Histórico de atualizações
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Bom dia,
Encerramos aqui esteve liveblog. Mas continuamos a seguir aqui a atualidade com as informações mais relevantes sobre os vários conflitos em curso.
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Zelensky condena ataques russos a infraestrutura energética da Ucrânia e pede "resposta do mundo"
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, condenou este sábado os ataques da Rússia à infraestrutura energética ucraniana, que colocou sob fortes constrangimentos o abastecimento de eletricidade às populações.
Last night, the Russians struck facilities critical to the operation of Ukraine’s nuclear power plants. Today, units at Ukraine’s NPPs reduced power generation, and one unit was automatically shut down. This is a level of attack that no terrorist in the world has ever dared, and… pic.twitter.com/u2MTGc3olz
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) February 7, 2026
“Ontem à noite, os russos atacaram instalações essenciais para o funcionamento das centrais nucleares da Ucrânia. Hoje, as unidades das centrais nucleares ucranianas reduziram a produção de energia e uma unidade foi automaticamente desligada. Este é um nível de ataque que nenhum terrorista no mundo jamais ousou realizar, e a Rússia deve sentir a resposta do mundo”, afirmou, numa publicação na rede social X.
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Ex-ministro israelita da Defesa acusa Netanyahu de ser "mentiroso"
Yoav Gallant, ex-ministro israelita da Defesa, chamou “mentiroso” a Benjamin Netanyahu, ao acusar o primeiro-ministro de ter mentido na divulgação de transcrições editadas de reuniões do gabinete de segurança do país, a propósito do ataque do Hamas de 7 de outubro de 2023.
Em declarações citadas pelo jornal Haaretz, Gallant defendeu que o líder do Governo israelita pegou em partes separadas das reuniões e juntou-as, numa tentativa de culpar as forças armadas por não terem impedido o ataque. “Nunca pensei que seria forçado a vir aqui ao estúdio e dizer que o primeiro-ministro é um mentiroso, que ele mentiu”, atirou Gallant, que integrou essas reuniões.
No documento das transcrições, que foi divulgado publicamente na sexta-feira, Netanyahu apontou supostas ocorrências antes de 7 de outubro sobre as quais Gallant teria dito que um ataque do Hamas era improvável.
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Netanyahu vai a Washington para discutir com Trump as negociações com o Irão
Netanyahu “considera que é necessário incluir em qualquer negociação a limitação dos mísseis balísticos e a suspensão do apoio ao eixo iraniano”.
Netanyahu vai a Washington para discutir com Trump as negociações com o Irão
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Netanyahu vai a Washington para discutir com Trump as negociações com o Irão
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, terá um encontro com o Presidente norte-americano, Donald Trump, na quarta-feira, em Washington, para “discutir as negociações com o Irão”, anunciou o seu gabinete.
Netanyahu “considera que é necessário incluir em qualquer negociação a limitação dos mísseis balísticos e a suspensão do apoio ao eixo iraniano”, uma referência aos grupos armados aliados do Irão na região, refere-se no comunicado através do qual foi anunciado o encontro.
O Irão e os Estados Unidos agendaram uma nova sessão de negociações para o início da próxima semana, segundo Donald Trump, após conversações em Omã na sexta-feira. Depois desse encontro, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que o programa de mísseis balísticos do seu país “nunca poderá ser negociado” com os Estados Unidos.
Ainda que o Irão seja visto como inimigo comum dos Estados Unidos e de Israel, a linha israelita é atualmente mais intransigente do que a de Washington, que parece dar uma oportunidade às negociações, salientam especialistas. As atuais negociações ocorreram após ameaças de ataque por parte de Washington e o envio de uma grande força naval para o Golfo, inicialmente em resposta à violenta repressão dos protestos generalizados no Irão e, mais tarde, em resposta ao programa nuclear iraniano.
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Irão recusa negociar o seu programa de mísseis com os EUA
Nas conversações com os EUA, em Omã, o ministro dos negócios estrangeiros iraniano recusou negociar “a questão dos mísseis”. Em caso de intervenção militar norte-americana no país, admite retaliar.
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Mais de 72 mil palestinianos mortos em ataques israelitas em Gaza
O número de mortos na Faixa de Gaza já ultrapassou os 72 mil, declarou hoje o Ministério da Saúde do enclave palestiniano, sublinhando que na sexta-feira mais duas pessoas morreram e 25 ficaram feridas em ataques israelitas.
Desde o início da guerra em Gaza, os ataques israelitas fizeram 72.027 mortos e 171.651 feridos, segundo os dados das autoridades de saúde do enclave.
O Ministério da Saúde de Gaza referiu que 576 palestinianos morreram em ataques israelitas à Faixa de Gaza desde o início do acordo de cessar-fogo assinado em 10 de outubro e que 1.543 ficaram feridos nesse mesmo período.
As autoridades de saúde do enclave alertaram hoje que as reservas da maioria dos medicamentos e material médico nos hospitais de toda a Faixa de Gaza estão esgotados.
“Os hospitais que ainda operam na Faixa de Gaza, lutando para continuar a prestar serviços, tornaram-se meros centros de espera para milhares de doentes e feridos que enfrentam um destino incerto”, alertaram os responsáveis da saúde.
De acordo com o Ministério palestiniano, “46% dos medicamentos essenciais estão em falta, 66% dos fornecimentos médicos estão em falta e 84% dos materiais de laboratório e os bancos de sangue estão a zero”.
Os serviços de oncologia, hematologia, cirurgia, operações, cuidados intensivos e cuidados primários estão entre os mais afetados pela crise, e “as quantidades limitadas de medicamentos que chegam aos hospitais do setor são insuficientes para satisfazer as necessidades reais da prestação de serviços de saúde”.
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Operação da NATO perante ataque russo fechou dois aeroportos na Polónia
Os aeroportos polacos de Lublin e Rzeszow foram reabertos este sábado depois de terem sido encerrados para operações militares que envolveram voos da NATO que atravessaram o espaço aéreo do país.
Esta operação foi desencadeada por ataques russos à Ucrânia que, no entanto, não violaram o espaço aéreo polaco, de acordo com uma publicação das forças armadas do país. Na mesma publicação, citada pela agência Reuters, o comando operacional das forças armadas polacas agradeceu à NATO e à força aérea alemã por terem ajudado a manter seguro o espaço aéreo do país.
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Empresa de energia ucraniana reporta cortes de energia na maioria das regiões
A empresa estatal de energia ucraniana NPC Ukrenergo declarou este sábado que as forças armadas russas estão a atacar instalações da rede elétrica do país, provocando cortes de energia na maioria das regiões da Ucrânia.
“A Rússia está a realizar outro ataque em grande escala contra instalações da rede elétrica ucraniana. Devido aos danos causados pelo inimigo, foram declarados cortes de energia de emergência na maioria das regiões”, anunciou a empresa ucraniana nas redes sociais.
A empresa não forneceu informações sobre quando será restabelecido o serviço.
As forças russas continuam a atacar as posições ucranianas e os trabalhos para restabelecer a energia vão começar quando “a situação de segurança o permitir”, sublinhou a empresa de energia.
A NPC Ukrenergo avisou ainda os cidadãos de que as informações divulgadas anteriormente sobre os cortes de energia já não são válidas devido a esta interrupção de emergência.
“Acompanhem as notícias nos portais oficiais das autoridades regionais de energia da vossa região”, conclui a mensagem.
“Os criminosos russos lançaram mais uma vez um ataque massivo contra as infraestruturas energéticas da Ucrânia”, declarou o ministro da Energia ucraniano, Denis Shmigal, na rede social Telegram, referindo que o bombardeamento ainda estava em curso.
“O ataque continua” e “os trabalhadores estão prontos para iniciar as reparações assim que a situação o permita”, indicou Shmigal.
Segundo o ministro da Energia ucraniano, o ataque russo teve como alvo duas subestações e linhas que são “a espinha dorsal da rede elétrica da Ucrânia”, assim como duas centrais de produção de energia, uma em Dobrotvir e outra em Burshtin, ambas no oeste da Ucrânia.
Como resultado do ataque, a empresa de energia ucraniana NPC Ukrenergo solicitou assistência de emergência à Polónia. A infraestrutura energética da Ucrânia está gravemente danificada pelos ataques constantes das forças russas.
Na Rússia, as defesas aéreas abateram na madrugada deste sábado 82 drones ucranianos, mais de metade deles na região de Volgogrado, a cerca de 500 quilómetros da linha da frente. Segundo o Ministério da Defesa russo, mais da metade dos drones (45) foram abatidos pelas forças russas.
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AIEA apela à "máxima contenção militar" face à deterioração da segurança nuclear na Ucrânia
O líder da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) apelou à “máxima contenção militar” por parte da Ucrânia e da Rússia face à “deterioração das condições” de segurança das centrais nucleares ucranianas.
O diretor-geral da AIEA lamentou na sexta-feira que os riscos para a infraestrutura nuclear da Ucrânia estejam “sempre presentes” devido à invasão lançada pela Rússia em fevereiro de 2022.
Rafael Mariano Grossi alertou para a necessidade de uma revisão completa do sistema de fornecimento de energia às centrais nucleares da Ucrânia, de forma a “reforçar a sua resiliência e prevenir novos incidentes”.
“O incidente mais recente — ocorrido no passado fim de semana — na rede elétrica da Ucrânia é um forte lembrete dos riscos sempre presentes para a segurança nuclear, decorrentes da deterioração das condições da rede”, acrescentou Grossi.
“São necessárias reparações abrangentes para melhorar a fiabilidade do fornecimento de energia às centrais nucleares da Ucrânia e reforçar a sua resiliência a futuros incidentes na rede”, disse o dirigente, em comunicado.
O diretor-geral da AIEA apelou às partes em conflito para que “estas reparações críticas possam ser realizadas”, sublinhando “o impacto que a atividade militar na rede elétrica pode ter nos sistemas de segurança” da Ucrânia.
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Zelensky diz que EUA deram à Ucrânia e à Rússia até junho para firmar acordo de paz
Os Estados Unidos da América deram à Ucrânia e à Rússia até junho para chegarem a um acordo sobre o fim da guerra que dura há quase quatro anos, disse o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, aos jornalistas.
“Os norte-americanos estão a propor que as partes terminem a guerra até ao início deste verão e provavelmente pressionarão os dois lados de acordo com este calendário”, disse Zelensky, em declarações aos jornalistas na sexta-feira, 6 de fevereiro.
Os comentários de Zelensky estiveram sob embargo até à manhã de hoje, segundo a agência de notícias Associated Press (AP).
“[Os norte-americanos] disseram que querem fazer tudo até junho. E farão de tudo para acabar com a guerra e querem um calendário claro de todos os acontecimentos”, sublinhou.
O Presidente ucraniano declarou que os Estados Unidos propuseram realizar a próxima ronda de negociações trilaterais na próxima semana, provavelmente em Miami.
“Confirmamos a nossa participação”, acrescentou.