Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Israel apela à evacuação de 50 aldeias no Líbano
- Israel lança vários ataques sobre o Líbano depois de o Hezbollah ter disparado rockets
- Trump diz que EUA estão preparados para guerra de "quatro a cinco semanas"
- IDF dizem que ataque do Líbano foi levado a cabo pelo Hezbollah
- Explosões perto da base aérea britânica no Chipre
- Mísseis disparados do Líbano em direção a Israel
- Hospital Gandhi, no norte de Terrão, evacuado
- EUA afirmam que nenhum navio americano foi atingido até ao momento
- Há consenso na UE para retomar negociações com o Irão, diz Rangel
- Quatro feridos ligeiros na Síria
- Cerca de 50 portugueses retidos em navio-cruzeiro ao largo do Dubai
- França vai enviar 2 navios de guerra para o Mar Vermelho
- Pelo menos seis pessoas ficaram feridas em Jerusalém após ataques iranianos
- EUA vão usar bases militares do Reino Unido
- Trump pede aos iranianos que tomem o poder
- "Fúria épica" pode durar "quatro semanas ou mais"
- Reino Unido, França e Alemanha prontos para ataques defensivos
- EUA dizem ter destruído sede da Guarda Revolucionária do Irão
- Irão. Foram mortos sete comandantes em ataques dos EUA e Israel
- Televisão estatal iraniana hackeada: passaram imagens e discursos de Netanyahu e Trump
- Espanha quer Europa "contra regime de ódio" e contra "intervenção militar injustificada"
- EUA dizem ter atacado mais de mil alvos iranianos
- Cidadão das Filipinas morre em ataque em Telavive
- Jordânia. Cinco pessoas ficaram feridas com estilhaços
- Marinha dos EUA divulga imagens de mísseis Tomahawk contra o Irão
- Erdogan ofereceu-se para mediar em busca de soluções pacíficas
- Trump volta a falar com Netanyahu. E também os líderes Bahrain e Emirados Árabes Unidos
- Embaixada dos Emirados Árabes Unidos no Irão encerra após ataques iranianos
- Os três soldados americanos terão morrido no Kuwait, avança NBC
- Hospital no centro de Teerão atingido por ataques de Israel
- Chanceler alemão vai encontrar-se com Trump na terça-feira
- Casa Branca esclarece: guerra com o Irão vai continuar "por agora", mesmo que Trump queira falar
- Teerão não estabelece “nenhum limite” ao seu direito de defesa
- Acordo Bilateral com os EUA “foi cumprido”, garante José Manuel Bolieiro
- Meio de comunicação estatal iraniano confirma que EUA e Israel atacaram as suas instalações
- O que se passou até agora
- Paulo Rangel condena ataques do Irão a Omã e Jordânia
- Até ao momento, já morreram 219 pessoas e 993 ficaram feridas
- Portugal recebeu 39 pedidos de repatriamento de Israel. Dois portugueses saíram do Irão
- Paquistão: pelo menos sete mortos num protesto pró-Irão
- Trump diz que EUA afundaram 9 navios iranianos: "Vamos atrás dos restantes"
- Mais de 2 mil bombas foram lançadas por caças no Irão em 36 horas, de acordo com as IDF
- Irão atacou base dos EUA no Iraque com drones
- Irão terá atacado 3 petroleiros dos EUA e do Reino Unido no estreito de Ormuz
- Israel chama 100 mil reservistas para a guerra
- Alemanha defende interrupção "do perigoso programa de armamento nuclear e balístico" do Irão
- Portugal recebeu 18 pedidos de repatriamento de Israel
- Sobrinho de Khamenei "muito feliz" com morte do tio: "Penso que é um passo em frente"
- "Os líderes iranianos querem falar. Deviam ter feito isso mais cedo", declara Trump
- Ataque no oeste do Irão mata mais de 40 membros das forças de segurança do país
- Trump diz que operação está a decorrer de forma mais rápida que previsto
- Trump: "48 líderes [iranianos] morreram de uma só vez"
- Von der Leyen fala com líderes dos países do Golfo e avisa que "risco de uma escalada ainda maior é real"
- Netanyahu: avanços "no coração de Teerão só se intensificarão nos próximos dias"
- MNE do Irão diz que novo líder pode ser escolhido dentro de "um dia ou dois"
- Ataque iraniano causou incêndio em base nos Emirados Árabes Unidos que alberga forças francesas
- Exército israelita diz que foram lançados novos ataques contra Teerão
- Forças norte-americanas dizem que ataque do Irão não atingiu porta-aviões
- Exército norte-americano diz ter afundado navio iraniano no Golfo de Omã
- Três militares norte-americanos mortos na guerra no Médio Oriente
- Irão diz que atacou porta-aviões dos EUA com quatro mísseis balísticos
- MNE iraniano: países do Golfo estão "chateados" mas "não podem esperar que Irão fique em silêncio"
- Presidente do Irão diz que conselho de transição já "iniciou os trabalhos"
- Três mortos e 58 feridos nos Emirados Árabes Unidos em sequência dos ataques do Irão
- Pelo menos nove mortos num ataque iraniano à cidade israelita de Beit Shemesh
- Alemanha alerta para possível retaliação iraniana na Europa
- Irão afirma ter lançado novo ataque em grande escala contra o "inimigo"
- Balanço do ataque à escola feminina no Irão: 148 mortos e 95 feridos
- Quatro mortos e 20 feridos na cidade Israelita Beit Shemesh após ataque irianiano
- Papa Leão XIV pede fim da "espiral de violência" no Médio Oriente
- 150 petroleiros parados no Mar Arábico, depois de o estreito de Ormuz ter sido bloqueado
- Israel diz "não ter conhecimento" de ataque a escola primária no Irão, que matou 108 pessoas
- Instituições europeias assinalam "fim de uma era" e "esperança renovada" depois da morte de Ali Khamenei
- Dois mortos e mais de 400 feridos em Israel: balanço do primeiro dia de guerra
- Grupos apoiados pelo Irão reagem à morte de Ali Khamenei. Hezbollah promete resposta
- Putin envia condolências ao Irão pela morte de Ali Khamenei, que considera um "violação cínica da moralidade humana"
- Katz diz que Israel vai começar operação contínua com meios aéreos
- Emirados Árabes Unidos: "Não vamos ficar de braços cruzados enquanto somos alvos"
- Reino Unido "abateu drones" no Médio Oriente, anuncia ministro da Defesa britânico
- "Irão preparou-se para todos os cenários", garante presidente do parlamento
- Processo de transição do poder após morte de Khamanei começa imediatamente no Irão
- Presidente iraniano diz que "vingar o assassinato de Khamenei é um dever e um direito legítimo"
- Porto de Omã atingido por dois drones
- Reza Pahlavi quer "liderar transição" no Irão e promete plano para "primeiros 100 dias após colapso do regime"
- Que líderes iranianos foram mortos pelos ataques israelitas?
- Trump avisa Irão que, se retaliar, será "atingindo com uma força nunca antes vista"
- Explosões ouvidas em Telavive e Jerusalém. Vários países foram atacados durante a noite
- Israel ataca"alvos no coração de Teerão". Explosões ouvidas na capital iraniana
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- A guerra chegou ao Líbano. Depois de o Hezbollah ter disparado rockets para Israel, em retaliação pela morte do líder supremo do Irão, Telavive lançou uma série de ataques a Beirute e aconselhou a evacuação de 50 aldeias.
- Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, afirmou que o país está preparado para uma campanha militar que poderá durar entre quatro a cinco semanas, destacando o suporte logístico e material para sustentar as operações. Trump também pediu ao povo iraniano para tomarem o poder e aproveitarem a oportunidade para uma mudança de governação, reforçando que os Estados Unidos permanecerão ao seu lado durante este processo.
- Também em resposta aos ataques iranianos, Israel lançou uma nova vaga de bombardeamentos sobre Teerão, especificamente visando o que descrevem como alvos do “regime terrorista iraniano”. Este escalonamento das hostilidades ocorre enquanto a Força Aérea israelita continua a manter superioridade aérea na região, com reportes de destruição significativa nos sistemas de defesa aérea e em parte do arsenal de mísseis iraniano.
- A resposta mundial ao conflito incluiu diversas reações, destacando-se a da União Europeia que, apesar de partilhar preocupações sobre o programa nuclear iraniano, apela à contenção e ao regresso às negociações. Reino Unido, França e Alemanha estão prontos para ataques defensivos ao Irão e Londres já autorizou os EUA a usarem as suas bases militares.
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Bom dia, caro leitor!
Encerramos aqui este artigo em direto que foi utilizado para acompanhar as notícias sobre a guerra no Médio Oriente. Pode acompanhar neste outro liveblog, agora aberto, as novidades desta segunda-feira do conflito que se estende a mais países.
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Israel apela à evacuação de 50 aldeias no Líbano
O exército israelita está a aconselhar os civis de cerca de 50 aldeias no leste e sul do Líbano a abandonarem as suas casas e a deslocarem‑se pelo menos mil metros para fora das povoações, para zonas abertas.
#عاجل ‼️
نداء #عاجل إلى سكان #لبنان في القرى:صريفا، معروب، سلعا (صور)، دبعال، بافليه، باريش، ارزون، قلويه، الشهابية (طير زبنا)، دردغيا، بستيات، عرب صاليم، حوش الرافقة، يحمر (البقاع الغربي)، ميدون، دلافي، عين قانا، كنيسة، المنصوري (صور)، مجدل زون، مزرعة بيوت السياد، جبال… https://t.co/woNU7CEfES
— افيخاي ادرعي (@AvichayAdraee) March 2, 2026
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Israel lança vários ataques sobre o Líbano depois de o Hezbollah ter disparado rockets
Telavive respondeu aos rockets lançados ao final da noite pelo Hezbollah contra Israel com vários ataques sobre a capital libanesa.
Registaram-se mais de uma dezena de explosões em Beirute, avança a agência de notícias Reuters, sobretudo nos subúrbios do sul.
“O Hezbollah abriu uma ofensiva contra Israel esta noite e é totalmente responsável por qualquer escalada [do conflito]”, avisou o Chefe do Estado Maior-General, Eyal Zamir.
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Trump diz que EUA estão preparados para guerra de "quatro a cinco semanas"
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IDF dizem que ataque do Líbano foi levado a cabo pelo Hezbollah
As Forças de Defesa de Israel avançam que os rockets disparados do Líbano em direção a Israel foram mandados pelo Hezbollah.
Não há para já registo de vítimas.
Esta é a primeira vez que o grupo xiita ataca Israel desde o cessar-fogo que foi assinado em novembro de 2024.
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Explosões perto da base aérea britânica no Chipre
Foram ouvidas fortes explosões perto da base aérea britânica em Akrotiri, no Chipre, escrevem órgãos de comunicação ingleses (como The Guardian, Daily Mail e The Sun) e do Chipre (como o Cyprus Mail).
Segundo o El País, o secretário de Estado para a Defesa do Reino Unido, John Healey, tinha confirmado horas antes que pelo menos dois mísseis iranianos tinham sido lançados contra esta base militar, mas tinham sido intercetados.
O jornal Cyprus Mail escreve que todo o pessoal que se encontrava na base aérea terá recebido ordens para procurar abrigo nas suas casas e manter-se longe de janelas. E que se terá tratado de um “drone pequeno” que não provocou estragos nem ferimentos.
O barulho das explosões e o som das sirenes terão sido ouvidos na cidade de Limassol, escreve o inglês The Guardian. E detalha que as bases britânicas tinham declarado “ameaça à segurança” pouco antes da meia-noite.
Até ao momento não houve confirmação oficial deste ataque.
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Mísseis disparados do Líbano em direção a Israel
Ouvem-se as sirenes no norte de Israel, que se ativaram em virtude de mísseis disparados do Líbano, segundo as IDF (Forças de Defesa de Israel, em português), citado pelo Times of Israel.
Não está, até ao momento, confirmado quem terá sido responsável por este ataque, mas meios de comunicação israelitas apontam o dedo ao Hezbollah.
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Hospital Gandhi, no norte de Terrão, evacuado
O hospital Gandhi, no norte de Teerão, fo evacuado, disse o porta-voz do Ministério da Saúde do Irão, Hossein Kermanpour, citado pelo New York Times.
Além disto, pelo menos outros três hospitais do país ficaram afetados por ataques de Israel e EUA.
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EUA afirmam que nenhum navio americano foi atingido até ao momento
Depois de o Irão ter tido que tinha atingido um porta-aviões dos EUA (informação que o país desmentiu), o Comando Central dos EUA vem agora garantir que nenhum navio norte-americano foi atingido desde o início da guerra.
A informação foi avançada por Tim Hawkins, porta-voz do Comando Central dos EUA, à Associated Press.
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Há consenso na UE para retomar negociações com o Irão, diz Rangel
O ministro dos Negócios Estrangeiros português disse hoje à Lusa que há consenso entre os parceiros europeus para retomar negociações com o Irão e coordenar o repatriamento de cidadãos europeus retidos no Golfo.
Os chefes de diplomacia dos Estados-membros da União Europeia reuniram-se hoje para discutir a ofensiva militar israelita e norte-americana contra o regime islâmico de Teerão.
“Houve um consenso, diria eu, no sentido de que é muito importante (…) haver contenção, é muito importante haver limitação dos danos e, assim que possível” deve-se “retomar as negociações”, referiu Paulo Rangel.
Destacou que “também ficou muito clara a solidariedade com os países do Golfo”.
“Praticamente todos os ministros, eu próprio também o fiz, já tinham falado com vários, se não com todos os seus homólogos do Qatar, do Bahrein, dos Emirados, da Arábia Saudita, da Omã, da Jordânia”, relatou.
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Quatro feridos ligeiros na Síria
Pelo menos quatro pessoas (entre as quais três crianças) ficaram com ferimentos ligeiros nos arredores de Damasco, em virtude da queda de fragmentos de mísseis iranianos, avança a AP, que cita a agênica estatal síria SANA.
Os feridos, um pai e as suas três filhas, foram transferidos para um hospital.
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Cerca de 50 portugueses retidos em navio-cruzeiro ao largo do Dubai
Um grupo de cerca de 50 portugueses está há pelo menos dois dias retido num navio-cruzeiro por segurança, relatou a CNN.
O grupo estava a começar as férias quando foi surpreendido por bombardeamentos iranianos. O navio em causa está neste momento a ser protegido por dois navios de guerra.
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França vai enviar 2 navios de guerra para o Mar Vermelho
França vai enviar dois navios de guerra para o Mar Vermelho nos próximos dias para se juntarem a uma missão naval da União Europeia, afirmou fonte próxima citada pela Associated Press.
“Houve um aumento acentuado dos pedidos de proteção” de embarcações civis na área e “dois navios adicionais, vindos de França, vão juntar-se às operações”.
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Pelo menos seis pessoas ficaram feridas em Jerusalém após ataques iranianos
Pelo menos seis pessoas ficaram feridas na região de Jerusalém, após uma nova ronda de ataques com mísseis iranianos, avança a agência espanhola EFE citada pelo El País.
“As equipas do MDA [serviço nacional de emergência] estão a atender vários doentes na região de Jerusalém e a realizar buscas noutros locais”, informou o serviço de emergência.
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EUA vão usar bases militares do Reino Unido
Reino Unido vai permitir que os EUA usem as suas bases militares para atacarem o Irão, anunciou o primeiro-ministro britânico.
“Os nossos parceiros no Golfo pediram-nos para fazer mais para os defender”, disse Keir Starmer num vídeo publicado no X. “Temos aviões britânicos no ar na sequência de operações de defesa coordenadas, que já intercetaram ataques iranianos com sucesso”, acrescentou.
“Mas a única forma de travar a ameaça é destruir os mísseis na origem – nos seus depósitos de armazenamento ou nos lançadores usados para dispará‑los. Os Estados Unidos pediram autorização para usar bases britânicas para esse objetivo defensivo específico e limitado. Tomámos a decisão de aceitar esse pedido – para impedir o Irão de lançar mísseis por toda a região, matar civis inocentes, pôr vidas britânicas em risco e atingir países que não estiveram envolvidos.”My update on the situation in the Middle East. pic.twitter.com/DvsOVcTDMy
— Keir Starmer (@Keir_Starmer) March 1, 2026
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Trump pede aos iranianos que tomem o poder
Donald Trump pede à Guarda Revolucionária Islâmica e a todo o exército e forças de segurança que deponham as armas em vez de “enfrentarem a morte certa”.“ E apela aos povo iraniano para recuperar o poder, numa curta declaração, de seis minutos, difundida há pouco.
“A América está convosco”, frisou, apelando à população para “aproveitar o momento para recuperar o país”.
Antes de se dirigir aos iranianos, Trump enalteceu a operação norte-americana e de Israel. “Nas últimas 46 horas, os Estados Unidos e os seus parceiros lançaram a Operação Epic Fury, uma das maiores, mais complexas e mais avassaladoras ofensivas militares que o mundo já viu”, disse Trump num vídeo publicado sua rede social Truth Social.
Garantiu que “centenas” de alvos no Irão e que nove navios do país foram destruídos e que a “Fúria Épica” continuará até que todos os objetivos dos EUA tenham sido cumpridos.
Confirmou a morte do líder supremo do Irão — um “homem miserável e vil” que tinha sangue de americanos e de muitas outras pessoas inocentes nas mãos — mas também a de três militares norte-americanos que “fizeram o derradeiro sacrifício”.
“Infelizmente, é provável que haja mais”, acrescentou, prometendo que “a América irá vingar as suas mortes”.
Trump voltou a dizer que o Irão não pode ter a possibilidade de desenvolver mísseis de longo alcance ou armas nucleares:
“Não podemos permitir que uma nação que cria exércitos terroristas possua esse tipo de armas”. Isso, argumentou, permitir‑lhes‑ia “extorquir o mundo de acordo com a sua vontade maléfica”. -
"Fúria épica" pode durar "quatro semanas ou mais"
Os ataques dos EUA e de Israel ao Irão podem durar um mês, avisou Donald Trump. “Calculámos que será coisa de quatro semanas”, disse o Presidente dos EUA ao Daily Mail, numa entrevista telefónica. “Sempre foi um processo de cerca de quatro semanas, por isso, por muito forte que seja — é um país grande — vai demorar quatro semanas ou menos”, afirmou Trump.
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Reino Unido, França e Alemanha prontos para ataques defensivos
O Reino Unido, França e Alemanha dizem estar prontos para trabalhar com os EUA de forma a pôr fim aos ataques do Irão, avança a AFP.
Num comunicado conjunto dos três países entretanto divulgado pela agência noticiosa lê-se:
“Tomaremos as medidas necessárias para defender os nossos interesses e os interesses dos nossos aliados na região iraniana, potencialmente viabilizando ações defensivas necessárias e proporcionais para destruir a capacidade do Irão de lançar mísseis e drones na sua origem.”
Por último, Reino Unido, França e Alemanha deixam claro que concordam “em trabalhar em conjunto com os EUA e aliados na região”
A retaliação iraniana iniciou-se depois de os EUA e Israel atacarem o Irão, na madrugada de sábado.
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EUA dizem ter destruído sede da Guarda Revolucionária do Irão
As Forças Armados dos EUA dizem ter destruído o quartel-general da Guarda Revolucionária do Irão.
“Os Estados Unidos possuem as Forças Armadas mais poderosas do planeta, e a Guarda Revolucionária Islâmica do Irão já não quartel-general”, anunciou o Comando Central dos EUA numa publicação na rede social X.
The Iranian Islamic Revolutionary Guard Corps (IRGC) killed more than 1,000 Americans over the past 47 years. Yesterday, a large-scale U.S. strike cut off the head of the snake. America has the most powerful military on earth, and the IRGC no longer has a headquarters. pic.twitter.com/WdpN7JBECr
— U.S. Central Command (@CENTCOM) March 1, 2026