Momentos-chave
- Israel atacará o Irão mesmo se Teerão chegar a acordo com os EUA, diz ministro israelita
- AIEA alerta que central nuclear de Zaporijia pode sofrer apagão dentro de dez dias
- Kremlin acusa Europa de participar de ações militares contra a Rússia
- Israel confirma ataque um hospital no centro da Faixa de Gaza
- Menina de dois anos de idade e jovem de 14 morreram em ataques com drones em Kiev
- Balanço de ataque russo perto de Kiev sobe para 37 mortos
- 27 mortos após ataque aéreo russo contra depósito de explosivos perto de Kiev
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora
- Um ataque russo a um depósito de armas em Myla, na região de Kiev, resultou na morte de 37 pessoas e deixou quatro desaparecidos. A explosão causou grandes estragos numa área que incluía um lar de idosos, levando a críticas do Presidente ucraniano sobre o armazenamento inadequado de munições perto de áreas habitadas. Outros ataques com drones russos em Kiev resultaram ainda na morte de uma menina de dois anos e de uma jovem de 14 anos.
- A AIEA emitiu um alerta crítico de que a central nuclear de Zaporijia corre o risco de sofrer um apagão total dentro de dez dias devido ao esgotamento das suas reservas de combustível diesel, essencial para manter as funções essenciais de segurança nuclear. A situação é agravada por ataques com drones que ocorreram nas instalações recentemente, exacerbando os riscos de segurança num contexto de conflito contínuo.
- Israel continua a adotar uma postura agressiva em relação ao Irão, com ameaças de ataques preventivos caso Teerão retome os seus programas nucleares ou de mísseis balísticos, mesmo que sejam alcançados acordos com os Estados Unidos. A tensão na região permanece alta, com Israel a realizar também ataques aéreos em Gaza e na Cisjordânia, visando supostos alvos terroristas.
- Na Venezuela, um acordo petrolífero recentemente assinado com os Estados Unidos foi descrito como histórico pela presidente interina, Delcy Rodríguez, que expressou gratidão ao presidente norte-americano Donald Trump. O acordo prevê um aumento significativo da produção de petróleo com a participação de operadores privados, sinalizando uma nova fase de relações bilaterais entre Caracas e Washington após anos de tensões.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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Bom dia.
Encerramos agora este liveblog. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo que agora abrimos.
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Israel atacará o Irão mesmo se Teerão chegar a acordo com os EUA, diz ministro israelita
Israel atacará o Irão novamente se este tentar retomar os seus programas nucleares ou de mísseis balísticos, mesmo que Teerão chegue a um acordo com os Estados Unidos, afirmou o ministro da Energia israelita, Eli Cohen, ao Ynet, citado pela Al Jazeera.
“Se o Irão cometer o erro de tentar retomar o seu programa nuclear ou de mísseis balísticos, mesmo que haja um acordo com os Estados Unidos, estaremos lá para atacar”, disse.
Cohen afirmou que o Irão teria obtido armas nucleares se Israel não tivesse atacado e que os serviços secretos israelitas avaliaram que os ataques atrasaram o programa em dois a quatro anos.“Já comprovámos as nossas capacidades”, concluiu.
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AIEA alerta que central nuclear de Zaporijia pode sofrer apagão dentro de dez dias
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) alertou hoje que a central nuclear ucraniana de Zaporijia, ocupada pela Rússia, corre o risco de sofrer um apagão total dentro de cerca de dez dias.
A agência nuclear das Nações Unidas recordou, em comunicado, que, após o aumento da atividade militar na margem norte do rio Dniepre, a central perdeu, a 20 de agosto, a linha Ferosplavna-1, de 330 quilovolts, a única ligação externa que lhe restava.
No dia anterior, a AIEA tinha denunciado três ataques com drones nas instalações da central nuclear ucraniana de Zaporijia nos últimos dias, que deixaram dois funcionários feridos, sem que se tenham registado fugas de radioatividade.
Referiu que foi informada destes três incidentes ocorridos no início da semana, o que volta a destacar os perigos constantes para a segurança nuclear no contexto do conflito militar em curso no território ucraniano.
Atualmente, as instalações dependem exclusivamente dos seus geradores a gasóleo de emergência “para fornecer a eletricidade necessária às funções essenciais de segurança nuclear”, principalmente às bombas que arrefecem os seis reatores e as respetivas piscinas de combustível irradiado, indicou a agência da ONU.
O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, alertou hoje que, num momento em que a logística de abastecimento enfrenta graves dificuldades, a central dispõe de combustível a gasóleo para apenas dez dias, uma quantidade que corresponde “ao requisito regulamentar mínimo”.
A última entrega ao depósito externo ocorreu em março e os envios posteriores foram suspensos devido aos combates, assinalou ainda a organização, com sede em Viena.
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Colonos israelitas atacam jornalistas da NBC News
Colonos israelitas mascarados atacaram e feriram uma mulher palestiniana e jornalistas de uma equipa da NBC News que faziam reportagem na Cisjordânia ocupada por Israel, avança a estação norte-americana.
Quatro membros da equipa estavam a entrevistar Aida Ahmed Abdullah e a sua família na cidade palestiniana de Jalud, perto de Nablus, quando o ataque ocorreu, este sábado. Abdullah contava que tinham sido expulsos de casa por colonos israelitas quando um carro cinzento com matrícula israelita subiu a encosta em marcha-atrás e um homem mascarado, vestindo um fato de treino azul e segurando um bastão, debruçou-se para fora do vidro traseiro. O carro parou e pelo menos quatro homens com roupas escuras e rostos cobertos saltaram para fora, atingindo Abdullah e a equipa com bastões e pedras.
“Eles saltaram para fora, bateram-nos e depois voltaram para o carro”, disse o correspondente internacional da NBC News, Matt Bradley, que foi atingido duas vezes no braço e, posteriormente, assistido numa clínica próxima.
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Oposição da Venezuela defende divulgação pública do acordo petrolífero com Estados Unidos
O partido da oposição da Venezuela União e Mudança defendeu hoje que o acordo petrolífero com os Estados Unidos deve ser tornado público, criticando a gestão pública do setor desde 2003.
“Este acordo é um contrato de interesse nacional e, como tal, deve ser considerado e tratado de acordo com a nossa Constituição nacional”, indicou a formação política num comunicado publicado na rede social X, defendendo a divulgação pública do âmbito, dos termos e das condições do acordo petrolífero com os Estados Unidos.
Além disso, afirmou que a política petrolífera que tem defendido tem sido clara ao favorecer a exploração das vastas reservas petrolíferas da Venezuela, a atração de capitais nacionais e internacionais, um regime fiscal que não sacrifique as receitas e, ao mesmo tempo, estimule a extração de hidrocarbonetos e a manutenção da propriedade do petróleo para os venezuelanos.
“A partir de 2003, a indústria petrolífera venezuelana e, em especial, a PDVSA [empresa petrolífera venezuelana] foram alvo de um processo destrutivo que se traduziu numa queda vertiginosa da produção e das exportações e num aumento sem precedentes do endividamento, num contexto de corrupção galopante e má gestão da indústria”, acrescentou.
Para a oposição venezuelana, o regresso à democracia do país sul-americano passa pela reconstrução das instituições, entre as quais a petrolífera estatal.
As declarações do partido União e Mudança surgem depois de a Presidente interina da Venezuela ter confirmado, na sexta-feira, a assinatura de um acordo petrolífero com os Estados Unidos, que descreveu como histórico, e agradecido “de forma calorosa” ao líder norte-americano Donald Trump.
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Rússia prorroga proibição da exportação de diesel
O Governo russo anunciou através de comunicado a prorrogação da proibição das exportações de diesel até 30 de setembro, com efeitos retroativos a 8 de julho. A proibição abrange também as exportações de combustíveis marítimos e derivados de gás.
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Kremlin acusa Europa de participar de ações militares contra a Rússia
Numa declaração publicada pela agência russa TASS, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, acusa a Europa de participar em ações militares contra a Rússia e chama “confrontadores” aos líderes europeis.
“Não vejo qualquer motivo para esperar uma melhoria nas nossas relações com a Europa. Os políticos atuais, a atual geração de políticos no poder, são confrontadores, não só em palavras, mas também em atos. Estão a mobilizar totalmente o potencial militar da Europa e a dirigi-lo contra o nosso país, participando diretamente em operações militares contra nós”, disse Peskov.
“Precisamos de estar cientes disso. Certamente precisamos de permanecer abertos à construção de relacionamentos, e de fato estamos a manter essa abertura, mas precisamos de estar plenamente conscientes de com quem estamos a lidar”, acrescentou.
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Quatro desaparecidos depois de bombardeamento em Myla
Quatro pessoas estão desaparecidas em Myla, na região de Kiev, onde um bombardeamento russo a um depósito de armas e munições matou 37 pessoas, anunciou o ministro do Interior ucraniano, Ivan Vyhivskyi, citado pelo Le Monde.
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Israel confirma ataque um hospital no centro da Faixa de Gaza
Israel confirmou hoje que atacou o complexo do Hospital dos Mártires de Al Aqsa, em Deir el Balah, no centro da Faixa de Gaza, com o objetivo de abater “um comandante do braço militar do Hamas”.
“O terrorista alvejado estava escondido no interior do complexo do Hospital dos Mártires de Al Aqsa”, admitiu o Exército israelita num comunicado de imprensa, citado pela agência de notícias Efe.
O Exército adiantou ainda que tomou “precauções” para alertar o pessoal médico do centro.
Fontes locais afirmam que o ataque foi levado a cabo através de dois projéteis disparados por um drone, que causaram vários feridos. Por enquanto, não se sabe se o ataque causou vítimas mortais.
O Exército israelita afirmou no seu comunicado que alertou na quinta-feira as autoridades de saúde da Faixa de Gaza “sobre a proibição de utilizar as instalações médicas para fins terroristas”.
“Ficou claro que as Forças de Defesa de Israel (FDI) agirão contra qualquer ameaça caso essa atividade continue”, acrescentou, sem especificar se foram feitas mais advertências ao pessoal médico do complexo antes do bombardeamento.
Além disso, as forças israelitas mataram um palestiniano (elevando para pelo menos dois o total de mortos do dia) e feriram mais três num ataque dirigido contra um entregador que circulava de bicicleta na cidade de Gaza, segundo fontes do Hospital Al Quds, para onde as vítimas foram transportadas.
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Menina de dois anos de idade e jovem de 14 morreram em ataques com drones em Kiev
Neste sábado, uma menina de dois anos de idade ficou ferida após a queda de um drone russo em Obolon, na zona norte de Kiev. Apesar de ter recebido socorro médico, a criança morreu, disse o autarca de Kiev, Vitaliy Klitschko, numa publicação no Telegram. Uma jovem de 18 anos ficou ferida e foi hospitalizada.
Morreu também uma criança de 14 anos de idade numa casa na aldeia de Velyka Oleksandrivka, no distrito de Boryspil, que incendiou-se após um ataque com um drone, disse a Procuradoria Regional de Kiev no Telegram.
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Balanço de ataque russo perto de Kiev sobe para 37 mortos
As autoridades ucranianas elevaram este sábado para 37 o número de pessoas mortas num ataque russo contra um armazém perto de Kiev durante a noite, que causou uma enorme explosão e detonações secundárias.
“Lamentavelmente, o número de vítimas no distrito de Bucha ascende agora a 37”, disse o chefe da administração militar regional, Timur Tkachenko, citado pela agência francesa AFP.
O anterior balanço no ataque em Bucha era de 27 mortos e 42 feridos.
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Presidente do Irão pede ao povo para aceitar consequências económicas da guerra
O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, apelou aos iranianos para que aceitem o impacto das sanções internacionais na situação económica do país, após os Estados Unidos terem anunciado que as vão agravar.
“Alguns dizem que as sanções não têm qualquer efeito. A essas pessoas, não sei realmente o que responder”, declarou Pezeshkian à televisão estatal durante uma entrevista transmitida na sexta-feira à noite.
“Estamos numa situação de guerra e temos de aceitar estas condições de tempo de guerra”, defendeu, citado pela agência francesa AFP.
Considerado um moderado no seio do poder iraniano, Pezeshkian já tinha reconhecido na semana passada que o país enfrentava “muitas dificuldades económicas”, embora Teerão assegure que Washington não obterá nada com as pressões económicas.
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Ataque com drone russo causou "grandes estragos" em casas e lar de idosos
O Presidente ucraniano afirmou que o ataque russo com um drone na aldeia de Myla provocou “grandes estragos” em casas e num lar de idosos e pessoas com deficiência.
“Quem permitiu que tal acontecesse terá, obrigatoriamente, de ser responsabilizado pelas suas decisões”, afirmou Volodymyr Zelensky numa publicação no Telegram.
Um armazém de munições próximo às casas foi atacado pelo drone russo, provocando explosões. “Existem regulamentos, as munições não podem ser armazenadas perto de habitações ou de outras zonas residenciais”, disse o líder ucraniano.
Foram também atacadas durante a noite as regiões de Odessa, Dnipro, Kiev, Zaporizhia, Sumy, Kherson, Kharkiv, Mykolaiv, Donetsk e Chernihiv, segundo Zelensky. “Houve mais de 260 drones de ataque. Registaram-se ataques praticamente ininterruptos com drones a jato contra Kiev”.
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Forças de Defesa de Israel afirmam ter matado "três terroristas" palestinianos
Um ataque com um drone israelita na tarde de sexta-feira na cidade de Jenin, na Cisjordânia, causou a morte de três pessoas, noticiou o The Times of Israel.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram o ataque no território onde há também um campo de refugiados. O alvo era Qais Bitawi, considerado por aquele país como o responsável pelas atividades do Hamas na região. Qais e duas pessoas que o acompanhavam, consideradas “terroristas” pelas IDF, morreram.
בפעילות מיוחדת בהובלה מודיעינית של שב"כ, כוחות הביטחון חיסלו שלושה מחבלים בג׳נין בהם המחבל קייס ביטאוי, בכיר בהתארגנות הטרור בג׳נין לשעבר
לכל הפרטים????https://t.co/AXL5bhIPZA pic.twitter.com/QekHteFqqR
— צבא ההגנה לישראל (@idfonline) August 28, 2026
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27 mortos após ataque aéreo russo contra depósito de explosivos perto de Kiev
Um ataque com um drone russo provocou um grande incêndio e explosões num depósito de explosivos nos arredores da capital Kiev, levando à morte de 27 pessoas e à retirada de outras 381 daquela zona, disseram as autoridades da Ucrânia.
O incêndio deflagrou e foi “acompanhado de explosões”, afirma o chefe da administração militar regional, Timur Tkachenko, no Telegram. Entre os mortos está o chefe da comunidade de Dmytrivska, Taras Didych, que segundo Timur foi um dos primeiros a chegar ao local para prestar socorro às vítimas.
42 pessoas ficaram feridas, incluindo 4 crianças. Todas receberam atendimento médico e sete das vítimas do ataque foram hospitalizadas. Cerca de 50 casas foram danificadas e 381 pessoas foram retiradas da zona de emergência, incluindo 59 crianças.
O Ministério Público (MP) ucraniano abriu uma investigação por eventual negligência em relação às condições de armazenamento após o ataque, que ocorreu pouco depois das 20h00 de sexta-feira (18h00 em Lisboa) na aldeia de Myla, no distrito de Butcha.
*Com Lusa
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Delcy Rodríguez confirma acordo e agradece Donald Trump "de forma calorosa"
A Presidente interina da Venezuela confirmou a assinatura de um acordo petrolífero com os Estados Unidos, que descreveu como histórico, e agradeceu “de forma calorosa” ao líder norte-americano Donald Trump.
“A Venezuela anuncia um acordo histórico com o Governo dos Estados Unidos, que terá um impacto significativo no renascimento da nossa nação”, disse Delcy Rodríguez, quase nove meses depois da captura do Presidente Nicolás Maduro pelo exército norte-americano.
Venezuela announces a historic agreement with the United States government, which will have a significant impact on our nation’s revival. pic.twitter.com/qi9Q9qO4d0
— Delcy Rodríguez (@delcyrodriguezv) August 29, 2026
Num comunicado divulgado nas redes sociais, na sexta-feira, a Presidente interina revelou que o acordo permitirá “um aumento considerável da produção de petróleo com a participação de operadores privados”.
O protocolo prevê “o desenvolvimento de 17 campos estratégicos, com um potencial comprovado de 65 mil milhões de barris de petróleo”, sublinhou Rodríguez.
A dirigente acrescentou que prevê “um investimento de mais de 100 mil milhões de dólares [86 mil milhões de euros] e mais de 209 mil milhões de dólares [180 mil milhões de euros] em receitas fiscais para o Estado”.
A líder expressou “profunda gratidão” a Donald Trump, e ao chefe da diplomacia dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, pela “sua disponibilidade para desenvolver” uma aliança que descreveu como “um marco histórico nas relações bilaterais”.
Rodríguez afirmou que o acordo foi assinado graças ao “fortalecimento das relações” entre Caracas e Washington, que retomaram formalmente os laços diplomáticos em março, após um hiato de sete anos.
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Bom dia.
Abrimos este liveblog para acompanhar os conflitos e acordos internacionais.
Pode recordar o que se passou na sexta-feira neste outro artigo, que agora arquivamos.