Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Presidente russo, Vladimir Putin, concordou com Donald Trump que a “crise” na Ucrânia não teria ocorrido se Trump não tivesse sido “privado” da vitória nas eleições de 2020. Putin destacou as suas “relações pragmáticas” com Trump e expressou confiança na redução de sanções sob a nova administração norte-americana.
    • O Kremlin exige garantias de que a Ucrânia será impedida de aderir à NATO como uma condição chave para qualquer acordo de paz. Esta posição foi reforçada pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Alexander Grushko, que vê a adesão da Ucrânia à Aliança Atlântica como catastrófica para a segurança europeia.
    • A embaixada russa em Londres refutou as acusações de que a Rússia seria uma ameaça para os cabos subaquáticos do Reino Unido e de outros países da NATO, considerando essas alegações infundadas. A embaixada também acusou o Reino Unido de ações provocatórias e desestabilizadoras no Mar Negro e Báltico.
    • A investigação conjunta da BBC e Mediazona identificou mais de 90 mil soldados russos mortos na guerra da Ucrânia ao longo de quase três anos. Os dados revelam que 23% juntaram-se voluntariamente às forças armadas russas após o início da guerra, enquanto outros foram recrutados ou libertados de prisões para combater.

  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.

    Ucrânia diz ter abatido 46 drones russos durante a noite

  • Zelensky acusa Putin de tentar manipular Trump

    Volodymyr Zelensky acusou, esta tarde, Vladimir Putin de estar a tentar manipular o “desejo do Presidente dos Estados Unidos da América de tentar alcançar a paz”. Ao mesmo tempo, na sua declaração diária, o Chefe de Estado ucraniano acredita que estas tentativas de manipulação russa não vão funcionar.

  • Kremlin diz que guerra não depende do preço do petróleo

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, respondeu esta sexta-feira a Donald Trump, que sugeriu a redução dos preços do petróleo a nível mundial, de modo a que o conflito entre a Rússia e a Ucrânia termine “imediatamente”.

    Peskov, por outro lado, acredita que “o resultado da guerra não depende do preço do petróleo”, e que “as hostilidades estão associadas a ameaças à segurança nacional da Rússia”, cita a agência Ukrinform.

  • Zelensky pede "responsabilização" de fornecedores de drones da Rússia

    “Os 31 shaheds de ontem são, aproximadamente, 2.635 componentes de outros países”. Fazendo referência ao ataque russo da noite passada com o auxílio de drones contra território ucraniano, Volodymyr Zelensky aproveitou a oportunidade para apelar ao ocidente que “responsabilize” os fornecedores da Rússia.

    “Todos os fornecimentos de quaisquer componentes para os ataques da Rússia devem ser bloqueados, a fim de pôr termo a esse terror. Agora, diferentes países já estão a assistir a incidentes com drones no seu território; toda a gente no mundo também já viu o quanto a guerra está a mudar devido aos drones. É necessário privar, consciente e fundamentalmente, regimes como o russo de tais capacidades terroristas.”, diz o Presidente da Ucrânia, na sua mensagem diária, publicada nos seus canais oficiais.

  • Kiev nega envolvimento em ciberataque a empresa de seguros eslovaca

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia negou as acusações avançadas pelo primeiro-ministro da Eslováquia, sobre o envolvimento das autoridades ucranianas num ciberataque contra uma empresa de seguros eslovaca.

    “Rejeitamos categoricamente as insinuações de envolvimento da Ucrânia no ataque informático contra uma companhia de seguros de saúde na Eslováquia. Mais uma vez, apelamos ao primeiro-Ministro da Eslováquia, Robert Fico, para que deixe de procurar inimigos imaginários na Ucrânia, que é amiga da Eslováquia e do povo eslovaco”, lê-se no comunicado publicado no Telegram.

  • Putin: Se a eleição dos EUA de 2020 não tivesse sido roubada, talvez a crise na Ucrânia não teria acontecido

    Vladimir Putin disse hoje que, se a eleição norte-americana em 2020 não tivesse sido “roubada” a Donald Trump, “talvez a crise na Ucrânia que começou em 2022 não teria acontecido”. Esta é uma ideia que tem sido repetida pelo recém-empossado Presidente dos EUA, desde o início da invasão comandada pelo Presidente russo, em fevereiro de 2022.

  • Guerra na Ucrânia. Rússia recorre a nova arma de alta precisão guiada por laser

    Novo projétil guiado por laser tem uma margem de erro de apenas dois metros. Arma tem a capacidade de atingir alvos a 25 quilómetros de distância e é imune a estratégias de interferência com GPS.

    Guerra na Ucrânia. Rússia recorre a nova arma de alta precisão guiada por laser

  • Rússia: Risco de conflito entre potências nucleares está a aumentar

    O secretário do conselho de segurança da Rússia Serguei Shoigu avisou, numa entrevista publicada hoje, que o risco de um conflito armado entre potência nucleares está a aumentar.

    “Num cenário de aumento de conflito e agravamento da rivalidade geopolítica no mundo, os riscos de um confronto violento entre grande estados — incluindo com a participação de poderes nucleares — está a crescer”, afirmou Shoigu à imprensa.

  • Refinaria de petróleo na Rússia a arder depois de ataque aéreo ucraniano

    O ataque de drones ucranianos da noite passada que atingiu uma refinaria de petróleo na cidade russa de Ryazan causou um grande incêndio e está a danificar o equipamento de aquela que é uma das maiores refinarias do país, de acordo com a Reuters.

    Uma fonte consultada pela Reuters afirma que “uma reserva de 20.ooo toneladas de combustível está a arder” e que o transporte de cargas de e para a refinaria foi suspenso.

    O ministério da Defesa da Rússia disse que uma ofensiva com 20 drones tinha atingido a região de Ryazan a 600 quilómetros da fronteira ucraniana. Não foi mencionada a infraestrutura energética da cidade.

  • Embaixada russa em Londres diz que acusações ocidentais sobre cabos subaquáticos não têm "fundamento"

    A embaixada russa em Londres afirmou que a Rússia não constitui uma ameaça aos cabos subaquáticos do Reino Unido e outros países da NATO e afirma que acusações nesse sentido não têm qualquer “fundamento”.

    A publicação foi uma resposta ao ministro da Defesa britânico John Healey que acusou Moscovo de realizar “atividade maligna” no canal inglês. A embaixada russa acaba mesmo por dizer que “ações provocadoras e desestabilizantes no Mar Negro e Báltico” são táticas típicas dos “países Ocidentais e, particularmente, do Reino Unido”.

  • Acabaram "as guerras de conquista"? Talvez não

    Bruno Cardoso Reis analisa a guerra “de conquista” na Ucrânia e o cessar-fogo “frágil” no Médio Oriente. Trump e Putin cada vez mais próximos e os argumentos russos para continuar a guerra.

    Ouça aqui o episódio na íntegra de “Gabinete de Guerra”.

    Acabaram “as guerras de conquista”? Talvez não

  • 450 mil assinaram contratos para servir exército russo em 2024

    O vice-presidente do conselho de segurança da Rússia Dmitry Medvedev disse hoje que 450 mil pessoas assinaram contratos para servir o exército russo, em 2024.

    Numa publicação nas redes sociais, consultada pela Reuters, acrescentou que outras 40 mil entraram para equipas voluntárias que seguiram para combater contra a Ucrânia no ano passado.

  • Investigação identifica 90 mil soldados russos mortos na guerra

    Uma investigação da BBC e do meio de comunicação independente Mediazona identificou o nome de mais de 90 mil soldados russos que morreram na guerra da Ucrânia desde em quase três anos de guerra.

    Entre os dias 10 e 24 de janeiro, os jornalistas conseguiram, com a ajuda de uma equipa de voluntários, identificar novos 1.964 nomes de soldados.

    Entre os mortos identificados, 23% correspondiam a soldados que se juntaram às forças armadas russas voluntariamente, depois do início da guerra, 17% eram prisioneiros que foram libertados para combater e 12% foram recrutados para se juntar ao exército.

  • Ministro ucraniano rejeita desistir de adesão à NATO depois da Rússia diz que esta é uma condição chave para a paz

    O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano rejeitou respeitar a exigência russa de que a Ucrânia cancele a sua promessa, feita em 2008, de aderir à NATO e chamou a essa condição do Kremlin para a paz uma “grande treta”, de acordo com The Kyiv Independent.

    As declarações foram uma resposta ao vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo Alexander Grushko que disse hoje que a promessa ucraniana de eventual adesão à Aliança Atlântica era “catastrófica para a segurança europeia”.

    “Ah, o aliado da Coreia do Norte a fazer ultimatos à NATO”, ironizou o ministro ucraninao Heorhii Tykhyi. “Moscovo não tem palavra nesta questão.”

  • Trump acusa Rússia de roubar plano de míssil hipersólico

    Donald Trump acusou a Rússia de roubar planos norte-americanos para um míssil hipersónico, durante os anos da administração Obama. “Uma má pessoa deu-lhes o design”, afirmou ontem numa entrevista ontem à imprensa.

    “A Rússia roubou o design, foi de nós que eles o arranjaram”, repetiu o recém-empossado Presidente norte-americano. Trump acrescentou que os EUA estão a desenvolver “mísseis super hipersónicos que ainda é melhor”. O líder norte-americano não avançou com mais informação para comprovar as declarações.

  • Putin diz que a Rússia está pronta para negociar, mas avisa que há questões "que requerem atenção"

    O Presidente russo, Vladimir Putin, assumiu novamente a disponibilidade para encetar negociações sobre a guerra na Ucrânia.

    “A Rússia está pronta para negociações sobre a questão ucraniana, mas há questões que requerem atenção”, sublinhou o Presidente da Rússia, citado pela RIA.

    Vladimir Putin queixou-se ainda de ser “difícil” falar com a Ucrânia sobre negociações de paz, lembrando que o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, impediu que Kiev negociasse diretamente com o líder russo.

  • Orbán calcula que Hungria perdeu 19 mil milhões de euros devido às sanções da UE contra Rússia

    O primeiro-ministro húngaro instou a União Europeia (UE) a repensar a estratégia de sanções contra a Rússia, afirmando que, apesar das isenções de que a Hungria beneficiou, estas punições já lhe custaram 19 mil milhões de euros em perdas.

    Até à data, a UE impôs 15 pacotes de sanções contra a Rússia, na sequência da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, e contra a órbita política e empresarial do Kremlin, no âmbito de um regime de punições que é renovado de seis em seis meses e que expira no final deste mês.

    Hoje, Viktor Orbán subiu o tom, apelando aos efeitos colaterais e pressionando a Ucrânia a aceitar um acordo que permita que o gás russo continue a fluir para a Europa através do território ucraniano.

    Numa entrevista radiofónica, cujos extratos foram divulgados pelo próprio Governo, Orbán garantiu que as consequências económicas são “desproporcionadas”, mas, apesar disso, o primeiro-ministro húngaro prevê que o país tenha pela frente “um ano fantástico”.

  • Putin diz que "crise" na Ucrânia não teria acontecido se Trump não tem sido "privado" da vitória nas eleições de 2020

    Vladimir Putin diz que concorda com Trump: a “crise” na Ucrânia nunca teria acontecido se o (novamente) Presidente dos EUA não tivesse sido “privado” da vitória nas eleições de 2020, ganhas por Joe Biden.

    Apesar de nunca ter conseguido provar as suas alegações, Donald Trump nunca aceitou aquela derrota e sempre afirmou que o resultado das eleições de 2020 tinha sido “viciado”.

    Em declarações feitas nesta sexta-feira, Putin afirmou que sempre teve “relações pragmáticas, de uma natureza quase empresarial”, com Trump. Com a reeleição, o Presidente russo garante estar confiante de que os “EUA não irão lançar mais sanções contra a Rússia, porque isso iria prejudicar a economia norte-americana”

  • Kremlin quer garantias de que a Ucrânia não entra na NATO para acordo de paz

    O Kremlin vê como uma condição “chave” para a resolução da guerra que a Ucrânia seja interdita de aderir à NATO, de acordo com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia Alexander Grushko.

    “Não só procuraremos garantias internacionais rígidas que impeçam a adesão da Ucrânia à NATO sob qualquer forma, como que isso se torne uma política da própria aliança”, disse Grushko, segundo o The Kyiv Independent.

    O membro do governo russo afirma que esta questão “relaciona-se com a eliminação de uma das suas causas da origem do conflito”.

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