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Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a acompanhar a evolução das tensões geopolíticas neste outro artigo em direto.

    Fique connosco.

  • CNN impedida de entrar no jantar oficial de Trump e Xi

    O canal de televisão norte-americano CNN Internacional denunciou que os jornalistas da estação foram impedidos de estar presentes no jantar oficial entre Donald Trump e Xi Jinping.

    Apesar da ordem judicial que permite à CNN cobrir a Casa Branca, o canal de televisão não conseguiu entrar no evento. Os jornalistas tiveram de falar com o diretor de Comunicações da Casa Branca, Steven Cheung, mas sem resultado.

  • Banda da Marinha norte-americana toca no jantar entre Xi e Trump

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, estão a assistir a um pequeno concerto da banda da Marinha norte-americana na Casa Branca, antes do jantar oficial entre os dois líderes estrangeiros.

    As primeiras-damas — Melania Trump e Peng Liyuan — também estão presentes.

  • Xi Jinping chegou à Casa Branca para o jantar de Estado

    O Presidente da China, Xi Jinping, chegou à Casa Branca para o jantar de Estado desta noite. Xi foi recebido por Donald e Melania Trump.

  • Presidente do Irão diz que a guerra foi "imposta" e que cabe aos Estados Unidos terminar com o conflito

    O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou que a guerra foi “imposta” por Israel e que cabe aos Estados Unidos terminar com o conflito. Masoud Pezeshkian acusou ainda Washington ter atacado o Irão “sem justificação legal”.

    “Nunca buscámos a guerra. Não buscamos a guerra”, garantiu, em entrevista à Fox News. “Mas com as instigações conduzidas por Israel, eles impuseram-nos esta guerra. Mas não queremos continuar. São os Estados Unidos que devem escolher se quer acabar com isto ou não”, sublinhou.

  • Enviado especial de Putin encontrou-se hoje com Witkoff e Kushner

    O enviado especial de Putin, Kirill Dmitriev, encontrou-se hoje em Nova Iorque com Steve Witkoff e Jared Kushner para debater o fim da guerra na Ucrânia e a cooperação entre Moscovo e Washington, avançam fontes com conhecimento direto do assunto à CNN.

  • Irão diz que apresentou proposta aos Estados Unidos para reabrir Ormuz e retomar negociações

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, afrimou que apresentou aos Estados Unidos uma proposta para reabrir o Estreito de Ormuz e retomar as negociações para um “acordo final”.

    A proposta, que terá sido apresentada no início da semana através dos mediadores, “pede que os Estados Unidos atendam a certas condições dentro de sete dias para retomar as negociações e reabrir o Estreito”, refere a CNN.

    No entanto, Araghchi não deu detalhes, além de garantir que as condições não são “nada mais” do que o que constava no memorando de entendimento assinado em junho.

    O período de sete dias terá início após a aceitação da proposta por parte de Washington.

  • Presidente do Irão garante que líder supremo está apto para governar

    O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou que se encontrou com o líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, há cerca de um mês, e que ambos estiveram reunidos durante sete horas. Pezeshkian usou este exemplo numa entrevista à Fox News para afirmar que Khamenei tem capacidades de governar o país, apesar dos rumores da sua morte.

    “[Khamenei] sem dúvida alguma [está apto para governar]”, garantiu, referindo que o líder supremo não é visto em público desde que assumiu o poder, em março, devido à “falta de segurança” no país “criado por estrangeiros”, referindo-se aos ataques norte-americanos no país.

  • Gabinete de Melania Trump revela menu do jantar de Estado com Xi Jinping

    O gabinete da primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, revelou o menu do jantar de Estado com Xi Jinping, que vai ter lugar esta noite (madrugada em Portugal).

    O jantar vai começar um brinde em homenagem ao “brinde da paz” de 1972, partilhado pelo então Presidente norte-americano, Richard Nixon, com o primeiro-ministro chinês, Zhou Enlai, em Pequim. O brinde será feito com um champanhe Schramsberg “Blanc De Noir”.

    O primeiro prato será um Velouté de Abóbora Amarela, com fricassé de cogumelos silvestres com pancetta crocante e azeite de Cebolo, e será seguido de robalo em crosta de sésamo. O segundo prato será acompanhado de bok choy baby Estufada e beringela do Moinho Assada e finalizado com sauce verte.

    A sobremesa do jantar de gala será um “crémeux suave de baunilha com um centro vibrante de confit de cereja ácida, assente sobre uma rica frangipane de noz”, refere o gabinete de Melania. “O formato de fruta desta sobremesa é complementado por um delicado gelado feito com mel colhido na Casa Branca”, complementa.

    O jantar será acompanhado das atuações do tenor Christopher Macchio e de músicos militares do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos e do Exército dos Estados Unidos.

  • Colômbia rompe relações diplomáticas com Irão

    O Governo colombiano anunciou hoje que rompeu relações diplomáticas com o Irão no passado dia 19 de setembro.

    “Esta decisão soberana responde aos pilares que guiam a política exterior do Governo em matéria de segurança nacional e hemisférica”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Bogotá, justificando com o “crime transnacional”, assim como os “alegados vínculos do Governo do Irão com grupos terroristas internacionais e outros grupos narcoterroristas que ameaçam a segurança do país”.

    “A Colômbia teve ainda em conta as constantes violações de Direitos Humanos cometidas pelo Governo iraniano no seu território, os ataques contra países que não são parte do conflito no Médio Oriente, o bloqueio do Estreito de Ormuz e a obstrução de equipas do Organismo Internacional de Energia Atómica para verificar o alcance do seu programa nuclear”, assinalou a diplomacia de Bogotá.

  • Ucrânia recebeu documentos sobre o plano russo de ataques ao sistema energético no inverno

    O ministro da Energia da Ucrânia, Denys Shmyhal afirmou que recebeu na semana passada documentos detalhados sobre o plano russo de ataques ao sistema energético ucraniano durante o inverno.

    “São dois documentos grandes, redigidos de forma muito fria e muito precisa”, referiu numa entrevista, citado pela Ukrainska Pravda. “Tipos de armas — desde mísseis balísticos até drones reativos e convencionais. Está tudo calculado, as ordens de ataque para cada infraestrutura estão detalhadas”, acrescenta.

    Para o efeito, Shmyhal anuncia que a Ucrânia construiu mais de 200 abrigos de betão para proteger a população de ataques, assim como “ecrãs de pré-detonação e redes contra drones”.

  • Xi diverte-se com retrato de Biden como ‘caneta automática´ na Casa Branca

    O Presidente da China, Xi Jinping, mostrou-se hoje divertido quando o homólogo norte-americano, Donald Trump, lhe exibiu o retrato que mandou colocar na Casa Branca do antecessor Joe Biden, como ‘caneta automática’.

    Desde o seu regresso ao poder, Trump tem insistido que Biden sofria de declínio cognitivo e que a assinatura do ex-presidente em documentos importantes foi feita por assessores automaticamente — algo que o democrata nega.

    “Este é Trump e esta é a ‘caneta automática’; é o Biden”, disse o Presidente norte-americano a Xi, que se riu juntamente com a equipa que os acompanhava, segundo um vídeo partilhado nas redes sociais pela Casa Branca por ocasião da visita de Estado de três dias que o líder chinês está a realizar a Washington.

    Trump mostrava a Xi a chamada ‘Calçada da Fama Presidencial’, uma galeria de retratos que o republicano mandou instalar há um ano na colunata da ala oeste da Casa Branca.

    A legenda da foto do dispositivo dedicada a Biden — que governou entre 2021 e 2025 após derrotar Trump nas eleições presidenciais de 2020 — afirma que “o dorminhoco Joe Biden foi, de longe, o pior Presidente da história dos Estados Unidos”. A galeria está repleta de imagens de Trump em todo o mundo, emolduradas a dourado.

  • Trump acusa CNN e MS NOW de boicotar receção de Xi Jinping à Casa Branca

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou a CNN e a MS NOW de não terem estado presentes na receção de Xi Jinping à Casa Branca porque promovem “notícias falsas” e “sabiam o quão bom seria”. Trump prometeu ainda que o jantar de Estado desta noite em honra a Xi Jinping será “espetacular”.

    “A CNN e a MSDNC [nome pejorativo atribuído por Trump à MS NOW], para vos mostrar o quão falsas são, recusaram-se hoje a cobrir um dos Maiores e Mais Bonitos Eventos a ter lugar em muitos anos: a chegada à Casa Branca do Muito Respeitado Presidente da China, Xi Jinping, e da sua bela esposa, a Senhora Peng”, refere numa publicação feita no Truth Social.

  • Presidente do Irão quer regresso de Washington ao memorando de entendimento antes das intercaleres norte-americanas

    O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou que pretende negociar um acordo com os Estados Unidos antes das intercalares norte-americanas de novembro, e o regresso de Washington ao memorando de entendimento.

    “Não queremos que [a guerra] chegue às eleições intercalares”, afirmou à NBC News. “Desejamos que os americanos regressem ao memorando de entendimento antes das intercalares”.

    Em resposta, Anna Kelly, porta-voz da Casa Branca, não comentou as declarações, limitando-se a acusar Teerão de “matar milhares [de pessoas] do seu próprio povo” e de “executar atos de terrorismo no Estreito de Ormuz”, além de atacar países vizinhos e matar militares norte-americanos.

    “O Presidente [Trump] está corajosamente a garantir que um país tão maligno nunca possua uma arma nuclear, o que vai tornar o mundo inteiro mais seguro e estável”, acrescentou.

  • Mais de 100 pessoas foram detidas nas manifestações contra Netanyahu em Nova Iorque

    Mais de 100 pessoas foram detidas nas manifestações feitas contra Benjamin Netanyahu em Nova Iorque, perto da sede das Nações Unidas. A informação é avançada por Sonya Meyerson-Knox, diretora de comunicação do grupo Vozes Judaicas pela Paz, à Al Jazeera.

  • Ucrânia fechou acordo “muito importante” para obter mais mísseis Patriot

    A Ucrânia fechou um acordo “muito importante” para obter mísseis intercetores para os sistemas antiaéreos Patriot, um recurso militar fundamental na defesa do território ucraniano contra os bombardeamentos russos, adiantou hoje o Presidente Volodymyr Zelensky.

    “Hoje chegámos a um acordo — não direi com quem — para o envio de mísseis para os sistemas Patriot”, referiu Zelensky, segundo declarações do chefe de Estado ucraniano citadas pelo veículo de comunicação ‘online’ ucraniano European Pravda.

    Zelensky fez estas afirmações, também reproduzidas por meios de comunicação como os jornais ‘online’ The Kyiv Independent e Ukrainska Pravda, — durante uma visita à comunidade do seu país nos Estados Unidos, onde o presidente ucraniano se encontra atualmente.

    Antes, numa reunião realizada hoje com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, Zelensky insistiu que o Exército ucraniano precisa urgentemente destes mísseis intercetores.

  • Senado norte-americano rejeita suspender hostilidades com o Irão até autorização do Congresso

    O Senado dos Estados Unidos rejeitou uma resolução para retirar as tropas norte-americanas das hostilidades com o Irão até ser autorizado pelo Congresso. A proposta teve 50 votos contra e 49 a favor, refere a Reuters.

    Quatro republicanos votaram a favor ao lado dos democratas, enquanto o senador democrata John Fetterman votou ao lado dos republicanos para chumbar a resolução.

  • Mamdani acusa Netanyahu de "repetir mentiras sem fundamento" ao acusá-lo de antissemitismo

    O presidente da Câmara de Nova Iorque, Zohran Mamdani, acusou Benjamin Netanyahu de “repetir mentiras sem fundamento” quando este o acusava de espalhar antissemitismo e de fazer com que a comunidade judaica se sentisse “ameaçada” na cidade.

    “No entanto, nenhuma mentira pode mudar o facto de que ele [Netanyahu] continua a ser objeto de um mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional sob alegações de crimes de guerra e crimes contra a humanidade”, refere um comunicado do presidente da Câmara, citado pelo New York Times.

    Esta tarde, durante o seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Netanyahu alegou que Mamdani apoia militantes do Hamas e acusou o presidente da Câmara de espalhar antissemitismo e de fazer com que a comunidade judaica seja “ameaçada” na cidade e noutros pontos do globo.

  • Arábia Saudita. França vai enviar "meios militares" para proteger o complexo de Yanbu

    O Presidente francês anunciou, na mesma entrevista, o envio de “meios militares” para proteger o complexo de Yanbu, um elo estratégico da rede de instalações energéticas da Arábia Saudita.

    “Esta é a discussão que finalizámos com os sauditas. Vamos enviar meios militares, ou seja, soldados, radares e sistemas de defesa, para proteger este local, não para nos envolvermos em qualquer conflito, mas para proteger este local”, frisou, justificando a decisão com o objetivo de promover a estabilização dos mercados petrolíferos.

    Principal terminal saudita de exportação de petróleo bruto no mar Vermelho, esta instalação desempenhou um papel crucial durante os conflitos no Médio Oriente, permitindo à Arábia Saudita contornar o estreito de Ormuz para exportar o seu petróleo.

  • Macron nega que CIA tenha alertado para possível ataque russo com drones na Europa

    O Presidente francês, Emmanuel Macron, negou hoje que a CIA tenha transmitido informações sobre um possível ataque de drones russos contra a Europa, embora tenha considerado possível que a França seja alvo de uma tentativa de ataque.

    “Podemos desmentir esta informação, a CIA não enviou este aviso”, frisou Macron numa entrevista conjunta às televisões TF1 e France 2.

    Mas Macron considerou hoje possível que a França seja alvo de uma tentativa de ataque com um drone carregado de explosivos, semelhante ao que ocorreu recentemente no aeroporto de Leipzig, que a Alemanha atribuiu à Rússia.

    A França ainda não sofreu ataques deste tipo, “mas quando me perguntam ‘isso pode acontecer?’, a minha resposta é sim”, referiu o chefe de Estado francês na entrevista, acrescentando que a Rússia considera que “a Europa é a profundidade estratégica da Ucrânia”.

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