Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que acompanhou a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia na última quarta-feira.

    Continue a seguir-nos na seguinte ligação:

    Estados Unidos não apoiaram os ataques israelitas à Síria

  • TPI rejeita pedido de Israel para deixar cair mandado de captura contra Netanyahu

    Juízes do Tribunal Penal Internacional (TPI) rejeitaram esta quarta-feira o pedido de Israel para retirar o mandado de captura contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ex-ministro da Defesa. Negaram também um pedido de Telavive para suspender a investigação mais ampla a alegados crimes nos territórios palestinianos, lê-se numa decisão publicada no seu site.

    TPI emite mandados de captura contra Netanyahu, Gallant e Deif. Primeiro-ministro israelita condena “decisão escandalosa”

  • O que aconteceu até agora

    • O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou um acordo para pôr fim aos ataques aéreos israelitas contra o território sírio. “Entrámos em contacto com todas as partes envolvidas nos confrontos na Síria. Acordámos medidas específicas que porão fim esta noite a esta situação preocupante e assustadora”, revelou esta noite.

    • Esta quarta-feira também já tinha sido anunciado um cessar-fogo entre o governo sírio e a comunidade de drusos na Síria após os confrontos em Sweida. A retirada de tropas sírias da cidade já começou, confirmou o ministro de Defesa sírio num comunicado que não fazia qualquer menção às restantes forças de segurança do governo mobilizadas para aquela região.

    • Os ataques aéreos israelitas em Damasco provocaram pelos menos uma morte e 28 feridos. A ofensiva, que incluiu alvos como o palácio presidencial e o Ministério da Defesa sírio, foi justificada por Israel como uma medida para pressionar o regime sírio a retirar-se de Sweida, uma área habitada predominantemente por drusos, uma comunidade etno-religiosa com laços a Israel.

    • A Síria pediu hoje uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Diplomatas ouvidos pela agência Reuters adiantam que o pedido foi aceite e que está prevista uma reunião amanhã.

  • Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se na quinta sobre situação na Síria

    A Síria pediu hoje uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Diplomatas ouvidos pela agência Reuters adiantam que o pedido foi aceite e que está prevista uma reunião amanhã.

  • Exército sírio começa retirada de Sweida

    Começou a retirada dos soldados sírios da cidade de Sweida, uma área habitada predominantemente pela comunidade de drusos. A informação foi confirmada pelo ministro de Defesa da Síria em comunicado, citado pelo Times of Israel, depois de ser anunciado um cessar-fogo.

    A declaração não mencionou, no entanto, nenhuma retirada das outras forças de segurança do governo que foram enviadas para a cidade na terça-feira depois dos confrontos entre drusos e tribos beduínas.

  • "Qual é a próxima capital?". MNE iraniano critica ataques israelitas à Síria

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão condenou os ataques israelitas contra o território sírio. “Infelizmente, isto é tudo muito previsível. Qual é a próxima capital?”, escreveu numa publicação na rede social X.

    “O regime israelita raivoso não conhece limites e só conhece uma linguagem”, sublinhou Seyed Abbas Araghchi, acrescentando que o mundo deve unir-se para pôr fim à agressão descontrolada.

    Araghchi garantiu ainda que o Irão apoia a soberania e integridade territorial da Síria e que vai sempre estar ao lado do povo sírio.

  • Israel diz que está a agir com "responsabilidade, moderação e bom senso" na Síria

    O chefe do Estado-Maior israelita, general Eyal Zamir, defendeu hoje as ações militares contra o território sírio. “Os comandantes e soldados estão a agir com responsabilidade, moderação e bom senso”, afirmou, segundo a Al Jazeera, ao visitar a fronteira com a Síria nos Montes Golã.

  • Trump garante ter "boas notícias sobre Gaza"

    Num evento na Casa Branca, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que tem “boas notícias sobre Gaza”, sem especificar.

    A declaração citada pela imprensa internacional deverá ter a ver com as negociações, que continuam a decorrer, para garantir um cessar-fogo em Gaza.

    Como conta o Haaretz, Trump deverá encontrar-se esta noite em Washington com o primeiro-ministro do Qatar, Mohammed Al-Thani, sendo expectável que discutam as condições para um cessar-fogo, uma vez que as negociações estão a decorrer em Doha.

  • EUA anunciam acordo para parar ataques israelitas contra a Síria

    O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou um acordo para parar já hoje à noite os bombardeamentos de Israel contra a Síria.

    “Entrámos em contacto com todas as partes envolvidas nos confrontos na Síria. Acordámos medidas específicas que porão fim esta noite a esta situação preocupante e assustadora”, adiantou o chefe da diplomacia norte-americana nas redes sociais.

    Antes do anúncio de Rubio, o governo sírio e líderes da minoria religiosa drusa, apoiada por Israel, anunciaram um novo cessar-fogo, após dias de confrontos que ameaçaram desestabilizar a transição política pós-guerra do país do Médio Oriente.

  • MNE sírio acusa Israel de querer "inflamar tensões" e "minar" segurança

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Síria publicou um comunicado na rede social X em que condena as ofensivas “traiçoeiras” israelitas.

    “Este ataque flagrante, parte de uma política deliberada das entidades israelitas para inflamar as tensões, espalhar caos e minar a segurança e estabilidade da Síria, constituiu uma violação flagrante da carta das Nações Unidas e da lei internacional humanitária”, sublinha.

    O ministério acrescenta que a Síria considera Israel “totalmente responsável por esta escalada perigosa” e reafirma o seu direito de se defender. Deixa um apelo à comunidade internacional, em particular ao Conselho de Segurança da ONU, para que cumpra as suas responsabilidades e tome medidas concretas para pôr fim à agressão israelita.

  • EUA dizem à Síria para retirar tropas do sul

    A porta-voz do Departamento de Estado norte-americano adiantou que Washington pediu as autoridades sírias para retirar as tropas para apaziguar a situação na região.

    “Obviamente, são rivalidades históricas de longo termo entre diferentes grupos no sudoeste da Síria, beduínos, a comunidade de drusos, e levou a uma situação infeliz e a um mal entendido, parece, entre o lado israelita e o lado sírio”, apontou Tammy Bruce, segundo a Reuters, repetindo as palavras do secretário de Estado.

    Questionada sobre se Washington foi previamente avisada por Israel sobre os ataques, a porta-voz respondeu que não tinha conhecimento disso. “Acho que a reação do Presidente e do secretário de Estado indica que estamos a reagir do modo que devíamos quando se trata de algo que foi inesperado e que podia ser resolvido”, afirmou.

    Tammy Bruce acrescentou que Washington espera ver “progressos reais” nas próximas horas.

  • Novo ataque israelita atinge subúrbios de Damasco

    Um novo ataque aéreo israelita atingiu uma zona de subúrbios na capital síria, Damasco. A informação é avançada pela agência de notícias Reuters, que cita fontes locais.

  • Síria pede reunião do Conselho de Segurança da ONU

    A Síria pediu esta quarta-feira uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas sobre “as consequências da agressão israelita no território sírio”, lê-se num carta do governo a que a agência Reuters teve acesso.

  • Novos confrontos em Sweida apesar de cessar-fogo

    A agência de notícias Reuters está a relatar novos confrontos na cidade de Sweida, apesar de ter sido anunciado um cessar-fogo entre o governo e a comunidade de drusos.

  • Guterres condena ataques aéreos de Israel na Síria

    António Guterres pediu o fim imediato de todas as violações da soberania e da integridade territorial da Síria, de acordo com um comunicado lido pelo porta-voz do secretariado das Nações Unidas.

    “O secretário-geral condena os crescentes ataques aéreos de Israel em Sweida, Daraa e no centro de Damasco, assim como os relatos sobre a redistribuição das Forças de Defesa Israelitas nos Golã”, disse Stéphane Dujarric.

    Guterres está igualmente alarmado com a contínua escalada de violência em Sweida, uma zona de maioria drusa, no sul do país, onde já morreram centenas de pessoas, acrescentou o porta-voz.

    O ex-primeiro-ministro português condenou a violência contra civis na Síria, incluindo relatos de assassínios arbitrários e “atos que atiçam as chamas das tensões sectárias e roubam ao povo da Síria a oportunidade de paz e reconciliação após 14 anos de conflito brutal”.

    O líder da ONU concluiu o comunicado, reiterando a necessidade de apoiar uma transição política credível, ordenada e inclusiva na Síria, em conformidade com as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

  • Netanyahu com governo minoritário em Israel após saída de segundo partido ultraortodoxo

    O partido ultraortodoxo Shas anunciou hoje que vai abandonar a coligação governamental em Israel, deixando o executivo liderado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em minoria no parlamento.

    O Shas é o segundo partido ultraortodoxo a deixar a coligação que garantia a Netanyahu uma maioria no parlamento israelita, depois de na terça-feira o partido Judaísmo Unido da Torá (UTJ) ter anunciado a sua saída.

    O partido afirmou que vai abandonar a coligação devido à recusa de Netanyahu de aprovar uma lei que isenta os estudantes da ‘yeshiva’ (escola talmúdica) do serviço militar, de acordo com os meios de comunicação social locais.

    Contudo, o Shas afirmou que não pretende prejudicar a coligação de Netanyahu, admitindo que poderá votar ao lado do primeiro-ministro em algumas leis, continuando assim a viabilizar o Governo que de outra maneira poderia colocar em causa.

    Quando estas saídas forem efetivas, a coligação de Netanyahu terá 50 lugares no parlamento de 120 lugares.

  • Herzog avisa que Israel "não vai ficar de braços cruzados" perante situação na Síria

    O Presidente Isaac Herzog garantiu hoje que Israel “não vai ficar de braços cruzados” quando surgem “ameaças jihadistas” do outro lado da fronteira ou quando “aliados e familiares de israelitas — os filhos e filhas da comunidade de drusos, parte integral de nós — estão a ser atacados”.

    “Israel têm de agir e está de facto a agir e vai continuar a fazê-lo até que a segurança e calma regresse à fronteira”, sublinhou, segundo o Times of Israel. Herzog deixou um apelo que os drusos em Israel não cruzem a fronteira para a Síria, depois de ser noticiado que cerca de mil o fizeram no início do dia.

  • Ben-Gvir diz que é preciso "eliminar" Presidente da Síria

    O ministro da Segurança Nacional israelita, Ben-Gvir, defendeu que é necessário “eliminar” o Presidente da Síria, Ahmed al-Sharaa. “As imagens horríveis da Síria só provam uma coisa: uma vez jihadista, sempre jihadista”, escreveu na rede social X, numa referência ao facto de ter liderado a Frente al-Nusra, que teve ligações à al-Qaeda.

    “Eu amo os cidadãos drusos do Estado de Israel, envio-lhes um abraço caloroso e digo: é preciso cortar a cabeça da serpente”, sublinhou.

  • Líder druso nega informações sobre cessar-fogo

    Hikmat al-Hijri, um líder druso no sul da Síria, negou a existência de um cessar-fogo, uma informação avançada pelo Ministério da Administração Interna síria e por um outro líder religioso, o xeque Yousef Jarbou.

    Al-Hijri garantiu que os combates vão continuar até que todo o território de Sweida seja “libertado”. “Não há acordo, negociação ou mandato com o governo sírio”, sublinhou, segundo a Al Jazeera.

  • Ministério da Administração Interna da Síria revela detalhes do cessar-fogo

    O Ministério da Administração Interna da Síria confirmou à Al Jazeera o cessar-fogo entre o governo e os grupos drusos em Sweida.

    O acordo estipula o cessar imediato de todas as operações militares e um compromisso de todas as partes para acalmar a situação em Sweida, bem como a formação de um comité para supervisionar o cessar-fogo, que inclua representantes do estado e líderes religiosos. Além disso, o acordo também menciona a criação de postos de controlo e segurança, com o envolvimento de polícias de Sweida.

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