Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Venezuela pode ter eleições no final de 2027, admite secretário da Energia dos EUA

  • Moscovo diz que ataque contra general russo foi cometido por ucraniano nascido na Rússia

    A Rússia identificou três suspeitos de estarem envolvidos no atentado que atingiu com vários tiros um dos mais destacados líderes militares, revela a BBC. O general Vladimir Alexeyev que trabalha nos serviços secretos do país foi baleado esta sexta-feira em Moscovo, tendo sido hospitalizado.

    General russo das secretas baleado por desconhecido em Moscovo

    Um dos três suspeitos é o homem acusado de perpetrar o ataque, Lyubomir Korba, um cidadão ucraniano nascido na Rússia. O serviço de investigação russa, o SK, indica que Korba chegou a Moscovo no final do ano passado com um “mandato” atribuído pelos serviços secretos ucranianos para cometer um ataque terrorista”. A Ucrânia já negou o envolvimento na ação.

    O general de 64 anos está a recuperar do ataque depois de ter sido sujeito a uma cirurgia.

  • Tribunal iraniano condena Nobel da Paz Narges Mohammadi a mais sete anos e meio de prisão

    Advogado disse que Nobel da Paz foi condenada depois de ser alvo de acusações de conspiração e conluio e atividades de propaganda. Fica ainda proibida de viajar durante dois anos.

    Tribunal iraniano condena Nobel da Paz Narges Mohammadi a mais sete anos e meio de prisão

  • "Só Trump tem poder para acabar com. a guerra", diz ministro ucraniano

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia defende a realização de encontros pessoais para entre os líderes do país e da Rússia para discutir os pontos mais complicados nas negociações de paz. Numa entrevista à agência Reuters, Andrii Sybiha reconhece que só Donald Trump tem o poder para conseguir que seja alcançado um acordo.

    A Ucrânia quer acelerar os esforços para por fim a um conflito de quatro anos, capitalizando o foco que a administração americana está a colocar no tema antes de que outros fatores, como a campanha para as eleições do congresso que se vão realizar em novembro.

  • Energia nuclear: Irão diz que se recusa a receber ordens de potências

    O Irão afirmou hoje que não recebe ordens de ninguém e não aceitará a dominação de grandes potências, referindo-se aos Estados Unidos, dois dias após o restabelecimento das negociações nucleares indiretas em Mascate, em Omã.

    “Não procuramos criar uma bomba nuclear. A nossa bomba é o poder de dizer não às grandes potências”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, no primeiro Congresso Nacional sobre Política Externa e a sua História, segundo a agência de notícias IRNA.

    Araqchi enfatizou que o programa nuclear iraniano é uma necessidade nacional, especialmente em áreas como a agricultura, a saúde e as futuras necessidades de combustível nuclear, por isso, o país não pode renunciar a isso.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano acrescentou que Teerão pagou um preço elevado por um programa nuclear pacífico e pelo exercício do seu direito de enriquecer urânio, que considera “indiscutível”.

    “Não abdicaremos do nosso direito de enriquecer urânio, mesmo que o custo seja elevado. Ninguém tem o direito de nos dizer o que devemos fazer”, declarou Araqchi, dois dias após o reinício das negociações nucleares indiretas com os Estados Unidos em Mascate, em Omã.

    Contudo, reiterou que a República Islâmica está preparada para abordar as preocupações sobre o programa nuclear iraniano “de forma transparente e construir confiança” por meio da diplomacia, alertando também que responderá a qualquer ação militar.

    “O aumento da presença militar dos EUA não nos intimida. Estamos prontos para a guerra, mas não somos belicistas. Se optarem pela diplomacia, seguiremos esse caminho”, enfatizou.

    Hoje, o Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, descreveu as negociações nucleares entre o seu país e os Estados Unidos como “um passo em frente”, mas reiterou que Teerão não renunciará ao enriquecimento de urânio para fins pacíficos, considerando-o um direito seu enquanto signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).

    As negociações entre o Irão e os EUA ocorrem num dos momentos mais críticos para o Governo iraniano, na sequência dos protestos mais violentos desde 1979 – data do início do regime dos ayatollah – e depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado uma intervenção militar no caso de não haver um acordo nuclear e se a repressão mortífera aos manifestantes continuasse.

    Para o efeito, Trump enviou o porta-aviões USS Abraham Lincoln e o seu grupo de ataque para perto das águas iranianas do Golfo Pérsico.

    Os protestos no Irão começaram no final de dezembro devido ao colapso da moeda iraniana, o rial, mas rapidamente se espalharam por todo o país, exigindo o fim da República Islâmica.

    A repressão causou, segundo as autoridades de Teerão, 3.117 mortes. No entanto, organizações da oposição como a Human Rights Activists in Iran (HRANA), sediada nos Estados Unidos, elevam o número de mortos para 6.961, embora continuem a verificar mais de 11.600 possíveis mortes, assim como 51.000 detenções.

  • Força Aérea ucraniana abate 69 drones em novo ataque noturno russo

    A Força Aérea da Ucrânia informou que, na última noite, abateu 69 drones russos lançados pela Rússia contra o território ucraniano em novo ataque noturno.

    De acordo com informações divulgadas pela Força Aérea da Ucrânia na rede social Telegram, 69 dos 101 drones utilizados pela Rússia foram abatidos ou destruídos, não tendo sido possível evitar 32 impactos em 13 pontos do país, nem uma explosão em solo ucraniano após a queda de um drone abatido.

    A grande maioria desses drones, cerca de 70, eram do modelo Shahed, com tecnologia iraniana, acrescentou a mensagem militar.

    O ataque russo, que segundo o relatório ainda continua, obrigou a mobilizar a aviação, tropas com mísseis antiaéreos, unidades de guerra eletrónica e sistemas de drones, além de grupos de fogo móveis.

    Este bombardeamento ocorre depois de, na noite de sexta-feira para sábado, a Rússia ter utilizado mais de 400 drones e cerca de 40 mísseis num ataque que teve como principal objetivo a infraestrutura energética do país e que obrigou a cortes de eletricidade de emergência em quase todas as regiões da Ucrânia.

  • Bom dia,

    Abrimos este liveblog para acompanhar a evolução dos vários conflitos que marcam a atualidade.

    Para recordar a informação mais revelante sobre esses conflitos nas últimas horas, pode consultar o nosso liveblog anterior.

    Obrigado.

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