Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu durante o seu discurso do Estado da União uma abordagem firme em relação ao Irão. O vice-presidente norte-americano, JD Vance, também falou sobre a tensão com Teerão, afirmando que os EUA veem provas de que o país está a tentar reconstruir o seu programa nuclear. “O princípio é muito simples: o Irão não pode ter armas nucleares”, sublinhou.
    • Donald Trump fez durante a madrugada o discurso do Estado da Nação. Destacou os negócios com o “novo amigo e parceiro Venezuela”, após a operação que resultou na captura de Nicolás Maduro, e garantiu que as tarifas voltarão a ser aplicadas com estatutos “alternativos”.
    • A Guarda Costeira de Cuba disparou esta quarta-feira contra uma lancha rápida norte-americana que entrou em sem autorização em águas cubanas, matando quatro pessoas que seguiam a bordo. A informação foi divulgada pelo Ministério do Interior cubano, que denunciou que a unidade costeira estava a defender-se do ataque dos tripulantes da lancha.

    • A primeira fábrica de produção de drones ucraniana no Reino Unido começou a operar esta quarta-feira, revelou o embaixador Valeriy Zaluzhnyi. “Isto não é uma mudança do centro de gravidade para longe da Ucrânia. É a expansão das nossas capacidades conjuntas e a criação de uma segunda linha de defesa que garante a continuidade da produção”, acrescentou.

  • Bom dia.

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    Irão e EUA partem para negociação decisiva. Rubio avisa que recusa de Teerão em discutir mísseis é “problema muito grande”

  • EUA veem provas de que Irão está a tentar reconstruir programa nuclear

    O vice-presidente norte-americano, JD Vance, disse hoje que os Estados Unidos veem provas de que o Irão está a tentar reconstruir o seu programa nuclear. “O princípio é muito simples: o Irão não pode ter armas nucleares”, disse aos jornalistas, segundo noticiou a Reuters.

    As declarações surgem um dia antes das negociações em Genebra entre as delegações iraniana e norte-americana.

  • KLM suspende temporariamente voos entre Amesterdão e Telavive

    A companhia aérea KLM anunciou, esta quarta-feira, que vai suspender temporariamente os voos entre Amesterdão e Telavive a partir do dia 1 de março.

    A Reuters avançou que a informação foi confirmada através de um comunicado em que o grupo neerlandês afirmou que não é “comercial nem operacionalmente viável” para a companhia operar voos para Telavive, em Israel.

  • EUA garantiram que vão respeitar acordo comercial, afirma Comissão Europeia

    A Comissão Europeia afirmou hoje que a administração norte-americana de Donald Trump garantiu que vai cumprir o acordo comercial UE-EUA assinado no verão e que a fase atual é transitória.

    “Os Estados Unidos (EUA) deram indicações claras de que vão respeitar os termos dos acordos comerciais — como a Declaração Conjunta UE-EUA –, pelo que a União Europeia (UE) continua a colaborar com os EUA para garantir que isso se verifica e para obter clareza”, indicou, numa nota, o porta-voz da Comissão Europeia para o Comércio, Olof Gill.

  • Guarda Costeira de Cuba mata quatro tripulantes de lancha norte-americana que entrou em águas cubanas

    A Guarda Costeira de Cuba disparou esta quarta-feira contra uma lancha rápida norte-americana que entrou em sem autorização em águas cubanas, matando quatro pessoas que seguiam a bordo. A informação foi divulgada pelo Ministério do Interior cubano, que denunciou que a unidade costeira estava a defender-se do ataque dos tripulantes da lancha.

    Segundo o ministério, a lancha da Florida entrou em águas cubanas e, quando a embarcação da Guarda Costeira se aproximou para a identificar, abriu fogo.

    O Ministério do Interior adiantou além dos quatro mortos, há registo de seis feridos. O comandante da embarcação cubana também ficou ferido.

    “Perante os desafios atuais, Cuba reafirma o seu compromisso com a proteção das suas águas territoriais, com base no princípio de que a defesa nacional é um pilar fundamental para o Estado cubano, a fim de proteger a sua soberania e a estabilidade na região”, lê-se no comunicado.

  • Trump está a falar com Zelensky

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, está a falar com o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky. A informação é avançada pelo jornalista da Axios, Barak Ravid, que cita uma fonte com conhecimento da reunião.

  • Irão espera bom resultado das negociações com os EUA

    O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, mostrou-se confiante num bom resultado das negociações entre Teerão e Washington, que vão decorrer em Genebra, noticiou a agência Reuters.

  • Tesouro norte-americano avança com novas sanções contra o Irão

    O Departamento de Tesouro norte-americano anunciou esta quarta-feira novas sanções contra a frota fantasma do Irão, as redes de fornecimento de mísseis e a indústria de produção de armas “como parte de uma campanha de máxima pressão” contra o país.

    O secretário do Tesouro destacou num comunicado que o Irão explora os sistemas financeiros para vender petróleo, fazer a lavagem desses fundos e assim adquirir componentes para o seu programa de armas convencional e nuclear. “Sob a forte liderança do Presidente Trump, o Tesouro vai continuar a aplicar pressão máxima no Irão”, sublinhou Scott Bessent.

  • Discurso de Trump pode indicar um ataque iminente ao Irão?

    Jorge Rodrigues analisa o discurso do Estado da Nação de Donald Trump. O coordenador de risco geopolítico explica ainda porque é que a adesão da Ucrânia à UE dificilmente avança no próximo ano.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Discurso de Trump pode indicar um ataque iminente ao Irão?

  • Merz anuncia em Pequim encomenda chinesa de até 120 aviões à Airbus

    O chanceler alemão anunciou hoje, em Pequim, uma encomenda de “até 120″ aviões feita pela China ao construtor aeronáutico europeu Airbus”, indo ao encontro da vontade do Presidente chinês de novos progressos nas relações bilaterais.

    O anúncio de Merz surge depois de o Presidente chinês, Xi Jinping, ter declarado ao chanceler alemão, durante um encontro em Pequim, que espera “novos progressos” nas relações bilaterais.

    “É um prazer trabalhar consigo, para permitir que a parceria estratégica global sino-alemã alcance continuamente novos progressos”, afirmou Xi a Merz.

    “Quanto mais o mundo está conturbado e complexo, mais importante é que a China e a Alemanha reforcem a comunicação estratégica”, sublinhou perante Merz, que chegou acompanhado por uma importante delegação de líderes empresariais alemães.

  • Trump prefere solução diplomática com o Irão, garante JD Vance

    O vice-presidente dos Estados Unidos da América disse hoje que o Presidente Donald Trump continua a preferir uma solução diplomática com o Irão. As declarações surgem numa altura em que o líder norte-americano tem ameaçado lançar um ataque contra o país para forçar um acordo nuclear.

    EUA atacam Irão? Trump vai decidir com base nas opiniões de Steve Witkoff e Jared Kushner

    “O Presidente foi extremamente claro: o Irão não pode ter uma arma nuclear … Ele [o Presidente Trump] vai tentar resolver isso diplomaticamente”, afirmou JD Vance em entrevista à Fox News.

  • Produção de drones arranca na primeira fábrica ucraniana no Reino Unido

    A primeira fábrica de produção de drones ucraniana no Reino Unido começou a operar esta quarta-feira, revelou o embaixador Valeriy Zaluzhnyi.

    “A Ucrânia está a travar uma guerra entre os constantes ataques de mísseis, a destruição de infraestruturas e as ameaças às instalações de produção. Por isso, o início da produção no Reino Unido tem uma lógica estratégica profunda”, destacou Zaluzhnyi numa publicação no Telegram.

    “Isto não é uma mudança do centro de gravidade para longe da Ucrânia. É a expansão das nossas capacidades conjuntas e a criação de uma segunda linha de defesa que garante a continuidade da produção”, acrescentou.

  • Ucrânia quer colocar 4 mil quilómetros de redes anti-drones nas estradas da linha da frente

    O ministro da Defesa da Ucrânia anunciou que as autoridades vão acelerar os planos para a colocação de redes anti-drones em estradas na linha da frente. O objetivo, explicou hoje Mykhailo Fedorov, é cobrir 4.000 quilómetros até ao final do ano.

    Segundo Fedorov, durante o mês de janeiro foram colocados cerca de 5 km de redes por dia, número que subiu para 12 km em fevereiro. “Isto melhorou significativamente a segurança dos movimentos militares e assegurou um funcionamento estável das comunidades na linha da frente”, sublinhou na rede social Telegram.

  • Alemanha "consternada" com decisão de Orbán bloquear empréstimo da UE à Ucrânia

    O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, Johann Wadephul, reagiu à decisão de Viktor Orbán de bloquear um empréstimo de 90 mil milhões de euros da União Europeia à Ucrânia, de acordo com o The Guardian.

    “Tudo o que posso dizer é que continuo consternado com o comportamento da Hungria”, disse Wadephul. Acrescentou ainda que a decisão do primeiro-ministro húngaro de vetar a última ronda de sanções da UE contra a Rússia “trai a sua própria luta por liberdade”.

    Também o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Bélgica reagiu à decisão de Orbán. Maxime Prévot salientou que a Hungria “precisa de compreender” que, para outros países da UE, “a paciência se está a esgotar muito rapidamente”.

  • Visita de Modi a Israel "legitima o regime assassino de Netanyahu", diz Partido Comunista da Índia

    O Partido Comunista da Índia afirmou esta quarta-feira que se opõe “veementemente” à visita do primeiro-ministro indiano Modi a Israel, uma vez que Telavive continua “a travar uma guerra genocida em Gaza”.

    “A visita de Modi é, portanto, uma traição à causa palestiniana e legitima o regime assassino de Netanyahu”, afirmou o partido num comunicado publicado nas redes sociais.

    “A intenção declarada da visita é também aprofundar os laços estratégicos, militares e económicos com um regime expansionista sionista que procura dominar a região com a ajuda dos Estados Unidos”, sublinhou.

  • Hezbollah declara que não se vai juntar à guerra se ataque dos EUA ao Irão for "limitado". Mas diz que morte de Khamenei é "linha vermelha"

    O grupo xiita libanês Hezbollah declarou hoje que, se os Estados Unidos levarem a cabo um “ataque limitado” ao Irão, não se juntarão ao conflito.

    Uma fonte do grupo xiita contou à Agence France-Presse que um ataque limitado norte-americano ao Irão não levaria a uma ” intervenção militar”.

    Ainda assim, o Hezbollah referiu que existe uma “linha vermelha”: se os EUA tentarem assassinar o ayatollah Ali Khamenei. A fonte não precisou o que o grupo do Líbano faria caso os norte-americanos avançarem com a morte do líder supremo iraniano.

  • Forças russas atacaram instalações de gás nas regiões ucranianas de Chernihiv e Kharkiv

    Instalações de gás da empresa energética ucraniana Naftogaz nas regiões de Chernihiv e Kharkiv foram atacadas por drones russos, afirmou esta quarta-feira Serhi Koretsky, CEO do grupo energético.

    “Há dois dias que continuam os ataques contra os locais de armazenamento de gás e as instalações de produção nas regiões de Kharkiv e Chernihiv. No total, foram utilizados cerca de 60 drones de ataque”, escreveu Koretsky numa publicação no Facebook citada pelo Le Monde.

    As equipas do Serviço Nacional de Situações de Emergência irão agora avaliar as consequências e “iniciarão os trabalhos de reparação”, sublinhou ainda o diretor-geral do grupo.

  • Protestos de estudantes universitários prosseguem pelo quinto dia consecutivo no Irão

    Os protestos estudantis no Irão prosseguiram hoje pelo quinto dia consecutivo, ainda que com menor intensidade, em pelo menos seis universidades do país, onde foram entoados slogans contra o regime da República Islâmica.

    Na capital do país, Teerão, registaram-se manifestações nas universidades Kharazmi, Pars e Artes, segundo associações estudantis citadas nas redes sociais.

    Na Universidade de Artes de Teerão, estudantes evocaram vítimas dos protestos de janeiro, gritando os seus nomes e entoando palavras de ordem como “Lutamos, morremos, reconquistaremos o Irão”.

    Na Universidade Pars, alguns manifestantes entoaram slogans pró-monarquia, incluindo “Viva o Xá” e referências ao regresso da dinastia Pahlavi.

    Já na Universidade de Kharazmi, um grupo de estudantes protestou contra a decisão da reitoria de suspender as aulas presenciais até ao final do ano iraniano, a 20 de março, alertando que a transição para ensino online poderia radicalizar os protestos.

    A administração da universidade afirmou que a decisão se deve ao mês do Ramadão, aos custos de deslocação e a pedidos de famílias e estudantes, negando ligação direta com as manifestações.

    Na cidade de Mashhad, no nordeste do país, estudantes da Universidade Ferdowsi e da Universidade de Ciências Médicas também participaram em protestos, entoando palavras de ordem contra o regime, segundo o boletim estudantil Amirkabir, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.

  • Zelensky nega alegações de Moscovo sobre entrega de armas nucleares

    O Presidente ucraniano rejeitou esta quarta-feira alegações do Kremlin sobre supostos planos do Reino Unido e França para entregar armas nucleares à Ucrânia, atribuindo esta acusação a uma tentativa russa de desviar a atenção da situação na frente de combate.

    “Normalmente, quando a Rússia falha em vencer no campo de batalha, começa a procurar uma arma nuclear no território da Ucrânia. Infelizmente, não existem armas nucleares na Ucrânia”, disse Volodymyr Zelensky, numa conferência de imprensa conjunta em Kiev com o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, com quem concordou em aumentar a cooperação bilateral.

    A Ucrânia chegou a ter o terceiro maior arsenal nuclear do mundo, a que renunciou em dezembro de 1994 em troca de uma promessa russa de que respeitaria plenamente a sua integridade territorial, e que, 20 anos depois, não foi cumprida, com a anexação da península da Crimeia e o conflito armado no Donbass (leste).

    O porta-voz do Kremlin (presidência), Dmitri Peskov, disse na terça-feira, citando alegadas informações obtidas pelos serviços de informações estrangeiras russos, que o Reino Unido e a França “estão a trabalhar ativamente nas rotas de fornecimento” de armas nucleares para a Ucrânia.

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