Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Após negociações em Moscovo e Kiev, Trump deverá falar ao telefone com Putin e Zelensky esta segunda-feira

  • Witkoff e Kushner já deixaram a capital ucraniana

    Os enviados especiais norte-americanos, Steve Witkoff e Jared Kushner, já deixaram a capital ucraniana.

    A novidade foi dada no Telegram pela empresa de comboios estatal ucraniana, Ukrzaliznytsia.

    A empresa disse ter enviado “um comboio especial para Steve Witkoff e Jared Kushner”.

    “Agradecemos a visita e transmitimos, em nome de todos nós, o desejo de que regressem em breve”, indicou.

  • Irão anuncia criação de "zona de exclusão" nas redondezas do Estreito de Ormuz e prepara sanções por navios que naveguem nessa zona

    O secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão, Mohsen Rezaee, anunciou hoje que o país vai criar uma “zona de exclusão” perto do Estreito de Ormuz.

    Numa entrevista à televisão iraniana, Mohsen Rezaee indicou que essa zona de exclusão será detalhada “nos próximos dias”.

    “Uma zona de exclusão nas redondezas do Estreito de Ormuz será anunciada nos próximos dias, estendendo-se desde a linha de bloqueio dos Estados Unidos até a zonas do Golfo Pérsico. Qualquer embarcação que entre nesta área será visada por sanções”, afirmou Mohsen Rezaee.

    O conselheiro prometeu ainda que o Estreito de Ormuz “será aberto” quando os “norte-americanos não sabotarem ou atacarem” a região.

  • Netanyahu ordena desmantelamento de alguns colonatos na Cisjordânia

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou que o desmantelamento de colonatos ilegais na Cisjordânia, avança a Reuters, após pressão norte-americana.

    O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, confirmou que o primeiro-ministro deu ordens para desmantelar alguns colonatos, avança a Al Jazeera.

    Ainda que o Governo israelita considere muitos dos colonatos ilegais, nem sempre recebeu a oposição total do Executivo.

  • Kushner e Witkoff disseram a Zelensky que querem avanço concreto nas negociações antes do inverno

    O jornal Axios está a avançar que os enviados especiais norte-americanos, Steve Witkoff e Jared Kushner, disseram ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que desejam um avanço concreto nas negociações antes do inverno.

    Ouvindo fontes conhecedoras dos encontros, o jornal referiu que este tema surgiu numa altura em que o Presidente ucraniano falava sobre os preparativos da Ucrânia no inverno.

    As mesmas fontes indicaram que as reuniões “correram bem” e que os enviados especiais desejam trabalhar com todas as partes numa proposta de paz “renovada”.

    “As coisas podem mover-se numa boa direção se houver atualizações de todos os partidos”, indicou uma fonte.

  • Secretário de Energia dos Estados Unidos afasta possível acordo nuclear com o Irão

    O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, afirmou hoje que o Governo norte-americano pode não chegar a um acordo nuclear com o Irão e, em alternativa, optar por destruir a capacidade do país para desenvolver armas atómicas.

    “Pode não haver um acordo nuclear. Podemos simplesmente destruir as suas capacidades para fazer [armas atómicas]”, declarou Wright durante uma entrevista ao canal de televisão ABC.

    O governante acrescentou que a possibilidade de os Estados Unidos chegarem a um acordo com Teerão pode ser adiada até à chegada de uma nova administração norte-americana.

    As declarações de Wright surgem depois de o Irão ter bombardeado hoje um navio norte-americano no Estreito de Ormuz, em resposta aos ataques norte-americanos registados no sábado contra navios petroleiros iranianos.

  • Witkoff refere que foram "feitos progressos" nas negociações e diz que Trump quer "resolução diplomática e não cinética" para o conflito

    O enviado especial norte-americano, Steve Witkoff, fez declarações à imprensa no final da ronda negocial.

    O responsável norte-americano pretende “unir as partes”, de forma a “reduzir a lista” de problemas entre a Rússia e a Ucrânia, procurando “estabelecer bons canais de comunicação”.

    Steve Witkoff espera que tenha iniciado esse processo “de forma construtiva” com estes encontros. Os enviados especiais acreditam que pode ser possível chegar a uma “boa solução”.

    “Acho que fizemos muitos progressos em Moscovo, ouvimos novas ideias”, sublinhou Steve Witkoff, acrescentando que a Rússia deseja uma “resolução diplomática” e não “cinética” — ou militar — para este conflito.

  • Kushner: Trump quer criar plano de "paz duradoura" e não apenas "acabar com a guerra na Ucrânia"

    O enviado especial norte-americano, Jared Kushner, também fez declarações à imprensa.

    O norte-americano disse, citado pela agências internacionais, que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deseja criar um plano “para alcançar um paz duradoura”, em vez de apenas “terminar com a guerra na Ucrânia”.

    Genro de Donald Trump, Jared Kushner indicou que os Estados Unidos estão a elaborar uma “pacote de medidas para a paz”.

    Jared Kushner assinalou também que espera que a Ucrânia retome negociações diretas com a Rússia.

  • Negociações com enviados especiais foram "muito substanciais", diz Zelensky. Patriots foram discutidos

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, classificou este domingo como “muito substanciais” as conversações mantidas com os enviados especiais norte-americanos, Steve Witkoff e Jared Kushner.

    Em conferência de imprensa após o término das rondas negociais, o líder ucraniano revelou que as questões territoriais estiveram na agenda, mas não avançou pormenores.

    Volodymyr Zelensky garantiu ainda ter abordado o reforço da defesa aérea — com foco no fornecimento de mísseis para os sistemas Patriot — e os preparativos para o inverno.

    O chefe de Estado ucraniano insistiu na necessidade de um encontro trilateral, que coloque a Ucrânia, a Rússia e os Estados Unidos à mesma mesa de negociações.

  • Zelensky dá início a nova ronda de negociações — com alemães, britânicos e franceses

    O Presidente da Ucrânia deu início, há momento, de uma nova ronda de negociações.

    Desta vez, Volodymyr Zelensky estará acompanhado de dirigentes alemães, britânicos e franceses.

  • Terminaram as primeiras negociações em Kiev e enviados dos EUA mostram-se otimistas

    Já terminaram as primeiras discussões entre os enviados norte-americanos e a delegação ucraniana.

    De acordo com a AP, que cita um oficial ucraniano, terminaram as duas primeiras rondas negociais, entre Kushner e Witkoff e a delegação ucraniana.

    Segue-se agora uma terceira reunião entre o Governo ucraniano e os representantes do Reino Unido, França e Alemanha.

    À saída, Kushner e Witkoff mostraram-se otimistas, mas não fizeram qualquer revelação concreta sobre o que poderá vir a ser o desfecho destas rondas negociais.

    “Diria que tivemos discussões muito significativas. Substanciais, importantes. Temos estado muito encorajados e desejamos continuar este dia pelo tempo que for necessário”, disse Witkoff aos jornalistas.

    Por seu turno, Kushner revelou que Donald Trump lhes pediu para transmitir os seus “cumprimentos pessoais” a Zelensky e aos ucranianos e agradeceu aos parceiros alemães, franceses e britânicos.

    “Eles têm sido realmente colaboradores muito, muito próximos para mim e para o Steve. Temos trabalhado juntamente com eles em cada momento e tem havido um bom consenso”, destacou Kushner.

    O enviado de Trump disse igualmente estar “esperançoso” de que, deste dia de negociações, saia algo de positivo e resultem “novas formas de avançar”. Kushner garantiu que os enviados de Trump aprenderam muito com a viagem.

  • Depois de Alemanha acusar Rússia de ataque em Leipzig, Moscovo diz que Berlim está a declarar "guerra real"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, disse este domingo que a acusação, por parte da Alemanha, de que Moscovo esteve por trás de um ataque com drone no aeroporto de Leipzig representa “o início de uma guerra real”.

    “Todas essas declarações de [Friedrich] Merz sobre tornar a Alemanha novamente na principal potência militar na Europa postas. Ele está, com efeito, a declarar-nos guerra”, disse Lavrov em declarações à imprensa russa, citadas pela Sky News.

    O governo alemão responsabilizou recentemente a Rússia por uma tentativa de ataque híbrido com drones no aeroporto de Leipzig. O drone explosivo foi encontrado em agosto junto a um avião ucraniano. As autoridades conseguiram desativá-lo.

    Os autores do ataque foram identificados como um homem bielorrusso e um cidadão nascido na Rússia, mas com nacionalidade letã. Em resposta ao ataque, Berlim fechou o consulado russo em Bona e um centro cultural russo em Berlim. Moscovo nega a autoria do ataque.

  • Conselheiros de segurança nacional do Reino Unido, França e Alemanha presentes em Kiev

    Estão presentes em Kiev este domingo conselheiros de segurança nacional do Reino Unido, França e Alemanha, noticia a Reuters.

    Os aliados europeus da Ucrânia estão em Kiev para apoiar Zelensky nas negociações com os EUA.

    A notícia é avançada pela Reuters.

  • Já começou a reunião entre Zelensky e os enviados de Trump

    Já começou a reunião entre os enviados dos EUA, Jared Kushner e Steve Witkoff, e o governo ucraniano.

    Através das redes sociais, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, partilhou um vídeo que mostra os cumprimentos entre as delegações norte-americana e ucraniana.

    “Começamos as discussões”, lê-se na legenda do vídeo, que mostra Zelensky a fazer uma pequena visita guiada a Kushner e a Witkoff à catedral de Santa Sofia.

  • Ucrânia: Papa pede fim da violência e uma oportunidade ao diálogo

    O Papa Leão XIV manifestou hoje a sua preocupação pelos recentes ataques em várias cidades da Ucrânia, pedindo uma oportunidade ao diálogo entre as partes envolvidas no conflito.

    “De coração apertado acompanhei as notícias dos violentos ataques que afetaram recentemente várias cidades e infraestruturas civis na Ucrânia, provocando a morte de pessoas inocentes”, disse o Papa após a oração dominical do Angelus, na Praça de São Pedro.

    Leão XIV fez um novo apelo para “acabar com a violência”, “travar a destruição” e abrir os corações “ao diálogo e à paz”.

    O Papa manifestou ainda a esperança de que os esforços empreendidos nos últimos dias para o retomar das negociações de paz produzam “frutos concretos”.

    “Espero que os esforços empreendidos nestes dias para o retomar das negociações abram espaço à diplomacia”, concluiu.

  • "Estamos prontos para a conversa." Zelensky reuniu-se com negociadores ucranianos antes da chegada de enviados norte-americanos

    Minutos antes da chegada de Jared Kushner e Steve Witkoff, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou na rede social X que esteve reunido com a sua equipa negocial para preparar as conversas com os enviados norte-americanos.

    “Uma reunião com a nossa equipa negocial antes da reunião com os enviados do Presidente dos EUA”, escreveu Zelensky num tweet em que divulgou várias imagens da reunião.

    “Estamos prontos para a conversa”, assinalou ainda Zelensky. “A Ucrânia sempre foi e continuará a ser construtiva. Estamos interessados em aproximar-nos do fim da guerra. A paz é necessária. São necessárias garantias de segurança. É necessário que a paz do pós-guerra tenha um caráter digno. As nossas propostas estão prontas. É importante trabalhar de uma forma coordenada, substancial e realista.”

  • Enviados dos EUA acabam de chegar a Kiev

    Os enviados dos EUA, Jared Kushner e Steve Witkoff, acabam de chegar a Kiev para se reunirem com Volodymyr Zelensky.

    A notícia está a ser avançada pela Associated Press.

    É a primeira vez que a dupla de representantes de Donald Trump, que já foi nove vezes a Moscovo, está na capital ucraniana.

    Kushner e Witkoff chegam a Kiev com “uma proposta para acabar a guerra”, depois de terem estado em Moscovo reunidos com Vladimir Putin.

    GettyImages-2293316549 AFP via Getty Images

    Jared Kushner e Steve Witkoff à chegada a Kiev, de comboio

  • "O fim da guerra na Ucrânia nunca esteve próximo"

    Francisco Pereira Coutinho admite que enviados de Trump não passam de dupla sem estofo para fechar acordo. Para o especialista em direito internacional, Trump meteu-se num “pântano” no Médio Oriente.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    “O fim da guerra na Ucrânia nunca esteve próximo”

  • Apesar de trégua temporária em Kiev, Rússia continua a atacar outras zonas da Ucrânia. Uma pessoa morreu em ataque em Zaporíjia

    Pelo menos uma pessoa morreu na sequência de um ataque russo contra território ucraniano esta noite, apesar do cessar-fogo temporário de 72 horas destinado a permitir as viagens dos enviados norte-americanos às duas capitais.

    Enquanto Kiev garantiu que não atacaria o território russo durante a viagem de Kushner e Witkoff a Moscovo, pedindo a Putin que fizesse o mesmo, o Kremlin só se comprometeu a suspender os ataques contra a capital, Kiev, durante 72 horas.

    A Rússia continuou a atacar o resto do território ucraniano.

    De acordo com a Sky News, que cita os serviços de emergência ucranianos, uma pessoa morreu na região de Zaporíjia na sequência de um ataque russo, que deixou também três pessoas feridas. A vítima mortal era um homem de 74 anos que se encontrava num edifício residencial que foi atingido por drones.

    Houve também ataques nos subúrbios de Kiev, mas não na cidade propriamente dita, que provocaram incêndios. Na região de Dnipropetrovsk, registaram-se também ataques.

    No total, segundo as forças ucranianas, a Rússia lançou 108 drones durante a noite, dos quais 82 foram intercetados e abatidos. Onze locais foram atingidos.

  • Enviados dos EUA chegam hoje a Kiev após reuniões em Moscovo

    Os dois enviados dos Estados Unidos, Jared Kushner e Steve Witkoff, chegam este domingo a Kiev para a segunda parte da sua viagem diplomática à Rússia e à Ucrânia.

    De acordo com a Sky News, ainda não há detalhes sobre as horas a que Kushner e Witkoff são esperados em Kiev nem sobre os planos concretos da passagem pela capital ucraniana.

    Depois de, no sábado, terem estado em Moscovo reunidos com Vladimir Putin, os dois representantes de Trump vão reunir-se com Volodymyr Zelensky.

    Kushner e Witkoff levam, nas palavras de Donald Trump, “uma proposta para acabar a guerra”.

    Em Moscovo, os enviados dos EUA estiveram reunidos com Putin durante três horas. À saída, um conselheiro do Kremlin garantiu que as negociações foram “muito benéficas” para ambas as partes, mas não revelou detalhes sobre as conversas, classificando-as como confidenciais.

    Também Kirill Dmitriev, conselheiro do Kremlin para os investimentos e a cooperação económica, que recebeu os dois enviados no aeroporto, garantiu que a viagem foi “muito importante para construir a paz”.

    Kushner e Witkoff, que já estiveram várias vezes em Moscovo e são bem vistos como mediadores pelo Kremlin, vão agora pela primeira vez à Ucrânia. Os dois homens têm tentado negociar um acordo de paz entre Moscovo e Kiev, até agora sem sucesso — mas Trump diz acreditar que este poderá ser o momento certo para fechar um acordo.

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