Momentos-chave
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  • Este liveblog vai ser fechado. Pode continuar a seguir os acontecimentos internacionais no liveblog que abrimos esta manhã.

    Dois dias sem ataques. EUA esperam pelas negociações. Irão e Omã discutem gestão do Estreito de Ormuz

    Obrigada por ter estado connosco.

  • Human Rights Watch afirma que ataques a infraetsruturas civis são crimes de guerra

    A Human Rights Watch afirma que as ameaças feitas pelos Estados Unidos e o Irão de ataques contra infraestruturas civis constituem crimes de guerra, que podem ser punidos de acordo com o direito internacional.

    “Outros países devem deixar claro aos Estados Unidos e ao Irão que os responsáveis ​​por crimes de guerra serão levados à justiça, inclusive por meio da jurisdição universal”, sublinha Balkees Jarrah, diretor da organização para o Médio Oriente e África do Norte, em comunicado.

    De acordo com o artigo 85.5 do Protocolo I adicional às Convenções de Genebra, de 1977, quaisquer “infracções graves” aos pontos previstos no documento, como a proteção de infraetsruturas civis, são consideradas “crimes de guerra”.

  • Houthis consideram que ataques sauditas levarão a escalada no conflito

    O Ministério houthi dos Negócios Estrangeiros considera que o ataque da Arábia Saudita à cidade de Hodeida vai levar a uma “escalada que levará a uma escalada” do conflito.

    “Em vez de ouvir os pedidos legítimos e justos de suspender o bloqueio ao Iémen, o regime saudita cometeu um grande erro que lhe custará caro”, avisa o Ministério à televisão iemenita Al Masirah, citado pela Al Jazeera.Os houthis fazem também referência a um outro ataque saudita na ilha de Kamaran, que feriu uma mulher.

  • Líder Supremo está mais aberto a desenvolver armas nucleares do que o antecessor

    O Líder Supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, está mais interessado em desenvolver armas nucleares do que o seu antecessor, Ali Khamenei. A informação é avançada por fontes dos serviços secretos norte-americanos ao The New York Times.

    “De acordo com autoridades norte-americanas, o novo Líder Supremo vê menos utilidade nesse tipo de arma, mas parece apoiar o desenvolvimento de uma ogiva termonuclear que poderia eventualmente ser miniaturizada e colocada num míssil de longo alcance”, refere o jornal, que lembra que o antigo Líder Supremo nunca defendeu publicamente o projeto e que a sua hesitação era vista como “genuína”.

    O jornal sublinha que, apesar de Teerão não tem reiniciado o seu programa nuclear, deslocou algumas instalações para o complexo subterrâneo da Montanha Pickaxe, que Trump admitiu querer “destruir com toda a força”.

    No entanto, as fontes citadas afirmam que, “por agora, o Irão está mais interessado em preservar parte do seu equipamento, tentando deslocalizá-lo para fora do alcance das bombas norte-americanas“.

  • Arábia Saudita reivindica ataque contra houthis e promete "resposta sem clemência" em caso de retaliação

    A coligação liderada pela Arábia Saudita reivindicou os ataques contra os houthis, realizados hoje, como uma “resposta militar proporcional”.

    “Se a milícia dos houthis continuar as suas ações hostis, iria receber uma resposta sem clemência”, afirmou um porta-voz, citado pela CNN.

    O porta-voz da coligação, Turki al-Malki, sublinhou que o porto de Hodeida não foi alvo de ataques, como foi alegado pelos houthis, e apelidou os ataques no Mar Vermelho como um “ato cobarde e imprudente”.

    A Arábia Saudita lidera uma coligação entre vários países, como os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein, que intervém na guerra civil do Iémen ao lado do Governo internacionalmente reconhecido.

  • Zelensky afirma que pode haver um "novo ataque massivo" contra a Ucrânia nas próximas 48 horas

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que pode haver um “novo ataque massivo” por parte da Rússia contra a Ucrânia nas próximas 48 horas, de acodo com informações preliminares obtidas por Kiev.

    “Por favor, cuidem-se e fiquem atentos aos alertas de ataque aéreo”, avisa Zelensky, no X.

    O chefe de Estado ucraniano também fez referência à visita da influencer norte-americana de extrema-direita, Laura Loomer, e manifestou esperança para a continuação do apoio dos Estados Unidos à Ucrânia.

  • Portugal condena ataques dos rebeldes houthis contra navios sauditas

    O Governo português condenou esta sexta-feira os ataques dos rebeldes houthis do Iémen contra navios sauditas e a ameaça de bloqueio marítimo à Arábia Saudita, sublinhando que “agrava seriamente a instabilidade na região”.

    Numa nota na rede social X, o Ministério dos Negócios Estrangeiros considerou “inaceitável a ameaça houthi de bloqueio marítimo ao Reino da Arábia Saudita” e condenou “inapelavelmente os ataques contra navios sauditas”.

    “[O Governo português] Exprime pois solidariedade com as autoridades e o povo saudita. O condicionamento da liberdade de navegação no Mar Vermelho e no estreito de Bab-el-Mandeb é uma violação flagrante do Direito Internacional do Mar”, pode ler-se na nota do ministério liderado por Paulo Rangel.

    A diplomacia portuguesa sublinhou ainda que “a ameaça Houthi agrava seriamente a instabilidade na região e promove a sua escalada”.

  • Começaram a soar as sirenes no Bahrein

    Começaram a soar as sirenes de alerta no Bahrein, avança o Ministério da Administração Interna do país, no X, que pede calma à população.

  • Navio saudita sofre ataque no Mar Vermelho

    O navio saudita NCC MASA foi alvo de um ataque no Mar Vermelho e foi levemente danificado no seu casco. A informação é acançada pela Autoridade Geral dos Transportes, citada pela Agência de Notícias Saudita.

    O NCC MASA continuou a sua viagem até ao destino “após ter sido confirmada a segurança da trupulação e do navio”.

    As causas do ataque são desconhecidas.

  • Arábia Saudita atinge cidade de Hodeida, no Iémen

    A Arábia Saudita terá atingido infraestrutura de telecomunicações na cidade do Iémen de Hodeida, avançou a imprensa ligada aos Houthis, citada pela agência France Presse. “Uma agressão saudita, que consistiu numa série de ataques aéreos, atingiu instalações pertencentes à autoridade de telecomunicações”, afirmaram em comunicado.

  • Irão diz que duas pessoas morreram após ataque norte-americano contra navio no Golfo da Omã

    Duas pessoas morreram após um míssil norte-americano ter atingido um navio que transportava GPL no golfo da Omã, avança a agência iraniana Fars. Segundo o órgão de Teerão, os EUA terão disparado sob esta embarcação, por acreditaram que carregava petróleo iraniano. À Reuters, as forças militares norte-americanas não responderam a um pedido de confirmação desta informação.

  • Pentágono nomeia Kevin D. Admiral como novo comandante do exército dos EUA na Europa e África

    O tenente-general Kevin D. Admiral vai ser o novo comandante do exército dos Estados Unidos na Europa e em África, bem como o responsável pelo Comando Terrestre Aliado da NATO, anunciou esta sexta-feira o Secretário da Defesa Pete Hegseth, cerca de um mês após a saída do general Christopher Donahue.

  • Líderes iranianos a levar negociações “cada vez mais a sério”

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta sexta-feira que os líderes iranianos estão a levar “cada vez mais a sério” as negociações para pôr fim ao conflito.

    “Acho que estão cada vez mais a levar a sério [as negociações] com o passar dos dias, talvez por uma razão óbvia”, disse Trump aos jornalistas na Sala Oval da Casa Branca.

  • Trump garante que Arábia Saudita vai normalizar relações com Israel "a certo ponto"

    O Presidente dos EUA reforçou que a Arábia Saudita deve aderir aos Acordos de Abraão — e normalizar as relações com Israel — de modo a oficializar a entrada em vigor do acordo nuclear entre os dois países. Segundo Trump, Riade e Telavive vão estabelecer ligações “a certo ponto”, não se comprometendo com prazos.

    “[A Arábia Saudita] e os outros não queriam fazê-lo por causa do problema que tinham com o Irão. Já não têm esse problema. Já não existe aquela grande potência. Têm um problema, mas o problema está a desaparecer dia após dia”, afirmou Trump, citado pelo The Times of Israel.

  • Trump "confia" em Putin e Xi, que garantiram não "participar" no conflito entre EUA e Irão

    Donald Trump garante que Xi Jinping e Vladimir Putin não vão “participar” no conflito entre os EUA e o Irão, após o Secretário de Defesa ter indicado que a China e a Rússia estavam a “potenciar” Teerão na guerra.

    Em declarações à imprensa na Sala Oval, citado pela Associated Press, o Presidente norte-americano admitiu “confiar” nos seus homólogos, que lhe terão confirmado que não iriam participar no conflito no Médio Oriente. “Pode haver certas coisas que fazem”, afirmou Trump, sem desenvolver, mas mantém que as contribuições de Pequim e Moscovo “não têm sido importantes”.

  • Irão continua a resistir, como nos últimos 50 anos

    Bernardo Valente, professor de Relações Internacionais no ISCSP, analisa o conflito no Médio Oriente. Impasse entre Irão e EUA perto do fim? Irão pode não ganhar o conflito, mas continua a resistir.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    Irão continua a resistir, como nos últimos 50 anos

  • Trump vai encontrar-se com os principais conselheiros para discutir possível escalada da guerra no Irão

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai reunir-se hoje com membros da sua administração e os principais conselheiros para discutir uma possível escalada da guerra no Irão. A informação é avançada por quatro fontes próximas do assunto ao The New York Times.

    Ontem, Trump admitiu à Axios que estava a “considerar um ataque massivo” contra o Irão, “maior do que alguma vez foi”, e que estaria perto de tomar a decisão.

  • Militares israelitas cercam vila na Cisjordânia e abrem fogo

    As forças israelitas isolaram a entrada da aldeia de Haris, na Cisjordânia e abriram fogo, além de lançarem granadas de atordoamento. A informação é avançada pela Al Jazeera.

  • Chefes da diplomacia do Irão e do Paquistão debatem situação regional

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros do Irão e do Paquistão debateram hoje a situação no Médio Oriente à margem da cimeira da Organização para a Cooperação de Xangai, no Quirguistão.

    “O Ministro dos Negócios Estrangeiros do [Irão], agradecendo os bons ofícios e os esforços de mediação do Paquistão nos últimos meses, apontou a quebra de compromissos e as exigências desmedidas dos Estados Unidos como a causa principal da atual situação na região”, refere o chefe da diplomacia do Irão, no Telegram, que condena os “crimes cometidos” pelos Estados Unidos a infraestruturas civis no país.

  • Estados Unidos impõe sanções a financiador iraniano

    O Departamento norte-americano do Tesouro impôs sanções ao financiador iraniano Babak Zanjani e a nove entidades e três indivíduos por burlarem sanções previamente impostas.

    “Os Estados Unidos responsabilizam Babak Zanjani e a sua extensa rede por permitirem que o regime iraniano burlasse as sanções e financiasse as suas atividades desestabilizadoras, incluindo o apoio à Guarda Revolucionária Islâmica”, afirmou Tommy Pigott, porta-voz do Departamento de Estado, citado pela Reuters.

    As sanções incidem sobre o conglomerado “Dot One” e empresas com sede na Turquia e nos Emirados Árabes Unidos, sendo que Zanjani é responsabilizado por usar os seus serviços, que incluem negociação de ativos digitais e produção de ouro, para lavar e transferir dinheiro para o Irão.

    O financiador já tinha sido sancionado em janeiro e esteve envolvido em escândalos de fraude, tendo, inclusive, sido condenado à morte no Irão por peculato, em 2016. A pena acabaria por ser comutada em 2024 e voltou a apoiar projetos do Governo de Teerão a partir do ano seguinte.

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