Histórico de atualizações
  • O que se sabe até agora

    • O hospital Al-Ahli, em Gaza, foi alvo de um ataque aéreo pelas Forças de Defesa de Israel (IDF), que alegam que o local servia como um centro de comando do Hamas. O ataque resultou na destruição de várias instalações médicas e na interrupção de cuidados de saúde críticos, levando à morte de uma criança. A Organização Mundial da Saúde e o governo britânico criticaram fortemente este ataque, destacando que as instalações médicas são protegidas pelo direito internacional humanitário.
    • As Forças de Defesa de Israel têm intensificado a sua atividade na Faixa de Gaza, atingindo mais de 90 alvos nos últimos dois dias, incluindo centros de comando e locais de lançamento de rockets do Hamas. Esta ofensiva visa pressionar o grupo palestiniano a voltar ao acordo inicial para a libertação dos reféns. O Ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, deixou claro que as operações continuarão a intensificar-se caso o Hamas não concorde com os termos das negociações.
    • O conflito no Médio Oriente resultou num aumento das tensões internacionais, com o filho do primeiro-ministro israelita, Yair Netanyahu, respondendo agressivamente às declarações do presidente francês, Emmanuel Macron, que expressou a intenção de reconhecer a Palestina como um Estado independente. Esta situação surge a par das críticas do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ao afirmar que tal reconhecimento seria um grave erro.
    • Os rebeldes Huthis do Iémen reivindicaram o lançamento de mísseis contra uma base israelita e o Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Telavive. Apesar de Israel ter intercetado com sucesso um dos mísseis, o incidente destaca o aumento das hostilidades na região e a extensão geográfica do conflito israelita com grupos hostis no Médio Oriente.

  • Bom dia. Encerramos aqui este liveblog.

    Pode continuar a acompanhar os acontecimentos mais relevantes do conflito no Médio Oriente neste outro liveblog.

    Hamas vai responder à proposta de tréguas israelita após consultas

  • Ataque russo em Kherson causa três mortos

    O governador local de Kherson, Oleksandr Prokudin, fez saber através do Telegram que um bombardeamento russo no centro da cidade do sul do país causou três vítimas mortais, escreve a Sky News.

    Prokudin revelou que as vítimas são uma mulher de 68 anos que foi ferida e morreu no hospital, um homem de 48 anos que também morreu no hospital e uma mulher de 62 anos morta “em resultado do bombardeamento”.

  • Huthis reivindicam ataques a Israel

    Os rebeldes Huthis do Iémen reivindicaram hoje o lançamento de dois mísseis contra uma base israelita e o Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Telavive, bem como uma operação com drones no oeste de Israel.

    “A força de mísseis das Forças Armadas do Iémen (Huthis) levou a cabo uma operação militar direcionada com dois mísseis balísticos, um dos quais era um míssil hipersónico Palestina 2, que tinha como alvo a base de Sodet Micha na parte oriental da área ocupada de Ashdot”, afirmou o porta-voz militar Huthi Yahya Sarea.

    Em comunicado, Sarea acrescentou que o outro míssil, denominado Zulfiqar, visava o Aeroporto Internacional Ben Gurion, tendo ainda decorrido uma operação militar contra um “alvo inimigo israelita vital na área ocupada de Ascalon, usando um drone”.

    “As duas operações atingiram com sucesso os seus objetivos, fechando o aeroporto Ben Gurion durante cerca de uma hora, provocando o pânico e a confusão entre os colonos e obrigando milhões deles a refugiarem-se”, segundo a mesma nota.

    Em comunicado, o exército israelita atribuiu o incidente ao lançamento de um míssil a partir do Iémen, adiantando que terá sido intercetado após várias “tentativas”.

    Durante o cessar-fogo acordado em janeiro com os islamitas palestinianos do Hamas que Israel interrompeu unilateralmente a 18 de março, os rebeldes do Iémen suspenderam a sua campanha militar.

    Porém, a ofensiva foi retomada depois de retomados os bombardeamentos israelitas em Gaza.

    Em meados de março, o Presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou uma operação em grande escala contra os Huthis em resposta aos ataques à navegação internacional no Mar Vermelho e no Golfo de Aden.

  • Netanyahu diz que Macron comete “grave erro” ao promover um Estado palestiniano

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse hoje que o presidente francês Emmanuel Macron está a cometer um “grave erro” ao promover a ideia de um Estado palestiniano.

    “O presidente Macron está a cometer um grave erro ao continuar a promover a ideia de um Estado palestiniano no coração da nossa terra. Um Estado cuja única aspiração é a destruição de Israel”, escreveu Benjamin Netanyahu na rede social X.

    O líder do governo israelita reagia às recentes declarações do chefe de Estado francês, que disse estar a trabalhar para que a França reconheça o Estado Palestiniano, algo que poderá acontecer na conferência que copresidirá em junho, com a Arábia Saudita.

    “Não vamos pôr em risco a nossa existência por causa de ilusões desligadas da realidade”, escreveu ainda Netanyahu na mensagem na rede social.

    O primeiro-ministro israelita disse ainda não aceitar “lições de moral sobre a criação de um Estado palestiniano que ponha em perigo a existência de Israel, daqueles que se opõem à independência da Córsega, da Nova Caledónia, da Guiana Francesa e de outros territórios, cuja independência não ameaçaria de forma alguma a França”.

  • Organização Mundial da Saúde diz que uma criança morreu em Al-Ahli por falta de cuidados médicos devido ao ataque israelita

    “O hospital Al-Ahli, em Gaza, está fora de serviço na sequência da ordem de evacuação e do ataque desta manhã. A OMS recebeu uma informação atualizada do diretor do hospital. Uma criança morreu devido à interrupção dos cuidados de saúde”, escreveu o diretor do organismo, Tedros Adhanom Ghebreyesus, no X.

    De acordo com Ghebreyesus, “o serviço de urgência, o laboratório, os aparelhos de raios X do serviço de urgência e a farmácia foram destruídos” e “o hospital foi obrigado a transferir 50 doentes para outros hospitais”. Destes, alerta que não só “40 doentes em estado crítico não puderam ser transferidos” como “o hospital não pode receber novos doentes enquanto aguarda as reparações”.

    Neste sentido, o diretor da OMS recordou que “os hospitais são protegidos pelo direito internacional humanitário”, pelo que “os ataques aos cuidados de saúde têm de acabar”, apesar de Israel ter defendido a sua atuação, alegando ter “centro de comando” do movimento islamista palestiniano Hamas, que, segundo Telavive, estava a operar no complexo hospitalar.

  • Atividade das IDF vai ser "intensificada" se o Hamas não concordar com libertação dos reféns

    O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, diz que o principal objetivo da mais recente ofensiva israelita é “exercer uma forte pressão sobre o Hamas para regressar ao acordo inicial para a libertação dos reféns”.

    Caso isto não se verifique, e o grupo palestiniano “continuar a recusar” os termos em cima da mesa de negociações, então o ministro garante que “as IDF vão intensificar a sua atividade” em Gaza, cita o The Times of Israel.

  • Israel interceta míssil disparado pelos Houthis

    As forças de defesa de Israel confirmaram que um míssil vindo do Iémen, lançado pelos Houthis, tinha sido intercetado com sucesso pelos sistemas de defesa anti-aérea. Não existem feridos confirmados e os destroços caíram num terreno na Cisjordânia, avança a agência Quds.

  • 35 pessoas morreram em Gaza este domingo

    35 pessoas morreram em Gaza, este domingo, na sequência de diversos bombardeamentos israelitas tanto no sul como no centro do enclave, avançam fontes médicas palestinianas ao jornal Haartez.

  • Forças de Israel atingiram mais de 90 alvos na Faixa de Gaza nos últimos dois dias

    Está a intensificar-se a ação militar de Israel na Faixa de Gaza, depois do fim do cessar-fogo. Apenas nos últimos dois dias, as Forças de Defesa de Israel atingiram 90 alvos no enclave palestiniano, escreve o Times of Israel.

    As IDF visaram centros de comando dos bairros de Daraj e Tuffah, na cidade de Gaza, onde, garantem, o Hamas guardava armas usadas para atacar as forças israelitas.

    As IDF também atacaram locais usados para o lançamento de rockets e outras infraestruturas do Hamas, nomeadamente na zona sul do enclave.

  • "Estes ataques deploráveis têm de acabar". Governo britânico critica ataques israelitas

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, David Lammy, criticou os ataques israelitas a hospitais em Gaza, apelando ao fim do “derrame de sangue” e incentivando a “diplomacia” para atingir uma “paz duradoura”.

    “Os ataques de Israel a infraestrutura médica degradaram significativamente o acesso aos serviços de saúde em Gaza. O hospital Al-Ahli tem sido atacado repetidamente desde o início do conflito. Estes ataques deploráveis têm de acabar”, escreve o ministro na rede social X.

  • Paramédico do Crescente Vermelho que sobreviveu ao ataque de Israel está detido

    O Crescente Vermelho palestiniano afirmou este domingo que o paramédico Asaad al-Nsasrah — que estava desaparecido desde o ataque contra ambulâncias em Rafah (a 23 de março) — está detido em Israel.

    O ataque, cujas circunstâncias estão a ser investigadas pelas Forças de Defesa de Israel, provocou 15 mortos.

    Munther Abed, o outro paramédico que sobreviveu ao ataque, contou ao The Guardian que tinha visto al-Nsasrah vivo e sob custódia dos militares israelitas.

    As IDF ainda não confirmaram que a informação do Crescente Vermelho.

  • "Vai-te lixar!" Filho de Netanyahu responde a Macron, que admitiu reconhecer independência da Palestina

    O filho mais velho do primeiro-ministro israelita, Yair Netanyahu, respondeu, na rede social X, ao presidente francês, que admitiu a possibilidade de Paris reconhecer a independência da Palestina.

    “Vai-te lixar! Sim à independência da Nova Caledónia! Sim à independência da Polinésia Francesa! Sim à independência da Córsega! Sim à independência do País Basco! Sim à independência da Guiné Francesa!”, escreveu Netanyahu, em resposta a Emmanuel Macron. “Acabem com o neoimperialismo de França na África Ocidental!”, acrescentou.

    Na sexta-feira, o presidente de França defendeu no X “a libertação de todos os reféns, um cessar-fogo duradouro, o restabelecimento imediato da ajuda humanitária e a busca de uma solução política de dois Estados”. “O único caminho possível é o político”, acrescentou Macron.

  • Forças israelitas atingem centro do Hamas em hospital de Gaza

    As Forças de Defesa de Israel lançaram esta noite um ataque aéreo contra o que garantem ser um centro de comando do Hamas instalado no Hospital Al-Ahli, na cidade de Gaza, avança o Times of Israel.

    As IDF garantem que o complexo era utilizado pelo grupo terrorista palestiniano para planear e executar ataques contra as forças israelitas e contra civis em Israel.

    Ainda não há informações quanto a eventuais feridos ou vítimas mortais em consequência deste ataque, mas as IDF sublinham que, antes do bombardeamento, tomaram medidas para reduzir as baixas. Terão emitido um alerta para a população e usado armas precisas.

  • Bom dia.

    Abrimos este liveblog para acompanhar os acontecimentos mais relevantes do conflito no Médio Oriente.

    Pode recordar o que se passou ontem neste outro liveblog, que agora arquivamos.

    Rafah passa a ser “zona de segurança israelita”. Ministro da Defesa diz que é “última oportunidade para acabar com a guerra”

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