Momentos-chave
- O que aconteceu até agora?
- Zelensky responde a Trump: "A Ucrânia nunca foi nem será um obstáculo à paz"
- Zelensky encontrou-se com Zaluzhny (possível rival numas futuras eleições)
- Putin pretende uma "resolução pacífica para o conflito na Ucrânia": "Quanto antes, melhor"
- Putin: guerra na Ucrânia é "consequência" de "estratégia deliberada para criar ameaças à segurança" da Rússia
- Putin menciona Portugal e diz que relações da Rússia com países europeus "deixam muito a desejar"
- Polónia acusa Rússia de ciberataque para provocar apagão no país
- Presidente da Autoridade Palestiniana visita Moscovo na próxima semana
- Para a Polónia, é Moscovo — e não Kiev — que dificulta possível acordo de paz para a Ucrânia
- Primeira-ministra dinamarquesa admite “desacordo total” com Estados Unidos sobre Gronelândia
- Diplomata britânico. Londres denuncia acusações "maliciosas e infundadas" de Moscovo
- Kremlin concorda com Trump: "É realmente verdade" que Zelensky está a atrasar possível acordo de paz
- Rússia anuncia que diplomata britânico acusado de pertencer aos serviços secretos foi expulso do país
- Mais tropas da NATO na Gronelândia “nos próximos dias”, diz vice-primeiro-ministro do território
- Rússia lançou 82 drones contra a Ucrânia durante a madrugada. Há registo de um morto e seis feridos
- Exército russo avança nas regiões de Donetsk e Zaporíjia
- Ministério da Defesa russo afirma ter destruído 34 drones ucranianos esta madrugada
- Presidente norte-americano diz que não tem conhecimento de nenhum encontro entre Witkoff, Kushner e Putin
- Trump diz que Zelensky está a bloquear um possível acordo de paz
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora?
- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de atrasar um potencial acordo de paz. Segundo Trump, Vladimir Putin está disposto a negociar para terminar a invasão russa, mas a Ucrânia tem-se mostrado mais cautelosa em chegar a um entendimento.
- Em resposta às acusações de Donald Trump, Zelensky garantiu que a Ucrânia nunca foi um obstáculo à paz e acusou a Rússia de ser a verdadeira responsável pelo conflito, dada a destruição causada pelos ataques russos. Acrescentou que os ataques russos, incluindo o uso de drones iranianos, são provas de que a Rússia não procura um acordo.
- O Ministério da Defesa russo anunciou ter destruído drones ucranianos em várias regiões da Rússia, enquanto a Força Aérea ucraniana afirmou ter neutralizado a maioria dos drones russos que atacaram a Ucrânia. Estes conflitos resultaram em baixas civis na Ucrânia, incluindo um morto e seis feridos, após ataques na região de Zaporíjia.
- A Rússia expulsou um diplomata britânico por alegações de espionagem, ao mesmo tempo que o Reino Unido classificou as acusações como maliciosas e infundadas. Ambas as nações estão a analisar opções de resposta, num contexto de tensões aumentadas devido à guerra na Ucrânia.
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Bom dia, este liveblog fica por aqui, obrigada por nos ter acompanhado.
Continue a par da atualidade na guerra da Ucrânia neste novo liveblog.
Polónia dá luz verde à transferência de nove caças de combate para a Ucrânia
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Ataque russo destrói instalação de energia em Kharkiv
As forças russas destruíram uma grande instalação de energia em Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, informou o autarca Ihor Terekhov através do Telegram esta quinta-feira, citado pela Reuters.
O autarca não especificou que tipo de instalação havia sido atingida, mas disse que as equipas de emergência estavam a trabalhar 24 horas por dia. Já o governador regional Oleh Syniehubov disse que as autoridades estavam a avaliar a extensão dos danos causados pelo ataque.
Os cortes de energia têm aumentado nas últimas semanas na Ucrânia devido a uma onda de frio que sobrecarregou o sistema energético já debilitado. O presidente da Câmara de Kiev, Vitali Klitschko, disse esta quinta-feira que cerca de 300 prédios permanecem sem aquecimento após um ataque a 9 de janeiro ter deixado metade dos arranha-céus da cidade sem energia.
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Senador Lindsey Graham fala em "um acordo que impeça futuras invasões"
Numa publicação no X, o senador republicano Lindsey Graham comentou as recentes declarações de Donald Trump sobre ser Zelensky a “bloquear a paz”, e disse que as negociações estão a considerar um acordo que impeça novas agressões.
“Agradeço o árduo trabalho do Presidente Trump e da sua equipe em seus esforços para pôr fim a este banho de sangue na Ucrânia de forma honrosa e justa”, começou por escrever Graham.
“Apenas para lembrar, qualquer acordo de segurança como parte do fim do banho de sangue na Ucrânia deve ser submetido ao Congresso”, destacou o senador republicano. “Tenho acompanhado os detalhes de perto. O objetivo é garantir que, desta vez, cheguemos a um acordo que impeça futuras invasões, algo que Obama e Biden não conseguiram fazer.”
Graham então fala sobre um dos pontos chave das negociações. “Além disso, no que diz respeito à troca de territórios, sou realista e sei que nem todos os soldados russos serão expulsos da Ucrânia tão cedo. No entanto, não queremos encerrar este conflito de uma maneira que recompense a agressão. O mundo está a observar.”
I appreciate the hard work of President Trump and his team as they try to end this bloodbath in Ukraine honorably and justly.
Just a reminder, any security agreement as part of ending the bloodbath in Ukraine must come to Congress.
I have followed the details closely. The goal…
— Lindsey Graham (@LindseyGrahamSC) January 15, 2026
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Secretário-geral da NATO garante a Zelensky “apoio fundamental” após recentes ataques russos
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, transmitiu hoje ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, empenho em garantir que a Ucrânia receberá “apoio fundamental”, após os recentes ataques russos que levaram à declaração do estado de emergência energética no país.
“Comprometemo-nos a garantir que a Ucrânia continuará a receber o apoio fundamental de que necessita para se defender hoje e, em última instância, assegurar uma paz duradoura”, afirmou o líder da Organização do Tratado do Atlântico-Norte (NATO, bloco de defesa ocidental), numa mensagem publicada nas redes sociais.
Indicou ainda que, durante a conversa telefónica que manteve com Zelensky, abordaram “a situação energética na Ucrânia, o terrível sofrimento humano causado pelos ataques russos e os esforços em curso para pôr fim à guerra”.
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Zelensky responde a Trump: "A Ucrânia nunca foi nem será um obstáculo à paz"
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, respondeu hoje ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, após a acusação de que seria ele e a Ucrânia a impedirem um acordo de paz.
Ukraine has never been and will never be a stumbling block to peace. When Ukrainians are left without power for 20–30 hours because of Russia, and when Russian strikes are aimed at breaking our energy system and our people, it is Russia that must be put under pressure. pic.twitter.com/TguJK3fHok
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) January 15, 2026
“A Ucrânia nunca foi e nunca será um obstáculo à paz. São os mísseis russos, os shaheds [drones iranianos] e as tentativas da Rússia de destruir a Ucrânia. São provas inequívocas de que a Rússia não procura um acordo”, argumentou.
O Presidente da Ucrânia exemplificou também que “quando os ucranianos ficam sem eletricidade durante 20 a 30 horas é por causa da Rússia”.
“É a Rússia que deve ser colocada sob pressão”, concluiu.
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Países Baixos equacionam enviar tropas para “manter segurança no Ártico”
As autoridades neerlandesas anunciaram hoje que estão a equacionar enviar tropas para a Gronelândia para “manter a segurança no Ártico” e participar em manobras militares ao lado da Dinamarca e outros aliados da NATO.
A decisão foi divulgada num contexto de intensificação das ameaças do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a intenção de anexar a ilha, rica em petróleo e terras raras, “a bem ou a mal”.
O ministro da Defesa neerlandês, Ruben Brekelmans, comentou assim a “missão conjunta de reconhecimento, que será liderada pela Dinamarca” e decorrerá entre hoje e sábado, antes de futuros exercícios militares no Ártico, indicando “os Países Baixos enviarão um oficial superior da Marinha Real Neerlandesa”.
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Zelensky encontrou-se com Zaluzhny (possível rival numas futuras eleições)
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, encontrou-se esta tarde com o antigo comandante das Forças Armadas ucranianas e antigo embaixador no Reino Unido, Valery Zaluzhny.
I met with Valerii Zaluzhnyi. I thanked him for his work as part of Ukraine’s team, and it is important that all of us together are defending Ukraine’s independence, our national interests, and our people. We discussed diplomatic tasks that are relevant now and can strengthen all… pic.twitter.com/t6n303dgRf
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) January 15, 2026
“Encontrei-me com Valery Zaluzhny. Agradeci-lhe pelo seu trabalho da equipa da Ucrânia e por ser importante que todos nós defendamos a independência da Ucrânia, os nossos interesses nacionais e o nosso povo”, afirmou Volodymyr Zelensky.
No X, o líder ucraniano revelou que discutiu com Valery Zaluzhny — que tem sido apontado como um dos rivais de Volodymyr Zelensky numas futuras presidenciais — “tarefas diplomáticas que sejam relevantes e que possam fortalecer a Ucrânia e a resiliência” do país.
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Putin pretende uma "resolução pacífica para o conflito na Ucrânia": "Quanto antes, melhor"
“Quanto antes, melhor.” O Presidente da Rússia salientou hoje perante os embaixadores que a Rússia tem apresentado “repetidamente iniciativas para construir uma nova arquitetura confiável e equitativa para a segurança europeia e global”.
“Acreditamos que valeria a pena retomar uma discussão substancial dessas iniciativas, a fim de consolidar as condições sob as quais uma resolução pacífica para o conflito na Ucrânia possa ser alcançada — e quanto antes, melhor”, vincou Vladimir Putin.
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Putin: guerra na Ucrânia é "consequência" de "estratégia deliberada para criar ameaças à segurança" da Rússia
O Presidente russo, Vladimir Putin, justificou a guerra na Ucrânia como uma “consequência direta de anos a ignorar os legítimos interesses da Rússia e de uma estratégia deliberada para criar uma ameaça à nossa segurança”.
Num encontro com embaixadores, citado pela agência de notícias russa RIA, Vladimir Putin afirmou que a Rússia “procura uma paz duradoura e sustentável” para a “segurança de todos”.
“A segurança deve ser verdadeiramente abrangente e, portanto, igualitária. E não pode ser garantida para alguns em detrimento de outros. Este princípio está consagrado em documentos jurídicos fundamentais. Desconsiderar este princípio básico e vital nunca levou a nada de bom, e nunca levará”, elaborou Vladimir Putin.
Vladimir Putin reiterou que a Rússia “almeja uma paz duradoura e sustentável que garanta a segurança de todos de forma confiável”, mas lamentou que “nem todos — incluindo a Ucrânia e as capitais que a apoiam” — estejam “preparadas para isso”.
“Esperamos que o reconhecimento dessa necessidade surja mais cedo ou mais tarde. Até lá, a Rússia continuará a avançar com os seus objetivos com firmeza”, destacou o Presidente russo.
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Putin menciona Portugal e diz que relações da Rússia com países europeus "deixam muito a desejar"
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou hoje que as relações com os países europeus “deixam muito a desejar”. Num discurso com embaixadores, o líder russo mencionou países como “Eslovénia, França, Portugal, República Checa, Noruega, Suécia, Áustria, Suíça e Itália” para explicar que “há raízes históricas profundas” nas relações com Moscovo.
Vladimir Putin, citado pela agência de notícias russa RIA, frisou que existiam vários exemplos de “parcerias mutuamente benéficas e cooperação cultural enriquecedora para ambos os lados”.
“O estado atual das relações bilaterais entre esses países e a Rússia deixa muito a desejar”, disse Vladimir Putin.
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Polónia acusa Rússia de ciberataque para provocar apagão no país
O primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, confirmou hoje que o país foi alvo de um ciberataque no final de 2025, planeado “durante semanas” pela Rússia e que visava provocar um apagão em todo o território polaco.
Numa conferência de imprensa em Varsóvia, após uma reunião com as autoridades de segurança energética, Tusk revelou que o ataque provocou apagões em várias cidades polacas durante várias horas na véspera de Ano Novo e “deixou 500 mil pessoas sem aquecimento em pleno inverno”.
O ataque, detetado em 31 de dezembro, “teve como alvo subestações, linhas de transmissão e operadores de energias renováveis, afetando parques eólicos e duas centrais de cogeração”, disse Tusk, acrescentando que, apesar de tudo, “o sistema crítico como um todo não esteve em risco”.
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Presidente da Autoridade Palestiniana visita Moscovo na próxima semana
O Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, irá viajar para Moscovo para cumprir uma visita oficial de dois dias, entre 21 e 22 de janeiro, noticiou a agência estatal russa TASS.
De acordo com a agência, Abbas espera encontrar-se com o Presidente russo, Vladimir Putin.
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Para a Polónia, é Moscovo — e não Kiev — que dificulta possível acordo de paz para a Ucrânia
O primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, afirmou esta quinta-feira que “foi a Rússia que rejeita o plano de paz proposto pelos Estados Unidos, não Zelensky”.
“A única resposta russa foi intensificar os ataques com mísseis contra cidades ucranianas. É por isso que a única solução é aumentar a pressão sobre a Rússia”, escreveu Tusk na rede social X.
It is Russia who rejected the peace plan prepared by the US, not @ZelenskyyUa. The only Russian response were further missile attacks on Ukrainian cities. This is why the only solution is to strengthen pressure on Russia. And you all know it.
— Donald Tusk (@donaldtusk) January 15, 2026
Esta publicação é uma resposta às declarações do Presidente norte-americano, Donald Trump, que considerou que Zelensky não está pronto para chegar a um acordo de paz, estando a bloquear as negociações.
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Primeira-ministra dinamarquesa admite “desacordo total” com Estados Unidos sobre Gronelândia
A primeira-ministra da Gronelândia, Mette Frederiksen, admitiu esta quinta-feira “desacordo total” com os Estados Unidos sobre o território autónomo Gronelândia, depois da reunião da véspera entre representantes de ambas as partes, em Washington.
Os Estados Unidos e a Dinamarca decidiram criar um grupo de trabalho, mas “isso não muda o facto de que existe um desacordo total, pois a ambição americana de controlar a Gronelândia continua intacta”, lê-se em comunicado da chefe daquele Governo norte-europeu.
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Diplomata britânico. Londres denuncia acusações "maliciosas e infundadas" de Moscovo
O Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico reagiu, esta quinta-feira, à expulsão de um dos seus diplomatas pela Rússia, considerando as acusações de espionagem contra o político “maliciosas e infundadas”.
“Não é a primeira vez que o Kremlin faz acusações maliciosas e infundadas contra o nosso pessoal”, afirmou um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros num comunicado citado pela Sky News. “Estamos a analisar cuidadosamente as nossas opções de resposta”, acrescentou.
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Kremlin concorda com Trump: "É realmente verdade" que Zelensky está a atrasar possível acordo de paz
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou esta quinta-feira que a Rússia concorda com a posição de Donald Trump de que é Zelensky quem está a atrasar um possível acordo de paz para a Ucrânia.
“Podemos concordar com isso. É realmente verdade”, respondeu Peskov aos jornalistas quando questionado sobre o assunto, citado pela Ria Novosti.
Peskov também afirmou que Moscovo receberá os enviados especiais da Casa Branca, Steve Witkoff e Jared Kushner, assim que uma data para a visita for definida.
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Rússia anuncia que diplomata britânico acusado de pertencer aos serviços secretos foi expulso do país
A Rússia anunciou, esta quinta-feira, a expulsão de um diplomata britânico que alegadamente pertence aos serviços secretos do Reino Unido, noticia o Le Monde.
A embaixadora britânica Danae Dholakia foi convocada ao Ministério dos Negócios Estrangeiros russo para ser informada da “retirada da acreditação” deste diplomata devido a “informações recebidas sobre a sua pertença aos serviços secretos”, disse o ministério num comunicado no Telegram.
O diplomata “deve deixar a Federação Russa no prazo de duas semanas”, anunciou, antes de acrescentar: “Moscovo não tolerará a atividade em território russo de agentes dos serviços secretos britânicos não declarados”.
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Mais tropas da NATO na Gronelândia “nos próximos dias”, diz vice-primeiro-ministro do território
A Gronelândia vai contar ter mais tropas da NATO presentes no território “nos próximos dias”, afirmou na quarta-feira o vice-primeiro-ministro daquela região autónoma da Dinamarca, após um encontro na Casa Branca entre líderes dinamarqueses, groenlandeses e americanos.
“Os militares da NATO deverão estar mais presentes na Groenlândia a partir de hoje e nos próximos dias. Espera-se um aumento no número de voos e navios militares”, disse Mute Egede durante uma conferência de imprensa, referindo-se a “exercícios”.
França, Alemanha, Noruega e Suécia também já anunciaram que militares seus também vão participar numa missão militar europeia na ilha, sob soberania dinamarquesa, cobiçada por Donald Trump, anunciaram também hoje os respetivos países.
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Rússia lançou 82 drones contra a Ucrânia durante a madrugada. Há registo de um morto e seis feridos
A Força Aérea ucraniana afirma ter sido alvo de 82 drones de ataque russos, dos quais cerca de 60 eram do tipo Shahed.
Segundo a mensagem da Força Aérea no Telegram, 61 drones foram neutralizados pela Ucrânia. “21 drones de ataque foram destruídos em 13 locais e os destroços dos drones abatidos caíram em três locais”, acrescenta.
Segundo Ivan Fedorov, governador da região de Zaporíjia, a Rússia realizou, nas últimas 24 horas, 876 ataques em 27 localidades da região. Uma pessoa foi morta e outras seis ficaram feridas.