Atualizações em direto
  • Número de palestinianos mortos na Faixa de Gaza ultrapassou os 74.000

    O número de palestinianos mortos na Faixa de Gaza, em consequência da ofensiva militar de Israel, que dura há quase três anos, ultrapassou os 74.000, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.

    Apesar de um cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro do ano passado, os ataques israelitas prosseguem, tendo as forças armadas afirmado que constituem respostas a ameaças ou ataques.

    De acordo com o último balanço, o cessar-fogo em Gaza continua praticamente num impasse e o número de palestinianos mortos aumentou para 74.016, enquanto os feridos ascendem a 175.068.

    O ataque em grande escala do exército israelita à Faixa de Gaza começou em 07 de outubro de 2023, quando militantes liderados pelo Hamas entraram em Israel, matando cerca de 1.200 pessoas, na maioria civis, e fazendo 251 reféns.

    Entretanto, foi acordado um cessar-fogo, mas desde então mais 1.145 palestinianos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde, que integra o governo liderado pelo Hamas.

  • Governo de Kiev incentiva regresso de refugiados desde que bem informados

    O Governo ucraniano pretende atrair cerca de cinco milhões de refugiados na Europa, incluindo em Portugal, a regressar, desde que tomem “uma decisão informada” sobre o que os espera no seu país em guerra com a Rússia.

    Ao mesmo tempo, segundo a vice-ministra para a Política Social, Ilona Havronska, as autoridades de Kiev incentivam que os países de acolhimento mantenham a proteção e o apoio temporários aos ucranianos que fugiram do conflito e que preferem adiar a decisão de retorno.

    “Sem dúvida, queremos que as pessoas regressem a casa, mas queremos que tomem a sua própria decisão de forma voluntária e independente. E acreditamos muito nisso”, esclareceu a governante em entrevista à agência Lusa, durante uma visita a Lisboa.

    As autoridades ucranianas estimam que cerca de dois milhões de refugiados regressaram desde o início da invasão em grande escala da Rússia, em fevereiro de 2022, mas outros cerca de cinco milhões continuam a ser acolhidos na Europa, dos quais quase 69 mil em Portugal, de acordo com dados da ONU.

    A vice-ministra para a Política Social, Família e Unidade da Ucrânia para a Integração Europeia aponta estudos sobre a atitude dos ucranianos no estrangeiro em relação ao regresso, que revelam que, enquanto persistir a invasão russa, essa decisão está adiada.

  • MNE da China vê na visita de Xi aos EUA um “sinal positivo” de aproximação

    O chefe da diplomacia da China afirmou que a visita de Xi Jinping a Washington, onde se reuniu com Donald Trump, enviou um “sinal positivo” de aproximação e coexistência pacífica entre os dois países.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros Wang Yi classificou no sábado as relações sino-americanas como estando num “momento histórico” e destacou a comunicação estreita mantida pelos dois chefes de Estado.

    A cimeira entre os presidentes da China e dos Estados Unidos (EUA) estabeleceu um modelo de respeito mútuo que se tornou o “ativo estratégico mais valioso das relações bilaterais”, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros do gigante asiático.

    Num comunicado, o ministro mencionou o conceito de “estabilidade estratégica construtiva”, uma fórmula que Xi reiterou durante a visita e que Pequim utiliza para definir a relação bilateral desde a viagem de Trump à China, em maio.

    “Este novo posicionamento reflete tanto a realidade do progresso constante nas relações bilaterais como as expectativas de ambas as partes de uma melhoria contínua da relação”, opinou Wang.

  • Bom dia.

    Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com a instabilidade geopolítica internacional, ao longo deste domingo.

    Trump rejeita oferta do Irão para reabrir Ormuz em sete dias. E está a prever mais ataques após as eleições

    Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, sábado, que terminou com a informação de que Trump confirmou a rejeição da proposta iraniana para reabrir o Estreito de Ormuz.

    Muito obrigado por nos acompanhar.

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