Momentos-chave
- Catarina Martins para Ventura: "Nunca vai ser primeiro-ministro"
- Ventura: "Catarina Martins quer sair da NATO. Quem é que nos apoiaria, os amigos da Rússia, da Venezuela?"
- Catarina Martins para Ventura: "Acho que é racista"
- Catarina Martins acredita que incomoda Ventura. Líder do Chega recusa "lições de moral"
- "Não seja tonto", atira Catarina Martins. Ventura diz que adversária é "tonta porque não percebe que os portugueses querem coisa diferente"
- "André Ventura é um pantomineiro"
- Ventura: "Os senhores traíram Portugal ao querer que entrasse toda a gente sem controlo"
- "André Ventura odeia Portugal"
- Ventura sobre militares da GNR detidos por exploração de imigrantes: "É tão grave quem explora como quem entra ilegalmente"
- Sondagem SIC/Expresso: AD voltaria a vencer, PS ficaria à frente do Chega
- Corgov é uma "célula que será ativada" quando for identificada uma crise
- Descida do IVA vai abranger autoconstrução e será para projetos entrados desde final de outubro
- Governo reduz de 39 para 19 o número de entidades do Ministério do Trabalho e da Segurança Social
- Governo junta cinco entidades para criar a agência para energia e minas
- Governo flexibiliza número de vagas para licenciados nos cursos de Medicina
- "Não há memória em Portugal de uma redução tão grande da fiscalidade, dos impostos, que incidem sobre as casas que os portugueses vivem"
- Governo descentraliza a política de saúde e vai nomear vice-presidentes para esta área nas cinco CCDR
- Governo aprova guião que define o que fazer em caso de crise grave, no rescaldo do apagão
- CNE avisa que modelo de debates televisivos impede “acesso amplo” de candidaturas
- Cotrim critica OE sem uma única reforma “digna desse nome”
- OE2026. Carneiro diz que Montenegro devia reconhecer sentido de Estado do PS e não queixar-se
- Governo prepara criação de novos vice-presidentes regionais para a Saúde
- Governo deve aprovar plano de 5,8 mil milhões para reforço da Defesa
Histórico de atualizações
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Este liveblog vai ficar por aqui. Pode continuar a acompanhar o que se passa na atualidade política neste sábado no novo liveblog que agora abrimos.
Obrigada por ter estado connosco.
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André Ventura contra Catarina Martins. Dois candidatos num ringue com muitos ataques e zero política
André Ventura e Catarina Martins estiveram frente a frente num debate que mais parecia um combate. Focaram-se em ataques pessoais e partidários e esqueceram que eram candidatos a Belém.
André Ventura contra Catarina Martins. Dois candidatos num ringue com muitos ataques e zero política
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"E o Vencedor é" dos debates. No debate dos insultos e da ideologia, Ventura foi meio ponto melhor que Catarina: veja as notas
Imigração e criminalidade estiveram algures a ser debatidos por debaixo de um manto de ataques e insultos pessoais que foram do “pantomineiro” a “tonto”, a “má atriz” e “amiga de países islâmicos”.
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Catarina Martins para Ventura: "Nunca vai ser primeiro-ministro"
Termina Catarina Martins, que recusa alguma vez ter apoiado o regime venezuelano.
Referindo-se diretamente a André Ventura, que tinha falado de uma notícia Público (“Estrangeira não residentes representam 21% de partos no São José”), a bloquista diz: “Gosto mais que crianças cresçam em Portugal”.
Depois de muita troca de argumentos impercetíveis, Catarina Martins solta: “Se não é boa pessoa, pelo menos não seja irresponsável. Nunca vai ser primeiro-ministro”.
“Não deixem que a democracia seja contaminada por notícias falsas. Continuo a acreditar em Portugal.”
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Ventura: "Catarina Martins quer sair da NATO. Quem é que nos apoiaria, os amigos da Rússia, da Venezuela?"
André Ventura, questionado sobre países próximos e aliados de Portugal, garante que “não será Irão, Venezuela e Rússia”. E vira-se novamente: “Catarina Martins esteve contra que Prémio Nobel da Paz fosse atribuído a Maria Corina Machado que é a grande opositora do regime de Nicolas Maduro.”
“Catarina Martins quer sair da NATO, do euro. Quem é que nos apoiaria, os amigos da Rússia, da Venezuela?”, questiona, garantindo que os seus aliados seriam Inglaterra e Suécia. “Temos de olhar para os melhores países do mundo. As pessoas fogem dos países comunistas.”
E muda a agulha para a Saúde: “Defender o SNS é pôr os médicos a tratar das grávidas do mundo inteiro ou é dar prioridade aos portugueses?”
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Catarina Martins para Ventura: "Acho que é racista"
Catarina Martins volta acusar André Ventura de ser um “tonto” e diz: “Disse-lhe que era racista e processou-me. Ganhei. E acho que é racista”, atira a bloquista. “Não me cala.”
Ventura interrompe e fala de Gaza, tentando dizer que o Bloco de Esquerda é incoerente em relação ao que se passa com minorias cristãs. “Vocês só querem saber dos muçulmanos.”
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Catarina Martins acredita que incomoda Ventura. Líder do Chega recusa "lições de moral"
“O que não quero é censura nas redes sociais. Não querem porque acaba com o vosso domínio de 50 anos nas redes sociais. Querem censura em Portugal”, afirma André Ventura.
E volta ao ataque pessoal: “Catarina Martins nem quis esperar para ser eurodeputada, foi contratada pelo seu partido, às escondidas para ficar a trabalhar até ser eurodepuatada. Quis garantir um tachinho.” “Eu incomodo-o tanto”, diz Catarina Martins.
Sobre mulheres, Ventura realça: “Não me dá lições de moral.” E diz que Bloco de Esquerda apoia países islâmicos que “tratam as mulheres abaixo de cão”. “Quem andou com lenços palestinianos foi a Catarina Martins”, afirma. “Na Palestina as mulheres não podem estudar, ter dignidade…”
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Catarina Martins: "Ninguém me menoriza"
Retoma Catarina Martins. “O crime que mais mata é o crime da violência doméstica e há no discurso da extrema-direita um discurso que atinge as mulheres”, atira a bloquista.
A bloquista diz também que a extrema-direita é responsável por ataques às minorias, devidamente sustentada pelos números do Relatório Anual de Segurança Interna.
Perante mais uma provocação de André Ventura sobre a formação de atriz de Catarina Martins, a bloquista responde: “Ninguém me menoriza”. Pelo meio, ainda diz para o adversário: “Diz muitas coisas absurdas”.
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"Não seja tonto", atira Catarina Martins. Ventura diz que adversária é "tonta porque não percebe que os portugueses querem coisa diferente"
André Ventura defende-se dizendo que quem “foi suspeita de receber dinheiro que não devia” foi Mariana Mortágua, que “esteve a receber três salários ao mesmo tempo”.
“Não seja tonto”, atira Catarina Martins. “Tonto não me chama, se alguém tonta é você porque não percebe que os portugueses querem uma coisa diferente”, remata Ventura.
O líder do Chega ataca a adversária pela extinção do SEF, o que leva Catarina Martins a dizer que Ventura “está a insultar as forças de segurança”.
Questionado sobre discurso de ódio, André Ventura entende que “a normalização do que não devia ter acontecido foi imigração ilegal e corrupção”. “Estou a falar para os portugueses.”
Diz que “imigrantes ilegais estão cá por culpa” da esquerda. Catarina Martins defende-se: “Se é ilegal é porque a lei não o permite.”. “Têm a criminalidade nas vossas mãos”, afirma, atirando a fotografia das rusgas ao centro comercial Babilónia, na Amadora, a Catarina Martins, dizendo que devia colocar todas as pessoas que ali estão “na sua casa”.
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"André Ventura é um pantomineiro"
“Nunca fui a Espanha gritar ‘viva Espanha'”, devolve Catarina Martins.
“Sei que é atriz”, interrompe Ventura. “Sei que é um pantomineiro, devolve”, Catarina Martins.
“Não fiz leis para consagrar o que é ilegal”, tenta corrigir a antiga coordenadora do BE. “Tenho um enorme respeito por quem vive e trabalha em Portugal. André Ventura só não gosta de imigrantes pobres.”
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Ventura: "Os senhores traíram Portugal ao querer que entrasse toda a gente sem controlo"
André Ventura contra-ataca: “Nunca despedimos grávidas no Chega, não me venha falar de humanismo.” “Ao contrário de si, eu enfrento as coisas”, responde Catarina Martins.
“Quem explora grávidas é o Bloco de Esquerda”, reitera.
Ventura argumenta que “com as leis aprovadas na geringonça o tráfico humano aumento e auxílio à imigração ilegal aumentou 300%” — “Os senhores traíram Portugal ao querer que entrasse toda a gente sem controlo.”
“Entraram em Portugal mais de 20% de pessoas que tinham cadastro criminal e espero que se ria assim com esse riso de quem se ri das pessoas comuns”, conclui Ventura.
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"André Ventura odeia Portugal"
Fala agora Catarina Martins. “Se estamos a falar de coisas ilegais, estamos a falar de coisas ao arrepio da lei. Em segundo lugar, fico chocada quando André Ventura tem dois deputados que foram imigrantes ilegais”, diz a bloquista.
O líder do Chega contesta. Catarina Martins insiste: “Levanto-me contra economia que explora imigração ilegal. Nós denunciamos”, atira a bloquista.
A seguir, a candidata do Bloco diz que as leis aprovadas pelo Chega (com o apoio da AD) retiram direitos a imigrantes, dando como exemplo alguns dos atletas que venceram o Mundial sub-17. “André Ventura odeia Portugal. Eu gosto de Portugal.”
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Ventura sobre militares da GNR detidos por exploração de imigrantes: "É tão grave quem explora como quem entra ilegalmente"
É André Ventura a ter a primeira palavra, logo questionado sobre operação de imigrantes ilegais explorados por militares da GNR. Opta por mostrar uma foto das rugas no centro comercial Babilónia, na Amadora, esta sexta-feira.
“Isto é a fila dos que não tinham documentos neste país, hoje, na Amadora”, atira, garantindo que “é tão grave quem explora como quem entra ilegalmente, por isso é que é ilegal. É um crime e tem de ser punido”.
Ventura diz que Catarina Martins fez “aprovar leis” que permitiram aumento do tráfico de seres humanos e escravatura, apontando que “tem uma visão oposta da minha.”
“Isso é grave e espero que seja punido, não podemos é ter visão distorcida da realidade”, realça, sobre o caso dos imigrantes ilegais que eram escravizados.
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Arranca dentro de momentos mais um debate para as eleições presidenciais, entre André Ventura, apoiado pelo Chega, e Catarina Martins, que conta com o apoio do Bloco de Esquerda. O frente a frente é transmitido na TVI e pode acompanhar aqui ao minuto.
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Oeiras aumenta IMI para a taxa máxima e oposição diz que penaliza famílias e empresas
A Câmara de Oeiras vai aumentar a taxa mínima do Imposto Municipal sobre Imóveis para o máximo legal, de 0,45% nos prédios urbanos, proposta criticada pelo PS, que acusa o executivo de “penalizar ainda mais as famílias e empresas”.
O executivo municipal aprovou, na quarta-feira, por maioria, com nove votos a favor do Inov25 – Isaltino Inovar Oeiras 25 e um do Chega, e um contra do PS, a proposta do vice-presidente da autarquia, Francisco Rocha Gonçalves, relativa ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) respeitante a 2025, para liquidar em 2026.
Na proposta, na agenda da Assembleia Municipal de terça-feira, prevê-se a “taxa do IMI em 0,8% para prédios rústicos e 0,45% para os prédios urbanos”, majoração “em 30% da taxa de IMI aplicável aos prédios urbanos degradados” e “majorar em triplo a taxa fixada de IMI” nos prédios urbanos devolutos ou em ruínas há mais de um ano.
Nos termos do regulamento de benefícios fiscais do município, determina-se ainda “uma redução de 20% da taxa de IMI aplicável aos prédios urbanos arrendados para habitação, desde que a renda mensal não ultrapasse a média dos valores” de arrendamento acessível.
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Congelamento das propinas é “péssima decisão” e “retrocesso histórico"
O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, afirmou hoje que o chumbo ao descongelamento das propinas é “uma péssima decisão para o ensino superior português” e significa “um retrocesso histórico”.
Em declarações aos jornalistas em Braga, à margem da sessão de encerramento do 20.º aniversário do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), Fernando Alexandre sublinhou que a decisão vai tornar as instituições de ensino superior “dependentes do Governo”.
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Maior sindicato da PSP abandona negociações com Governo e admite protestos
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) decidiu hoje abandonar as negociações com o Governo, tendo em conta que a proposta apresentada é insuficiente, e admitiu avançar com protestos.
“A ASPP abandona as negociações porque a proposta apresentada não vai ao encontro daquilo que esperaríamos em relação às tabelas remuneratórias, suplementos e portaria de avaliação”, disse à Lusa o presidente da ASPP, Paulo Santos, no final de uma reunião com a ministra da Administração Interna.
O presidente do maior sindicato da PSP, que acusou o Governo de não estar “a cumprir integramente o acordo assinado” em julho de 2024, avançou que na próxima semana a ASPP vai reunir a direção do sindicato para decidir ações de protesto.
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Sondagem SIC/Expresso: AD voltaria a vencer, PS ficaria à frente do Chega
Se as eleições legislativas fossem hoje, a AD voltaria a vencer e o Chega regressaria ao terceiro lugar, atrás do PS. Os dados são da sondagem do ICS (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) e do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa) para a SIC e Expresso.
Tal como aconteceu nas últimas legislativas, a AD voltaria a vencer com 31%. Porém, no segundo e terceiro lugares haveria uma alteração: o PS surge na fotografia do momento com 28% das intenções de voto e o Chega com 24%, o que devolveria o partido de Ventura ao terceiro lugar. Ainda assim, os dois partidos surgem com percentagens superiores às que tiveram em maio.
Nos restantes partidos, a Iniciativa Liberal surge com 4% das intenções de voto, seguida por CDU e Livre, ambos com 3%, e o Bloco de Esquerda com 2%.
Os valores apresentados têm em conta a distribuição de indecisos e exclui os abstencionistas.
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Corgov é uma "célula que será ativada" quando for identificada uma crise
Leitão Amaro dá mais explicações sobre como vai funcionar a resposta futura do Governo a crise graves.
O ministro da Presidência descreve o Corgov como uma “célula que é ativada quando identificamos uma crise”. O “mecanismo” tem estabelecidos instrumentos de coordenação política e de comunicação com uma check list do que é preciso fazer. Para criar este mecanismo, o Governo inspirou-se nos governos inglês, belga e na Comissão Europeia.
Leitão Amaro confirma que este plano vai envolver investimentos, nomeadamente em equipamentos. “Não podemos correr para uma sala vazia” quando for declarada a crise. Os valores a investir “são residuais” e saem da dotação da Secretaria Geral. O ministro não quer mais detalhes sobre esses investimentos por razões de segurança.
Fora do contexto de crise, haverá equipas com a responsabilidade de assegurar a operacionalidade do mecanismo.
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Respostas ao Porta 65 estão a ser dadas em 30-45 dias
O Porta 65 estava atrasado, nomeadamente depois do alargamento da acessibilidade e o montante, e “o IHRU fez um trabalho extraordinário de recuperação e hoje está a responder à volta dos 30-45 dias”, realça Leitão Amaro.
Gonçalo Matias acrescentou que as reformas e reestruturação dos ministérios continuam a ser trabalhadas. Mas esse trabalho passa também por olhar para as entidades, o que “permite ganhos de eficiência que já fomos conseguindo, como é o caso do IHRU”.