Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Hamas declarou que irá responder à proposta de tréguas temporárias por parte de Israel após consultas internas. A organização reafirma que o desarmamento do movimento é uma “linha vermelha” não negociável, rejeitando a exigência de Israel de desarmá-los para um cessar-fogo permanente.
    • Os ataques aéreos israelitas na Faixa de Gaza continuam a causar vítimas, com pelo menos 15 palestinianos mortos num único dia, incluindo num incidente em que um hospital foi atingido, resultando em três mortos e o hospital ficou inoperacional. A ONU e a Organização Mundial da Saúde condenam as ações, alertando para a gravidade da crise humanitária na região.
    • Em negociações mediadas pelo Egito, o Hamas recusou uma nova proposta de cessar-fogo, que incluiria um cessar-fogo temporário de 45 dias e a entrada de ajuda humanitária limitada, em troca do desarmamento do movimento. O Hamas insiste que a única solução aceitável é o fim permanente das hostilidades sem abrir mão das suas armas.
    • O Presidente francês, Emmanuel Macron, e o Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, discutiram a necessidade urgente de um cessar-fogo imediato em Gaza. Ambos os líderes concordaram que é essencial desarmar o Hamas e estabelecer um sistema de governança credível para avançar com a solução de dois Estados.

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  • Bom dia.

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    EUA não querem desmantelar programa nuclear do Irão. Israel terá matado militante do Hamas que participou no ataque de 7 de outubro

  • Hamas vai responder à proposta de tréguas israelita após consultas

    O Hamas adiantou esta segunda-feira que vai responder à proposta israelita de uma trégua temporária em Gaza após consultas, rejeitando totalmente a condição estabelecida por Israel, de desarmamento do movimento islamita palestiniano, para o fim definitivo da guerra.

    Um responsável do Hamas tinha revelado à agência France-Presse (AFP) que a proposta israelita de cessar-fogo temporário, transmitida por mediadores egípcios, também sugere um “fim permanente da guerra” que Israel está a condicionar ao desarmamento do movimento islamista palestiniano, “uma linha vermelha (…) que não é negociável” para o movimento islamita palestiniano.

    Segundo um comunicado do Hamas, a proposta israelita inclui “a libertação de metade dos reféns” na primeira semana após o acordo em troca de um cessar-fogo de “pelo menos 45 dias” e a entrada de ajuda no território palestiniano.

    Para terminar definitivamente a guerra de 18 meses, Israel exige, segundo o mesmo responsável, o desarmamento do Hamas e de todos os grupos armados palestinianos em Gaza.

    “A posição do Hamas e das fações da resistência é que as armas da resistência constituem uma linha vermelha (…) que não é negociável”, enfatizou um responsável do movimento islamita à AFP.

  • Ataques israelitas em Gaza nesta segunda-feira terão matado pelo menos 15 palestinianos

    De acordo com fontes médicas ouvidas pela Al Jazeera, os ataques israelitas em Gaza nesta segunda-feira mataram, pelo menos, 15 palestinianos. As forças militares israelitas fizeram ataques aéreos no bairro de Tuffah, na cidade de Gaza, e em Khuza, na cidade de Khan Younis. No último domingo Israel atacou o hospital Batista Al-Ahli, que provocou três mortos e deixou a unidade hospitalar inoperacional.

  • Próxima reunião entre EUA e Irão será no sábado em Roma

    O próximo encontro entre os EUA e o Irão para continuar as negociações sobre o fim do programa nuclear iraniano será no próximo sábado em Roma.

    Uma fonte do governo italiano confirmou à Associated Press que Roma vai sediar a reunião, e tal foi confirmado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghachi, ao falar com o ministro iraquiano, de acordo com a agência Iraqi News.

    Já a data foi confirmada pelo próprio Presidente norte-americano na tarde desta segunda-feira, à margem do encontro com o Presidente de El Salvador no Salão Oval. “O Irão quer negociar connosco mas não sabe como. Tivemos uma reunião com eles no sábado e temos outra agendada para o próximo sábado”, disse o Presidente norte-americano, destacando que “o Irão precisa desfazer-se do conceito de uma arma nuclear, eles não podem ter armas nucleares.”

  • Hamas diz que proposta para desarmar é "um milhão de linhas vermelhas"

    Sami Abu Zuhri, porta-voz do Hamas, disse à Al Jazeera que “o pedido para desarmar o Hamas não é aceitável nem de se ouvir. Não é só uma linha vermelha. É um milhão de linhas vermelhas”.

    “Todos devem entender que isto é um sonho. É sonhar acordado. Nunca será alcançado. Os sonhos de Netanyahu e dos seus apoiadores não podem ser alcançados porque o Hamas é um movimento que defende o seu próprio povo e porque os palestinianos querem libertar as suas terras. Enquanto houver ocupação, a resistência vai continuar e as armas permanecerão nas mãos da resistência para defender o nosso povo e os nossos direitos”.

  • Hamas está a analisar proposta israelita

    O Hamas emitiu um comunicado oficial a responder às notícias de que Israel terá apresentado uma proposta de cessar-fogo temporário através do Egipto.

    O texto, publicado pela Al Jazeera, diz que o grupo palestiniano está “a analisar, com grande responsabilidade nacional, a proposta recebida pelos irmãos mediadores, e vai submeter uma resposta o mais breve possível”.

    “O movimento reitera a sua posição firme que qualquer futuro acordo deve ter o objetivo de alcançar um cessar-fogo permanente, uma completa retirada das forças de ocupação da Faixa de Gaza, um acordo de troca de prisioneiros genuíno, o início de um processo sério para reconstruir o que a ocupação destruiu e a retirada do cerco injusto ao nosso povo em Gaza”, conclui o Hamas.

  • Netanyahu falou ao telefone com familiares de reféns "sobre o intenso processo de negociação em curso"

    O Primeiro-Ministro israelita terá falado pelo telefone com familiares de israelitas mantidos reféns em Gaza. “Nas conversas, o Primeiro-Ministro descreveu os esforços para recuperar os sequestrados e atualizou as famílias sobre o intenso processo de negociação em curso atualmente”, disse o gabinete de Netanyahu, citado pela Al Jazeera.

  • Egipto terá recebido uma proposta de Israel para um cessar-fogo temporário

    O Egipto terá recebido uma proposta de Israel para um cessar-fogo temporário em Gaza, que serviria para continuar as negociações até a cessação das hostilidades, de acordo com órgãos de comunicação egípcios citados pelo Times of Israel. “O Egipto passou a proposta israelita ao Hamas e está a à espera de uma resposta o mais breve possível”, dizem fontes ao Al-Qahera News. Não foram revelados detalhes da proposta.

  • EUA lançam novos ataques ao Iémen, diz estação de TV dos Houthis

    Os EUA terão lançado 15 ataques contra os distritos de Raghwan e Madghal, na província de Marib, no Iémen, de acordo com a estação afiliata aos Houthis, Al Masirah TV, citada pela Al Jazeera. Os ataques norte-americanos vêm depois que um míssil Houthi atingiu Israel no domingo.

  • Organização Mundial da Saúde diz que condições nos hospitais em Gaza são "indescritiveis"

    Depois do ataque israelita do último domingo a um hospital em Gaza, a Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que as condições nestas unidades de saúde são “indescritíveis”.

    Em declarações à BBC, a porta-voz da OMS, Margaret Harris, disse que vê “ataque atrás de ataque” em hospitais e a trabalhadores de saúde e que os suprimentos médicos estão criticamente baixos devido ao bloqueio de Israel à entrada de ajuda humanitária.

  • ONU alerta para "pior crise humanitária dos últimos 18 meses em Gaza" e condena ataque israelita a hospital

    O Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (OCHA) alerta, através de um comunicado publicado nesta segunda-feira, que “a situação humanitária em Gaza é provavelmente a pior dos últimos 18 meses, desde o início das hostilidades. Já faz um mês e meio desde que qualquer suprimento foi autorizado a passar as fronteiras e entrar em Gaza — de longe o período mais longo até hoje”, diz o comunicado.

    A ONU também condenou o ataque israelita deste fim de semana ao hospital Batista Al-Ahli, que provocou três mortos e deixou a unidade hospitalar inoperacional. “Parceiros no terreno reportam que os ataques estão a causar vítimas civis em massa e a destruição de algumas das infraestruturas ainda disponíveis e necessárias para manter pessoas vivas.”

  • Palestiniano que estuda na Universidade de Columbia é preso pela imigração norte-americana

    O palestiniano Mohsen Mahdawi, estudante da Universidade de Columbia que liderou protestos anti-Israel, terá sido preso por agentes de imigração norte-americanos, de acordo com o Times o Israel.

    Mahdawi foi preso ao chegar num centro de cidadania em Vermont e está agora detido numa unidade do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês).

  • Hamas rejeita nova proposta apresentada pelo Egipto

    Um oficial sênior do Hamas disse à Al Jazeera que o grupo palestiniano recebeu uma nova proposta de cessar-fogo do Egipto e que a rejeitou. “A nossa delegação de negociações ficou surpreendida pela proposta que o Egipto apresentou que inclui um texto explícito sobre o desarmamento da resistência”, disse a fonte. “O Egipto informou-nos que não haverá acordo para acabar com a guerra sem negociar o desarmamento da resistência”. O Hamas reforçou que as suas armas “não são assunto de discussão”.

    A fonte ouvida pela Al Jazeera disse ainda que a proposta incluía um cessar-fogo temporário de 45 dias em troca da entrada de alimentos e materiais para abrigos dentro de Gaza. Entretanto o grupo palestiniano insiste que só aceita um acordo que determine o fim da guerra em Gaza.

  • Cerca de 3500 académicos israelitas assinam petição a pedir o fim da guerra em Gaza

    Cerca de 3500 académicos israelitas assinaram uma petição a pedir o regresso dos reféns e o fim da guerra em Gaza.”Nós, membros de instituições de ensino superior, juntamo-nos ao apelo feito pelos membros das Forças Aéreas e pedimos que os reféns sejam trazidos para casa sem atraso, mesmo com o custo de acabar com a guerra imediatamente”, diz o texto, publicado pelo jornal Haaretz.

    “Continuar a guerra vai levar à morte dos reféns, soldados das IDF e civis inocentes, e vai correr a resiliência dos reservistas. Como as experiências anteriores revelaram, apenas um acordo negociado pode trazer os reféns de volta a salvo”, diz ainda a petição.

  • Trump garante que vai "resolver o problema do Irão"

    Em declarações no Salão Oval, à margem do encontro com o Presidente de El Salvador, Donald Trump disse que vai “resolver o problema do Irão”. Os Estados Unidos da América estão em negociações para que o país encerre o programa nuclear. O Presidente norte-americano afirma que “se for preciso fazer algo severo, faremos”, e que uma resposta dos EUA poderia incluir um ataque às instalações iranianas, de acordo com o citado pela BBC.

    “O Irão quer negociar connosco mas não sabe como. Tivemos uma reunião com eles no sábado e temos outra agendada para o próximo sábado”, disse o Presidente norte-americano, destacando que “o Irão precisa desfazer-se do conceito de uma arma nuclear, eles não podem ter armas nucleares.”

    Trump disse ainda que o Irão estava “acostumado a lidar com pessoas estúpidas neste país”, e disse que acredita que o ataque do Hamas a Israel a 7 de outubro de 2023 “nunca teria acontecido, porque o Irão estava falido”.

  • "UE vai investir em infraestrutura essencial e ajuda humanitária", diz Kallas

    A alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, disse hoje aos jornalistas que Israel tem direito a defender-se, mas que as suas ações vão além do que seria proporcional a “legítima defesa”, citada pelo Times of Israel.

    Algumas horas antes, Kallas publicou no X que a União Europeia pretende apoiar Gaza com investimentos em infraestrutura e ajuda humanitária. “Estamos a intensificar o nosso apoio ao povo palestiniano. 1.6 mil milhões de euros até 227 vai ajudar a estabilizar West Bank e Gaza. A UE vai investir em infraestrutura essencial enquanto entrega ajuda humanitária e presta apoio aos refugiados. Somos parceiros de longa data da Autoridade Palestiniana”.

  • Macron defende plano pós-guerra: "Desarmar e eliminar o Hamas"

    Na sequência da conversa por telefone com o Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, Emmanuel Macron usou o X para manifestar “total comprometimento com a libertação dos reféns, a restauração de um cessar-fogo permanente, e a entrega imeditada de ajuda humanitária em Gaza”.

    O Presidente francês escreve ainda que é “necessário construir um plano para a fase do pós-guerra: desarmar e eliminar o Hamas, estabelecer um sistema credível de governança e reformar a Autoridade Palestiniana”.

    Macron conclui: “Isto deve permitir o progresso da solução de dois Estados até a conferência de junho, ao serviço da paz e da segurança de todos. Precisamos de paz”.

  • Presidente do Egipto e Emir do Qatar partilham "grande preocupação com a escalada em Gaza"

    O Presidente do Egipto, Abdel Fattah el-Sisi, e o Emir do Qatar, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani, encontraram-se em Doha nesta segunda-feira para discutir as relações “amigáveis” entre os dois países. Depois do encontro, ambos emitiram uma declaração conjunta na qual expressam “grande preocupação com a escalada na Faixa de Gaza”. Os dois destacam “a importância de continuar esforços conjuntos para alcançar um cessar-fogo imediato e sustentável, assegurando a entrega de ajuda humanitária urgente aos civis”, diz o comunicado publicado pela Al-Jazeera.

    No X, o Emir do Qatar também partilhou uma mensagem sobre o encontro, destacando que os dois países “vão continuar os esforços conjuntos para apoiar nossos irmãos na Faixa de Gaza e na Palestina ocupada, com o objetivo de estabelecer segurança e paz sustentáveis”.

  • Negociações no Egipto continuam sem avanços

    A mais recente ronda de negociações no Egipto terão terminado sem avanços para um regresso do cessar-fogo em Gaza, de acordo com o que disseram fontes egípcias e palestinianas à Reuters.

    O Hamas terá insistido na posição de que só aceita um acordo que determine o fim imediato da guerra em Gaza. Por outro lado, Israel afirma que só retira as tropas de Gaza depois da eliminação total do Hamas.

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