Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Aliados dos EUA e da Europa marcaram o fim de agosto como prazo para chegarem a acordo nuclear do Irão
- Netanyahu diz que Israel não permitirá que Síria se torne num “segundo Líbano”
- Netanyahu diz que Israel "não tem interesse" em expandir conflito com a Síria
- Embaixador dos EUA em Israel pedem uma investigação "agressiva" à morte de um cidadão palestino-americano na Cisjordânia
- União Europeia vai manter "um olhar próximo" sobre medidas de Israel para melhorar situação humanitária em Gaza
- Síria condena ataques israelitas e reclama "direito a defender-se"
- 875 palestinianos foram mortos desde maio a tentar arranjar comida
- Ministro das Finanças de Israel recusa recuar da zona-tampão na Síria
- Ministro israelita da Diáspora apelou a que o Presidente da Síria seja "eliminado sem demora"
- UE reconhece que Israel não está a implementar acordo para aumento de ajuda humanitária a Gaza
- Irão promete resposta firme em caso de novo ataque de Israel
- Russia e Irão reúnem-se para discutir soluções diplomáticas para o problema nuclear
- Pelo menos 12 mortos em ataques israelitas em campo de refugiados no Líbano
- Membros de comissão da ONU que investiga abusos dos direitos humanos demitem-se
- Conferência da ONU deve discutir planos para Gaza e reconhecimento do Estado Palestiniano
- Qatar garante que estão a ser feitos esforços durante "24 horas por dia" para chegar a um cessar-fogo em Gaza
- Aumentaram ataques realizados por colonos e autoridades israelitas contra palestinianos na Cisjordânia
- Qatar condena ataques de Israel contra posições do Exército sírio em Sweida
- Negociações de cessar-fogo em Gaza continuam em Doha
- Israel realiza ataque contra Sweida após Síria ter anunciado acordo com líderes locais
- Exército israelita está a atacar vários alvos do Hezbollah no Líbano
- Forças governamentais sírias anunciam entrada em Sweida, cidade com maioria drusa
- Partido ultra-ortodoxo anuncia saída do governo de Netanyahu
- Três soldados israelitas morreram em Gaza
- Acordo entre UE e Israel não aumentou ajuda humanitária em Gaza, diz Egito
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
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O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio e os ministros dos Negócios Estrangeiros de França, Alemanha e Reino Unido terão marcado para um prazo de fim de agosto para chegarem a um acordo nuclear para o Irão.
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A Síria condenou os ataques israelitas a posições das forças do país, que terão matado “vários membros” das “forças armadas e de segurança” do país, “para além de vários civis inocentes”.
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O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que Israel não vai permitir que a Síria se torne num “segundo Líbano”, depois de ter ordenado ataques contra forças sírias na cidade de Sweida, no sul do país.
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A alta representante da União Europeia para as Relações Externas e a Segurança, Kaja Kallas, afirmou que a UE vai manter “um olhar próximo” sobre se Israel vai cumprir o acordo com a União Europeia para melhorar a condição humanitária na Faixa de Gaza, avisando que o cumprimento será verificado a cada duas semanas.
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Encerramos agora este liveblog sobre os últimos acontecimentos relacionados com a atualidade no Médio Oriente. Pode continuar a seguir os mais recentes desenvolvimentos sobre o tema nesta nova ligação para quarta-feira.
Obrigado pela sua companhia.
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Aliados dos EUA e da Europa marcaram o fim de agosto como prazo para chegarem a acordo nuclear do Irão
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio e os ministros dos Negócios Estrangeiros de França, Alemanha e Reino Unido terão marcado para um prazo de fim de agosto para chegarem a um acordo nuclear para o Irão, avança o órgão noticioso Axios.
Caso o Irão não ceda ou não queira negociar, os estados voltam a impor as sanções ao país que tinham sido levantadas no acordo nuclear de 2015, lê-se na notícia
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Netanyahu diz que Israel não permitirá que Síria se torne num “segundo Líbano”
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse hoje que Israel não vai permitir que a Síria se torne num “segundo Líbano”, depois de ter ordenado ataques contra forças sírias na cidade de Sweida, no sul do país.
“Não permitiremos o regresso a uma situação em que seja criado um segundo Líbano”, disse Netanyahu durante uma visita a um centro de treino militar no Vale do Jordão, acrescentando que espera não ter de “voltar a atuar”.
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Netanyahu diz que Israel "não tem interesse" em expandir conflito com a Síria
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantiu que as forças do país não vão invadir a Síria nem aumentar o conflito com o país, noticia o Haaretz.
“O futuro depende no que o regime em Damasco fará ou não fará”, explicou Netanyahu, assegurando que o país quer “o alargamento do círculo da paz” mas que trabalhará para “garantir” a sua segurança”.
“Não permitiremos o desenvolvimento de ameaças”, acrescentou o líder em declarações depois do ataque israelita à Síria em que terão atingido “tanques, veículos armados e artilharia”.
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Embaixador dos EUA em Israel pedem uma investigação "agressiva" à morte de um cidadão palestino-americano na Cisjordânia
O embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, pediu às autoridades do país para “investigarem agressivamente o assassinato de Saif Mussalet”, um cidadão norte-americano de origem palestiniana, que foi “espancado até à morte” enquanto “visitava a sua família” na região.
“Este ato criminoso e terrorista tem de ser responsabilizado. Saif tinha apenas 20 anos de idade”, escreveu Huckabee na rede social X.
I have asked @Israel to aggressively investigate the murder of Saif Mussallet, an American citizen who was visiting family in Sinjil when he was beaten to death. There must be accountability for this criminal and terrorist act. Saif was just 20 yrs old.
— Ambassador Mike Huckabee (@GovMikeHuckabee) July 15, 2025
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União Europeia vai manter "um olhar próximo" sobre medidas de Israel para melhorar situação humanitária em Gaza
A alta representante da União Europeia para as Relações Externas e a Segurança, Kaja Kallas, afirmou que a UE iria manter “um olhar próximo” sobre se Israel vai cumprir o acordo com a União Europeia para melhorar a condição humanitária na Faixa de Gaza, avisando que o cumprimento será verificado a cada duas semanas.
“A pedido do Conselho Europeu, apresentei também aos ministros um inventário das diferentes medidas que poderiam ser tomadas em relação à revisão efetuada em junho”, acrescentou Kallas, garantindo que as opções estão” em cima da mesa” e que os países da União estão “prontos a atuar se Israel não cumprir as suas promessas”.
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Síria condena ataques israelitas e reclama "direito a defender-se"
A Síria condenou os ataques israelitas desta terça-feira a posições das forças do país, que terão matado “vários membros” das “forças armadas e de segurança” do país, “para além de vários civis inocentes”.
Num comunicado publicado na rede social X, o governo sírio considerou que este ataque foi um “ato criminoso” que constitui uma “violação flagrante da soberania da República Árabe da Síria”, assim como “dos princípios do direito internacional e da Carta das Nações Unidas”.
“Este ataque ocorreu num momento calculado e num contexto suspeito, claramente destinado a minar a estabilidade nacional e a atingir a unidade síria num momento crítico em que o Estado está a trabalhar para consolidar a segurança e sair das consequências da guerra”, lê-se ainda.
No comunicado, a Síria reafirmou ainda “a sua adesão inabalável ao seu direito legítimo de defender o seu território e o seu povo por todos os meios permitidos pelo direito internacional”.
Statement on the Recent Israeli Aggressions Targeting Southern Syria pic.twitter.com/ZivyGvqnCA
— وزارة الخارجية والمغتربين السورية (@syrianmofaex) July 15, 2025
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875 palestinianos foram mortos desde maio a tentar arranjar comida
875 palestinianos foram mortos enquanto tentavam arranjar comida desde maio, informou o Escritório das Nações Unidas para os Direitos Humanos numa publicação feita no seu site.
“Até 13 de julho, registámos 875 pessoas mortas em Gaza quando tentavam obter alimentos; 674 delas foram mortas nas imediações das instalações da Fundação Humanitária para Gaza”, afirmou a porta-voz do escritório, Thameen Al-Kheetan.
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Ministro das Finanças de Israel recusa recuar da zona-tampão na Síria
O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, recusou esta terça-feira recuar da zona tampão que ocupa no sul da Síria, que diz ser “essencial” para proteger a zona dos Montes Golã, que Israel diz ser parte do país.
Na rede social X, Smotrich garante ainda que o país vai “continuar a proteger os Druze no sul da Síria na medida das suas possibilidades”.
הטבח האכזרי שמבצע משטרו של אחמד אל ג'ולני בדרוזים בדרום סוריה מוכיח שהם היו ונשארו איסלמיסטים קיצוניים אלימים ואכזריים ואל למערב לתת לחליפה ולעניבה להטעות.
מדינת ישראל לא יכולה להרשות לעצמה לסגת בשום תנאי ממרחב החיץ ומפסגת החרמון הנדרשים לנו להגנת ישובי רמת הגולן והיא תמשיך להגן…
— בצלאל סמוטריץ' (@bezalelsm) July 15, 2025
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Ministro israelita da Diáspora apelou a que o Presidente da Síria seja "eliminado sem demora"
O ministro israelita para os Assuntos da Diáspora, Amichai Chikli, apelou na rede social X para que o Presidente sírio, Ahmad al-Sharaa, fosse “eliminado sem demora”, depois dos últimos confrontos das forças sírias com elementos da etnia drusa.
“Não podemos ficar de braços cruzados perante o regime de terror islamista-nazi da Al-Qaeda de fato e gravata”, afirmou o ministro do gabinete de Benjamin Netanyahu, acrescentando que quem pensa que al-Sharaa “é um líder legítimo está gravemente enganado”
“É um terrorista, um assassino bárbaro que deve ser eliminado sem demora”, acrescentou o ministro.
We must not stand idly by in the face of the Islamist-Nazi terror regime of Al-Qaeda in a suit and tie.
Anyone who thinks Ahmad al-Shara is a legitimate leader is gravely mistaken — he is a terrorist, a barbaric murderer who should be eliminated without delay.
We saw the… pic.twitter.com/lSnnE7xge6
— עמיחי שיקלי – Amichai Chikli (@AmichaiChikli) July 15, 2025
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Ataques israelitas mataram 93 palestinianos em Gaza no último dia
Os ataques aéreos israelitas contra a Faixa de Gaza mataram 93 e feriram 278 palestinianos, ao longo das últimas 24 horas, de acordo com o ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.
Nesse período, seis pessoas morreram e 29 ficaram feridas enquanto esperavam para receber ajuda humanitária no enclave. Desta forma, o ministério da Saúde de Gaza regista um total de 58.479 vítimas mortais desde o início da ofensiva israelita, em resposta aos ataques do 7 de outubro.
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Doze mortos em ataque israelita a campo de refugiados no Líbano
Pelo menos 12 pessoas morreram e oito ficaram feridas num ataque aéreo israelita que hoje atingiu um campo de refugiados sírios, localizada na região libanesa de Bekaa, de acordo com a imprensa regional.
Entre as vítimas mortas estão sete cidadãos sírios. O Exército israelita tinha anunciado que os ataques realizados esta manhã tinham como objetivo atingir alvos do Hezbollah.
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UE reconhece que Israel não está a implementar acordo para aumento de ajuda humanitária a Gaza
A comissária europeia Hadja Lahbib afirma que o acordo entre UE e Israel ainda não está a ser implementado ainda que garanta a existência de “alguns desenvolvimentos positivos”, segundo a imprensa israelita.
“É verdade que nós temos carrinhas que estão a conseguir entrar, mas não sabemos exatamente quantos. E o que está claro é que o acordo não está a ser totalmente implementado”, disse hoje a comissária belga.
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Irão promete resposta firme em caso de novo ataque de Israel
O embaixador do Irão na Rússia, Kazem Jalali, afirmou esta segunda-feira que Teerão está preparado para dar uma resposta decisiva caso ocorra um novo ataque por parte de Israel. Em declarações ao jornal Izvestia, o diplomata sublinhou que o Irão não fará qualquer cedência quando se trata da segurança nacional.
“Circulam rumores de que o regime que governa em Telavive está a aproveitar o cessar-fogo para reforçar e reorganizar as suas defesas e a estrutura militar da sua enfraquecida força armada, com vista a um novo ataque ao território iraniano”, afirmou Jalali. Segundo ele, qualquer tentativa nesse sentido não ficará sem resposta, reiterando que está preparado para agir com firmeza para defender os interesses do país.
Estas declarações surgem num momento em que o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, também indicou a disposição de Teerão em retomar negociações com os Estados Unidos sobre o programa nuclear.
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Russia e Irão reúnem-se para discutir soluções diplomáticas para o problema nuclear
Os ministros dos Negócios Estrangeiros russo e iraniano reuniram-se esta terça-feira para discutir soluções diplomáticas para o problema nuclear do Irão. “Falámos das abordagens realistas para alcançar um acordo através de meios políticos pacíficos e diplomáticos, a levar em conta as decisões tomadas no Irão há muito tempo”, disse Sergey Lavrov, citado pela agência TASS.
O ministro russo disse ainda que o Irão nunca desenvolveu uma arma nuclear. “Ninguém, incluindo os inspetores da IAEA, apresentaram evidências do contrário. Outro princípio de especial importância é a não violação dos direitos legítimos do Irão, assim como dos outros membros não-nucleares do IAEA e do tratado de não proliferação nuclear, a quem compete o direito de enriquecer uránio como fonte de energia”.
“Estes são princípios fundamentais. Sobre opções específicas, movimentações potenciais e mecanismos de negociação técnica, vamos continuar a discutir com os nossos amigos iranianos”, disse ainda Lavrov.
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Pelo menos 12 mortos em ataques israelitas em campo de refugiados no Líbano
Pelo menos 12 pessoas morreram e oito ficaram feridas em decorrência dos ataques israelitas na região leste do Líbano, informou a agência de notícias nacional do país, citada pela Al Jazeera. Os ataques terão atingido um campo de refugiados sírios no norte de Bekaa Valley. De acordo com a agência, sete vítimas são sírias. O exército israelita alega que conduziu ataques direcionados a alvos do Hezbollah.
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Membros de comissão da ONU que investiga abusos dos direitos humanos demitem-se
Os três membros de uma comissão da ONU encarregada de investigar os abusos dos direitos humanos em Israel e nos Territórios Palestinianos Ocupados apresentaram recentemente a demissão, decisão já aplaudida pelo representante permanente de Israel na organização, Danny Danon.
A comissão, criada em 2021 e integrada por Navi Pillay, que foi Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos (2008-2014) e juíza do Tribunal Penal Internacional (2003-2008), Chris Sidoti e Miloon Kothari, tem sido alvo de inúmeras críticas por parte de Israel.
As demissões ocorrem num momento em que a violência continua nas áreas palestinianas e há poucos sinais de abrandamento na campanha militar israelita na Faixa de Gaza contra o grupo radical Hamas e outros militantes extremistas responsáveis pelos ataques de 7 de outubro de 2023.
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Conferência da ONU deve discutir planos para Gaza e reconhecimento do Estado Palestiniano
O ministro dos Negócios Estrangeiros disse esta terça-feira que uma conferência da ONU que foi reagendada para os próximos dias deve discutir os planos para Gaza após a guerra e a preparação para o reconhecimento de um Estado Palestino, publicou a Reuters.A conferência estava agendada para os dias 17 a 20 de junho em Nova Iorque, sendo organizadas pela França e pela Arábia Saudita, contudo acabou adiada por causa do conflito entre Israel e o Irão. A nova data será 28 e 29 de julho.“O objetivo é desenhar a Gaza pós-guerra e preparar o reconhecimento de um Estado Palestiniano pela França e os outros países envolvidos”, disse Jean-Noel Barrot, antes da reunião entre ministros dos Negócios Estrangeiros europeus em Bruxelas. -
Qatar garante que estão a ser feitos esforços durante "24 horas por dia" para chegar a um cessar-fogo em Gaza
O governo do Qatar afirmou, esta terça-feira, que as negociações para um cessar-fogo na Faixa de Gaza continuam e não estão paralisadas, embora estejam ainda numa “fase inicial”, escreve a Al Jazeera, que cita um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
De acordo com o ministério, estão a ser feitos esforços durante “24 horas por dia” para alcançar um acordo. As equipas de negociação e os mediadores continuam em Doha — a comunicação com Israel e com o Hamas está a ser feita individualmente.
O Qatar criticou, ainda assim, a “conduta absurda” de Israel na região e afirmou que é preciso responsabilização internacional. O país ressaltou, também, que nenhum mediador pode definir prazos para as negociações.