Momentos-chave
- Inês Sousa Real nota uma "preocupação do futuro do país" por Marcelo, um Presidente "dissolvente"
- Catarina Martins aponta faltas a discurso de Marcelo
- Livre compara discurso de Marcelo e Montenegro e diz que PR destacou "qualidades dos portuguesas em conjunto"
- Marcelo esteve à altura em momentos difíceis, diz CDS-PP
- PCP aproveita para lembrar "crescente desigualdade" e apela ao voto em António Filipe nas presidenciais
- PSD elogia Marcelo pela “relação muito especial” que tem com Portugal
- Presidente pede um 2026 com mais Saúde e "maior tolerância"
- "Não faz sentido ir". Pedro Nuno Santos não estará no Conselho de Estado sobre a Ucrânia
- Carneiro quer saber se Governo tem plano de contingência para aeroportos
- Carneiro acusa Governo de exonerar administrações hospitalares por razões políticas
- Marques Mendes faz votos de “experiência, paz e saúde” e o fim da guerra na Ucrânia em 2026
- PS exige que Governo explique aumento de 1.461 mortes este ano em Portugal
- Marques Mendes considera que Governo agiu bem mas tarde sobre controlo de fronteiras
- Catarina Martins quer fomentar debates de futuro em campanha “sem meios”
- Gouveia e Melo sem máquina partidária privilegia contactos com a população
Histórico de atualizações
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Bom dia, continuámos a seguir a atualidade política nacional neste outro artigo em direto.
Obrigada por nos acompanhar. Até já
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Candidatos presidenciais criticam e apontam falhas na mensagem de Marcelo
André Ventura, António Filipe e Catarina Martins consideraram que na última mensagem, Marcelo não falou de problemas que afetam os portugueses.
Candidatos presidenciais criticam e apontam falhas na mensagem de Marcelo
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Inês Sousa Real nota uma "preocupação do futuro do país" por Marcelo, um Presidente "dissolvente"
A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, considerou que as palavras de Marcelo Rebelo de Sousa não “foram inocentes”, apesar de o discurso ser “calmo em contraste com outras intervenções”.
Em declarações à RTP3, Inês Sousa Real notou uma “clara preocupação em relação ao futuro do país” por Marcelo Rebelo de Sousa. “Portugal não cresceu, não é um país competitivo”, frisou, acrescentando que há “um longo caminho” para Portugal percorrer no “desenvolvimento e no combate à pobreza e à violência doméstica”.
A porta-voz do PAN viu que Marcelo Rebelo de Sousa tinha um “turbilhão de ilusões e desilusões”. E destacou que o Presidente da República ficará como conhecido como o “dissolvente”, apesar do seu “legado de proximidade”.
Inês Sousa Real aconselhou o primeiro-ministro Luís Montenegro a ouvir o discurso: “Os recados estão lá”.
luis montenegro os recados estão lá.
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Catarina Martins aponta faltas a discurso de Marcelo
Catarina Martins, candidata presidencial apoiada pelo Bloco de Esquerda, apontou algumas falhas à mensagem de Marcelo Rebelo de Sousa.
“Fez uma intervenção de Ano Novo em aspetos essenciais
esperando que a nível internacional seja um ano de paz duradoura, de respeito pela dignidade humana”, elencou Catarina Martins, destacando ainda os desejos de mais saúde, educação e justiça.“Marcelo preferiu olhar para o Portugal de há 125 anos, mas precisamos de olhar para o futuro, como Marcelo disse, fazer diferente para termos melhor futuro. Precisamos de agir”, sublinhou, criticando as urgências hospitalares fechadas durante a passagem de ano e as dificuldades económicas das famílias.
“Faltou uma palavra para o desespero que vimos nestes dias no acesso à saúde e custo de vida”, considerou. “Começamos o ano numa situação de muita fragilidade para muitas famílias.”
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Livre compara discurso de Marcelo e Montenegro e diz que PR destacou "qualidades dos portuguesas em conjunto"
A porta-voz do Livre, Isabel Mendes Lopes, em reação ao discurso do Marcelo Rebelo de Sousa, referiu que o Presidente da República se focou nas “qualidades dos portugueses coletivamente” em contraponto à mensagem de Natal do primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Em declarações transmitidas pelas televisões, Isabel Mendes Lopes lembrou a “mentalidade de Cristiano Ronaldo” sugerida por Luís Montenegro — uma mentalidade de “competição, de algum individualismo e de messianismo”. A porta-voz do Livre destacou que Marcelo Rebelo de Sousa se focou nas “qualidades dos portugueses em conjunto, em mais qualidades do que defeitos”.
Isabel Mendes Lopes também apontou que Marcelo se focou em “saúde, habitação e igualdade”, áreas que, segundo a deputada, o Governo tem “falhado redondamente”. “Os preços das casas, o número de pessoas em situação sem abrigo aumentam.”
Em relação a 2026, que Marcelo salientou ser um “ano singular, peculiar”, Isabel Mendes Lopes destacou “dois marcos muito relevantes após o 25 de Abril”: “Os 50 anos da elaboração da Constituição” e os “40 anos da entrada na União Europeia”, um marco “muito importante”.
A deputada do Livre avisou também que a “Constituição está em risco” e que Portugal deve ter um “papel a desempenhar na defesa da sua própria Constituição” — e igualmente no Direito Internacional.
“Marcelo Rebelo de Sousa tem confiança nos portugueses, em políticas e caras novas e é isso relevante para os próximos tempos: procurar alianças novas e políticas novas para defender a democracia”, disse Isabel Mendes Lopes.
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Marcelo esteve à altura em momentos difíceis, diz CDS-PP
A reação do CDS-PP coube a Durval Tiago Ferreira, vice-presidente dos centristas. Após recordar momentos ocorridos durante os dois mandatos de Marcelo, da saída da troika à pandemia de covid-19, terminando com a guerra na Ucrânia, o porta-voz deixou elogios ao Presidente da República.
“Depois desta complexidade e imprevisibilidade exige-se do mais alto magistrado da Nação alguém como Marcelo, nos momentos mais difíceis que Portugal viveu”, afirmou. “Nem sempre concordámos com o que Marcelo assumiu,
mas temos que reconhecer que nos momentos particulares e mais difíceis foi um farol de responsabilidade e tranquilidade que nos ajudou a unir e a ultrapassar momentos difíceis.” -
Marcelo recupera Eça para se despedir de um país que se vai adiando
Presidente da República lamentou país de “fogachos”, de “desleixo”, de “trapalhadas” e não raras vezes mais à espera de um “milagre” do que verdadeiramente empenhado em mudar de vida.
Marcelo recupera Eça para se despedir de um país que se vai adiando
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PCP aproveita para lembrar "crescente desigualdade" e apela ao voto em António Filipe nas presidenciais
Em reação a mensagem de Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Guerreiro, pertencente ao secretariado do comité central do PCP, lembrou a “degradação dos serviços públicos”, o agravamento “das condições de vida”, a “crescente desigualdade” e os ataques “aos direitos de quem trabalha”.
Em declarações transmitidas pela televisão, Pedro Guerreiro recordou ainda o pacote laboral, assim como a greve geral: “É justo o sentimento de indignação e de revolta que sentem os portugueses e que não pactuam com injustiça e desigualdades”.
O comunista apelou também ao voto ao candidato apoiado pelo PCP, António Filipe, nas próximas eleições presidenciais a 18 de janeiro.
Questionado sobre a “boa vontade” expressa pelo Presidente na mensagem ao país, Pedro Guerreiro espera ver uma “mudança profunda do rumo”.
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PSD elogia Marcelo pela “relação muito especial” que tem com Portugal
Leonor Beleza, vice-presidente do PSD, já reagiu à mensagem de Ano Novo do Presidente da República.
“Nesta mensagem nós reconhecemos o Presidente que ao longo destes anos fomos aprendendo a saber como é e o que pensa. Há dois aspetos que gostava de mencionar. Ele conhece-nos, conhece Portugal muito bem, sabe as nossas forças e fraquezas, ao que podemos aspirar e transformar”, afirmou.
“Identificou antes de outros ameaças, problemas, questões vindas de fora ou de dentro, e foi dizendo que era preciso encarar”, recordou a vice-presidente social-democrata. “Ele é a pessoa que nos identifica e que consegue falar connosco desta maneira.”
Com os portugueses, Marcelo Rebelo de Sousa tem uma relação que se percebe com “cada um e cada uma de nós”, uma “proximidade com as pessoas”.
“Ele ama os portugueses e a forma como se relaciona tem a ver com proximidade e patriotismo”, rematou. “Faz sentido que lhe digamos uma palavra intensa de reconhecimento e orgulho pela forma como tem vindo a servir Portugal.”
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Marcelo lamenta espera eterna por um qualquer "milagre"
Falando sobre o novo ciclo que se apresenta no horizonte, e que terá necessariamente um novo protagonista no Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa diz estar convicto que o futuro será “melhor” do que o passado.
Citando a personagem de “Gonçalo Mendes Ramires”, na obra A Ilustre Casa de Ramires, que personifica, no fundo, as qualidades e defeitos de Portugal, com nobreza, desleixo, generosidade e melancolia, Marcelo critica indiretamente o país político, eternamente à espera de um “milagre”.
Apesar de tudo, deixa uma nota para os portugueses: “Com qualidades e coragem excecionais que de longe superam os defeitos, assim somos há quase 900 anos”.
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Presidente pede um 2026 com mais Saúde e "maior tolerância"
Marcelo Rebelo de Sousa dirige-se agora ao país naquela que será a sua última mensagem de Ano Novo na qualidade de Presidente da República.
O Chefe de Estado começa por dizer o seguinte: “Que ano singular que hoje começa. Ano Novo, vida nova”. Marcelo Rebelo de Sousa fala depois do desejo de paz por todo mundo.
A seguir, Marcelo fala depois sobre o desejo que tem para o país: “Mais Saúde, mais Educação, mais Justiça, ainda maior crescimento e sempre maior tolerância, mais concordância e sentido de coesão nacional”.
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Urgências centralizadas, sistema de acesso a cirurgias e "tarefeiros". Marcelo devolve ao Governo decretos-lei de reformas na Saúde
Governo irá “identificar oportunidades de aperfeiçoamento nas formulações inicialmente aprovadas” e não desiste das medidas.
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Integração na comunidade europeia foi "uma das grandes conquistas do 25 de Abril", defende Marcelo
“Ao longo destas quatro décadas, Portugal percorreu o caminho da consolidação democrática, beneficiando das enormes vantagens da pertença à UE”, escreve Presidente da República.
Integração na comunidade europeia foi “uma das grandes conquistas do 25 de Abril”, defende Marcelo
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UE/40 anos: Montenegro defende que adesão foi "escolha estratégica" que modernizou o país
Luís Montenegro afirma que Portugal “encontrou um novo sentido para a sua vocação europeia” e que “essa escolha estratégica permitiu que o país se desenvolvesse, crescesse e convergisse” com Europa.
Montenegro defende que adesão à comunidade europeia foi “escolha estratégica” que modernizou o país
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Um novo ano com "esperança" e "uma mudança tranquila". A mensagem de ano novo de António José Seguro
Na mensagem de ano novo, candidato presidencial desejou um país onde haja acesso à saúde “a tempo e horas” e onde “arrendar e comprar casa não seja um luxo”. “Defendo uma mudança tranquila”, disse.
Um novo ano com “esperança” e “uma mudança tranquila”. A mensagem de ano novo de António José Seguro
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Gouveia e Melo dirige-se a todos os portugueses — dos jovens aos idosos — em mensagem de ano novo. "Temos muitos desafios para vencer"
Candidato presidencial aponta “problemas na segurança” e “nuvens carregadas e incertas no ambiente externo” como desafios para 2026. Gouveia e Melo dirige-se aos portugueses em mensagem de ano novo.
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Ferro apoia Seguro e afirma que esquerda e democracia estão sob ameaça
“Torno público que a 18 de janeiro votarei no candidato apoiado pelo PS, António José Seguro”, escreve o antigo presidente da Assembleia da República numa nota enviada à Lusa.
Ferro apoia Seguro e afirma que esquerda e democracia estão sob ameaça
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Montenegro promete transformações na saúde, educação e habitação em três anos e meio
O presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, promete cumprir um programa de transformações na saúde, educação, habitação e transportes nos próximos três anos e meio, em que afasta a possibilidade de haver eleições legislativas antecipadas.
Numa mensagem de Ano Novo gravada em vídeo, hoje divulgada nas redes sociais do PSD, Luís Montenegro refere-se também às presidenciais de 18 de janeiro, afirmando que o partido apoia “convictamente” o seu antigo presidente Luís Marques Mendes, mas ressalvando que “não são eleições partidárias”.
Luís Montenegro considera que Marques Mendes “já mostrou ser o melhor candidato, o mais bem preparado para o exercício da função presidencial”.
“Mas vamos depois ter um período de cerca de três anos e meio sem eleições nacionais, onde nos podemos, devemos concentrar em cumprir o nosso programa de reforma e transformação de Portugal”, acrescenta.
Num contexto em que Governo PSD/CDS-PP não tem maioria absoluta no parlamento, defende que é preciso atuar “com coragem, com capacidade de iniciativa política, com capacidade também de diálogo, com humildade democrática”.
“Na saúde, na educação, na habitação, nos transportes, na proteção do nosso património natural, na projeção de Portugal no mundo, nós temos um projeto que é um projeto de transformação, é um projeto de termos Portugal na linha da frente”, afirma.
Luís Montenegro manifesta a ambição de criar “mais riqueza” e retoma a ideia de que é preciso corporizar “aquela mentalidade de Cristiano Ronaldo” de trabalhar o talento e elevar o esforço para conseguir “novas conquistas”.
Segundo o primeiro-ministro, o Governo quer que os trabalhadores tenham “mais rendimento pelo seu esforço de trabalho” e aos pensionistas quer “garantir a sustentabilidade das suas pensões, a valorização das suas pensões”, sem “deixar ninguém sem meios para ter uma vida digna e uma vida feliz”.
Neste contexto, reforça que “ao PSD exige-se coragem, exige-se sentido de responsabilidade, exige-se que aproveite a possibilidade que os portugueses nos confiaram de gerir os destinos do país”.
“Isso é a melhor maneira de nós podermos evocar a nossa história, dos nossos fundadores, de Francisco Sá Carneiro, de Francisco Pinto Balsemão, que nos deixou há pouco tempo, e também todos os outros que passaram pelo Governo e enobreceram este grande partido”, argumenta.
Dirigindo-se aos militantes do PSD, Luís Montenegro conclui: “Conto convosco, um excelente ano de 2026. Vamos ao trabalho”.
Sobre o ano de 2025, faz “um balanço muito positivo”, salientando as vitórias nas legislativas antecipadas de 18 de maio, com “condições de governabilidade e estabilidade política”, e nas eleições autárquicas de 12 de outubro, em que o PSD recuperou a liderança das associações nacionais de municípios e de freguesias.
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António Filipe vai a 11 distritos com forte presença em Lisboa e Setúbal
O candidato presidencial António Filipe arranca a campanha oficial, no domingo, com um encontro simbólico com ex-presos políticos e vai percorrer 11 dos 18 distritos, centrando atenções em temas como a habitação, saúde e salários.
Margarida Botelho, da comissão da candidatura de António Filipe, disse hoje à agência Lusa que foi planeada uma campanha oficial “muito ligada à vida”, que procura assinalar os principais problemas do país e apontar soluções, dentro daquelas que são as competências presidenciais.
Especificou que, durante este período, António Filipe vai abordar “temas centrais” como a saúde, habitação e os salários, mas também o desporto e a cultura.
Temas que, segundo Margarida Botelho, o candidato apoiado pelo PCP tem abordado durante a pré-campanha, durante a qual, por diversas vezes, recusou desistir da sua candidatura.
Ainda esta semana António Filipe afirmou que os apelos do secretário-geral do PS para a desistência dos candidatos à esquerda são desesperados e revelam a fragilidade da candidatura de António José Seguro.
A sua campanha irá passar pelos distritos mais populosos do continente, como Lisboa e Setúbal, tendo como maiores momentos os comícios agendados para o Porto (dia 10) e Lisboa (dia 11).
O primeiro dia oficial de campanha, no domingo, arranca com uma iniciativa simbólica, designadamente um encontro com ex-presos políticos no Museu Nacional Resistência e Liberdade, instalado na fortaleza de Peniche, onde será também divulgado um manifesto de apoio à candidatura do ex-deputado na Assembleia da República.
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PS quer debate de urgência no parlamento sobre controlo de fronteiras
O PS vai requerer um debate de urgência no Parlamento para ouvir o Governo sobre a suspensão do mecanismo europeu de controlo de fronteiras no aeroporto de Lisboa, que espera que se realize em 7 de janeiro.
O deputado do PS Luís Testa disse à agência que o requerimento potestativo para a marcação deste debate de urgência será apresentado na sexta-feira e manifestou a expectativa de que “seja ouvida desde logo a ministra da Administração Interna [Maria Lúcia Amaral], que tem uma responsabilidade primeira nestas questões, mas também o ministro da Presidência [António Leitão Amaro]”.
“Nós não podemos continuar a assistir àquilo a que temos assistido nos últimos dias no aeroporto de Lisboa e também a desconhecer os verdadeiros fundamentos que presidiram à suspensão deste programa informático, que é um programa robusto e que dotava o território nacional de condições de segurança no seu acesso”, justificou.
O dirigente e deputado do PS defendeu que, além da ministra da Administração Interna, “o ministro Leitão Amaro também tem esclarecimentos a prestar à Assembleia da República”, porque “teve sempre um papel na condução destes temas e, aliás, anunciou, com grande pompa e circunstância, a inauguração deste robusto sistema informático que ia ser um exemplo de modernização do país”.