Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Terminamos aqui a cobertura da guerra na Ucrânia e da situação na Gronelândia.

    Pode acompanhar o nosso liveblog desta segunda-feira que agora abrimos.

    Kiev fala em “discussões substanciais” com os Estados Unidos sobre garantias de segurança para a Ucrânia

  • UE esperará por 1 de fevereiro para decidir sobre tarifas contra os EUA

    Durante a reunião de domingo, os embaixadores dos países junto da União Europeia decidiram esperar por 1 de fevereiro — altura que Donald Trump indicou para avançar com tarifas contra os países que não aceitam a sua posição quanto à Gronelândia — para tomar uma decisão.

    De acordo com informação recolhida pela Sky News junto dos diplomatas, a União Europeia não tem planos para avançar com medidas contra os EUA por enquanto.

  • Ursula von der Leyen reafirma "compromisso de defender a soberania da Gronelândia"

    Nas redes sociais, Ursula von der Leyen anunciou que teve uma reunião com Mark Rutte, Emmanuel Macron, Keir Starmer, Frierich Merz e Giorgia Meloni. “Juntos, reafirmamos nosso compromisso de defender a soberania da Gronelândia e do Reino da Dinamarca”, declarou a presidente da Comissão Europeia. “Protegeremos sempre os nossos interesses estratégicos, económicos e de segurança. Enfrentaremos esses desafios à nossa solidariedade europeia com firmeza e determinação”, conclui von der Leyen.

  • Zelensky: "Causa desta guerra está em Moscovo"

    No seu pronunciamento diário deste domingo, Volodymyr Zelensky reforçou as acusações de que é Vladimir Putin que não quer acabar com a guerra na Ucrânia. “Se os russos realmente quisessem acabar com a guerra, concentrariam os seus esforços na diplomacia — não em ataques com mísseis, apagões e até mesmo tentativas de danificar as nossas usinas nucleares”, partilhou o Presidente ucraniano.

    “Temos informações sobre os locais que a Rússia assinalou em preparação para os ataques. Tudo demonstra claramente que a diplomacia não é uma prioridade para a Rússia”, disse ainda Zelensky.

    “Isso precisa ser reconhecido. E a pressão sobre o agressor e a verdadeira causa desta guerra deve continuar. A causa está em Moscovo”, conclui.

  • António Costa convoca reunião extraordinária do Conselho Europeu para discutir Gronelândia

    Numa publicação no X, António Costa anunciou que convocou uma reunião extraordinária do Conselho Europeu para discutir a situação na Gronelândia. O encontro deve acontecer nos próximos dias.

    “As minhas consultas com os Estados-Membros sobre as recentes tensões relativas à Gronelândia reafirmam o nosso firme compromisso com o seguinte:
    – Unidade nos princípios do direito internacional, da integridade territorial e da soberania nacional;
    – Unidade no apoio e solidariedade com a Dinamarca e a Gronelândia;
    – Reconhecimento do interesse transatlântico comum na paz e segurança no Ártico, nomeadamente através da NATO;
    – Avaliação partilhada de que as tarifas prejudicariam as relações transatlânticas e são incompatíveis com o acordo comercial UE-EUA;
    – Disposição para nos defendermos contra qualquer forma de coerção;
    – Disposição para continuarmos a dialogar construtivamente com os EUA sobre todas as questões de interesse comum”, escreve o presidente do Conselho Europeu.

    “Dada a importância dos recentes desenvolvimentos e a fim de promover uma maior coordenação, decidi convocar uma reunião extraordinária do Conselho Europeu nos próximos dias”, conclui.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros francês deve falar com homólogos dos países ameaçados pelas tarifas de Trump

    O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, deve falar com os seus homólogos de todos os oito países ameaçados com novas taxas por Donald Trump, avança a BBC, com base numa fonte oficial do Governo francês.

    Jean-Noël Barrot já falou no sábado com os ministros dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido e da Alemanha assim como representantes da União Europeia, logo depois da publicação de Trump a anunciar a nova taxa. “Desde ontem esteve em discussão com os seus 27 homólogos assim como os grupos políticos no Parlamento Europeu”, diz ainda o oficial francês.

  • Keir Starmer diz a Trump que aplicar tarifas a aliados "é errado"

    Em declarações publicadas pela BBC, um porta-voz do primeiro-ministro britânico revelou que Keir Starmer conversou com Donald Trump ao telefone este domingo e apontou que a aplicação de tarifas a aliados da NATO “é errado”.

    “O primeiro-ministro reiterou a sua posição sobre a Gronelândia. Disse que a segurança no norte é uma prioridade para todos os aliados da NATO no sentido de proteger os interesses euro-atlânticos”, disse o porta-voz, citado pela BBC. “Ele também disse que aplicar tarifas a aliados para alcançar a segurança coletiva de aliados da NATO é errado”.

    Além de Trump, Starmer também falou este domingo com a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o secretário geral da NATO, Mark Rutte.

  • Missão de reconhecimento na Gronelândia "concluída como planeado", diz porta-voz alemão

    A missão de reconhecimento na Gronelândia foi “concluída como planeado”, diz um porta-voz das forças militares alemãs, citada pela BBC.

    Nos últimos dias Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Países Baixos, Noruega, Suécia, Reino Unido e Eslovénia, enviaram militares para a Gronelândia, numa missão de reconhecimento no âmbito do exercício dinamarquês Arctic Endurance, organizado com aliados da NATO e defenderam agora que este exercício “não representa nenhuma ameaça para ninguém”.

  • Mark Rutte diz que falou com Donald Trump sobre a Gronelândia e aponta para encontro em Davos

    Mark Rutte revelou através da rede social X que falou com Donald Trump este domingo acerca da situação de segurança na Gronelândia e no Ártico. “Vamos continuar a trabalhar nisto, e estou ansioso para o ver em Davos no fim desta semana”, assinalou o secretário geral da NATO, falando sobre o Fórum Económico Mundial, que se realiza em Davos, na Suíça, entre 19 e 23 de janeiro.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca diz esperar que Trump "desista do sonho de conquistar a Gronelândia"

    Na mesma conferência de imprensa, o ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, disse que a decisão de Donald Trump em relação às tarifas “muito paradoxal”. Rasmussen, que regressou recentemente de Washington, disse que teve uma “conversa construtiva” com oficiais do Governo Trump, e que espera que estas conversas continuem “para que o Presidente desista do sonho de conquistar a Gronelândia”, escreve a BBC, com base na tradução do discurso providenciada pela imprensa dinamarquesa.

    O ministro dinamarquês assinala ainda que tem tentado manter um “diálogo construtivo” com os EUA, “longe das redes sociais e das manchetes com palavras fortes”. “Vamos permanecer neste caminho a não ser que os EUA decidam diferente”.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros norueguês diz que países do Ártico estão prontos para "trabalhar com os EUA para fortalecer a segurança"

    Numa conferência de imprensa em Oslo, os ministros dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca, Lars Løkke Rasmussen, e da Noruega, Espen Barth Eide, falaram sobre a pressão norte-americana em relação à posição europeia acerca da Gronelândia.

    Barth Eide considera este um momento “histórico e dramático”, descrevendo as tarifas recentes impostas por Donald Trump como “ameaças”, cita a BBC. Entretanto, o representante norueguês sinaliza que os aliados “não nos deixarão ser pressionados”, alegando que as nações da NATO estão abertas a trabalhar com os EUA para fortalecer a segurança no Ártico. “Dos oito países que estão no Ártico, sete são membros da NATO”, assinalou. “Então estamos preparados para lidar com desafios de segurança existentes e futuros na região”. “A verdadeira essência da NATO é proteger a soberania e a integridade territorial dos seus estados membros”, reiterou o ministro norueguês.

  • Secretário do Tesouro dos EUA convicto de que Europa reconhecerá anexação da Gronelândia

    O secretário do Tesouro dos Estados Unidos da América, Scott Bessent, mostrou-se convicto de que a Europa acabará por reconhecer que a anexação da Gronelândia, reivindicada pelo Presidente norte-americano Donald Trump, é a melhor decisão possível.

    Na base desta convicção de Bessent está a ideia de que “os europeus projetam fraqueza” e precisam das garantias de segurança que o seu país oferece. “Paz através da força”, declarou Bessent à NBC.

    “Incorporemos [a Gronelândia] nos Estados Unidos e não haverá conflito, porque os Estados Unidos, neste momento, são o país mais forte do mundo. Os europeus projetam fraqueza. Os Estados Unidos projetam força”, afirmou.

    Bessent declarou-se convencido de que os líderes europeus “acabarão por ceder” depois de compreenderem que “precisam da proteção de segurança” que o seu país proporciona.

    “Acredito que acabarão por compreender que a Gronelândia, sob o controlo dos Estados Unidos, é o melhor resultado possível”, afirmou.

    O secretário do Tesouro insistiu que o território é “essencial” para os Estados Unidos e para o seu novo sistema de defesa, designado como Cúpula Dourada.

  • "A Europa não se deixará chantagear", diz primeira-ministra da Dinamarca

    A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, emitiu um comunicado após a declaração conjunta dos oito países visados ​​pelas tarifas do Presidente norte-americano Donald Trump.

    “O Reino da Dinamarca está a receber um grande apoio. Ao mesmo tempo, torna-se ainda mais claro que esta é uma questão que vai muito para além das nossas fronteiras”, disse, acrescentando que o seu Governo tem mantido um “diálogo intenso” com os aliados, entre os quais Friedrich Merz, da Alemanha, Emmanuel Macron, de França, e Keir Starmer, do Reino Unido.

    “É ainda mais importante que nos mantenhamos firmes nos valores fundamentais que criaram a comunidade europeia. Queremos cooperar e não somos nós que procuramos o conflito. Estou satisfeita com as mensagens consistentes do resto do continente: a Europa não se deixará chantagear”, sublinhou.

  • Gronelândia. Países europeus ameaçados por Trump dizem que vão continuar unidos

    Os países europeus ameaçados por Donald Trump com aumento de tarifas por oposição ao controlo norte-americano sobre a Groenlândia defenderam este domingo que vão continuar unidos e a defender a sua soberania.

    “Continuaremos unidos e coordenados na nossa resposta. Estamos comprometidos em defender a nossa soberania”, anunciaram a Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Países Baixos, Noruega, Suécia e Reino Unido, através de um comunicado conjunto divulgado hoje, acrescentando que estão “comprometidos em fortalecer a segurança no Ártico”.

    Estes países, juntamente com a Eslovénia, enviaram militares para a Gronelândia, numa missão de reconhecimento no âmbito do exercício dinamarquês ‘Arctic Endurance’, organizado com aliados da NATO e defenderam agora que este exercício “não representa nenhuma ameaça para ninguém”.

    “Com base no processo iniciado na semana passada, estamos prontos para dialogar com base nos princípios da soberania e da integridade territorial, que apoiamos firmemente”, lê-se no comunicado.

    Os oito países ameaçados pelo Presidente norte-americano com aumento de tarifas por terem enviado soldados para a Gronelândia sublinharam ainda que estas intimidações “prejudicam as relações transatlânticas e representam um risco de uma espiral descendente perigosa”.

    Donald Trump ameaçou no sábado vários países (Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia) com a imposição de novas tarifas alfandegárias até que “um acordo seja alcançado para a venda completa e integral da Gronelândia”.

  • Macron defende instrumento anti-coerção contra Estados Unidos, se Trump impuser novas tarifas por causa da Gronelândia

    Presidente francês estará “em contacto o dia todo com os homólogos europeus”, pedirá “a ativação do instrumento anti-coerção” da União Europeia se novas tarifas americanas avançarem.

    Macron reflete sobre exclusão de empresas norte-americanas do mercado europeu, se Trump impuser novas tarifas por causa da Gronelândia

  • Embaixadores da União Europeia reunidos de urgência no domingo após anúncio de tarifas de Trump

    Os embaixadores dos Estados-membros da União Europeia vão reunir-se de urgência no domingo para discutir as relações com os Estados Unidos, na sequência do anúncio de tarifas a oito países europeus pela oposição às ameaças sobre a Gronelândia.

    Fontes europeias indicaram este domingo à Lusa que, na sequência do recente anúncio dos Estados Unidos, “foi convocada uma reunião extraordinária do Coreper II [representantes permanentes dos Estados-membros junto da UE] para amanhã [domingo] à tarde”, pelas 17:00 (hora local, 16:00 de Lisboa), que terá lugar em formato restrito.

    A reunião foi convocada pela presidência cipriota do Conselho da União, este semestre, num contexto de tensões sobre o território autónomo dinamarquês, alvo de pretensões do Presidente norte-americano, Donald Trump.

    O encontro surge depois de Donald Trump ter anunciado que irá cobrar tarifas (de 10% em fevereiro e de 25% em junho) sobre mercadorias de oito países europeus devido à oposição ao controlo dos Estados Unidos sobre a Gronelândia, entre os quais seis Estados-membros da UE (Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Países Baixos e Finlândia) e dois outros (Noruega e Reino Unido).

    O presidente do Conselho Europeu, António Costa, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, alertaram que as tarifas anunciadas por Donald Trump contra países europeus, por se oporem ao seu plano para anexar a Gronelândia, “poderão desencadear uma perigosa espiral descendente”.

  • Ministra da Gronelândia elogia reação de países europeus a anúncio de tarifas dos EUA

    Naaja Nathanielsen, ministra do governo da Gronelândia, elogia a resposta dos países europeus à ameaça de tarifas dos EUA.

    “Estou maravilhada de testemunhar as primeiras respostas dos países afetados”, disse a ministra numa mensagem na rede social LinkedIn.

    “Estou agradecida e esperançosa que a diplomacia e as alianças vão prevalecer.”

  • Dinamarca recebeu anúncio de tarifas "com surpresa"

    Lars Løkke Rasmussen, ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca, fala em “surpresa” após o anúncio de Donald Trump.

    O ministro dinamarquês recorda que, no início da semana, a Dinamarca teve “uma conversa construtiva com o vice-presidente Vance e o secretário de Estado Rubio”.

    Numa publicação no X, diz que o “propósito do aumento da presença militar na Gronelândia, a que o Presidente se refere, é o de aumentar a segurança no Ártico”.

    “Concordamos com os EUA de que é preciso fazer mais no Ártico uma vez que já não é uma área de baixa tensão”, diz o ministro dinamarquês. “É exatamente por isso que nós e os parceiros da NATO estamos a avançar com total transparência com os nossos aliados americanos.”

  • Ameaça de tarifas feita por Trump "vai beneficiar" China e Rússia, diz líder da diplomacia europeia

    Kaja Kallas usou a rede social X para reagir à ameaça de Trump de impor tarifas a oito países da União Europeia.

    “A China e a Rússia devem estar a ter um dia de festa. São eles que beneficiam das divisões entre os aliadas”, nota. “Se a segurança da Gronelândia está em risco, podemos tratar disso dentro da NATO.”

    “As tarifas arriscam-se a tornar a Europa e os EUA mais pobres e a minar a nossa prosperidade partilhada”, alerta. “Não podemos deixar que a nossa disputa nos distraia da tarefa principal de ajudar a acabar com a guerra da Rússia contra a Ucrânia.”

  • Noruega afirma que "ameaças não têm lugar entre aliados" perante ameaça de tarifas

    O primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, frisou que “as ameaças não têm lugar entre aliados” depois de Trump ter ameaçado aplicar tarifas a vários países. “A posição da Noruega é firme: a Gronelândia faz parte do Reino da Dinamarca. A Noruega apoia totalmente a soberania do Reino da Dinamarca. Há um acordo transversal na NATO quanto à necessidade de fortalecer a segurança no Ártico, incluindo na Gronelândia”, apontou o líder norueguês no X.

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