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Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Vamos encerrar este liveblog. Pode continuar a acompanhar as notícias sobre o conflito no Médio Oriente e a guerra na Ucrânia, depois da décima noite consecutiva de ataques no Irão, através desta ligação.

  • Donald Trump afirma ter tido conversa "muito produtiva" com o novo primeiro-ministro britânico, Andy Burnham

    Donald Trump afirmou ter tido uma conversa “muito produtiva” com o novo primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, e garante que ambos os líderes se vão encontrar em breve para “tratar de temas de interesse mútuo”.

    Na plataforma Truth Social, o Presidente norte-americano escreveu que o novo primeiro-ministro “tem uma grande tarefa pela frente”, mas que “os EUA estarão lá para ajudar”.

    “Discutimos o petróleo do Mar do Norte, o comércio, a aliança militar, a desminagem do Estreito de Ormuz e muitos outros assuntos. A conversa foi interessante e muito produtiva”, afirmou ainda.

    Truth Social/ @realDonaldTrump

  • Irão reivindica ataque contra “sistemas de mísseis HIMARS dos EUA” no Kuwait

    O Exército iraniano afirmou ter atacado com mísseis “sistemas de mísseis HIMARS dos EUA” no Campo Arifjan, no Kuwait, relata a Al Jazeera.

    Num comunicado divulgado pela emissora IRIB, citado pela Al Jazeera, o Exército disse que o ataque fez parte da 18ª fase da operação “Trovão” e foi lançado em resposta aos ataques dos EUA contra o Irão.

  • Nações Unidas preocupadas com ameaças dos Houthis de impor "embargo marítimo" à Arábia Saudita

    As Nações Unidas demonstraram preocupação com as ameaças dos Houthis de impor um “embargo marítimo” à Arábia Saudita, segundo a Al Jazeera.

    “É obviamente mais um ponto de estrangulamento. Já estamos a ver o impacto do quase encerramento do Estreito de Ormuz e o impacto que está a ter na economia global”, disse o porta-voz Stephane Dujarric, citado pela emissora.

  • UKMTO informa que petroleiro foi atingido por projétil de origem desconhecida no Estreito de Ormuz

    Um petroleiro foi atingido por um projétil de origem ainda desconhecida no Estreito de Ormuz, informou a agência britânica Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO, sigla em inglês).

    A UKMTO afirmou ainda que o incidente ocorreu a cerca de 8 milhas náuticas (cerca de 14 quilómetros) a nordeste de Limah, em Omã.

  • Segunda explosão ouvida em Bandar Lengeh, no sul do Irão

    Foi ouvida em Bandar Lengeh, no sul do Irão, uma segunda explosão, de acordo com a agência de notícias Tasnim, citando uma fonte local, relata a Al Jazeera.

  • Kuwait afirma estar sob ataque de mísseis e drones lançados pelo Irão

    As defesas aéreas do Kuwait estão a responder a ataques com mísseis e drones lançados pelo Irão, classificados pelos militares como ações hostis, avançou a Al Jazeera.

  • IDF afirmam estar a trabalhar em conjunto com EUA e Líbano como parte do "programa piloto" no sul do Líbano

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram estar a trabalhar em coordenação com os militares norte-americanos e as Forças Armadas libanesas no âmbito do “programa piloto” em curso no sul do Líbano, escreve o The Times of Israel.

    “As IDF vão retirar e redistribuir forças numa das duas zonas piloto, na zona de Zawtar Al-Gharbiya, para permitir a entrada do exército libanês. Uma notícia publicada hoje indicava que a retirada ocorreria amanhã”, afirmaram as IDF em comunicado, citado pelo jornal israelita.

  • Forte explosão ouvida na cidade iraniana de Isfahan

    Uma forte explosão foi ouvida na cidade iraniana de Isfahan, de acordo com a agência de notícias Mehr, relatou a Al Jazeera.

  • Coligação saudita no Iémen avisa que responderá com "força" às ameaças dos houthis

    A coligação saudita no Iémen avisou que responderá com “força” às ameaças dos houthis contra navios, após o grupo rebelde pró-Irão ter proclamado um bloqueio naval ao reino, segundo o The Times of Israel.

  • Donald Trump impõe novas tarifas ao Canadá por alegado "tratamento discriminatório" em relação a produtos dos EUA

    Donald Trump assinou três decretos esta segunda-feira que impõem tarifas adicionais de 50% sobre determinados produtos canadianos, alegando que a medida responde ao que considera ser um “tratamento discriminatório do Canadá em relação aos produtos norte-americanos”, segundo um comunicado da Casa Branca.

    “Ao fazê-lo, o Presidente Trump está a compensar o fardo e a desvantagem do comércio dos EUA decorrentes do tratamento discriminatório do Canadá em relação ao comércio norte-americano e está a nivelar o campo de atuação para exportações americanas cruciais — automóveis, bebidas alcoólicas e produtos lácteos”, lê-se no comunicado.

    As tarifas, de acordo com a CNBC, deverão entrar em vigor 30 dias após a assinatura dos acordos. Cada decreto impõe tarifas sobre diferentes produtos do Canadá, “que vão desde o vinho aos tacos de hóquei e cimento”.

  • Explosões ouvidas em Chahbahar e na Ilha de Qeshm, no Irão

    Uma série de explosões foram ouvidas em Chahbaha, no leste do Irão, e na Ilha de Qeshm, reportoiu a agência de notícias Fars segundo a Al Jazeera.

  • EUA voltam a atacar Irão e as suas "capacidades militares" no Estreito de Ormuz

    O exército dos EUA anunciou mais uma ronda de ataques ao Irão, cumprindo ordem do “comandante-chefe”, ou seja, Donald Trump.

    Como tem sido habitual, o Comando Central dos EUA explica, nas redes sociais, que a decisão tem como objetivo “degradar ainda mais as capacidades militares iranianas usadas para atacar o transporte comercial no Estreito de Ormuz”.

  • Guarda Revolucionária Islâmica do Irão diz que míssil norte-americano foi intercetado sobre Kerman

    Um míssil norte-americano foi intercetado sobre Rudbar-e-Jonubi, na província central de Kerman, no Irão, de acordo com um comunicado da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão, divulgado à agência de notícias Fars e citado pela Al Jazeera.

  • IDF afirmam ter morto dois membros da Jihad Islâmica Palestiniana em diferentes ataques em Gaza

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmam ter morto dois membros da Jihad Islâmica Palestiniana em diferentes ataques em Gaza, segundo a Al Jazeera.

  • Air France prolonga suspensão voos para o Dubai e Riade por motivos de segurança

    A companhia aérea Air France suspendeu esta segunda-feira os seus voos de e para o Dubai (Emirados Árabes Unidos) e de e para Riade (Arábia Saudita), por motivos de segurança, na sequência do conflito no Médio Oriente.

    “Devido à situação de segurança na região e às restrições que podem afetar determinados espaços aéreos”, a companhia aérea decidiu “prolongar a suspensão dos seus voos de/para Beirute até 2 de agosto de 2026, inclusive”, segundo a nota disponibilizada esta segunda-feira no site da Air France.

    Ao mesmo tempo, a Air France suspendeu “os seus voos de/para Riade até 24 de julho de 2026, inclusive (ou seja, até 25 de julho de 2026, para voos com partida em Riade)”, bem como os voos “de/para o Dubai até 27 de julho de 2026, inclusive (ou seja, até 28 de julho de 2026, para voos com partida do Dubai)”.

  • Drone com explosivos abatido perto de base aérea iraquiana que alberga forças dos EUA

    Um drone com explosivos foi abatido perto da base aérea de al-Harir, no Iraque, que alberga forças norte-americanas, segundo fontes de segurança à Reuters, escreveu o The Times of Israel.

  • Emirados Árabes Unidos condenam ataques do Irão contra o Bahrein e o Kuwait

    Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos condenou os “ataques hostis renovados” do Irão contra o Bahrein e o Kuwait, escreveu a Al Jazeera.

    Os ataques iranianos, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros os Emirados Árabes Unidos, constituem “uma violação flagrante da soberania das nações irmãs e uma ameaça à sua segurança e estabilidade”.

  • EUA-Irão. "Ninguém tem muita confiança que haja acordo"

    Ana Cavalieri duvida de um novo entendimento nuclear. Na Ucrânia, a analista vê a saída do ministro da Defesa a gerar uma crise interna, com a perda de um rosto popular.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    EUA-Irão. “Ninguém tem muita confiança que haja acordo”

  • Ucrânia reinvindica captura de 64 soldados russos

    A Ucrânia afirmou que as suas tropas capturaram 64 soldados russos, durante uma operação para expulsar grupos russos infiltrados de vários colonatos na região de Zaporijia, avançou o The Kyiv Independent.

    Segundo o 25º Regimento de Assalto Separado da Ucrânia, os soldados russos foram encarregados de procurar operadores de drones ucranianos, obter informações no terreno e instalar bandeiras russas em várias aldeias para alimentar narrativas de alegadas conquistas territoriais.

    O regimento, segundo o jornal ucraniano, afirmou que os soldados russos foram adicionados ao contingente de prisioneiros de guerra (POWs) da Ucrânia e que estão disponíveis para futuras trocas.

    Numa publicação no Facebook, a unidade divulgou um vídeo que mostra, alegadamente, alguns dos soldados capturados.

    Facebook/ 225º Regimento de Assalto Separado da Ucrânia

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