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    Trump avisa Irão: “Esta é a última oportunidade para assinarem um bom documento”

  • Trump diz que negociações com o Irão vão recomeçar esta segunda-feira

    As negociações com o Irão deverão recomeçar esta segunda-feira, segundo o presidente dos Estados Unidos.

    Em declarações aos jornalistas a bordo do Air Force One, Donald Trump, que cancelou este domingo um “ataque em larga escala” ao Irão, afirmou que vai agora “dialogar”.

    “Eles sabiam da dimensão do ataque, porque viram-no a ganhar forma. Agora, o que estamos a fazer é dialogar com eles no âmbito de uma negociação. Começa amanhã à tarde e vamos ver”, disse Trump citado pela CNN.

  • Roménia mobiliza caças F-16 após drone russo ter atravessado a fronteira do rio Danúbio com a Ucrânia

    A Roménia mobilizou dois caças F-16 após drones russos terem violado o seu espaço aéreo durante um ataque contra o sul da Ucrânia, informou o Ministério da Defesa romeno, segundo o The Kyiv Independent.

    O aparelho terá permanecido cerca de 20 minutos em espaço romeno antes de voltar à Ucrânia, onde foi posteriormente destruído pelas forças de Kiev, informou o Ministério.

    A Força Aérea da Roménia, de acordo com o jornal ucraniano, abateram três drones russos em três dias, de 24 a 26 de julho, o que levou Bucareste a convocar o seu embaixador russo.

  • Irão e Omã estão na reta final das negociações para a gestão conjunta do Estreito de Ormuz

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, afirmou que as negociações com o Omã sobre o “mecanismo mútuo” para gerir o Estreito de Ormuz estão na fase final, informou a agência de notícias oficial IRNA, segundo o The Times of Israel.

  • Irão garante que Estreito de Ormuz não regressará à “situação pré-guerra”

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baghaei, afirmou que o Estreito de Ormuz “nunca mais voltará à situação pré-guerra”, informou a agência de notícias iraniana Fars, segundo a Al Jazeera.

    Baghaei disse que as negociações em curso entre o Irão e Omã sobre a via navegável não têm qualquer relação com a abertura ou o encerramento do Estreito de Ormuz, acrescentando que o encerramento do estreito se deveu à “sabotagem dos EUA e ao bloqueio naval ao Irão”.

    “A República Islâmica do Irão age com base nos interesses e preocupações do país e não alterará a sua decisão sob a influência de ameaças e intimidações de terceiros”, disse o porta-voz, acrescentando que o país “não recuará nas suas posições devido às ameaças e à pressão dos media”.

  • Justiça israelita trava plano defendido por Ben Gvir para colocar crocodilos nas alas de segurança da prisão de Ketziot

    O Tribunal Distrital de Jerusalém suspendeu a transferência de crocodilos para a Prisão de Ketziot, interrompendo, para já, o plano defendido pelo ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, de instalar os animais nas alas de segurança da cadeia, avança o The Times of Israel.

    No mês passado, a ministra da Proteção Ambiental, Idit Silman, emitiu uma decisão para reclassificar o crocodilo do Nilo como um “animal selvagem domesticado”, permitindo a sua presença em instalações de segurança.

    A decisão final sobre o caso será conhecida após a resposta do Estado à petição apresentada pela organização Let the Animals Live, que contestou judicialmente a medida.

  • Deputado iraniano afirma que mediadores tentam reativar acordo com Washington

    O porta-voz da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Hassan Ghashghavi, afirmou que “existe um esforço em curso para reactivar o acordo de Islamabad de 14 pontos, particularmente por parte dos mediadores”, segundo o The Times of Israel.

    “Eles sabem que a principal questão e, na verdade, a chave para o assunto agora é a questão do Estreito de Ormuz, por isso, sim, há uma troca de opiniões”, disse Ghashghavi, citado pelo jornal israelita.

  • Drone militar norte-americano aterrou na base das Lajes, na ilha Terceira

    Na madrugada deste domingo, um drone Reaper Q9 norte-americo, que tinha como tinha como destino a base aérea de Al Azraq, na Jordânia, aterrou na base das Lajes, na ilha Terceira, avançou a CNN Portugal.

    Tratou-se, segundo a emissora, de uma paragem técnica para abastecimento que durou cerca de quatro horas.

    Desde o início do conflito com o Irão, estes aparelhos não tripulados — considerados “os drones mais mortíferos dos EUA”— têm recorrido à infraestrutura açoriana como plataforma logística de apoio às missões para o Médio Oriente, ao abrigo de autorização concedida pelo Governo português.

  • Ministro da Energia israelita diz que Israel deve assumir “controlo total” de Gaza

    O Ministro da Energia israelita, Eli Cohen, afirmou que Israel, deve assumir o “controlo total” do enclave palestiniano, manifestando resistência ao acordo mediado pelos EUA com o Hamas que levaria ao desarmamento do grupo, escreve a Al Jazeera.

  • CENTCOM anunciou que 35 navios foram redirecionados devido à continuação do bloqueio ao Irão

    O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou ter redirecionado 35 embarcações, enquanto o bloqueio ao Irão continua.

    Até ao momento, as forças armadas norte-americanas “redirecionaram 35 embarcações comerciais, desativaram 2 e abordaram 2”, segundo uma publicação do CENTCOM na rede social X.

  • IDF incendeiam casas no sul do Líbano

    As IDF incendiaram casas na zona de al-Mashaa, no distrito de Tiro, no sul do Líbano, informou a Agência Nacional de Notícias (NNA), segundo a Al Jazeera.

  • Guarda Revolucionária Islâmica do Irão pondera ataques preventivos caso negociações com os EUA falhem, afirma fonte diplomática iraniana

    A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão está a avaliar a possibilidade de lançar ataques preventivos caso as negociações diplomáticas com os EUA falhem, disse uma fonte da diplomacia iraniana ao Wall Street Journal.

  • IDF afirmam ter eliminado "três terroristas que planeavam ataques contra tropas em Gaza"

    As IDF afirmaram que “três terroristas que planeavam ataques contra tropas em Gaza” foram mortos na sequência de um ataque israelita na Cidade de Gaza.

    “As Forças de Defesa de Israel atacaram ontem a região da cidade de Gaza, eliminando Alaa Emad Khamis Taramsi, terrorista da organização terrorista “Exército do Islão”, e Hassan Ibrahim Shhada Kahman, terrorista da organização terrorista Jihad Islâmica Palestiniana (PIJ)”, escreveu o Exército numa publicaçã na rede social X.

  • Israel descobriu alegadamente que Trump cancelou ataques ao Irão através de publicação no Truth Social

    A decisão de Donald Trump de cancelar ataques de grande dimensão contra o Irão chegou ao conhecimento das autoridades israelitas através de uma publicação do Presidente dos EUA na Truth Social, noticiou o Canal 12, segundo o The Times of Israel.

    O Comando Central dos EUA (CENTCOM, sigla em inglês) também não foi informado com antecedência, afirma o órgão de imprensa israelita.

  • Presidente da Arménia nomeia pro-europeu Nikol Pashinian primeiro-ministro do país

    O Presidente da Arménia, Vahagn Jachaturian, nomeou hoje Nikol Pashinian primeiro-ministro do país, entregando-lhe um terceiro mandato depois da vitória nas legislativas de junho e num contexto de tensão do país com a Rússia.

    “A partir do artigo 149, parágrafo 1 da Constituição, nomeio Nikol Pashinian primeiro-ministro”, pode ler-se no decreto presidencial.

    A nomeação coincide com a sessão inaugural do novo parlamento, na sequência das últimas eleições, com três forças políticas representadas.

    Dos 105 deputados, 64 são do partido Contrato Civil, de Pashinian, enquanto o bloco pró-russo Arménia Forte tem 29 e a coligação Aliança Arménia tem 12.

    Pashinian chegou ao cargo em 2018, depois de ter liderado uma onda de manifestações contra o governo, e conquistou então mais de 50% dos votos, tendo conseguido, em junho deste ano, 49,7% dos votos.

    O escrutínio foi criticado pela oposição, que pediu a anulação dos resultados, e de Moscovo, que tem vindo a criticar a aproximação da Arménia à União Europeia.

    Já o primeiro-ministro, Nikol Pashinian, acusou os opositores de fraude e garantiu que os responsáveis pela alegada compra de votos vão ser levados à Justiça, enquanto várias forças da oposição se concentraram em protesto contra os resultados.

    A votação ocorreu após vários anos de crise política na Arménia, desde que Pashinian chegou ao poder com a promessa de desmantelar o sistema oligárquico pós-soviético.

  • Petroleiro pertencente à “frota fantasma" russa intercetado no Mediterrâneo por navio italiano

    Na manhã deste domingo, um petroleiro pertencente à “frota fantasma” russa, que navegava sob a bandeira camaronesa, foi intercetado a oeste de Pantelleria pelo Thaon di Revel, um navio italiano que lidera atualmente uma missão da União Europeia no Mediterrâneo, avançou o Corriere della Sera.

    Segundo o jornal, as forças italianas inspecionaram o petroleiro, que partiu a 16 de julho do porto de Cotonou, no Benim, com destino a Istambul, para confirmar a nacionalidade da embarcação.

    O capitão do petroleiro pertencente à “frota fantasma” russa recusou inicialmente colaborar com as autoridades. Perante essa recusa, uma equipa militar italiana foi transportada por helicóptero e realizou as verificações necessárias.

    “Gostaria de felicitar a tripulação do Thaon di Revel e todo o pessoal militar envolvido na operação pelo seu profissionalismo, preparação e determinação. Esta atividade demonstra também concretamente o contributo da Itália para a segurança do Mediterrâneo e para a ação da União Europeia”, declarou o ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, citado pelo jornal.

  • Ucrânia reivindica ataques contra aeródromo e refinaria na Rússia. Zelensky fala em "sanções de longo alcance"

    Para “reduzir o potencial económico e militar da Rússia”, a refinaria de Saratov foi atingida, no sábado à noite, o que provocou um incêndio nas instalações, lê-se numa publicação do Estado-Maior ucraniano nas redes sociais.

    De acordo com um comunicado das Forças Armadas, a capacidade de refinação em Saratov é de, aproximadamente, sete milhões de toneladas de petróleo bruto por ano.

    Na mesma região, foi atingido o aeródromo de Engels, classificado por Kiev como “uma das principais bases de aviação estratégica” da Rússia.

    O ataque foi também confirmado pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que partilhou na sua conta oficial no X imagens dos estragos. “Continuamos a aplicar as nossas sanções de longo alcance contra instalações russas que servem o esforço de guerra e financiam a agressão”, lê-se.

    Outro ataque teve como alvo o depósito de Liudinovsk, na região de Kaluga, que, segundo o Estado-Maior ucraniano, é utilizado para armazenar combustíveis e lubrificantes.

    Foi ainda atingido um local de armazenamento e lançamento de drones de ataque em Navli, bem como centros de controlo de drones em Kursk em territórios ucranianos sob ocupação russa em Donetsk, Dnipropetrovsk e Zaporizhzhia.

    O Ministério da Defesa da Rússia indicou que, esta noite, foram abatidos 635 drones ucranianos.

    *com Lusa

  • Presidente da Câmara de Moscovo classifica explosão de sábado como um "ataque terrorista brutal"

    O presidente da Câmara de Moscovo, Sergei Sobyanin, classificou o ataque à bomba deste sábado à entrada de um restaurante “ato terrorista brutal”, noticia a Associated Press.

    “As vítimas encontram-se atualmente nos hospitais da cidade, onde estão a receber todos os cuidados necessários”, adiantou Sobyanin, que, todavia, não indicou se já há suspeitos da autoria deste ataque.

    A capital russa foi abalada por uma explosão no sábado à noite quando uma mulher fez deflagrar um engenho explosivo à entrada de um restaurante na Praça Kudrinskaya.

    Este atentado matou a sua autora, assim como um segurança e um cliente, noticiou a comunicação social estatal russa, citando autoridades locais. Pelo menos 21 pessoas ficaram também feridas.

  • Israel exige liberdade para atacar zonas de Gaza entregues pelo Hamas a forças de manutenção de paz

    Segundo o Haaretz, Israel já reagiu ao plano de 15 pontos concebido pelo Conselho de Paz de Donald Trump para a governação de Gaza, considerando três deles “inaceitáveis”.

    O jornal israelita consultou duas fontes ligadas ao processo de negociação, sendo que uma delas adiantou que Israel exige que as armas recolhidas ao Hamas sejam destruídas e não apenas armazenadas, como vem previsto no acordo entretanto divulgado.

    Conselho da Paz revela “roteiro para a paz” para a Faixa de Gaza. O que definem os 15 pontos?

    Além disso, Telavive não quer que o Qatar e a Turquia participem no processo de passagem da autoridade sobre Gaza do Hamas para o governo tecnocrático a ser formado.

    Mas talvez o ponto de contenção mais importante seja a exigência de que as Forças de Defesa de Israel (IDF) mantenham a sua liberdade de ação em zonas que, à partida seriam entregues à responsabilidade de uma força internacional de estabilização.

    Segundo um responsável diplomático, Israel apresentou as suas reservas a Tony Blair, membro do Conselho de Paz e antigo primeiro-ministro britânico.

  • IDF afirmam ter morto dois comandantes do Hamas — um deles invadiu Nir Oz no 7 de outubro

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram este domingo através das redes sociais que conduziram ataques aéreos que levaram à morte de dois comandantes do Hamas.

    Um dos visados é Salem Jamal Abd al-Rahman Abu Labad, que foi morto num ataque este sábado no sul da Faixa de Gaza. Labad foi chefe de uma célula da Força Nukhba — a unidade de elite do Hamas — que se infiltrou no kibbutz de Nir Oz nos ataques de 7 de outubro de 2023.

    Entretanto, um outro ataque, conduzido na sexta-feira na zona central de Gaza, matou Muhammad Abd al-Nasser Muhammad Khatib, identificado pelas IDF como um comandante do Hamas no Batalhão Maghazi.

    As IDF justificaram os ataques em pleno cessar-fogo pelos visados terem “atuado sob o braço militar do Hamas” e por eterm tentado “promover planos terroristas” contra as forças israelitas.

    “Os terroristas foram eliminados em ataques precisos do ar para remover a ameaça”, termina a nota.

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