Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Irão diz ter abatido drone norte-americano sobre a ilha de Qeshm durante a madrugada

  • União Europeia vai patrocinar conversão de porto lituano em plataforma logística da NATO

    O Banco Europeu de Investimento vai investir 100 milhões de euros para transformar o porto de Klaipėda, o maior da Lituânia, num hub que vai receber projetos de energias renováveis, mas também navios da NATO.

    “A localização do porto, que data do século XIII, é importante para as operações da NATO”, sublinha a entidade, em comunicado.

    A renovação vai incluir a adaptação de partes do terminal civil de cruzeiros para “atender aos requisitos da NATO”, a produção e reabastecimento de hidrogénio verde e o fornecimento de energia à beira-mar para balsas. O projeto faz parte de um financiamento total de 201 milhões de euros e tem como data prevista de término o final de 2027.

  • Reveladas novas fotografias de danos a alvos norte-americanos causados por ataques iranianos

    A CBS News revelou novas fotografias de danos a meios aéreos e infraestruturas militares norte-americanas no Médio Oriente causados por ataques iranianos com drones e mísseis. As imagens foram enviadas por militares no ativos anónimos.

    “Este é um grande dano às nossas bases que não foram comunicados ao público norte-americano”, sublinha uma das fontes.

    Uma das fotografias mostra um Boeing E-3 Sentry parcialmente destruído na base Principe Sultan, na Arábia Saudita, enquanto noutras se vêm infraestruturas no Kuwait parcial ou completamente destruídas.

    “Não estamos a defender estas bases. Só estamos a vê-los ser destruídos”, lamentou uma das fontes.

  • Irão. Ouvem-se várias explosões perto da ilha de Qeshm

    Segundo avança a imprensa estatal iraniana, estão a ouvir-se várias explosões perto da ilha de Qeshm.

    Ainda não é claro a origem das explosões.

  • Burnham vai encontrar-se com Trump na próxima semana

    O primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, vai encontrar-se com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a Assmbleia Geral das Nações Unidas, avança o Times.

    Os dois líderes deverão debater a Ucrânia, a crise energética e o Médio Oriente.

  • Trump aprova venda de armas a Israel de 2,4 mil milhões de euros

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou um pacote de 2,8 mil milhões de dólares (2,4 mil milhões de euros) de venda de armas a Israel, avança uma fonte norte-americana ao New York Times.

    O pacote inclui 20 mil ogivas capazes de perfurar bunkers e 40 mil bombas de uma tonelada, “cujo uso por Israel em Gaza e no Líbano provocou indignação internacional devido aos danos a civis causados pelo seu amplo raio de explosão”.

    A proposta foi enviada para o Congresso para ser avaliada, refere a fonte.

  • Israel diz que matou comandante do Hamas em Rafah

    As autoridades polícias e militares israelitas anunciaram a morte de Nael Abu Obeid, também conhecido como Abu Atiya, que seria comandante do Hamas em Rafah. Abu Atiya foi morto durante uma operação das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa), no sul da Faixa de Gaza.

    “As IDF acabam de atingir o comandante da Brigada Rafah do Hamas, depois que o comandante da Brigada Khan Younis e outros membros seniores da organização foram eliminados no início desta semana”, refere um comunicado conjunto entre o primeiro-ministro e o ministro da defesa israelita, citado pelo Times of Israel.

    O exército confirmou o ataque momentos depois, nas redes sociais, afirmando que Abu Atiya geria as “atividades dos terroristas da Brigada e orientava-os a avançar e realizar planos terroristas contra as forças da IDF e civis do Estado de Israel”.

  • Câmara dos Representantes dos Estados Unidos autoriza Trump a impor tarifas a países que compram energia à Rússia e estender sanções ao Irão

    A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma lei que autoriza Donald Trump a impor tarifas a países que compram energia à Rússia e a estender as sanções ao Irão.

    A proposta, apresentada pelo falecido senador republicano Lindsey Graham, foi aprovada com 214 votos a favor.e 211 contra. Dois democratas aprovaram a proposta republicana, refere o jornal norte-americano The Hill.

  • "Israel não ficará de braços cruzeiros perante ameaças" de Irão

    O diretor-geral da Comissão de Energia Atómica Israelita (CEAI) advertiu hoje de que Israel não assistirá imóvel a ameaças de destruição, na 70.ª conferência geral da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), que decorre até sábado em Viena.

    “O Estado de Israel não ficará de braços cruzados perante ameaças de destruição”, declarou Moshe Edri, referindo-se ao Irão e sublinhando: “A região – e o mundo inteiro – estarão mais seguros se o Irão não possuir um programa nuclear militar”.

    “Agimos para garantir a nossa sobrevivência no passado e voltaremos a fazê-lo, se necessário”, acrescentou, segundo um comunicado do gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

  • Polónia reforça fronteira após ataque russo contra comboio

    O ministro da Defesa polaco informou hoje que o país está a reforçar a zona fronteiriça com a Ucrânia, com mais de 500 quilómetros de extensão, após o ataque russo de domingo em território ucraniano muito perto da Polónia.

    “Estamos a reforçar a proteção dos nossos pontos fronteiriços com a Ucrânia”, afirmou Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, nas redes sociais, referindo o aumento da “infraestrutura” utilizada pela Guarda Fronteiriça.

    Kosiniak-Kamysz, que indicou que os militares do 18.º Regimento de Engenheiros já estão a trabalhar nisso, destacou que a decisão do Governo de Donald Tusk surge na sequência das ações da Rússia nos “últimos dias”, que “representam uma ameaça para a segurança de toda a Europa”.

  • Guerra no Irão custou aos EUA mais de 33 mil milhões de euros até agosto

    A guerra dos EUA contra o Irão custou mais de 38 mil milhões de dólares (33 mil milhões de euros) até 1 de agosto e continuará a custar pelo menos três mil milhões de dólares por mês.

    A avaliação dos custos para o Departamento de Defesa norte-americano foi divulgada na terça-feira pelo Gabinete de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês), um órgão apartidário.

    O CBO afirmou que se espera que a guerra contribua para a inflação até ao primeiro trimestre de 2027, elevando-a cerca de 0,5 pontos percentuais acima das estimativas anteriores.

    Estes resultados estimados devem-se, em grande parte, à redução dos envios de petróleo e gás natural através do estreito de Ormuz e às interrupções no transporte marítimo através do mar Vermelho.

  • Ouvidas explosões no norte do Iraque

    Foram ouvidas explosões na cidade de Erbil, no norte do Iraque, avança a Al Arabiya.

    A cidade foi alvo constante de ataques durante o mês de julho, por parte do Irão, por albergar uma base militar norte-americana.

  • Comando Central dos Estados Unidos afirma que redirecionou 103 navios desde a imposição do bloqueio

    O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, sigla inglesa) anunciou hoje no X que redirecionou 103 navios comerciais desde 14 de julho, quando o bloqueio aos portos iranianos foi imposto por Washington.

  • Ataque israelita em Gaza mata duas pessoas, incluindo uma criança

    Um ataque israelita a um acampamento em al-Mawasi, no sul de Gaza, matou duas pessoas, incluindo uma criança, avança a Al Jazeera. No ataque, pelo menos 14 pessoas ficaram feridas.

  • Kallas pede mais pressão contra a Rússia na sequência dos incidentes dos últimos dias

    A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, defendeu o aumento da pressão contra a Rússia e condenou os incidentes que tiveram lugar nos últimos dias, como um navio que disparou contra um helicóptero militar no Báltico e a deteção de um drone no espaço aéreo da Lituânia.

    “Precisamos de ficar de olhos abertos: esses não são acidentes. São tentativas calculadas pela Rússia para enfraquecer a nossa determinação, testar a nossa unidade e brincar com os medos de escalada. A Europa não recuará no seu apoio à Ucrânia”, garantiu, durante uma intervenção no Parlamento Europeu.

    Kallas reafirmou o apoio à Ucrânia e pediu o aumento da pressão contra a Rússia, numa altura em que o novo pacote de sanções enfrenta a oposição da Eslováquia e da França, refere a Euronews. Paris quer retirar o empresário Alisher Usmanov da lista de sanções europeias, para garantir a libertação de cidadãos franceses detidos no Azerbaijão.

    “Enquanto a Rússia escala [a guerra], permanecemos firmes em apoiar a Ucrânia e adicionar mais pressão na Rússia”

  • Zelensky afirma que não está em vigor nenhum cessar-fogo energético

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, desmentiu Donald Trump e afirmou que não está em vigor um cessar-fogo a ataques às infraestruturas energéticas.

    “Não [está em vigor]. Nunca atacamos primeiro”, afirmou, em entrevista à CBS News.

    No entanto, Zelensky garante que o país está pronto para um cessar-fogo, mas pediu “compreensão” para as diferenças dos efeitos que o cessar-fogo vai ter.

    “Para Putin, a energia é vender petróleo, é vender gás. Para nós, a energia é ter eletricidade para o nosso povo”, sublinhou.

    Ontem, Donald Trump anunciou que a Ucrânia e a Rússia tinham chegado a um acordo de suspensão de ataques mútuos contra as infraestruturas energéticas uma da outra, algo que foi desmentido pelos dois lados da guerra.

  • Rússia tentou atacar avião de Zelensky duas vezes na Moldávia, afirma Presidente ucraniano

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que o seu jato presidencial foi alvo de dois ataques frustrados na Moldávia, na semana passada. Na quarta-feira, o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, afirmou que um drone quase atingiu o avião presidencial em que seguia Zelensky a caminho do funeral do Rei norueguês Harad V.

    “Na Moldávia, o meu jato presidencial estava lá, e é por isso que eles atacaram a Moldávia […] Quando voltamos para casa, novamente através de Chișinău, eles fizeram o mesmo”, afirmou, em entrevista à CBS News.

    Zelensky duvida que a Rússia quissesse atacar o Presidente “pessoalmente”, mas que queria “assustar”.

  • Vance afirma que a guerra do Irão vai terminar até às intercalares e que vai entrar "numa fase muito diferente em alguns meses"

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance afirmou que a guerra do Irão vai entrar numa nova fase e que o conflito vai terminar até às eleições intercalares.

    “Não podemos prever o futuro, mas acho que o presidente está certo em dizer que isto vai entrar numa fase muito diferente em alguns meses”, em entrevista ao New York Post.

    Vance admitiu compreender a “impaciência” dos norte-americanos sobre os efeitos da guerra, mas garante que os Estados Unidos não estão numa fase ofensiva.

  • Donald Trump devia ser destituído?

    O professor Azeredo Lopes considera um “conflito de interesses grotesco” o financiamento russo ao casamento do filho de Trump. Alerta ainda para a queda de drones russos na Europa. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Donald Trump devia ser destituído?

  • Irão afirma que construiu instalações nucleares subterrâneas para se proteger de ataques. Israel promete retaliar eventuais ataques do Irão

    O porta-voz da Organização de Energia Atómica do Irão, Behrouz Kamalvandi, defendeu que o país construiu instalações nucleares subterrâneas para proteger o programa nuclear iraniano de ataques. No entanto, garante que sempre foram sujeitas a inspeção por parte da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

    “Ataques militares, sabotagem e terror não podem destruir o conhecimento e a indústria nuclear do Irão”, afirmou, durante uma reunião da AIEA, citado pela Al Jazeera.

    Na semana passada, a agência reportou o Irão ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, devido à falta de acesso às instalações por parte de inspetores e ao incumprimento das obrigações nucleares.

    No mesmo evento, Moshe Edri, diretor-geral da Comissão de Energia Atómica de Israel, prometeu que o país vai respondeu a eventuais ataques iranianos e critica a AIEA por incluir a discussão sobre o programa nuclear secreto israelita.

    “Israel não pode, e não vai, ficar ocioso, à luz de tal ameaça […] Agimos para garantir a nossa sobrevivência, e faremos isso novamente se necessário”, garantiu, citado pelo Times of Israel.

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