Momentos-chave
- Irão garante que houthis não são um "proxy" de Teerão
- Paquistão avisa Irão para conter os houthis
- "Vamos continuar a estrangulá-los economicamente". Rubio promete retaliação pelos ataques iranianos
- Explosões ouvidas no sul do Irão
- CIA nega que diretor da agência assuma papel de liderança nas negociações com a Rússia
- Ouvida uma explosão na ilha de Qeshm
- Vice-presidente do Irão acusa AIEA de ter "dois pesos e duas medidas"
- Trump avisa que "o mundo inteiro estará em apuros" se Irão tiver uma arma nuclear
- Trump convencido de que Putin quer “um acordo” com a Ucrânia
- Síria acusa presença de Netanyahu no país de "flagrante violação da soberania"
- Diretor da CIA pode assumir papel de liderança nas negociações com a Rússia
- Ataque russo em Sumy mata três pessoas e fere 14 pessoas
- Trump anuncia fim da guerra com o Irão para novembro e admite mais ataques no Estreito de Ormuz
- Avião de Zelensky foi quase atingido por um drone na Moldávia
- Líbano diz que Israel violou acordo-quadro de junho 7.700 vezes
- Novos ataques aéreos israelitas atingiram o sul do Líbano
- Agência atómica da ONU reporta Irão ao Conselho de Segurança pela primeira vez em 20 anos
- Oito países de maioria muçulmana elogiam Reino Unido e pedem apoio a sanções aos colonatos israelitas
- Explosão ouvida junto à cidade iraniana de Jask
- Netanyahu promete que derrota do Irão está "próxima"
- Ataque ucraniano na Rússia provoca quatro mortos
- Ataque russo a Kiev faz um morto e 14 feridos
- Merz adia chamada telefónica com Trump nos 25 anos do 11 de setembro horas depois do Presidente dos Estados Unidos assinalar vitória da AfD
- Trump e Putin não discutiram encontro bilateral em novembro, mas reunião pode acontecer, diz Peskov
- Rússia pretende realizar encontros trilaterais presenciais sobre a guerra na Ucrânia. Abu Dhabi é uma hipótese
- EUA desmentem que navios de guerra tenham sido atingidos pelo Irão
- Netanyahu vai processar o jornal Haaretz por causa de artigo que dá conta de aviso dos EAU para ataque do 7 de outubro
- Ucranianos enfrentam escassez de alimentos e inflação pode disparar com a escalada da guerra
- Forças russas atacam comboio de passageiros em Kharkiv. Há seis feridos
- Preço do petróleo volta a ultrapassar os 100 dólares por barril. É a primeira vez desde julho
- Seis feridos em ataque russo contra prédio em Kiev. Zelensky diz que Rússia "não pode continuar impune"
- Administração Trump não se opôs às sanções britânicas contra os colonatos israelitas na Cisjordânia
- Jordânia diz ter abatido 18 dos 20 mísseis lançados pelo Irão
- Arábia Saudita terá lançado dezenas de ataques contra os houthis do Iémen
- Rubio avisa que mais petroleiros iranianos serão destruídos se ataques a navios dos EUA continuarem
- Ataque russo faz dois mortos na fronteira entre a Ucrânia e a Moldávia
- Ucrânia ataca terminal petrolífero na Rússia
- Irão retalia contra ataques dos EUA a petroleiros e atinge navios de guerra e bases
- EUA atacam cinco petroleiros iranianos no Golfo
Histórico de atualizações
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Fica por aqui a cobertura dos conflitos e tensões geopolíticas internacionais, com destaque para a situação no Médio Oriente e para a guerra na Ucrânia, durante esta quarta-feira.
Pode continuar a acompanhar tudo o que se passa esta quinta-feira neste novo liveblog.
Várias aeronaves norte-americanas danificadas em ataque iraniano à base da Jordânia
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Teerão, Pequim e Moscovo criticam envio de programa nuclear ao Conselho de Segurança
A decisão aprovada em Viena agrava as tensões em torno do programa nuclear iraniano e pode levar o Conselho de Segurança da ONU a analisar novas medidas contra Teerão.
Teerão, Pequim e Moscovo criticam envio de programa nuclear ao Conselho de Segurança
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Netanyahu declara "controlo absoluto como nunca" em vastas áreas da região
Netanyahu afirmou que Israel alcançou um “controlo absoluto” no Médio Oriente e reiterou estar perto de derrubar o regime iraniano, após visitar as tropas israelitas no sul da Síria.
Netanyahu declara “controlo absoluto como nunca” em vastas áreas da região
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Irão garante que houthis não são um "proxy" de Teerão
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baqaei, afirmou que os houthis do Iémen são um ator “independente” e que não são intermediários de Teerão, nem de nenhum outro país. A declaração vem em resposta de declarações de Marco Rubio que iam nesse sentido.
“O Ansarallah [os houthis] é um ator iemenita independente que toma as suas próprias decisões; não recebe ordens de ninguém e não age como proxy de ninguém”, garante numa publicação no X.
Baqaei aponta responsabilidades aos Estados Unidos pela instabilidade no Médio Oriente e afirma que a guerra civil no Iémen, que dura desde 2014, apenas se resolve com um acordo de paz.
“As raízes da instabilidade na região residem nas intervenções militares e nas políticas hegemônicas dos EUA. Se Washington realmente quisesse a paz, daria um passo simples: acabar com as suas intervenções malignas e desestabilizadoras em nossa região”, afirma.
Marco Rubio’s lies cannot replace facts. Ansarallah is an independent Yemeni actor that makes its own decisions; it takes orders from no one and acts as nobody’s proxy.
The roots of instability in the region lie in U.S. military interventions and hegemonic policies. If…
— Esmaeil Baqaei (@IRIMFA_SPOX) September 9, 2026
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Paquistão avisa Irão para conter os houthis
O Paquistão pediu ao Irão para conter os houthis do Iémen, sob pena de transformar o conflito do movimento com a Arábia Saudita numa guerra com dimensões regionais.
“A mensagem para Teerão é clara: conter os houthis ou correr o risco de transformar um conflito por procuração numa crise de segurança regional mais ampla”, afirmaram fontes paquistanesas, sauditas e iranianas à Reuters.
O Paquistão tem relações diplomáticas tanto com a Arábia Saudita como com o Irão, mas Islamabade teme que uma escalada do conflito possa pressionar o país a desempenhar um papel mais ativo na defesa saudita. Os dois países têm, juntamente com a Turquia, um pacto de defesa mútua do género da NATO.
“O Paquistão tem um acordo com a Arábia Saudita, mas espero que a situação não chegue ao ponto em que o Paquistão tenha que intervir na prática […]. Por enquanto, buscaremos uma solução diplomática”, refere um diplomata à Reuters.
Além disso, uma das fontes paquistanesas afirmou que representantes sauditas se reuniram com altos representantes militares paquistaneses e turcos na capital da Arábia Saudita para “coordenar a resposta”, tendo os três países concordado em não destacar tropas para o Iémen, mas limitar qualquer resposta a partir de território saudita.
No entanto, uma segunda fonte paquistanesa afirmou que não foi tomada nenhuma decisão sobre ataques retaliatórios e que qualquer participação de Islamabade iria limitar-se a apoio militar, terrestre, aéreo ou técnico.
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Agência atómica da ONU reporta Irão ao Conselho de Segurança pela primeira vez em 20 anos
O Irão foi pela primeira vez em 20 anos remetido ao Conselho de Segurança da ONU pela AIEA, devido ao incumprimento das obrigações nucleares e à falta de acesso dos inspetores às instalações.
Agência atómica da ONU reporta Irão ao Conselho de Segurança pela primeira vez em 20 anos
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"Vamos continuar a estrangulá-los economicamente". Rubio promete retaliação pelos ataques iranianos
O secretário norte-americano de Estado, Marco Rubio, acredita que nenhuma entidade estrangeira está a prestar auxílio ao Irão e defendeu a continuação da pressão económica contra Teerão.
“Não acreditamos que alguém esteja a dar ao Irão algo que esteja a mudar a dinâmica ou os parâmetros do que estamos a ver. Eles continuam a atacar navios da marinha, e quando atacam os nossos navios, pagam um preço em petroleiros”, afirmou aos jornalistas.
Rubio prometeu retaliar os ataques iranianos contra navios no Estreito de Ormuz e defendeu a pressão económica.
“Eles vão continuar a pagar um preço por isso. Enquanto isso, vamos continuar a estrangulá-los economicamente”, garantiu.
Marco Rubio on Iran:
We don't believe anybody is giving Iran anything that's changing the dynamics or the parameters of what we're seeing.
They continue to fire on naval ships, and when they fire at our naval ships, they pay a price in tankers.
They don’t hit our ships, but… pic.twitter.com/Cv5DsixUbA
— Clash Report (@clashreport) September 9, 2026
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Trump convencido de que Putin quer "um acordo" com a Ucrânia
Trump afirmou acreditar que Putin está disposto a alcançar um acordo para terminar a guerra na Ucrânia, embora reconheça que as divergências entre Moscovo e Kiev continuam a dificultar as negociações.
Trump convencido de que Putin quer “um acordo” com a Ucrânia
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Explosões ouvidas no sul do Irão
Foram ouvidas explosões em Sirik e no condado de Minab, no sul do Irão, avança a agência de notícias iraniana Fars, citada pela Al Jazeera. As explosões tiveram origem no mar, refere a agência de notícias.
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CIA nega que diretor da agência assuma papel de liderança nas negociações com a Rússia
A porta-voz da CIA, Liz Lyons, negou a notícia avançada pelo Financial Times que dava conta que o diretor da agência, John Ratcliffe, podia assumir um papel de liderança nas negociações com a Rússia e a consequente dimunuição da participaçãodos enviados especiais de Trump.
“Esta notícia é falsa”, afirmou no X.
This reporting is false. https://t.co/gvDdCnuuip
— Liz Lyons (@CIASpox) September 9, 2026
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Ouvida uma explosão na ilha de Qeshm
Foi ouvida uma grande explosão na ilha iraniana de Qeshm, no Estreito de Ormuz, avança a agência de notícias iraniana IRNA, citada pela Al Jazeera. A origem da explosão é desconhecida.
“Ainda não é claro se o som se originou no mar ou se a explosão ocorreu em Qeshm”, refere a agência de notícias.
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Vice-presidente do Irão acusa AIEA de ter "dois pesos e duas medidas"
O vice-presidente iraniano, Mohammad Reza Aref, acusou o Conselho da Agência Internacional de Energia Atómica de ter dois pesos e duas medidas, a propósito da aprovação de uma resolução contra o programa nuclear do Irão, e garantiu que Teerão vai prosseguir o uso de energia nuclear com fins pacíficos.
“A aprovação da resolução do Conselho de Governadores contra o programa nuclear pacífico do Irão, proposta pelos detentores da bomba atómica, pelos responsáveis pelo ataque a Hiroshima e pelos violadores do JCPOA, é um símbolo dos dois pesos e duas medidas do mundo atual”, afirmou.
“Aqueles que ameaçam as nossas infraestruturas e a nossa civilização não têm qualquer legitimidade para julgar. A nação iraniana mantém-se firme nos seus direitos legais e no caminho estratégico da energia nuclear para fins pacíficos”, reiterou.
A resolução em causa prevê que o Irão seja denunciado ao Conselho de Segurança da ONU, devido à recusa de acesso aos inspetores da agência nuclear.
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Trump avisa que "o mundo inteiro estará em apuros" se Irão tiver uma arma nuclear
Nas declarações aos jornalistas esta tarde, Donald Trump voltou a deixar um aviso sobre o risco de deixar o Irão obter uma arma nuclear.
“Tudo o que eles querem é uma arma nuclear e, se a tiverem, o mundo inteiro estará em apuros”, afirmou o presidente do EUA, citado pela Al Jazeera, sem aprofundar sobre possíveis conversações com Teerão: “Vamos ter a questão nuclear… haverá muitas outras questões em cima da mesa que não estariam há três meses. Para ser sincero, não estamos à procura [de conversações].”
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Israel ataca sul do Líbano
As forças israelitas realizaram ataques aéreos nas vilas de Nabatieh al-Fawqa, Mansouri e Wadi al-Saluqi, no sul do Líbano. A informação é avançada pela Al Jazeera.
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Trump convencido de que Putin quer “um acordo” com a Ucrânia
O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou-se hoje convencido de que o homólogo russo, Vladimir Putin, com quem falou na terça-feira por telefone, quer “um acordo” com a Ucrânia.
“Tivemos uma conversa muito boa. Ele quer um acordo e, se [o Presidente ucraniano, Volodymyr] Zelensky quiser um acordo, seria ótimo”, disse Trump.
Quando questionado sobre o principal obstáculo a um acordo entre Moscovo e Kiev para pôr fim a uma guerra que dura há mais de quatro anos, afirmou que, “acima de tudo, trata-se de duas pessoas que se odeiam”.
“É isso que penso, porque falo com as pessoas. Na verdade, falar com as pessoas é a única coisa que fiz durante toda a minha vida. Sei como funcionam os acordos, e estas são duas pessoas cansadas de lutar”, acrescentou o republicano.
“Tivemos uma boa conversa. Isso pode acontecer”, concluiu o magnata nova-iorquino, referindo-se a um acordo entre a Rússia e a Ucrânia, antes de voltar a insistir que “muita gente está a morrer” diariamente na guerra, desencadeada pela invasão russa do país vizinho, a 24 de fevereiro de 2022.
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Britânico acusado de espionagem e preparar atos de sabotagem em nome da Rússia
Um cidadão britânico de 31 anos foi hoje acusado pelo Ministério Público da Coroa de ajudar os serviços secretos militares russos e de preparar atos de sabotagem em nome de Moscovo.
De acordo com a Reuters, o cidadão, Joshua Cammidge, terá recebido instruções de um representante do corpo de voluntários dos serviços secretos russos para preparar uma ação de sabotagem.
O britânico foi preso na passada sexta-feira, no âmbtio de uma investigação antiterrorista e deve comparecer no Tribunal de Magistrados de Westminster na quinta-feira..
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Síria acusa presença de Netanyahu no país de "flagrante violação da soberania"
O Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros condenou a presença do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, no Monte Hebron e afirmou que os ataques das forças de Telavive na Síria são uma “perigosa escalada que ameaça a estabilidade e a segurança na região”.
“A República Árabe da Síria condena veementemente a entrada ilegal do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em território sírio e a sua visita ao Monte Hebron, numa ação provocatória e uma flagrante violação da soberania da República Árabe da Síria, da sua integridade territorial e do direito internacional”, refere o Ministério no X.
A Síria também pediu o fim dos ataques israelitas em território sírio, que Telavive afirma que servem para eliminar a ameaça terrorista na região, e o cumprimento do Acordo de Retirada de 1974. Este acordo, mediado pelas Nações Unidas, pôs fim à Guerra do Yom Kippur de 1973 e estabeleceu uma zona-tampão desmilitarizada na Síria, que divide duas áreas militares (uma israelita e outra síria). Após a queda de Bashar al-Assad, em 2024, as tropas israelitas ocuparam a zona-tampão, com o pretexto de combater a ameaça jihadista.
بيان صادر عن وزارة الخارجية والمغتربين في الجمهورية العربية السورية pic.twitter.com/3QQkw8Ug5C
— وزارة الخارجية والمغتربين السورية (@syrianmofaex) September 9, 2026
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Diretor da CIA pode assumir papel de liderança nas negociações com a Rússia
O diretor da CIA, John Ratcliffe, pode vir a assumir um papel de liderança nas negociações com a Rússia, que vai implicar a redução da participação dos enviados especiais de Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner. A informação é avançada pelo Financial Times.
Ao mesmo tempo, Ratcliffe vai continuar a manter contacto com os serviços secretos russos, enquanto Witkoff pode vir a assumir um papel mais amplo como enviado especial para missões de paz, e incluir as negociações no Médio Oriente. No entanto, Trump ainda não tomou nenhuma decisão final.
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Ataque russo em Sumy mata três pessoas e fere 14 pessoas
Um ataque russo contra um parque de estacionamento num centro comercial em Sumy provocou três mortos e 14 feridos, referem as autoridades locais, citadas pela Ukrainska Pravda.
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Trump anuncia fim da guerra com o Irão para novembro e admite mais ataques no Estreito de Ormuz
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vai terminar a guerra do Irão em novembro, após as eleições intercalares.
“Eu acho que a guerra vai acabar imediatamente depois das eleições [intercalares], porque [os iranianos] não conseguem aguentar mais porque estão desesperados para tentar afetar as eleições”, afirmou aos jornalistas, na Base Aérea Andrews, em Maryland.
Trump: the Iran war will end "immediately" after the election (US midterm vote) pic.twitter.com/MbCZimhzsb
— Open Source Intel (@Osint613) September 9, 2026
Trump afirmou também que, apesar de não pretender negociar com o Irão, a possibilidade está em cima da mesa, juntamente com outras, mas sem especificar se se tratam de opções diplomáticas ou militares. Até lá, admite mais ataques no Estreito de Ormuz.
“Os ataques [no Estreito de Ormuz] são feitos por nós. Vão ver muitos mais”, avisou.
Reporter: We’ve seen a lot of attacks in the Strait of Hormuz.
Trump: The attacks are made by us. You are gonna see a lot more. pic.twitter.com/6G5zgufMkX
— Clash Report (@clashreport) September 9, 2026