Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Os Estados Unidos e a Ucrânia estão a negociar a realização de eleições nacionais e um referendo para resolver a questão dos territórios disputados com a Rússia, com o objetivo de alcançar um acordo de paz em março. No entanto, as autoridades ucranianas indicam que organizar tais eleições pode demorar até seis meses devido às condições atuais no país.
    • O Irão e os Estados Unidos iniciaram conversações em Omã sobre o programa nuclear iraniano, mediadas pelo Omã. O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, apela ao respeito mútuo e à igualdade como base para um acordo duradouro, destacando a importância dos direitos e compromissos de ambas as partes.
    • A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, destacou a aprovação inicial de uma lei de amnistia para presos políticos como um passo significativo para a paz e reconciliação nacional. A medida ainda aguarda aprovação final e exclui crimes graves, como violações dos direitos humanos e tráfico de droga.
    • A França e o Canadá abriram consulados na Gronelândia para reforçar a presença no território, num contexto de crescentes tensões sobre a sua posse. O Presidente dos EUA, Donald Trump, manifestou interesse em adquirir a Gronelândia, afirmando que não permitirá que a Rússia ou a China a ocupem.

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  • Trump emite ordem executiva para impor tarifas a quem importe bens do Irão

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu uma ordem executiva a impor tarifas secundárias a qualquer país que importe bens do Irão, indicou a Casa Branca no seu site.

    A ordem dá poderes aos membros do governo para definirem novas taxas aduaneiras, sem indicar um eventual valor.

  • JD Vance e equipa olímpica de Israel apupados na cerimónia de abertura dos Olímpicos de Inverno

    O vice-presidente dos EUA, JD Vance, e a equipa olímpica de Israel foram apupados durante a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Milão.

    A reação à comitiva israelita ocorreu quando entraram na pista do estádio San Siro, com assobios e apupos audíveis na emissão.

    Mais tarde, durante a entrada da comitiva dos EUA, a câmara focou em JD Vance e na sua mulher, Usha Vance, altura em que o público voltou a protestar.

  • EUA e Ucrânia estão a negociar eleições presidenciais e referendo sobre território para maio deste ano

    Os Estados Unidos e a Ucrânia discutiram a possibilidade de eleições nacionais e um referendo para resolver a questão do território disputado entre Kiev e Moscovo em Maio, noticiou a Reuters.

    Porém, indicou a agência, as autoridades ucranianas já estimaram que umas eleiçoes do género demorariam cerca de seis meses a organizar nas condições vividas atualmente, impossibilitando esse prazo.

    Uma das fontes disse à agência noticiosa que “os americanos estão com pressa” em organizar uma votação e que essa pode demorar menos de seis meses, embora demore sempre uma quantidade significativa de tempo.

  • Pelo menos 31 mortos em ataque em mesquita em Islamabad, no Paquistão. Estado Islâmico reivindica ataque

    Pelo menos 31 pessoas morreram num ataque contra uma mesquita Shi’ite em Islamabad, no Paquistão, esta sexta-feira. Segundo a Reuters, este é o ataque mais mortífero na capital do Paquistão na última década.

    Um homem abriu fogo na entrada da mesquita, antes de se suicidar ao fazer explodir uma bomba. Mais de 170 pessoas ficaram feridas na explosão.

    O ataque foi reivindicado pelo Estado Islâmico, através de uma publicação no Telegram, diz a Reuters.

    Segundo o ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Asif, o homem “fez-se explodir na última fila de fiéis”, escreveu na rede social X.

    O ministro acusou o autor do ataque de ter um historial de viagens para o Afeganistão e alegou que o ataque teria sido patrocinado pela Índia, sem apresentar provas. O Ministério dos Negócios Estrangeiros indiano afirmou que as acusações do Paquistão eram “infundadas”. “É lamentável que, em vez de abordar seriamente os problemas que assolam o seu tecido social, o Paquistão opte por se iludir, culpando outros pelos seus males internos”, foi dito num comunicado que é citado pela agência.

  • Departamento de Estado norte-americano pede a cidadãos que ponderem sair do Irão através da Arménia ou Turquia

    O Departamento de Estado norte-americano emitiu um alerta de segurança para os norte-americanos no Irão.

    Numa publicação na rede social X, é aconselhado aos cidadãos norte-americanos que ainda estejam no país “que considerem partir do Irão através de terra pela Arménia ou Turquia”.

    Esta atualização foi deixada devido ao facto de “haver um aumento das medidas de segurança, fecho de estradas, disrupção nos transportes públicos e bloqueios de internet em curso”. Além disso, também são mencionadas as “limitações ou cancelamento de voos de e para o Irão”.

  • EUA ambicionam acordo de paz na Ucrânia em março

    Os negociadores dos EUA discutiram com a Ucrânia um plano para estabelecer um prazo para ter um acordo de paz na Ucrânia em março, avança a Reuters, citando três fontes com conhecimento das discussões.

    Porém, é dito que o prazo poderá ser provavelmente alterado devido ao facto de não haver um acordo no tema dos territórios.

  • EUA preparam visita de secretário de Energia à Venezuela para avaliar produção de petróleo e gás

    Chris Wright, o secretário de Energia dos Estados Unidos, anunciou hoje que deverá visitar em breve a Venezuela para se encontrar com “toda a liderança” do país e se inteirar das operações de produção de petróleo e gás no terreno, noticiou a Reuters.

    Wright não especificou quando a viagem acontecerá.

  • Witkoff e Kushner reuniram presencialmente com chefe da diplomacia iraniana. EUA poderão reforçar a presença militar na região este sábado

    Os enviados dos EUA às negociações nucleares com o Irão, Steve Witkoff e Jared Kushner, estiveram reunidos presencialmente com o chefe da diplomacia iraniano, Abbas Aragchi, segundo o Channel 12, que cita duas fontes próximas dos encontros.

    O canal de televisão israelita avançou ainda que os EUA esperam uma concessão nuclear concreta por parte de Teerão na próxima ronda de negociações e podem reforçar já este sábado a sua presença militar na região.

  • Naftogaz denuncia novo ataque russo à Central Termoelétrica de Kherson

    As forças russas voltaram a bombardear a central termoelétrica de Kherson, no sul da Ucrânia, de acordo com o anúncio de Serhii Koretskyi, diretor-executivo da Naftogaz, a maior empresa estatal de petróleo e gás do país.

    “O inimigo [Rússia] realizou ataques de artilharia contra o território da Central Termoelétrica de Kherson, pertencente ao grupo Naftogaz, durante o dia. Pelo menos cinco impactos foram registados”, escreveu no Facebook.

  • Responsável israelita duvida de acordo entre EUA e Irão e ameaça resposta “em esteróides” a eventual ataque iraniano

    Um alto responsável israelita advertiu o Irão contra qualquer ataque ao Estado judeu, afirmando que a resposta seria “uma Operação Rising Lion [nome dado à ofensiva lançada em junho de 2025 contra Teerão] em esteróides”, segundo a emissora israelita Channel 12 citada pelo Times of Israel.

    A mesma estação televisiva cita ainda outro responsável israelita, também sob anonimato, que considera improvável que as conversações realizadas hoje em Omã entre os Estados Unidos e o Irão resultem num acordo, devido às grandes divergências entre as duas partes.

  • Após negociações nucleares, EUA divulgam imagens de porta-aviões perto do Irão

    O Comando Central norte-americano (CENTCOM) revelou que o porta-aviões USS Abraham Lincoln — que chegou à região na semana passada — navegou hoje no Mar Arábico, acompanhado por dois navios de apoio logístico militar e duas embarcações da Guarda Costeira dos EUA, numa publicação no X.

    O destacamento foi apresentado pelo comando como um sinal de prontidão, defendendo a “paz através da força”.

    A operação contou ainda com voos de aeronaves da Ala Aérea Embarcada 9 sobre a formação naval.

  • Exército israelita mata palestiniano após alegada violação da linha de cessar-fogo

    Um palestiniano que terá atravessado hoje a linha de cessar-fogo no norte da Faixa de Gaza foi morto por tropas israelitas, segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF).

    Depois de detetarem a aproximação de vários indivíduos identificados como operacionais armados, que cruzaram a chamada Linha Amarela, os militares israelitas abriram fogo para “eliminar a ameaça”, tendo um dos suspeitos sido morto, refere o comunicado do exército citado pelo jornal Times of Israel.

  • Após bloqueio de terminais Starlink, russos estão “como gatinhos cegos”, diz fonte militar ucraniana

    O avanço das forças russas poderá estar a abrandar depois de a SpaceX, empresa de Elon Musk, ter bloqueado terminais não verificados na Ucrânia, segundo uma fonte militar ucraniana citada pelo Politico.

    “Atualmente, observa-se essa tendência. Mas será necessário monitorizá-la mais a fundo para ver se persistirá e se outros fatores estarão envolvidos”, disse o militar, que pediu anonimato.

    Outro responsável do Estado-Maior ucraniano, também sob anonimato, disse ao Politico que as unidades russas estarão a enfrentar dificuldades. “Neste momento, eles estão com problemas. Estão como gatinhos cegos”, declarou.

  • Presidente ucraniano considera o trabalho da força aérea "insatisfatório" em algumas regiões

    “Considero insatisfatório o trabalho da Força Aérea em certas regiões da Ucrânia”, escreveu Volodymyr Zelensky no Telegram.

    Sem adiantar mais detalhes, o chefe de Estado acrescentou que havia conversado com o comandante da Força Aérea e o ministro da Defesa “sobre decisões que devem ser implementadas imediatamente para abater drones kamikaze com mais eficácia”.

  • Força aérea israelita bombardeia alegado alvo do Hamas na Cidade de Gaza

    A força aérea israelita bombardeou um edifício no bairro de Zeitoun, no norte da Cidade de Gaza, depois de as IDF terem emitido um aviso prévio de evacuação, avança o Haaretz.

    Segundo os militares israelitas, o ataque foi uma resposta a uma alegada violação do cessar-fogo na quinta-feira, quando terão sido disparados tiros contra tropas israelitas perto da chamada Linha Amarela, no norte da Faixa de Gaza.

    As IDF afirmaram que foram atingidas uma estrutura utilizada pelo Hamas para o fabrico de armas e um armazém de armamento, numa operação que garantem ter sido conduzida em conformidade com o direito internacional.

  • Merz admite diálogo com Moscovo, mas rejeita vias diplomáticas paralelas

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou hoje que a União Europeia está disponível para dialogar com a Rússia com vista a pôr fim à guerra na Ucrânia, mas deixou claro que não serão abertos “canais paralelos de comunicação”, segundo a Reuters.

    “Estamos, naturalmente, sempre prontos para manter conversações com a Rússia”, disse Merz aos jornalistas, em Abu Dhabi.

  • Chefe da diplomacia iraniana já deixou Mascate, onde decorreram as negociações

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, deixou Mascate, em Omã, após o fim das conversações entre Teerão e Washington, noticiou a agência Tasnim.

  • Delegação iraniana insiste no enriquecimento de urânio e no fim das sanções

    A delegação iraniana presente nas negociações de hoje entre Washington e Teerão defendeu aquilo que considera ser o seu direito de enriquecer urânio em território nacional.

    “A principal exigência de Teerão nas negociações é o levantamento das sanções económicas”, refere a agência estatal IRNA, acrescentando que o Irão “procura um acordo realista, com resultados claros, que garanta a preservação dos seus direitos nucleares e estabeleça uma base para o levantamento das sanções”.

  • Washington sanciona 15 entidades e 14 navios ligados ao petróleo iraniano

    Os Estados Unidos anunciaram novas sanções contra a rede de exportação de energia do Irão, numa tentativa de travar as receitas petrolíferas de Teerão.

    As medidas visam 15 entidades e 14 embarcações associadas ao comércio de petróleo bruto, produtos petrolíferos e petroquímicos iranianos. Washington acusa esta rede de facilitar a venda e o transporte de energia iraniana à margem das restrições impostas pelos EUA, segundo o site oficial do Departamento de Estado norte-americano.

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