Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • A cobertura do dia 36 do Mundial fica para aqui. Para acompanhar todos os desenvolvimentos desta sexta-feira, siga o nosso novo liveblog.

    Dia 37 do Mundial. Trump anuncia que vai estar na final

  • Tarja sobre as Malvinas. Regulamento e histórico ditam sanção para a Argentina

    Os jogadores da Argentina festejaram com uma tarja sobre as Malvinas. Analisámos os regulamentos e o histórico: “Em condições normais, a Argentina tem de ser punida. Em condições anormais, também.”

    Tarja sobre as Malvinas. Regulamento e histórico ditam sanção para a Argentina

  • Camisola de Pelé no Mundial de 1958 vendida por quase cinco milhões de dólares

    A camisola que Pelé utilizou no Mundial de 1958, o primeiro de três que conquistou pelo Brasil, foi vendida esta quinta-feira por 4,9 milhões de dólares.

  • Os "31 truques sujos" que a Argentina utilizou frente a Inglaterra

    The Telegraph fez uma compilação do primeiro ao último minuto do jogo entre Inglaterra e Argentina sobre os “31 truques sujos” utilizados pelos jogadores sul-americanos na meia-final do Mundial, em Atlanta.

  • Uma dica para o futuro? Bola de Ouro explica que vencedor não tem de jogar na Europa

    Era quase inevitável: perante aquilo que tem conseguido fazer aos 39 anos pela Argentina, e apesar das temporadas de nomes como Dembélé, Mbappé, Haaland, Lamine Yamal ou Harry Kane (ou Rodri, mais pelo Mundial que está a fazer), pode Lionel Messi chegar à nona Bola de Ouro da carreira? A resposta chegou através da conta oficial… da própria Bola de Ouro.

    “Criada em 1956 pela France Football, a Bola de Ouro premiava originalmente o melhor jogador europeu que jogava numa liga europeia. Isso manteve-se até 1995, quando o troféu se globalizou a qualquer jogador nas ligas europeias. No entanto, e desde 2007, não há nenhuma restrição: a Bola de Ouro premeia o melhor jogador do mundo, apenas isso”, referiu.

  • "O fim de um sonho pode ser difícil e o despertar ainda mais brutal", escreve Digne

    Lucas Digne, lateral esquerdo francês que cometeu o penálti sobre Lamine Yamal que deu a Oyarzabal a possibilidade de colocar a Espanha na frente na meia-final com os gauleses, assumiu esta quinta-feira o erro na abordagem ao lance.

    “É o fim de um sonho. O sonho de um menino e, certamente, o de milhares de pessoas que nos apoiam. Imaginamos sempre muitas coisas, muitas vezes as mais bonitas. Mas o fim de um sonho pode, por vezes, ser difícil, e o despertar ainda mais brutal. O mais difícil hoje é encontrar as palavras para expressar esta imensa desilusão”, referiu nas redes sociais.

    “Em primeiro lugar, estou desapontado comigo próprio. Desapontado também por esta equipa, por todos os esforços que fizemos e por este grupo de jogadores incríveis. Penso também em todos aqueles que fizeram a viagem até aqui, bem como naqueles que nos apoiam a partir de França ou em todo o mundo. O vosso apoio sustentou-nos ao longo desta aventura. Apesar desta enorme desilusão, continuo orgulhoso por ter representado o nosso país, com toda a sua riqueza, diversidade e todas as pessoas que o compõem. Mas ainda não acabou, temos uma medalha para conquistar”, acrescentou.

  • Deschamps diz que seleção francesa tem o "dever" de ficar em terceiro lugar

    O selecionador francês, Didier Deschamps, voltou a reagir à derrota de França com Espanha. “Quando não se chega à final que se desejava, sim, deve doer. É bom que doa”, disse o treinador num vídeo divulgado pela equipa nas redes sociais. “A desilusão é tão grande quanto as nossas ambições, mas também temos de ser realistas. Temos de aceitar, não há alternativa.”

    Deschamps também antecipou o jogo de sábado contra a Inglaterra, onde se decidirá o terceiro lugar. “Vamos fazer tudo o que conseguirmos para o atingir”, afirmou o selecionador. “Temos este dever para connosco, para com o que esta camisola representa, para com todos os que nos apoiam. É claro que há muitos jogadores desiludidos, mas há um jogo. Não é um amigável. Não vai mudar a vida deles, mas todos os jogadores têm esta responsabilidade.”

  • Pai de Lamine Yamal explica que não vai aos EUA por uma questão de saúde

    Keyne, o irmão mais novo de Lamine Yamal, tem sido um dos grandes destaques deste Mundial nas bancadas, mas o jogador do Barcelona conta com mais pessoas próximas nas bancadas, entre a mãe, Sheila Ebana, e a namorada, Inés García. Só não está o pai, Mounir Nasraoui… por questões de saúde.

    “Tenho o meu filho presente todos os dias há 19 anos e dois dias. Ligou-me e disse-me que está orgulhoso de mim, só respondi que estou mais orgulhoso dele. Foi um caminho que deu muito trabalho durante a vida e ver que superou tudo deixa-me muito orgulhoso”, contou numa entrevista ao programa Y Ahora Sonsoles.

    “Los Angeles estava a 18.000 quilómetros… É muito duro para mim não poder estar com ele. Sou uma pessoa epiléptica, tomo vários comprimidos ao dia e às vezes posso ter ataques. Agora mesmo posso estar tranquilo e de repente, com os nervos e com a emoção, posso ter um ataque epiléptico. Posso trazer problemas e por isso prefiro ficar a torcer a partir de cá”, acrescentou o pai do jogador na mesma entrevista.

  • Gabinete do PM britânico concorda que FIFA deve castigar Argentina por tarja sobre as Malvinas

    O gabinete do primeiro-ministro britânico pronunciou-se sobre a polémica a propósito da tarja exibida pelos jogadores argentinos sobre as Malvinas, secundando a posição do ministro da Economia, que pediu uma investigação da FIFA.

    “A taça do Mundial pode não ser nossa, mas as ilhas Malvinas são. O nosso compromisso com as Malvinas nunca irá fraquejar”, afirmou um porta-voz do Nº 10 de Downing Street.

    Questionado sobre se o primeiro-ministro concorda com a posição do ministro da Economia, Peter Kyle, de que a FIFA deve investigar o caso, o porta-voz afirmou: “Subscrevo essa posição”.

  • Castigo a Park Jong-Woo nos Jogos de Londres de 2012 também é recordado

    Já se percebeu que aquela tarja que dizia “As Malvinas são argentinas” levantada por vários jogadores da Albiceleste após o encontro com Inglaterra vai continuar a dar que falar e há mais um exemplo de como pode mesmo valer um castigo.

    No encontro de atribuição do terceiro e quarto lugares nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, o sul-coreano Park Jong-Woo festejou a vitória da Coreia do Sul frente ao Japão com um cartaz que recordava a ocupação sul-coreana dos Rochedos de Liancourt. Resultado? Não recebeu a medalha de bronze e foi sancionado com dois jogos de castigo…

  • As duas provocações que "motivaram" o calduço de Bellingham a Barco

    Durante o encontro, Jude Bellingham teve uma discussão mais acalorada com Lionel Messi, entre outros despiques com jogadores argentinos, mas aquilo que sobrou no final foi o calduço a Barco antes de uma confusão em que os elementos das duas equipas tiveram depois de ser separados.

    De acordo com o As, Barco terá provocado o médio do Real Madrid em duas ocasiões, celebrando à sua frente na altura do golo do empate de Enzo Fernández e soltando depois algumas palavras no final da partida. Terá sido isso que motivou a reação mais acalorada do médio inglês no final da partida.

  • "Somos verdadeiramente únicos e isso não é arrogância". Selecionador argentino elogia jogadores

    O selecionador argentino, Lionel Scaloni, deixou palavras de elogio à sua própria equipa na sequência da vitória contra Inglaterra.

    “Aquilo que os jogadores estão a mostrar é impressionante”, disse o treinador. “Somos verdadeiramente únicos e isso não é arrogância. Do fundo do meu coração, estas pessoas levaram-nos à vitória.”

    Scaloni falou ainda sobre a final contra Espanha, admitindo que não vai ser fácil. “Vamos tentar ganhar, vamos dar tudo, mas é muito difícil”, reconheceu.

  • O francês que sacrificou tudo, Mbappé a igualar Pelé e o fim de um mito: as histórias do Mundial 2018

    Por muito que agora pareça impensável, a Rússia organizou um Campeonato do Mundo há menos de uma década. França ganhou já com Mbappé, Modric brilhou com a Croácia e Alemanha saiu na fase de grupos.

    O francês que sacrificou tudo, Mbappé a igualar Pelé e o fim de um mito: as histórias do Mundial 2018

  • Romero e Lisandro não esquecem Gary Neville: "Só espero não ser tão estúpido quando me retirar..."

    Durante os últimos dias, Gary Neville, antigo capitão do Manchester United e de Inglaterra que é hoje comentador, foi visando a dupla de centrais da Argentina, Cuti Romero e Lisandro Martínez. “Não vejo como a Inglaterra não marca pelo menos dois golos à Argentina, eles dão um golo por jogo cada”, chegou mesmo a dizer o ex-lateral direito britânico. No final da partida, a resposta dos visados não se fez esperar.

    “Só espero não ser tão estúpido quando me retirar, mas fica para cada um… Oxalá não dedique o meu dia de amanhã a criticar jogadores. Todos estamos em campo para tentar fazer o melhor pela nossa equipa”, atirou Romero. “Já estamos habituados a que falem sempre de nós. Percebe-se que gostam de falar de nós, nós depois respondemos em campo”, acrescentou Lisandro Martínez.

  • Zidane aguarda mudança na legislação para suceder a Deschamps

    Zinedine Zidane aguarda uma mudança na legislação francesa para ser confirmado como sucessor de Didier Deschamps no comando da seleção gaulesa. Porquê? Como explica o jornal L’Équipe, o Senado e a Assembleia Nacional aprovaram na semana passada “um limite máximo de 450.000 euros brutos anuais, o mesmo que para um presidente do conselho de administração de uma empresa pública industrial ou comercial”. Ou seja, dez vezes menos do que Deschamps…

    Agora, a Federação Francesa de Futebol aguarda pela aprovação de Marina Ferrari, ministra do Desporto, Juventude e Vida Comunitária, para aumentar esse limite e fechar de vez o acordo com o antigo campeão mundial como jogador.

  • Espanhóis recordam castigos a Rodri e Morata por cantarem "Gibraltar é espanhol"

    O Reino Unido já apresentou uma queixa pela tarja que dizia que as Malvinas são argentinas durante a festa no relvado após a reviravolta com Inglaterra, mas os espanhóis já começaram também a recuperar casos do passado… que deram castigo: Rodri e Morata foram suspensos por um jogo por terem dito, na comemoração da conquista do Europeu de 2024, que Gibraltar era de Espanha.

  • 12%: o número que arrasou Inglaterra (e pode arrasar Thomas Tuchel)

    Entre todas as análises ao triunfo com reviravolta da Argentina frente à Inglaterra em Atlanta, há um número que salta à vista e que coloca Thomas Tuchel em xeque no cargo: os Três Leões tiveram apenas 12% de posse entre o 1-0 de Gordon (55′) e o 2-1 de Lautaro Martínez (90+2′)…

  • Reino Unido quer que FIFA abra investigação a tarja sobre a Guerra das Malvinas exibida pelos jogadores argentinos

    O ministro da Economia britânico, Peter Kyle, afirmou que espera que a FIFA abra uma investigação, depois de os jogadores da Argentina terem exibido uma tarja sobre a Guerra das Malvinas no final do jogo, onde se lia “As Malvinas são argentinas”.

    “É totalmente inapropriado. A política tem de estar separada do futebol”, afirmou Kyle à BBC. “Esperamos que a FIFA leve a cabo uma investigação. Acho que vai acontecer, porque foi uma violação tão clara das regras que dizem que a atividade política não pode ser parte do futebol.”

  • Argentinos "apanharam" garrafa de Pickford que preparava os penáltis

    Jogadores argentinos ficaram mais de meia hora no relvado em festa depois do triunfo com a Inglaterra, em Atlanta, nas meias-finais do Mundial. A certa altura, encontraram uma das garrafas de água de Pickford que tinha indicações para o desempate por grandes penalidades. Messi, Nico González e Enzo Fernández foram alguns daqueles que quiseram ir ver o que estava “previsto” nos respetivos nomes.

  • Tuchel debaixo de fogo: tática foi "incompreensível"

    O selecionador de Inglaterra Thomas Tuchel tem estado debaixo de uma chuva de críticas depois da derrota de Inglaterra contra a Argentina, num jogo onde esteve a ganhar por 1-0 durante 85 minutos.

    O antigo jogador inglês Gary Lineker foi uma das figuras de destaque do futebol inglês que não poupou nas palavras. “Acho completamente incompreensível que, se a tua tática é pôr toda a gente lá ao fundo, o faças contra o maior jogador que alguma vez jogou futebol”, disse no podcast “The Rest is Football”, referindo-se a Lionel Messi.

    “Ele mexe-se para a direita e tu pões uma linha de cinco defesas e mesmo assim não vais apertá-lo”, acrescentou. “Põe alguém em cima dele. Ele teve tanto espaço. Foi só atirar uma bola atrás da outra para a área.”

    Joe Cole foi outro veterano do futebol inglês a criticar Tuchel. “12% de posse de bola depois de termos marcado o golo, isso diz que algo se passa. É uma mentalidade. Podemos falar sobre táticas, substituições e isso tudo, mas no fundo vem do treinador”, disse. “Demasiadas vezes é como se se instalasse um pânico quando estamos quase lá. Estamos a controlar e depois tropeçamos nos próprios pés.”

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