Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Este liveblog vai ficar por aqui. Pode continuar a acompanhar o que se passa na atualidade política neste sábado no novo liveblog que agora abrimos.

    Presidenciais. Jorge Pinto recorda crítica “bastante dura” ao Constitucional, Mendes defende que mexida na lei laboral “sem acordo é má”

    Obrigada por ter estado connosco.

  • André Ventura contra Catarina Martins. Dois candidatos num ringue com muitos ataques e zero política

    André Ventura e Catarina Martins estiveram frente a frente num debate que mais parecia um combate. Focaram-se em ataques pessoais e partidários e esqueceram que eram candidatos a Belém.

    André Ventura contra Catarina Martins. Dois candidatos num ringue com muitos ataques e zero política

  • "E o Vencedor é" dos debates. No debate dos insultos e da ideologia, Ventura foi meio ponto melhor que Catarina: veja as notas

    Imigração e criminalidade estiveram algures a ser debatidos por debaixo de um manto de ataques e insultos pessoais que foram do “pantomineiro” a “tonto”, a “má atriz” e “amiga de países islâmicos”.

    “E o Vencedor é” dos debates. No debate dos insultos e da ideologia, Ventura foi meio ponto melhor que Catarina: veja as notas

  • Catarina Martins para Ventura: "Nunca vai ser primeiro-ministro"

    Termina Catarina Martins, que recusa alguma vez ter apoiado o regime venezuelano.

    Referindo-se diretamente a André Ventura, que tinha falado de uma notícia Público (“Estrangeira não residentes representam 21% de partos no São José”), a bloquista diz: “Gosto mais que crianças cresçam em Portugal”.

    Depois de muita troca de argumentos impercetíveis, Catarina Martins solta: “Se não é boa pessoa, pelo menos não seja irresponsável. Nunca vai ser primeiro-ministro”.

    “Não deixem que a democracia seja contaminada por notícias falsas. Continuo a acreditar em Portugal.”

  • Ventura: "Catarina Martins quer sair da NATO. Quem é que nos apoiaria, os amigos da Rússia, da Venezuela?"

    André Ventura, questionado sobre países próximos e aliados de Portugal, garante que “não será Irão, Venezuela e Rússia”. E vira-se novamente: “Catarina Martins esteve contra que Prémio Nobel da Paz fosse atribuído a Maria Corina Machado que é a grande opositora do regime de Nicolas Maduro.”

    “Catarina Martins quer sair da NATO, do euro. Quem é que nos apoiaria, os amigos da Rússia, da Venezuela?”, questiona, garantindo que os seus aliados seriam Inglaterra e Suécia. “Temos de olhar para os melhores países do mundo. As pessoas fogem dos países comunistas.”

    E muda a agulha para a Saúde: “Defender o SNS é pôr os médicos a tratar das grávidas do mundo inteiro ou é dar prioridade aos portugueses?”

  • Catarina Martins para Ventura: "Acho que é racista"

    Catarina Martins volta acusar André Ventura de ser um “tonto” e diz: “Disse-lhe que era racista e processou-me. Ganhei. E acho que é racista”, atira a bloquista. “Não me cala.”

    Ventura interrompe e fala de Gaza, tentando dizer que o Bloco de Esquerda é incoerente em relação ao que se passa com minorias cristãs. “Vocês só querem saber dos muçulmanos.”

  • Catarina Martins acredita que incomoda Ventura. Líder do Chega recusa "lições de moral"

    “O que não quero é censura nas redes sociais. Não querem porque acaba com o vosso domínio de 50 anos nas redes sociais. Querem censura em Portugal”, afirma André Ventura.

    E volta ao ataque pessoal: “Catarina Martins nem quis esperar para ser eurodeputada, foi contratada pelo seu partido, às escondidas para ficar a trabalhar até ser eurodepuatada. Quis garantir um tachinho.” “Eu incomodo-o tanto”, diz Catarina Martins.

    Sobre mulheres, Ventura realça: “Não me dá lições de moral.” E diz que Bloco de Esquerda apoia países islâmicos que “tratam as mulheres abaixo de cão”. “Quem andou com lenços palestinianos foi a Catarina Martins”, afirma. “Na Palestina as mulheres não podem estudar, ter dignidade…”

  • Catarina Martins: "Ninguém me menoriza"

    Retoma Catarina Martins. “O crime que mais mata é o crime da violência doméstica e há no discurso da extrema-direita um discurso que atinge as mulheres”, atira a bloquista.

    A bloquista diz também que a extrema-direita é responsável por ataques às minorias, devidamente sustentada pelos números do Relatório Anual de Segurança Interna.

    Perante mais uma provocação de André Ventura sobre a formação de atriz de Catarina Martins, a bloquista responde: “Ninguém me menoriza”. Pelo meio, ainda diz para o adversário: “Diz muitas coisas absurdas”.

  • "Não seja tonto", atira Catarina Martins. Ventura diz que adversária é "tonta porque não percebe que os portugueses querem coisa diferente"

    André Ventura defende-se dizendo que quem “foi suspeita de receber dinheiro que não devia” foi Mariana Mortágua, que “esteve a receber três salários ao mesmo tempo”.

    “Não seja tonto”, atira Catarina Martins. “Tonto não me chama, se alguém tonta é você porque não percebe que os portugueses querem uma coisa diferente”, remata Ventura.

    O líder do Chega ataca a adversária pela extinção do SEF, o que leva Catarina Martins a dizer que Ventura “está a insultar as forças de segurança”.

    Questionado sobre discurso de ódio, André Ventura entende que “a normalização do que não devia ter acontecido foi imigração ilegal e corrupção”. “Estou a falar para os portugueses.”

    Diz que “imigrantes ilegais estão cá por culpa” da esquerda. Catarina Martins defende-se: “Se é ilegal é porque a lei não o permite.”. “Têm a criminalidade nas vossas mãos”, afirma, atirando a fotografia das rusgas ao centro comercial Babilónia, na Amadora, a Catarina Martins, dizendo que devia colocar todas as pessoas que ali estão “na sua casa”.

  • "André Ventura é um pantomineiro"

    “Nunca fui a Espanha gritar ‘viva Espanha'”, devolve Catarina Martins.

    “Sei que é atriz”, interrompe Ventura. “Sei que é um pantomineiro, devolve”, Catarina Martins.

    “Não fiz leis para consagrar o que é ilegal”, tenta corrigir a antiga coordenadora do BE. “Tenho um enorme respeito por quem vive e trabalha em Portugal. André Ventura só não gosta de imigrantes pobres.”

  • Ventura: "Os senhores traíram Portugal ao querer que entrasse toda a gente sem controlo"

    André Ventura contra-ataca: “Nunca despedimos grávidas no Chega, não me venha falar de humanismo.” “Ao contrário de si, eu enfrento as coisas”, responde Catarina Martins.

    “Quem explora grávidas é o Bloco de Esquerda”, reitera.

    Ventura argumenta que “com as leis aprovadas na geringonça o tráfico humano aumento e auxílio à imigração ilegal aumentou 300%” — “Os senhores traíram Portugal ao querer que entrasse toda a gente sem controlo.”

    “Entraram em Portugal mais de 20% de pessoas que tinham cadastro criminal e espero que se ria assim com esse riso de quem se ri das pessoas comuns”, conclui Ventura.

  • "André Ventura odeia Portugal"

    Fala agora Catarina Martins. “Se estamos a falar de coisas ilegais, estamos a falar de coisas ao arrepio da lei. Em segundo lugar, fico chocada quando André Ventura tem dois deputados que foram imigrantes ilegais”, diz a bloquista.

    O líder do Chega contesta. Catarina Martins insiste: “Levanto-me contra economia que explora imigração ilegal. Nós denunciamos”, atira a bloquista.

    A seguir, a candidata do Bloco diz que as leis aprovadas pelo Chega (com o apoio da AD) retiram direitos a imigrantes, dando como exemplo alguns dos atletas que venceram o Mundial sub-17. “André Ventura odeia Portugal. Eu gosto de Portugal.”

  • Ventura sobre militares da GNR detidos por exploração de imigrantes: "É tão grave quem explora como quem entra ilegalmente"

    É André Ventura a ter a primeira palavra, logo questionado sobre operação de imigrantes ilegais explorados por militares da GNR. Opta por mostrar uma foto das rugas no centro comercial Babilónia, na Amadora, esta sexta-feira.

    “Isto é a fila dos que não tinham documentos neste país, hoje, na Amadora”, atira, garantindo que “é tão grave quem explora como quem entra ilegalmente, por isso é que é ilegal. É um crime e tem de ser punido”.

    Ventura diz que Catarina Martins fez “aprovar leis” que permitiram aumento do tráfico de seres humanos e escravatura, apontando que “tem uma visão oposta da minha.”

    “Isso é grave e espero que seja punido, não podemos é ter visão distorcida da realidade”, realça, sobre o caso dos imigrantes ilegais que eram escravizados.

  • Arranca dentro de momentos mais um debate para as eleições presidenciais, entre André Ventura, apoiado pelo Chega, e Catarina Martins, que conta com o apoio do Bloco de Esquerda. O frente a frente é transmitido na TVI e pode acompanhar aqui ao minuto.

  • Oeiras aumenta IMI para a taxa máxima e oposição diz que penaliza famílias e empresas

    A Câmara de Oeiras vai aumentar a taxa mínima do Imposto Municipal sobre Imóveis para o máximo legal, de 0,45% nos prédios urbanos, proposta criticada pelo PS, que acusa o executivo de “penalizar ainda mais as famílias e empresas”.

    O executivo municipal aprovou, na quarta-feira, por maioria, com nove votos a favor do Inov25 – Isaltino Inovar Oeiras 25 e um do Chega, e um contra do PS, a proposta do vice-presidente da autarquia, Francisco Rocha Gonçalves, relativa ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) respeitante a 2025, para liquidar em 2026.

    Na proposta, na agenda da Assembleia Municipal de terça-feira, prevê-se a “taxa do IMI em 0,8% para prédios rústicos e 0,45% para os prédios urbanos”, majoração “em 30% da taxa de IMI aplicável aos prédios urbanos degradados” e “majorar em triplo a taxa fixada de IMI” nos prédios urbanos devolutos ou em ruínas há mais de um ano.

    Nos termos do regulamento de benefícios fiscais do município, determina-se ainda “uma redução de 20% da taxa de IMI aplicável aos prédios urbanos arrendados para habitação, desde que a renda mensal não ultrapasse a média dos valores” de arrendamento acessível.

  • Congelamento das propinas é “péssima decisão” e “retrocesso histórico"

    O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, afirmou hoje que o chumbo ao descongelamento das propinas é “uma péssima decisão para o ensino superior português” e significa “um retrocesso histórico”.

    Em declarações aos jornalistas em Braga, à margem da sessão de encerramento do 20.º aniversário do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), Fernando Alexandre sublinhou que a decisão vai tornar as instituições de ensino superior “dependentes do Governo”.

  • Maior sindicato da PSP abandona negociações com Governo e admite protestos

    A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) decidiu hoje abandonar as negociações com o Governo, tendo em conta que a proposta apresentada é insuficiente, e admitiu avançar com protestos.

    “A ASPP abandona as negociações porque a proposta apresentada não vai ao encontro daquilo que esperaríamos em relação às tabelas remuneratórias, suplementos e portaria de avaliação”, disse à Lusa o presidente da ASPP, Paulo Santos, no final de uma reunião com a ministra da Administração Interna.

    O presidente do maior sindicato da PSP, que acusou o Governo de não estar “a cumprir integramente o acordo assinado” em julho de 2024, avançou que na próxima semana a ASPP vai reunir a direção do sindicato para decidir ações de protesto.

  • Sondagem SIC/Expresso: AD voltaria a vencer, PS ficaria à frente do Chega

    Se as eleições legislativas fossem hoje, a AD voltaria a vencer e o Chega regressaria ao terceiro lugar, atrás do PS. Os dados são da sondagem do ICS (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) e do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa) para a SIC e Expresso.

    Tal como aconteceu nas últimas legislativas, a AD voltaria a vencer com 31%. Porém, no segundo e terceiro lugares haveria uma alteração: o PS surge na fotografia do momento com 28% das intenções de voto e o Chega com 24%, o que devolveria o partido de Ventura ao terceiro lugar. Ainda assim, os dois partidos surgem com percentagens superiores às que tiveram em maio.

    Nos restantes partidos, a Iniciativa Liberal surge com 4% das intenções de voto, seguida por CDU e Livre, ambos com 3%, e o Bloco de Esquerda com 2%.

    Os valores apresentados têm em conta a distribuição de indecisos e exclui os abstencionistas.

  • Corgov é uma "célula que será ativada" quando for identificada uma crise

    Leitão Amaro dá mais explicações sobre como vai funcionar a resposta futura do Governo a crise graves.

    O ministro da Presidência descreve o Corgov como uma “célula que é ativada quando identificamos uma crise”. O “mecanismo” tem estabelecidos instrumentos de coordenação política e de comunicação com uma check list do que é preciso fazer. Para criar este mecanismo, o Governo inspirou-se nos governos inglês, belga e na Comissão Europeia.

    Leitão Amaro confirma que este plano vai envolver investimentos, nomeadamente em equipamentos. “Não podemos correr para uma sala vazia” quando for declarada a crise. Os valores a investir “são residuais” e saem da dotação da Secretaria Geral. O ministro não quer mais detalhes sobre esses investimentos por razões de segurança.

    Fora do contexto de crise, haverá equipas com a responsabilidade de assegurar a operacionalidade do mecanismo.

  • Respostas ao Porta 65 estão a ser dadas em 30-45 dias

    O Porta 65 estava atrasado, nomeadamente depois do alargamento da acessibilidade e o montante, e “o IHRU fez um trabalho extraordinário de recuperação e hoje está a responder à volta dos 30-45 dias”, realça Leitão Amaro.

    Gonçalo Matias acrescentou que as reformas e reestruturação dos ministérios continuam a ser trabalhadas. Mas esse trabalho passa também por olhar para as entidades, o que “permite ganhos de eficiência que já fomos conseguindo, como é o caso do IHRU”.

1 de 3