Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Este liveblog fica por aqui, obrigado por nos ter lido.

    Pode seguir aqui as mais recentes notícias desta segunda-feira sobre o conflito no Médio Oriente.

    Qatargate. Dois conselheiros de Netanyahu detidos. Ouvido como testemunha, primeiro-ministro israelita diz ser alvo de “perseguição política”

  • Netanyahu diz que Israel vai aplicar plano de Trump para Gaza

    O primeiro-ministro israelita disse hoje que Israel vai “permitir a realização do plano de Trump de emigração voluntária” dos palestinianos que vivem em Gaza.

    “Esse é o plano. Não nos estamos a esconder dele e estamos prontos para discuti-lo a qualquer altura”, disse Netanyahu.

  • PM grego pede em Israel um cessar-fogo em Gaza para breve

    O primeiro-ministro grego pediu hoje que um novo cessar-fogo em Gaza seja assinado “o mais rapidamente possível” e permita um “dia seguinte” no enclave palestiniano, onde vivem cerca de 2,1 milhões de pessoas.

    Kyriakos Mitsotakis falava durante um encontro com o presidente israelita, Isaac Herzog, na sua residência oficial em Jerusalém, segundo um comunicado da reunião divulgado pelo gabinete de Herzog e citado pela agência de notícias espanhola EFE.

    “Venho a Israel mais uma vez em tempos muito difíceis e turbulentos. Junto-me aos que apelam à libertação imediata e incondicional de todos os reféns. Mas permitam-me que me junte também àqueles que expressam a esperança sincera de um novo cessar-fogo em Gaza o mais rapidamente possível e, finalmente, um quadro que nos permita pensar no dia seguinte”, disse Mitsotakis, segundo o comunicado.

  • Macron diz que Netanyahu e Presidente do Líbano decidiram "trabalhar em conjunto"

    Emmanuel Macron anunciou que, depois de conversas com o primeiro-ministro israelita e com o Presidente libanês, a França vai trabalhar em conjunto com os dois países para “reestabelecer a soberania do Líbano”.

    Para tal, segundo o Presidente francês, Israel deverá retirar-se completamente do território libanês e a França irá “apoiar a restaurar o monopólio estatal das armas” no país árabe. Macron diz que as autoridades francesas “vão continuar a coordenar-se de forma próxima com as autoridades israelitas” nesse sentido.

    “Também pedi a Israel para respeitar de forma rígida o cessar-fogo para o qual se tinha comprometido no Líbano”, escreveu o Presidente francês no X.

  • Refém israelita libertado pede aos EUA para acabar com a guerra. "Estou aqui por causa de Trump"

    O refém israelita libertado Yarden Bibas pediu ao Presidente dos EUA para pôr um fim à guerra entre Israel e Hamas, admitindo que apenas está em liberdade “por causa de Trump”.

    “Por favor ponham fim a esta guerra e tragam de volta todos os reféns”, disse em entrevista ao programa 60 minutes da CBS. “Eu sei que ele consegue fazê-lo. Eu estou aqui por causa de Trump – só por causa dele”, afirmou.

  • Centenas de pessoas assinalam Dia da Terra dos Palestinianos com protesto em Lisboa

    Várias centenas de pessoas manifestaram-se hoje em Lisboa para assinalar o Dia da Terra dos Palestinianos e exigir o cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e o reconhecimento do Estado da Palestina.

    “Estamos aqui para nos lembrarmos, de novo, daquele dia, para nos lembrarmos dos jovens que foram mortos naquele dia”, explicou a investigadora luso-palestiniana Dima Mohammed.

    O Dia da Terra dos Palestinianos assinala a morte, em 1976, de seis árabes israelitas durante manifestações contra a confiscação de terras por Israel.

    “Há décadas que o povo palestiniano está a resistir à confiscação da terra, a um projeto de colonização sionista que tem como objetivo expulsar o povo palestiniano”, acrescentou a investigadora perante centenas de manifestantes.

  • Fontes médicas. Ataques israelitas mataram 35 pessoas nas últimas horas

    Vários ataques aéreos israelitas, levados a cabo desde as primeiras horas deste domingo, mataram 35 pessoas em Gaza, avançam fontes médicas citadas pela Al Jazeera.

    Os ataques terão ocorrido em Khan Younis e Rafah, sendo que entre as vítimas mortais estão crianças.

  • Encontrados 14 socorristas mortos após ataque israelita a ambulâncias em Gaza

    O Crescente Vermelho Palestiniano (CVP) revelou hoje ter recuperado 14 corpos de socorristas mortos na sequência de um ataque israelita a ambulâncias no sul da Faixa de Gaza, em 23 de março.

    “O número de corpos recuperados até à data ascende a 14, incluindo oito condutores de ambulâncias das equipas do Crescente Vermelho Palestiniano, cinco membros da Defesa Civil e um funcionário da agência das Nações Unidas”, salientou a organização médica, em comunicado, sem especificar a que agência da Organização das Nações Unidas (ONU) se referia.

    Em 23 de março, tanto a Defesa Civil de Gaza como o CVP perderam o contacto com vários dos seus veículos quando se dirigiam para uma missão, após um ataque aéreo israelita.

    No sábado, o exército israelita reconheceu ter disparado contra ambulâncias na Faixa de Gaza, depois de ter considerado os veículos “suspeitos”.

    Os acontecimentos ocorreram no passado domingo no bairro de Tal al-Sultan, a oeste da cidade de Rafah, onde as tropas israelitas voltaram à ofensiva em 20 de março, dois dias depois de o exército ter retomado os bombardeamentos aéreos na Faixa de Gaza, ao fim de quase dois meses de tréguas.

  • Trump ameaça Irão com "bombardeamentos" se não assinar acordo sobre programa nuclear

    O Presidente dos EUA alertou o Irão para que faça um acordo relativamente ao seu programa nuclear. Em entrevista à NBC News, Donald Trump ameaçou o Irão, dizendo que “se não fizerem um acordo haverá bombardeamentos”.

    “Será um bombardeamento como nunca viram antes”, atirou.

    O Presidente norte-americano disse que há ainda outra “hipótese” para se não houver acordo, a aplicação de “tarifas secundárias”, recordando que fez o mesmo há quatro anos. Pelo menos “até que o acordo seja assinado”.

  • Irão rejeita negociações diretas com EUA sobre planos nucleares em resposta à carta de Trump

    O Presidente iraniano rejeitou hoje negociar diretamente com os Estados Unidos da América em resposta a uma carta do homólogo norte-americano. Masoud Pezeshkian revelou que a decisão do Irão foi transmitida através de Omã.

    Pezeshkian deixou, assim, aberta a possibilidade de negociações indiretas com Washington. No entanto, como lembra a Associated Press, não houve progressos por esta via desde que no seu primeiro mandato na Casa Branca Donald Trump retirou os EUA do acordo nuclear com Teerão — iniciativa que criticou por diversas vezes.

    “Não evitamos conversar, a quebra de promessas é que causou problemas até agora”, disse Pezeshkian numa reunião de Gabinete transmitida na televisão, acrescentando que os EUA “devem provar que podem construir confiança.”

    A Casa Branca ainda não reagiu aos comentários, mas recentemente ameaçou levar a cabo ações militares contra o Irão e impor sanções se o país não concordasse com um acordo nuclear.

  • Netanyahu visitará a Hungria apesar do mandado de detenção internacional

    O primeiro-ministro israelita viaja para a Hungria a 2 de abril, anunciou o seu Gabinete, apesar do mandado de detenção do Tribunal Penal Internacional (TPI) por suspeitas de crimes de guerra e crimes contra a humanidade em Gaza.

    Durante a sua visita à Hungria, Benjamin Netanyahu vai reunir-se com o seu homólogo húngaro, Viktor Orbán, e outros altos responsáveis do país antes de regressar a Israel a 6 de abril.

    Viktor Orbán fez o convite a Netanyahu, apesar do mandado de detenção emitido pelo TPI no ano passado contra o primeiro-ministro israelita. O chefe de Governo húngaro condenou veementemente a decisão do tribunal, considerando-a “vergonhosa”.

    O TPI emitiu mandados de captura para Netanyahu e o ex-ministro da Defesa israelita, Yoav Gallant, por alegados crimes contra a humanidade e crimes de guerra relacionados com a guerra de Israel contra o Hamas na Faixa de Gaz. A Hungria assinou o Estatuto de Roma, o tratado internacional que criou o TPI, em 1999 e o ratificou dois anos depois, durante o primeiro mandato de Orbán.

  • Descobertos em Rafah corpos de 11 socorristas desaparecidos há oito dias

    A Sociedade Crescente Vermelho palestiniana revelou que foram descobertos na cidade de Rafah os corpos de 11 socorristas que estavam desaparecidos há uma semana. A notícia surge depois de, no sábado, o organismo ter acusado Israel de ter atacado o grupo.

    Numa publicação no X, a organização diz que entre os mortos foram identificados seis dos seus paramédicos, quatro elementos da defesa civil e um funcionário da ONU.

    O grupo foi mobilizado no domingo passado para prestar apoio a feridos em Tal as-Sultan. Na última comunicação com a Sociedade Crescente Vermelho descreveu um ataque israelita.

    Israel admitiu no sábado que disparou contra ambulâncias nessa região, mas garantiu que no interior seguiam apenas elementos do Hamas.

  • Israel liberta cinco prisioneiros palestinianos

    As autoridades israelitas libertaram hoje cinco prisioneiros palestinianos, na passagem de fronteira de Kerem Shalom com a Faixa de Gaza, segundo a imprensa palestiniana.

    Os prisioneiros chegaram ao Hospital Europeu em Khan Yunis depois de entrarem no enclave palestino com “sintomas de fadiga, tortura e exaustão extrema”, de acordo com a agência de notícias palestina Sanad.

    As imagens divulgadas mostram dois prisioneiros com barbas longas e muito magros, além de um veículo com as marcas do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV). É possível que a libertação tenha sido mediada por esta organização internacional, embora isso não tenha sido confirmado.

  • Netanyahu diz que líderes do Hamas serão autorizados a deixar Gaza

    O primeiro-ministro israelita disse hoje que os líderes do movimento islamita Hamas serão autorizados a sair de Gaza caso deponham as armas, numa “fase final” da guerra, possibilitando o plano norte-americano para a “emigração voluntária” dos habitantes do enclave.

    No início de uma reunião do governo, Benjamin Netanyahu também afirmou que, no sábado à noite, o executivo decidiu “aumentar a pressão” sobre Gaza, de acordo com uma declaração do gabinete do primeiro-ministro.

    Netanyahu sustentou que “a pressão militar está a funcionar” no enclave palestiniano, onde o exército israelita lançou uma nova ofensiva em 18 de março após quebrar o cessar-fogo com o Hamas, que já custou desde então a vida de mais de 900 pessoas.

    Para o primeiro-ministro israelita, essa pressão funciona porque “esmaga as capacidades militares e governamentais do Hamas” e também “cria as condições para a libertação” dos reféns ainda mantidos em Gaza (59, entre vivos e mortos).

    Netanyahu reiterou que o Hamas deve abdicar das suas armas, exilar os seus líderes e deixar a segurança de Gaza nas mãos de Israel para se alcançar a fase final do cessar-fogo.

  • Programa alimentar da ONU diz que só tem comida em Gaza para dez dias

    O programa alimentar da ONU alertou que a sua capacidade para distribuir alimentos à população na Faixa de Gaza está em risco. Segundo o organismo, as reservas de farinhas que estão a sustentar padarias que servem 800.000 pessoas podem acabar até terça-feira e os stoks de alimentos podem acabar em dez dias.

    Como “último recurso”, diz, citado pela Al Jazeera, ainda há uma reserva de bolachas nutricionais para 415.000 pessoas. “O PMA insta todas as partes a priorizarem as necessidades dos civis, a proteção dos trabalhadores humanitários e dos funcionários da ONU e o acesso imediato para que a ajuda entre em Gaza”, disse.

  • Houthis garantem que não vão vacilar no apoio a palestinianos

    Um porta-voz dos rebeldes Houthis disse hoje que os seus combatentes enfrentaram navios de guerra norte-americanos no Mar Vermelho por três vezes nas últimas 24 horas.

    Num comunicado no Telegram, citado pela Al Jazeera, o porta-voz garantiu que o grupo não vai vacilar no apoio ao povo palestiniano até que a agressão israelita termine.

  • Exército israelita afirma ter intercetado míssil disparado do Iémen

    O exército israelita anunciou hoje ter intercetado um míssil disparado do Iémen, depois de terem soado as sirenes de ataque aéreo em várias regiões do país.

    As sirenes foram ativadas por volta das 10:42 (07:42 GMT) e, pouco depois, o exército disse que se tratava de um míssil lançado do Iémen.

    “Na sequência das sirenes que soaram há pouco tempo em várias regiões de Israel, um míssil lançado do Iémen foi intercetado pela IAF (Força Aérea Israelita) antes de entrar em território israelita”, explicou o exército num comunicado de imprensa.

  • Bom dia,

    Abrimos este liveblog para continuar a acompanhar os últimos desenvolvimentos sobre o conflito no Médio Oriente.

    Pode recordar nesta ligação as notícias que marcaram este sábado.

    Israel rejeita “sermões moralistas ridículos de Erdoğan”, após Turquia criticar violação do cessar-fogo

1 de 1