Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, quinta-feira.

    Três mortos e quatro feridos em ataques russos na região de Kiev

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Rússia rejeita acusações de Londres sobre ameaçar cabos submarinos

    A Rússia negou hoje que tenha visado cabos submarinos de telecomunicações, um dia depois de Londres lançar avisos a Moscovo na sequência da alegada deteção de um navio espião russo em águas britânicas.

    O navio militar russo Yantar entrou em águas do Reino Unido segunda-feira e foi avistado nesse dia no Canal da Mancha, segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido.

    O ministro britânico, John Healey, lançou quarta-feira avisos ao Presidente russo, Vladimir Putin, sobre não haver hesitações em tomar “medidas firmes para proteger o Reino Unido”.

  • Drones ucranianos causam interrupção nas operações de aeroportos de Moscovo

    Drones ucranianos entraram no espaço aéreo da região de Moscovo, acabando por interromper temporariamente as operações em dois dos aeroportos da capital. De acordo com a imprensa russa, os drones foram abatidos e não registam qualquer dano material ou vítimas do ataque.

  • Sanções forçam frota de petroleiros russos a mudar de pavilhão

    Sanções aplicadas pelos Estados Unidos da América e pelo Reino Unido, forçaram uma porção da frota de navios petroleiros russos a mudar de pavilhão, implicando uma “perturbação logística de exportação de petróleo da Rússia”.

    Desta forma, estas embarcações terão de se registar novamente sob jurisdições alternativas. O registo de Barbados, a ilha nas Caraíbas, removeu o pavilhão de 46 navios que foram alvos de sanções britânicas e ,de acordo com a Bloomberg, o Panamá segue no mesmo rumo, preparando-se para alterar o registo de 68 navios.

  • Yermak sugere preço fixo para o petróleo depois de ideia de Trump

    Em resposta à proposta de descida dos preços do petróleo apresentada por Donald Trump, o chefe do gabinete presidencial da Ucrânia sugere o estabelecimento de um preço fixo de 30 dólares (28,77 euros) por barril.

    No Telegram, Andriy Yermak expressa o seu “apoio total” pela ideia transmitida pelo Presidente dos Estados Unidos da América. “Porque a consequência disso será o colapso da capacidade da Rússia para financiar a guerra”, justifica Yermak.

  • Zelensky: "Paz através da força é possível, tenho a certeza absoluta"

    Fruto dos dias em Davos e das reuniões bilaterais com vários líderes mundiais, Volodymyr Zelensky tem “a certeza absoluta” que é possível chegar à “paz através da força”, e que é crucial “não abrandar e continuar a pressionar a Rússia”.

    Na sua mensagem diária, o Presidente da Ucrânia sublinha a importância dos recursos naturais neste conflito, nomeadamente o petróleo, descrevendo como “uma das chaves para a paz”. Apela, então, à cooperação entre a Europa e os Estados Unidos para fins energéticos, em vez de procurar Moscovo.

  • Número de feridos de ataque russo em Zaporíjia sobe para 45

    As autoridades locais de Zaporíjia atualizaram o número de feridos resultantes do ataque russo na cidade, subindo de 26 para 45 pessoas. Uma pessoa morreu como consequência dos drones e mísseis balísticos que atingiram Zaporíjia esta madrugada.

  • Ucrânia está "pronta para um acordo", por isso tudo depende de Putin, diz Trump

    Sobre a perspetiva de uma negociação entre Kiev e Moscovo, Donald Trump coloca a bola do lado de Putin: “Têm de perguntar à Rússia, a Ucrânia está pronta para fazer um acordo”, assegura.

    “Sabia que [a Ucrânia] era a menina dos olhos de Putin, mas sabia que [enquanto eu fosse Presidente] ele não iria entrar de forma nenhuma — e não entrou. Mas, quando eu saí, aconteceram coisas más, muita estupidez.”

    O Presidente volta a falar da violência que continua na Ucrânia: “Vi as fotografias daqueles campos, ninguém quer ver aquilo. Não se volta a ser a mesma pessoa”.

  • Trump acredita que se os preços do petróleo descerem, então a "guerra acaba imediatamente"

    Donald Trump acredita que os preços do petróleo ditam a duração do conflito entre a Rússia e a Ucrânia e, se estes já tivessem descido, então a guerra já teria terminado.

    “Tenciono pedir à Arábia Saudita e à OPEP [Organização dos Países Exportadores de Petróleo] para baixarem o preço do petróleo. Atualmente, o preço é alto o suficiente para a guerra poder continuar, têm de baixar o preço”, afirmou o Presidente dos Estados Unidos da América.

  • Secretário-geral da NATO visita Portugal na segunda-feira. Rutte vai encontrar-se com Marcelo, Montenegro, Rangel e Melo

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, vem a Portugal na próxima segunda-feira, dia 27 de janeiro.

    Num comunicado da NATO enviado hoje às redações, lê-se que Mark Rutte vai encontrar-se com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e também com o ministro da Defesa, Nuno Melo.

    Segundo a agenda, Luís Montenegro e Mark Rutte vão fazer declarações conjuntas aos jornalistas.

  • Kiev admite que negociações sobre tropas europeias na Ucrânia "ainda estão a dar os primeiros passos"

    Confirmadas as negociações sobre a possibilidade de serem destacadas tropas europeias para a Ucrânia, Kiev admite que o diálogo está “ainda a dar os primeiros passos”.

    O porta-voz do Ministério ucraniano dos Negócios Estrangeiros, Heorhii Tykhyi, afirma que “ainda é muito cedo para discutir números exatos” de soldados que podem passar a integrar esta “força de dissuasão” em solo ucraniano, cita a agência Reuters.

    “Acreditamos que as garantias de segurança duradouras e fiáveis para a Ucrânia devem incluir tanto a Europa como os Estados Unidos. É assim que podemos garantir que esta paz seja sustentável e duradoura”, acrescenta Tykhyi.

  • "Kiev não reúne as condições necessárias para entrar na UE", avisa chefe da diplomacia húngara

    Se a votação para admitir a Ucrânia na União Europeia fosse hoje, a resposta da Hungria era clara: “Não”. Segundo o ministro húngaro dos Negócios Estrangeiros, Kiev “não reúne as condições necessárias” para entrar no bloco comunitário.

    Em conferência de imprensa citada pela RIA/Novosti, Peter Szijjártó não adianta uma “longa lista de justificações” para esta posição defendida por Budapeste, mencionando apenas a “situação em torno dos direitos de cidadãos húngaros na região ucraniana da Transcarpatia”.

  • Autoridades ucranianas ordenam retirada de crianças de várias localidades da região de Kharkiv

    As autoridades ucranianas ordenaram a retirada forçada das famílias com crianças de 16 localidades da região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, devido à intensificação dos ataques russos, anunciou hoje o governador.

    “No total, 267 crianças e suas famílias devem ser retiradas de 16 localidades” próximas da linha da frente, indicou Oleg Synegubov, governador desta região fronteiriça com a Rússia, na plataforma digital Telegram.

    Hoje, uma mulher de 54 anos foi morta na zona por um ‘drone’ (aeronave não-tripulada) explosivo, segundo o governador.

  • Europa estará a planear envio de uma "força de dissuasão" para a Ucrânia

    A Europa estará a planear constituir uma “força de dissuasão” com cerca de 50.000 soldados que seriam enviados para a Ucrânia, na eventualidade de ser alcançado um acordo de cessar-fogo, noticia o Politico.

    Citando diplomatas europeus não identificados, o jornal escreve que decorrem “negociações” para o envio desses militares de “cinco ou seis países” — também não identificados — para zonas fronteiriças. França e Reino Unido já terão mesmo iniciado o planeamento do envio dos militares europeus.

  • Alemanha instala mísseis Patriot na Polónia

    A Alemanha instalou duas unidades de defesa antiaérea Patriot na Polónia para proteger um centro logístico de importância vital para a entrega de abastecimentos à Ucrânia, anunciou hoje o ministro da Defesa alemão.

    Os dois sistemas foram instalados no sudeste da Polónia, em particular para proteger o aeroporto de Rzeszow, por onde passa mais de 90% da ajuda militar e humanitária destinada a apoiar a Ucrânia na luta contra a invasão russa.

    “Deslocámos para aqui dois sistemas Patriot”, declarou Boris Pistorius em Rzeszow, numa conferência de imprensa com o homólogo polaco, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz.

    “A segurança da Polónia e do seu espaço aéreo está em jogo”, acrescentou, citado pela agência francesa AFP.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano saúda declarações de Trump

    O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano saudou as recentes declarações de Donald Trump sobre um acordo para o fim da guerra e as ameaças de aumentar as sanções a Moscovo.

    Num evento do Fórum Económico Mundial dedicado ao conflito na Ucrânia, Andriy Sybiga, citado pela agência Interfax Ucrânia, manifestou satisfação pela “mensagem muito forte” de Trump — que acusou Putin de “destruir a Rússia” ao rejeitar um acordo de paz.

    O chefe da diplomacia ucraniana defendeu que é necessário “aumentar a pressão sobre a Rússia e forçá-la a negociar”, pedindo “maior envolvimento” dos EUA.

    Sybiga fala também de uma “oportunidade adicional” para Kiev “ganhar um novo impulso nos esforços diplomáticos para acabar com esta guerra e alcançar um acordo de paz a longo prazo, justo e abrangente”.

  • Soldado norte-coreano rende-se às tropas ucranianas mas recusa largar comida

    Kiev relata que o militar trazia uma granada, que entregou aos ucranianos, e, escondida, uma salsicha, que recusou largar. Depois de receber tratamento e comida pediu para ver romances da Coreia.

    Soldado norte-coreano rende-se às tropas ucranianas mas recusa largar comida

  • Putin estará a ficar preocupado com desempenho da economia russa

    Vladimir Putin está progressivamente a ficar preocupado com o impacto que a guerra está a ter na economia russa, de acordo com cinco fontes anónimas consultadas pela Reuters.

    Em reação à notícia da agência, o porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov reconheceu os “fatores problemáticos” da economia, mas afirmou que o crescimento positivo registado durante os anos da guerra permitia responder a todas as necessidades militares e sociais do país.

    O nível recorde de investimento no exército tem contribuído para um aumento da inflação. Esta tendência da economia está a ser combatida com um aumento de taxas de juro que, por sua vez, tem afetado o dinamismo do mercado interno.

    “Há problemas, mas infelizmente há problemas em quase todos os países do mundo”, disse. “A situação é vista como estável e há margem de segurança”, concluiu Peskov.

  • Ataque russo em Kramatorsk fere duas pessoas e destrói três casas

    As forças russas lançaram esta manhã um ataque aéreo contra a cidade de Kramatorsk, na região de Donetsk. Duas pessoas ficaram feridas.

    O Conselho Municipal de Kramatorsk revelou, na rede social Telegram, que três casas ficaram totalmente destruídas, duas sofreram “danos graves” e 16 ficaram danificadas nos telhados e janelas. O ataque atingiu ainda um carro e postes de eletricidade.

  • Rússia terá executado seis militares ucranianos capturados, diz procurador-geral ucraniano

    A Rússia terá executado seis militares ucranianos capturados e feitos prisioneiros de guerra.

    No Telegram, o gabinete do procurador-geral da Ucrânia cita “dados preliminares” que apontam para a execução de seis soldados capturados pelas forças russas durante um combate, na região de Donetsk. E anuncia que já decorre uma investigação.

    O organismo recorda que “a execução de prisioneiros de guerra constitui uma grave violação da Convenção de Genebra relativa ao Tratamento dos Prisioneiros de Guerra e é classificada como um crime internacional grave”.

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