Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Encerramos agora este liveblog. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo que agora abrimos.

  • O que se passou até agora?

    • Os Estados Unidos assinaram um acordo histórico com a Venezuela para controlar 65 mil milhões de barris de petróleo, anunciado como “o maior acordo de petróleo da história mundial” por Donald Trump. Este acordo, que não gera custos para os contribuintes americanos, duplica as reservas de petróleo dos EUA, prometendo reduzir significativamente os preços da gasolina e fortalecer as relações entre os dois países.
    • A Ucrânia sofreu ataques russos que resultaram em pelo menos dez mortos e 43 feridos. A Rússia lançou 164 drones contra a Ucrânia, dos quais as forças ucranianas conseguiram intercetar 147. Estes ataques causaram vítimas em várias regiões, aumentando a tensão no conflito entre ambos os países.
    • As tensões no Médio Oriente continuam a aumentar, com o exército israelita a realizar ações agressivas na Cisjordânia, matando três combatentes palestinianos durante uma incursão. Israel também realizou ataques aéreos na Faixa de Gaza, resultando em múltiplas mortes, enquanto enfrenta resistência por parte de grupos apoiados pelo Irão.
    • O Estreito de Ormuz, uma passagem crucial para o transporte de petróleo, foi declarado aberto pelo Comando Central dos Estados Unidos após a remoção de minas marítimas. Esta situação ocorre num contexto de crescente conflito com o Irão, que tem tentado afirmar o controlo sobre esta área, gerando preocupações sobre a segurança marítima e o impacto no mercado global de petróleo.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Donald Trump anuncia que EUA assinaram "maior acordo de petróleo da história mundial" com a Venezuela

    Donald Trump anunciou que os EUA assinaram o “maior acordo de petróleo da história mundial” com a Venezuela, que garante o “controlo maioritário” de reservas que ascendem a 65 mil milhões de barris de crude “sem custos para o contribuinte americano”.

    Numa publicação na plataforma Truth Social, o líder norte-americano escreveu que o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário da Guerra, Pete Hegseth, trabalharam em “estreita colaboração” com a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.

    “Esta transação histórica mais que duplica as reservas de petróleo americanas, aumenta consideravelmente o nosso fornecimento de petróleo e reduzirá substancialmente os preços da gasolina para todos os americanos, durante muito tempo”, afirmou Donald Trump.

    O Presidente dos EUA disse ainda que o acordo “ajudará a colocar a Venezuela num caminho de enorme sucesso e grande prosperidade” e que irá “fortalecer ainda mais a já crescente relação entre a Venezuela e os EUA”.

    Truth Social/ @realDonaldTrump

  • Exportações e importações iranianas diminuíram até 35% devido às sanções dos EUA, admite Pezeshkian

    O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, admitiu numa entrevista que as exportações e importações do Irão diminuíram entre 25 e 35% devido às sanções e ao bloqueio dos EUA contra o país, escreveu a Al Jazeera.

    Pezeshkian, segundoa a emissora, exigiu ainda que os EUA levantassem as sanções impostas ao Irão e pressionassem Israel a pôr fim à campanha militar contra o Líbano.

  • Líder do Hezbollah volta a rejeitar acordo entre Líbano e Israel e afirma que grupo recusa render-se

    O líder do Hezbollah, Naim Qassem, voltou a rejeitar o acordo assinado entre Israel e o Líbano e afirmou que o seu grupo terrorista, apoiado pelo Irão, se recusa a render-se, quase seis meses após o início da guerra com Israel.

    “Somos contra o acordo preliminar e exigimos a sua anulação”, disse Qassem em declarações a um canal televisivo controlado pelo Hezbollah, citado pela Al Jazeera.

    “O acordo-quadro é ilegítimo, ilegal, humilhante e destrutivo para a soberania libanesa”, disse. “Manteremos a cabeça erguida e não nos renderemos”, prometeu o líder.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirma que EUA e Israel "são incapazes de combater os mísseis iranianos"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirmou que os EUA e Israel “são incapazes de combater os mísseis iranianos”, que diz terem sido desenvolvidos com recurso a “tecnologia indígena”.

    “Isto não é um slogan, mas uma realidade; as imagens de bases americanas alvejadas, bem como de alvos nos territórios ocupados [Israel], mostraram ao mundo o facto de que são incapazes de combater os mísseis iranianos”, disse o ministro iraniano, segundo a agência de notícias estatal IRNA, citado pela Al Jazeera.

  • Forças israelitas disparam sobre residentes que tentavam travar ataque de colonos

    As IDF dispararam contra as pernas de dois habitantes da aldeia palestiniana de al-Mughayyir, perto de Ramallah, depois destes terem tentado impedir colonos israelitas, que invadiram a cidade, de roubar gado local, informou a agência de notícias Wafa, segundo a Al Jazeera.

    Depois de dispararem contra os moradores, as forças israelitas impediram ainda que as ambulâncias chegassem ao local para lhes prestar assistência, acrescentou a agência.

  • UNICEF afirma que pelo menos quatro crianças foram mortas em Gaza na sequência de ataques israelitas nos últimos dias

    Pelo menos quatro crianças foram mortas e várias ficaram feridas em ataques israelitas em Gaza nos últimos cinco dias, informou a UNICEF em comunicado, citado pela Al Jazeera.

    Segundo a agência da ONU, os ataques israelitas destruíram um armazém que armazenava ajuda nutricional e danificaram uma instalação de abastecimento de água apoiada pela UNICEF. De acordo com o comunicado, os mantimentos destinavam-se a mais de 40.500 crianças e cerca de 4.900 mulheres grávidas.

    “Mais de 4.000 pessoas, incluindo cerca de 2.000 crianças, dependem da água potável fornecida pela instalação”, acrescentou o comunicado.

  • Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão reivindica “controlo decisivo” sobre Estreito de Ormuz

    A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC) rejeitou as alegações dos EUA de que o Estreito de Ormuz está aberto, afirmando que as autoridades norte americanas continuam a “mentir” sobre o estatuto da via navegável para influenciar o preço do petróleo e “encobrir os seus fracassos”.

    Num comunicado divulgado pela emissora iraniana IRIB, citado pela Al Jazeera, a Marinha da IRGC afirmou que “o controlo dos combatentes do Islão sobre esta hidrovia estratégica é completamente decisivo”.

    “Com todo o poder e autoridade, o Estreito de Ormuz está fechado a todos os navios que pretendam transitar sem coordenação com a República Islâmica do Irão”, pode ainda ler-se, segundo a emissora.

  • Trump está a entregar a Ucrânia e a Europa a Putin?

    O professor de relações internacionais no ISCSP, Bernardo Valente, analisa a notícia do Washington Post, que diz que Putin considera que os EUA estão fracos e que há uma “janela” para fragilizar a UE.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    Trump está a entregar a Ucrânia e a Europa a Putin?

  • Missão da ONU no Líbano regista mais de mil projéteis numa semana

    A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) alertou esta sexta-feira que a situação no sul do país “continua frágil”, depois de ter registado mais de mil projéteis lançados em sete dias.

    “Embora os níveis de violência sejam inferiores aos do início do ano, a situação no sul do Líbano continua frágil”, afirmou a missão da ONU em comunicado, no qual dá conta de que, entre 21 e 27 de agosto, os militares internacionais registaram 1.030 trajetórias de projéteis, uma média de 147 por dia.

    A FINUL lamentou que “por detrás destes números esteja um custo contínuo para a população civil, com casas e infraestruturas vitais danificadas e comunidades a lutar para recuperar” no sul do Líbano, devido aos ataques contínuos do exército israelita.

  • Troço de autoestrada perto de Kyiv encerrado após ataque russo ter provocado incêndios em armazéns

    Um troço de uma autoestrada que liga Kiev ao oeste da Ucrânia foi temporariamente encerrado esta noite, depois de um ataque russo ter provocado incêndios e explosões em armazéns no Oblast de Kiev, informaram as autoridades locais, segundo o The Kyiv Independent.

    “As instalações do armazém estão em chamas no distrito de Bucha como resultado de um ataque inimigo”, escreveu chefe da Administração do Oblast de Kiev, Tymur Tkachenko, numa mensagem no Telegram.

    “O incêndio foi acompanhado de explosões” segundo Tkachenko, que acrescentou que os serviços de emergência e socorro já se encontram no local.

  • Erdoğan afirma que "sionismo ameaça a paz" dos vizinhos de Israel

    O Presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, acusou o Governo israelita de ser “obcecado pela guerra” e de provocar os seus vizinhos, destabilizando assim o Médio Oriente.
    “O sionismo ameaça a paz dos seus vizinhos”, afirmou, dirigindo-se a todos os que defendem os valores humanos, segundo a Al Jazeera.
    Erdoğan disse ainda que a comunidade internacional não está a responder adequadamente às “políticas ilegais da rede de genocídio israelita, que desrespeitam regras, princípios, valores e fronteiras”.

  • Presidente do Parlamento do Irão reitera apelo do Líder Supremo à “coesão social”

    O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, subscreve uma declaração do Líder Supremo do Irão, que alertou para os riscos de uma eventual quebra da “coesão social” no país.

    “Qualquer ação que prejudique a coesão social é, para todos nós, proibida tanto a nível nacional como religioso”, escreveu Ghalibaf numa publicação na rede social X.

    “Prometemos ao povo e ao Líder que, até ao nosso último suspiro, nos dedicaremos a servir o povo e o progresso do Irão”, acrescentou.

  • Colonos armados filmados invadir aldeia palestiniana ao lado de soldados das IDF

    Colonos israelitas armados foram filmados a invadir a aldeia palestiniana de al-Mughayyir, na Cisjordânia, esta noite, ao lado das tropas israelitas, segundo o The Times of Israel.

    Enquanto tentavam confrontar os colonos que invadiam a aldeia, dois residentes acabaram por ser atingidos por disparos de tropas das IDF, de acordo com a agência Wafa.

  • Ataque de drone israelita atinge nas proximidades de um orfanato no sul do Líbano

    A agência de notícias estatal libanesa relatou um ataque de drone nas proximidades de um orfanato, entre as localidades de Nabatieh al-Fawqa e Mayfadoun, no sul do Líbano, informou a Al Jazeera.

    Segundo a agência, as forças israelitas atacaram também a localidade de Haris, na região de Bint Jbeil.

  • Ministro radical recusa apelo de Netanyahu para aliança da extrema-direita

    O ministro da Segurança Nacional e líder do Poder Judaico, o ultranacionalista Itamar Ben-Gvir, recusou hoje um apelo do chefe do Governo, Benjamin Netanyahu, para a aliança eleitoral das duas forças de extrema-direita no executivo, indicou o partido radical.

    O primeiro-ministro e líder do partido maioritário, Likud, pediu hoje que o partido de Ben-Gvir se junte ao Sionismo Religioso, dirigido pelo ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, também de extrema-direita, e convidou os dois políticos para uma reunião no domingo.

    Numa mensagem difundida hoje, Netanyahu defendeu que as “divergências pessoais” entre Ben-Gvir e Smotrich devem ser ultrapassadas para evitar que a divisão na direita israelita leve a oposição ao poder nas legislativas marcadas para 27 de outubro.

    O Poder Judaico rejeitou de imediato o apelo do líder do Governo, afirmando que a decisão de manter o partido separado de Smotrich era final e “não será alterada em nenhuma circunstância”, do mesmo modo que declinou o convite para a reunião.

  • Israel Katz afirma que forças israelitas ocuparam campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia

    O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou que o campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia, foi “evacuado dos seus residentes e ocupado” pelas forças armadas israelitas.

    Numa publicação na rede social X, Katz felicitou os militares, a polícia e o Shin Bet pelo ataque realizado hoje em Jenin, que fez três mortos.

    O ministro israelita afirmou que o campo foi “limpo de terroristas e de infraestruturas terroristas, e que as forças armadas israelitas estão permanentemente estacionadas ali, bem como noutros campos terroristas” na Cisjordânia.

  • Mojtaba Khamenei afirma que Governo deve continuar a trabalhar por um “Irão mais forte”. Líder admite que "conduta do inimigo" tem "efeito"

    O Líder Supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, elogiou os esforços do Governo para fornecer bens básicos, reparar as infraestruturas danificadas e gerir os recursos energéticos do país, apesar das crescentes sanções e outras pressões, segundo a Al Jazeera.

    Num comunicado publicado pelos meios de comunicação iranianos, Khamenei disse que o Governo deve continuar a trabalhar por um “Irão mais forte”, incluindo combater a inflação e o desemprego e reduzir a influência do dólar norte-americano na economia.

    Embora considere que “a conduta do inimigo… não seja sem efeito”, Khamanei acredita que o Irão pode crescer e prosperar economicamente através de uma gestão inteligente dos seus recursos.

  • Central nuclear de Zaporijia atacada três vezes nos últimos dias

    A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) denunciou esta sexta-feira três ataques com drones nas instalações da central nuclear ucraniana de Zaporijia nos últimos dias, que deixaram dois funcionários feridos, sem que se tenham registado fugas de radioatividade.

    A agência da ONU referiu que foi informada destes três incidentes ocorridos no início da semana, o que volta a destacar os perigos constantes para a segurança nuclear no contexto do conflito militar.

    “Um ataque com drones, a 25 de agosto, terá ocorrido perto do tanque de refrigeração, ferindo dois funcionários da central” e, no dia seguinte, 26 de agosto, um segundo drone explodiu na zona do “armazenamento a seco de combustível nuclear usado”, explicou a AIEA nas suas redes sociais.

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