preços e que “cada vez que Ventura vai ao beija mão de Trump, está a falhar aos portugueses”, assim como de cada vez que apoia Benjamin Netanyahu, acusa.

    “O culpado se calhar está dentro de portas. Olhe para dentro de casa”, provoca.

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