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    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os mais recentes desenvolvimentos da guerra na Ucrânia nesta nova página, que agora abrimos.

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    Negociadores russos e ucranianos juntos de novo em Istambul

  • Polónia. Projeções dão resultado demasiado próximo para anunciar vencedor das presidenciais. Candidato pro-europeu anuncia vitória

    Todas as projeções dão resultado demasiado próximo para anunciar vencedor com certeza, mas Rafał Trzaskowski, que leva uma ligeira vantagem e diz que ganhou.

    Polónia. Projeções dão resultado demasiado próximo para anunciar vencedor das presidenciais. Candidato pro-europeu anuncia vitória

  • O que se sabe sobre o conflito ao momento

    • Drones ucranianos atingiram mais de 40 bombardeiros russos em uma operação denominada “Spider Web”, conforme revelado pelo Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU). Este ataque foi considerado uma operação de longo alcance e foi classificado como “um resultado absolutamente brilhante” pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Os serviços secretos de Kiev esconderam drones carregados de explosivos dentro de barracões de madeira antes de conduzir os ataques remotamente a quatro bases russas: Olenya, Diaghilev, Ivanovo, e Belaya.
    • O Serviço de Segurança da Ucrânia estima que a operação “Spider Web” danificou 34% dos bombardeiros estratégicos russos, avaliando os danos em aproximadamente 6,2 mil milhões de euros. Além disso, há uma intenção clara de divulgar mais detalhes sobre o ataque e uma promessa de expulsar as forças russas do território ucraniano, destacando a resiliência e a excepcionalidade da Ucrânia.
    • Com olhos nas negociações de paz, a Ucrânia enviará uma delegação liderada pelo ministro da Defesa, Rustem Umerov, para Istambul, onde conversações diretas com a Rússia decorrerão. No entanto, há críticas por parte do presidente ucraniano sobre a falta de clareza da Rússia em relação aos termos das negociações, gerando dúvidas sobre as intenções de Moscovo com estas conversas.
    • O contexto da guerra continua a ser marcado por diversas ofensivas, incluindo ataques russos a centros de treino ucranianos que resultaram em pelo menos 12 militares mortos. Além disso, uma intensa atividade militar russa foi registada nas frentes de Zaporíjia, Donetsk e Sumy, destacando uma fase de intensificação das operações de ambos os lados.

  • Zelensky classifica ataque a bombardeiros como um "resultado absolutamente brilhante", alcançado "exclusivamente pela Ucrânia"

    Recorrendo à rede social X, o Presidente da Ucrânia deixou uma publicação altamente elogiosa ao desenlace da operação “Spider Web”, classificando-o como “um resultado absolutamente brilhante”.

    Frisando que foi um resultado “alcançado exclusivamente pela Ucrânia” — ou seja, insinuando que não recorreu a apoio técnico e tático dos seus aliados —, Volodymyr Zelensky informa que esta operação levou “um ano, seis meses e nove dias desde o início do planeamento até à execução efetiva”, tendo sido a de “mais longo alcance” jamais tentada por Kiev.

    “O nosso pessoal envolvido na preparação da operação foi retirado do território russo a tempo. Agradeci ao General Maliuk por este êxito da Ucrânia. Dei instruções ao Serviço de Segurança da Ucrânia para informar o público sobre os pormenores e os resultados da operação que podem ser divulgados”, continua, frisando que “que nem tudo pode ser revelado neste momento”, mas que estas são “ações ucranianas que ficarão, sem dúvida, nos livros de história”.

  • Serviço de Segurança da Ucrânia calcula ter danificado mais de um terço dos bombardeiros estratégicos da Rússia

    Num comunicado citado pelo Kyiv Independent, o SBU estima que a operação “Spider Web” — “Teia de Aranha”, em português — tenha atingido 34% de todos os bombardeiros estratégicos russos, capazes de carregar mísseis de cruzeiro. Os danos estão a ser avaliados em 6,2 mil milhõres de euros.

    “E pensavam que a Ucrânia era fácil? A Ucrânia é excecional. A Ucrânia é única. Todos os rolos compressores da história passaram por cima dela. Resistiu a todo o tipo de provações. É temperada ao mais alto nível. No mundo atual, o seu valor não tem medida”, escreve o SBU na mesma nota, citando a poetisa ucraniana Lina Kostenko.

    A agência fez ainda saber que vai revelar mais pormenores sobre o ataque mais tarde, deixando também a promessa de expulsar as forças russas do território ucraniano.

  • Forças ucranianas esconderam drones em barracas de madeira para ataque a bombardeiros russos

    Começaram a sair mais detalhes em relação ao ataque bem sucedido da parte da Ucrânia às bases aéreas russas.

    Em declarações obtidas pela Reuters, um oficial de segurança ucraniano sob anonimato revelou que os serviços secretos de Kiev conseguiram levar a cargo a operação ao esconder os drones carregados de explosivos dentro de barracões de madeira.

    O mesmo diz que estes barracões foram carregados em camiões conduzidos para junto das bases aéreas e a operação foi conduzida à distância, com os painéis do telhado dos barracões a serem levantados por um mecanismo ativado remotamente, permitindo que os drones voassem e começassem o ataque.

    O oficial confirmou também que os ataques foram feitos em quatro bases russas: Olenya, na região de Murmansk; Diaghilev, na região de Ryazan; Ivanovo, na região com o mesmo nome; e Belaya, na região de Irkutsk, perto da fronteira russa com a Mongólia, a mais de 4000 quilómetros de distância.

  • Governo confirma morte de cidadão português em combate na Ucrânia

    O secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, confirmou a notícia da morte, em combate, na Ucrânia, do cidadão português Jerónimo Guerreiro, e que a família pediu apoio consular para a trasladação do corpo para Portugal.

    “Tenho a informação desde ontem [sábado] à tarde e só hoje de manhã é que tive a resposta da mãe do jovem. Efetivamente, ela confirmou-me o que se passou. Ela recebeu a informação de lá. Eu tinha recebido a informação através de fontes pessoais, aqui”, disse.

    Mas o governante ressalvou: “Não temos uma confirmação definitiva oficial. Mas é oficiosa”.

    José Cesário disse que a mãe solicitou apoio consular para a trasladação do corpo e que a Embaixada de Portugal em Kiev vai “fazer tudo o que puder” nesse sentido.

    “(A trasladação é) a grande preocupação da mãe. Podermos ajudá-la a trazer o corpo. Já pedi à nossa embaixada para fazer tudo o que puder no sentido de tentarmos chegar ao corpo, mas é muito difícil porque a área, pelo menos pela informação que temos, a área estará controlada pelos russos”, explicou.

    Questionado sobre se tem informações sobre mais cidadãos portugueses a combater na Ucrânia, José Cesário disse “não haver confirmação” de números.

    “Sabemos que há lá casos, mas não temos confirmação total porque são pessoas que estão e depois deixam de estar e eles não nos informam. Nem têm que informar, porque estão lá a título meramente pessoal”, concluiu.

  • Kiev vai enviar negociadores à Turquia liderados por ministro da Defesa

    A Ucrânia vai enviar uma delegação a Istambul para uma nova ronda de negociações de paz diretas com a Rússia na segunda-feira, anunciou hoje o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

    A delegação será chefiada pelo ministro da Defesa, Rustem Umerov, disse Zelensky numa mensagem nas redes sociais citada pela agência norte-americana Associated Press (AP).

    “Estamos a fazer tudo para proteger a nossa independência, o nosso Estado e o nosso povo”, acrescentou.

    Kiev tinha pedido a Moscovo que apresentasse, antes da reunião, um memorando com a posição russa sobre o fim da guerra de mais de três anos. A Rússia respondeu que partilhará o memorando durante as conversações na cidade turca.

  • Ataque russo a centro de treino ucraniano faz pelo menos 12 mortos

    Um ataque com mísseis da Rússia contra um centro de treino da Ucrânia provocou a morte de pelo menos 12 militares ucranianos, avança a agência de notícias Ukrinform.

    “Hoje, 1 de junho, o inimigo lançou um ataque com mísseis contra uma das unidades de treino das Forças Terrestres das Forças Armadas da Ucrânia. Infelizmente, temos alguns militares mortos e feridos”, informaram, no Facebook, as Forças Terrestres ucranianas.

    Pelo menos 12 soldados foram mortos e mais de 60 ficaram feridos. As baixas não são mais elevadas porque, quando se ouviram as sirenes para ataque aéreo, a maioria dos militares já se encontrava em abrigos.

  • Operação dos serviços de segurança da Ucrânia atinge mais de 40 bombardeiros russos em base aérea

    O Serviço de Segurança da Ucrânia efetuou este domingo um ataque “na retaguarda da Federação Russa” que atingiu “mais de 40” bombardeiros russos, avançou uma fonte ao jornal Kyiv Independent.

    “Os bombardeiros estratégicos inimigos estão a arder em massa na Rússia — este é o resultado de uma operação especial do SBU”, referiu a mesma fonte.

    De acordo com a CNN, o ataque visou a base aérea de Olenya, em Murmansk, a 2.645 quilómetros de distância da fronteira ucraniana. Entre os bombardeiros atingidos, estão aeronaves A-50, Tu-95 e Tu-22 M3.

    Na rede social X estão a ser partilhados vários vídeos — com imagens das câmeras de videovigilância da base aérea atingida — que mostram os aviões de combate russos em chamas e longas coluna de fumo.

    O governador de Murmansk, Andrey Chibis, confirmou entretanto que “drones inimigos atacaram o território”.

    Há também imagens de uma outra base que terá também sido atacada por drones ucranianos. A base em questão é a de Belaya, situada na região de Irkutsk, na Rússia, a mais de quatro mil quilómetros da Ucrânia.

  • Ucranianos manifestam-se diante da embaixada russa em Lisboa para alertar sobre atos de guerra cometidos contra crianças

    Cerca de 50 ucranianos manifestaram-se este domingo em frente à embaixada da Federação Russa em Lisboa para assinalar o dia internacional da criança e alertar a comunidade internacional para os atos cometidos contra as crianças ucranianas.

    O presidente da Associação de Ucranianos em Portugal, Pavlo Sadokha, disse, em declarações à Lusa, que já morreram mais de 600 crianças na Ucrânia e que quase 20.000 foram levadas para território russo.

    Pavlo revelou ainda que a associação enviou uma carta à Inspeção Geral de Educação por constar, alegadamente, nos manuais escolares do 7º ano que a península da Crimeia é território russo e pede às autoridades para tirarem “a propaganda russa dos manuais portugueses”. Portugal não reconhece a Crimeia como território russo após esta ter sido anexada por Moscovo em 2014.

    Os manifestantes usaram bebés de plástico para ilustrar as crianças vítimas da guerra, além de cartazes com frases de apelo ao término das hostilidades.

  • Sete mortos em dois incidentes com pontes russas junto à fronteira com a Ucrânia

    Quase 50 pessoas foram hospitalizadas, incluindo três crianças, na região de Bryansk. Um senador russo próximo de Putin acusou a Ucrânia de ter sido responsável pela explosão.

    Sete mortos em dois incidentes com pontes russas junto à fronteira com a Ucrânia

  • Zelensky volta a acusar Rússia de falta de clareza quanto ao que pretende das negociações em Istambul

    No seu briefing diário partilhado nos seus canais oficiais, o presidente da Ucrânia voltou a criticar a Rússia por não revelar de antemão qual o seu memorando para as negociações de paz a decorrer esta segunda-feira em Istambul, na Turquia.

    Volodymyr Zelensky sublinhou que a Ucrânia, os seus parceiros e as outras partes envolvidas na mediação estão à espera de ver o que Moscovo tenciona apresentar, gerando-se assim dúvidas quanto à sua intenção inicial de ter sugerido estas negociações sem apresentar termos antes.

    “Até ao momento, não há informações claras sobre o que é que os russos tencionam trazer para Istambul. Nós não as temos, a Turquia não as tem, nem os Estados Unidos ou outros parceiros. E, nesta altura, a situação parece estar longe de ser séria”, lê-se no texto que acompanha o vídeo.

    “É claro que toda a gente no mundo quer que a diplomacia funcione e que se verifique um verdadeiro cessar-fogo. Toda a gente quer que a Rússia deixe de brincar com a diplomacia e acabe com a guerra. Toda a gente quer uma paz séria — e a Rússia tem de concordar com isso”, aponta ainda o presidente ucraniano.

  • Ponte colapsa na região russa de Bryansk. Número de vítimas por apurar

    O governador da região russa de Bryansk — que faz fronteira com a Ucrânia e tem sido alvo de ataques ucranianos no decurso da guerra — recorreu à aplicação Telegram para anunciar que colapsou uma ponte no território que supervisiona.

    “Infelizmente, há feridos”, escreveu Alexander Bogomaz, citado pela Reuters, sem adiantar números nem quaisquer outros detalhes relativos a este incidente.

  • Líderes europeus mudam de estratégia e assumem que têm de "ser realistas" em relação ao abandono da Ucrânia pelos EUA

    Segundo avançado pelo The Telegraph, funcionários britânicos e franceses presentes este fim de semana em Haia, nos Países Baixos, assumem uma mudança de estratégia em relação ao bloco europeu no que toca ao seu apoio à Ucrânia e à oposição à Rússia.

    Reunidos para discutir a criação de um corpo de paz a ser enviado para solo ucraniano após um eventual cessar-fogo, os funcionários admitem o foco terá de mudar desse envio de tropas para estratégias de apoio a longo prazo a Kiev contra a invasão da Rússia — e sem o apoio norte-americano.

    “Vamos ser realistas e admitir que os Estados Unidos nunca vão alinhar”, afirmou um funcionário ao Telegraph, descrevendo assim o clima terrível na reunião em Haia. “A questão principal foi saber como manter o apoio necessário à Ucrânia, partindo do princípio de que os EUA apenas continuariam a fornecer alguns meios específicos, como os serviços de informação”, adiantou.

    Segundo ainda o que foi apurado nessa reunião, existe uma preocupação genuína de que Donald Trump cumpra a sua ameaça de abandonar o seu papel de mediador, uma vez que não conseguiu trazer Vladimir Putin para a mesa das negociações.

  • Rússia intensifica operações em Zaporíjia, Donetsk e Sumy, diz chefe das forças armadas ucranianas

    O comandante-chefe das forças armadas da Ucrânia, Oleksandr Syrskyi, afirmou neste sábado que as forças russas intensificaram as operações de ataque em frentes importantes nas regiões de Zaporíjia, Donetsk e Sumy.

    “(As tropas russas) aumentaram significativamente a atividade na direção de Zaporizhzhia, onde estão a promover ações ofensivas ativas”, disse Syrskyi após uma reunião estratégica para avaliar as operações militares em maio.

    Citado pelo The Kyiv Independent, Syrskyi salientou que as forças armadas da Ucrânia estão a infligir perdas substanciais às tropas russas, alegando que mais de 34.000 soldados russos foram mortos só em maio – não referindo o número de perdas ucranianas.

    Enquanto os principais esforços da Rússia continuam concentrados nas frentes de Pokrovsk, Toretsk e Lyman, na região de Donetsk, bem como em Sumy, no nordeste da Ucrânia, na fronteira com a Rússia, Zaporíjia registou um aumento da atividade militar.

  • Soldados russos rendem-se e alegam, em vídeo divulgado pela Ucrânia, sofrer tratamento desumano por parte dos próprios comandantes

    Um grupo de soldados russos rendeu-se e entregou-se às forças paraquedistas ucranianas – e, num vídeo divulgado pela Ucrânia, os soldados dizem ter sofrido um tratamento desumano por parte dos próprios comandantes, ao ponto de preferirem ser detidos pela Ucrânia e tornarem-se prisioneiros de guerra.

    Os soldados terão sido capturados na região de Kursk, na Rússia, segundo a comunicação oficial das forças de assalto aéreo ucranianas, numa publicação no Facebook. Na publicação, os soldados russos aparecem a ser levados, pelas forças ucranianas, e, depois, um a um, descrevem o tratamento a que foram sujeitos na frente de guerra.

    Dizem ter sofrido pressão psicológica e violência física, com ameaças à sua vida, por parte dos comandantes das unidades que integravam. Segundo a informação difundida pelos soldados, estes soldados vão ser mantidos em cativeiro e poderão ser utilizados em futuras trocas de prisioneiros que venham a ser acordadas entre a Rússia e a Ucrânia.

  • Suécia reforça controlo da “frota fantasma” russa do Mar Báltico

    A Suécia vai introduzir novas regras a partir de 1 de julho para reforçar o controlo dos navios estrangeiros, numa iniciativa que visa a “frota fantasma” da Rússia no Mar Báltico, anunciou neste sábado o governo sueco.

    Desde a invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, aumentou o número de petroleiros cujos proprietários são difíceis de identificar ou que não têm seguro adequado.

    Tal situação permitiu a Moscovo reunir uma frota clandestina para exportar petróleo apesar das sanções de que é alvo por ter invadido a Ucrânia.

    Os navios da “frota fantasma” são regularmente acusados pelos europeus de danificarem cabos submarinos, deliberadamente ou não, e de constituírem uma ameaça para o ambiente.

    “O Governo adotou um novo regulamento que reforça o controlo dos navios estrangeiros, exigindo informações sobre os seguros”, declarou o executivo sueco num comunicado citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

  • Ucrânia manda evacuar mais 11 localidades em Sumy, antevendo uma possível investida miltar russa

    A Ucrânia deu ordem de evacuação obrigatória dos residentes de mais 11 localidades na região de Sumy devido ao receio de uma investida militar russa

    A informação, citada pelo jornal Kyiv Independent e outros jornais ucranianos, foi confirmada pelo governador Oleh Hryhorov, neste sábado. A ordem está relacionada com uma “ameaça constante à vida civil” causada pelos bombardeamentos que a Rússia tem feito na região.

    “(A Rússia) continua a aterrorizar as zonas fronteiriças, e a nossa tarefa partilhada é salvar todas as vidas“, disse Hryhorov em comunicado. “Peço aos residentes que não adiem a decisão de evacuação. Permanecer numa zona de perigo constante é uma ameaça direta à sua vida e saúde.”

    Com a ordem mais recente, um total de 213 povoações na região de Sumy estão agora sob evacuação obrigatória. Na quinta-feira, o porta-voz do Serviço de Guarda de Fronteiras do Estado, Andrii Demchenko, disse que a Rússia tinha reunido “forças suficientes” na região vizinha de Kursk para potencialmente lançar uma ofensiva em Sumy.

  • União Europeia preocupada com laços entre China, Coreia do Norte e Rússia

    A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, qualificou hoje as contribuições da China e da Coreia do Norte para a Rússia na guerra contra a Ucrânia como um desafio de segurança global “extremamente preocupante”.

    A China, parceira da Rússia, tem sido acusada de fornecer tecnologia militar a Moscovo, e a Coreia do Norte enviou soldados para combater nas fileiras russas, além de armamento.

    Quando a China e a Rússia falam em liderar, em conjunto, mudanças que não se viam há cem anos e revisões da ordem de segurança global, devemos estar extremamente preocupados”, afirmou Kallas no fórum Diálogo de Shangri-La, em Singapura.

    “É o grande desafio do nosso tempo”, disse a antiga primeira-ministra da Estónia e atual Alta Representante para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança da União Europeia (UE), citada pela agência de notícias espanhola EFE.

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