Momentos-chave
- O que aconteceu até agora
- Conselho de Segurança da ONU aprova resolução a favor do plano dos EUA para Gaza
- Trump confirma que EUA planeiam vender caças F-35 à Arábia Saudita
- Netanyahu ameaça levar à justiça colonos violentos na Cisjordânia
- Colonos israelitas queimam casas e carros perto de Belém
- Membro da equipa de Mamdani pede desculpa por mensagens contra Israel
- IDF mataram dois palestinianos na fronteira entre Gaza e Israel
- Autoridades israelitas dizem que Hamas não entregou corpo mas destroços encontrados em Gaza
- Hamas vai entregar corpo de refém israelita, avança a imprensa
- África do Sul considera chegada de 153 palestinianos ao país "suspeita"
- Milhares participam em funeral de Meny Godart, refém que teve o corpo devolvido pelo Hamas na última semana
- IDF avançam com demolição de casas em assentamento na Cisjordânia
- Alemanha suspende embargo à exportação de armas para Israel
- Irão afirma que programa nuclear está "intacto"
- 98 prisioneiros palestinianos morreram sob custódia israelita desde outubro de 2023
- Refém libertado diz-se "abandonado" pelo Governo israelita
- Homem morto no sul do Líbano era diretor de escola. Israel diz que era terrorista
- Hamas continua a recusar desarmamento e rejeita força de estabilização
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora
- O Conselho de Segurança das Nações Unidas votou a favor de uma resolução norte-americana para a Faixa de Gaza, estabelecendo a criação de uma força internacional e um caminho para o estabelecimento de um estado palestiniano. A Rússia e a China abstiveram-se na votação, enquanto o Hamas rejeitou o plano, alegando que designar uma força internacional em Gaza retiraria a neutralidade do território e favoreceria Israel.
- Donald Trump, Presidente dos EUA, celebrou a aprovação da resolução pelas Nações Unidas, enaltecendo o momento como um marco histórico. Trump destacou que o Conselho de Paz para Gaza incluirá líderes importantes de todo o mundo e que este representa um progresso significativo para a paz global.
- O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, condenou as ações violentas de colonos israelitas na Cisjordânia e comprometeu-se a levar os responsáveis à justiça. Netanyahu enfatizou que um grupo extremista não representa o povo da Judeia e Samaria e que irá pessoalmente tratar dos incidentes violentos.
- A Alemanha anunciou a suspensão parcial do embargo às exportações de armas para Israel, uma medida que estava em vigor desde agosto. Esta decisão surgiu após um cessar-fogo estabilizar-se na região e na sequência de uma conversa entre Netanyahu e o chanceler alemão, Friedrich Merz. O governo alemão ainda pondera acompanhar de perto os desenvolvimentos futuros nas exportações de armas.
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Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra no Médio Oriente neste novo artigo em direto.
EUA aprovam venda de caças F-35 e cerca de 300 tanques à Arábia Saudita
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Embaixador da Rússia na ONU avisa que força de estabilização para Gaza lembra "práticas coloniais" britânicas
O embaixador da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, avisou que a força de estabilização para Gaza, liderada pelos EUA e aprovada no Conselho de Segurança, lembrava as “práticas coloniais” do Mandato Britânico da Palestina, que não ouviu “as opiniões dos palestinianos”, noticiou a Al Jazeera.
Nebenzia afirmou que esta força “parece ser capaz de agir de forma absolutamente autónoma, sem levar em conta a posição ou a opinião de Ramallah”, onde a Autoridade Palestiniana está sediada, algo que pode “entrincheirar a separação da Faixa de Gaza da Cisjordânia”.
“O mais importante é que este documento não se torne uma cortina de fumo para experiências desenfreadas conduzidas pelos EUA em Israel, no território palestiniano ocupado”, acrescentou o representante, justificando a sua abstenção na votação no Conselho de Segurança.
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Trump dá os parabéns "ao mundo" pela aprovação da resolução de plano para Gaza no Conselho de Segurança
O Presidente dos EUA, Donald Trump, deu os parabéns “ao mundo” pela “incrível votação do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, que apoia o Conselho de Paz para Gaza, presidido pelo próprio Trump.
Na rede social Truth Social, o líder diz que este conselho “incluirá os líderes mais poderosos e respeitados de todo o mundo”.
“Isto ficará marcado como uma das maiores aprovações da história das Nações Unidas, levará a mais paz em todo o mundo e é um momento de verdadeira proporção histórica! Obrigado às Nações Unidas e a todos os países do Conselho de Segurança da ONU: China, Rússia, França, Reino Unido, Argélia, Dinamarca, Grécia, Guiana, Coreia do Sul, Paquistão, Panamá, Serra Leoa, Eslovénia e Somália”, escreveu Trump, agradecendo ainda ao Qatar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Indonésia, Turquia e Jordânia.
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Hamas rejeita resolução do Conselho de Segurança e diz que força internacional seria "parte no conflito" a favor de Israel
Em comunicado, o Hamas rejeitou a resolução agora aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU sobre o plano norte-americano para Gaza e quer uma administração e uma força internacional para o enclave palestiniano.
“Designar a força internacional com tarefas e funções dentro da Faixa de Gaza, incluindo desarmar a resistência, retira-lhe a neutralidade e transforma-a em parte do conflito a favor da ocupação [Israel]”, afirmou o grupo, citado pela Reuters.
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Conselho de Segurança da ONU aprova resolução a favor do plano dos EUA para Gaza
O Conselho de Segurança das Nações Unidas votou a favor do plano norte-americano para a Faixa de Gaza, criando uma força internacional e estabelecendo um caminho rumo a um estado palestiniano.
Treze países votaram a favor, com a Rússia e a China a absterem-se. Nenhum país votou contra.
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Trump confirma que EUA planeiam vender caças F-35 à Arábia Saudita
O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou aos jornalistas na Casa Branca que planeiam vender caças F-35 à Arábia Saudita. A notícia tinha sido avançada na sexta-feira pela agência Bloomberg.
“Eles querem comprá-los. Têm sido um grande aliado”, comentou o líder.
Trump says he's planning to sell F-35s to Saudi Arabia pic.twitter.com/oZ2Yb2osg6
— Aaron Rupar (@atrupar) November 17, 2025
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Netanyahu ameaça levar à justiça colonos violentos na Cisjordânia
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, defendeu hoje que os colonos suspeitos de ações violentas na Cisjordânia ocupada enfrentem “toda a força da lei”, após novos distúrbios registados numa aldeia de Belém.
“Considero extremamente graves os violentos distúrbios e a tentativa de um pequeno grupo extremista, que não representa o povo da Judeia e Samaria, de fazer justiça pelas próprias mãos. Exorto as autoridades policiais a aplicarem toda a força da lei contra os manifestantes violentos”, declarou Netanyahu, usando as designações administrativas de Israel para a Cisjordânia.
No comunicado divulgado pelo seu gabinete, o chefe do Governo comprometeu-se pessoalmente com o tratamento destes incidentes.
“Eu próprio analisarei o assunto e convocarei os ministros competentes o mais rapidamente possível para tratar desta grave situação”, indicou Netanyahu, sem adiantar pormenores.
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Colonos israelitas queimam casas e carros perto de Belém
Colonos israelitas queimaram três casas, vários carros e uma caravana perto de Belém, na Cisjordânia, informou a agência oficial de notícias da Palestina citada pelo Haaretz.
תיעוד: מתנחלים פלשו לכפר ג'בעה שליד בית לחם והציתו בתים וכלי רכב, היום.
שימוש לפי סעיף 27א' לחוק זכויות יוצרים pic.twitter.com/pA0KF3CZEO— הארץ חדשות (@haaretznewsvid) November 17, 2025
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Membro da equipa de Mamdani pede desculpa por mensagens contra Israel
Um membro da equipa de Zohran Mamdani pediu desculpa por publicações antigas a criticar Israel. “Há uma nação bárbara que está a matar palestinianos inocentes chamada ISRAEL”, escreveu Hassaan Chaudhary em 2012, de acordo com o New York Post. Chegou a chamar a Israel um “país sangrento”. As publicações datam de 2012.
Agora, o homem de 31 anos muito próximo de Mamdani pediu desculpa por mensagens “que não refletem” as suas visões atuais. “Estes comentários com mais de dez anos não estão alinhados com a forma como vejo o mundo. Olho para trás para estes pensamentos e retórica com bastante arrependimento”, disse.
Um porta-voz de Mamdani, citado pelo Times of Israel, disse: “Estes comentários com mais de uma década são reprováveis e de nenhuma forma refletem as opiniões do governador eleito [para Nova Iorque]”.
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IDF mataram dois palestinianos na fronteira entre Gaza e Israel
As Força de Defesa Israelitas disseram que mataram dois palestinianos que terão tentado ultrapassado a linha amarela — a linha divisória entre Israel e Gaza demarcada pelos Estados Unidos.
No primeiro caso, as IDF disseram que mataram uma pessoa depois de terem disparado contra vários palestinianos que terão colocado “objetos suspeitos” perto de tropas a operar no Norte de Gaza. No segundo caso, os militares mataram outro palestiniano que ultrapassou a linha amarela e, acrescentaram, apresentou uma “ameaça direta” à segurança dos soldados, escreveu o Haaretz.
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Autoridades israelitas dizem que Hamas não entregou corpo mas destroços encontrados em Gaza
Depois de a imprensa árabe avançar que o Hamas terá entregue um corpo de um refém à Cruz Vermelha, uma fonte oficial israelita disse ao Haaretz que o grupo palestiniano não terá transferido um corpo mas destroços encontrados ontem na cidade de Gaza. Os achados foram devolvidos a pedido de Israel, diz ainda a fonte. Ainda não há a confirmação da natureza do que foi devolvido.
No início do mês Israel já tinha pedido a entrega de restos mortais parciais de três corpos, que não foram identificados como sendo de nenhum dos reféns israelitas mortos em cativeiro.
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Hamas vai entregar corpo de refém israelita, avança a imprensa
O Hamas estará a entregar mais um corpo de um refém israelita à Cruz Vermelha, avança o Haaretz, citando a Al-Jazeera.
Três corpos ainda não foram resgatados de Gaza. Os três reféns que ainda não tiveram os seus corpos devolvidos pelo Hamas são Ran Gvili, Dror Or e o cidadão tailandês Sudthisak Rinthalak.
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África do Sul considera chegada de 153 palestinianos ao país "suspeita"
O ministro des Negócios Estrangeiros sul-africano, Ronald Lamola, desse esta segunda-feira que a chegada de 153 palestinianos à África do Sul num avião na semana passada é “suspeita” e revela “uma clara intenção de expulsar palestinianos de Gaza e da Cisjordânia”, cita o Le Monde. O grupo chegou num voo fretado e os seus passaportes não tinham carimbos de saída de Isragel.
Na sexta-feira o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, anunciou que o país pretende investigar as circunstâncias da chegada “misteriosa” dos palestinianos, que desembarcaram no ageroporto de Joanesburgo na quinta-feira, num voo vindo de Nairóbi.
O grupo composto por homens, mulheres e crianças foi detido pela polícia de fronteira dentro de avião por mais de 12 horas porque os seus passaportes não tinham carimbos de saída de Isragel. Contudo, o ministério da Administração Interna da África do Sul permitiu a entrada dos passageiros após receber um compromisso da ONG sul-africana Gift of the Givers de que os 153 palestinianos seriam cuidados e acomodados.
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Milhares participam em funeral de Meny Godart, refém que teve o corpo devolvido pelo Hamas na última semana
Milhares de pessoas participam no funeral de Meny Godart, o refém israelita que teve o corpo devolvido pelo Hamas na última semana, avança o Haaretz.
As cerimónias fúnebres decorrem em Be’eri, no sul de Israel. Godard foi assassinado pela Jihad Islâmica no Kibutz Be’eri no dia 7 de outubro de 2023, juntamente com a sua mulher, Ayelet, de 63 anos. O corpo foi levado para Gaza pelo grupo Hamas. Na altura, poucas semanas depois do ataque, a família organizou um funeral com o corpo da mulher e ADN de Godart.
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IDF avançam com demolição de casas em assentamento na Cisjordânia
As IDF estarão esta segunda-feira a demolir casas em Zur Misgavi, também conhecido como Givat Hatilim, um assentamento na Cisjordânia que abriga cerca de 25 famílias, avança o Haaretz. “A evacuação está a ser realizada de acordo com a lei”, afirmaram as IDF num comunicado, citando “atividades criminosas e graves incidentes de crime e violência que afetaram a segurança da área”, sem detalhar em quais incidentes os moradores locais estiveram envolvidos.
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Alemanha suspende embargo à exportação de armas para Israel
A Alemanha vai suspender o embargo parcial às exportações de armas para Israel a partir de 24 de novembro, informou o porta-voz do governo, Steffen Kornelius, à agência de notícias alemã DPA e citado pelo Haaretz. A decisão foi anunciada depois de, no passado domingo, Netanyahu falar ao telefone com o chanceler alemão Friedrich Merz.
Kornelius considera que o cessar-fogo estabelecido em outubro ” estabilizou-se nas últimas semanas”, o que justifica a suspensão do embargo. O Governo alemão deverá “voltar a examinar cada caso individualmente e responder a novos desdobramentos” no que diz respeito às exportações de armas, acrescentou.
De recordar que a Alemanha suspendeu a exportação de armas para Israel em agosto, após o país anunciar um plano para controlar Gaza.
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, saudou a decisão, através das redes sociais. “Convido os outros Governos a adotar decisões similares”.
I welcome Chancellor Merz’s move to revoke the decision regarding the partial "embargo".
I call on other governments to adopt similar decisions, following Germany— Gideon Sa'ar | גדעון סער (@gidonsaar) November 17, 2025
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Irão afirma que programa nuclear está "intacto"
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou em entrevista à CNN que o programa nuclear do país está “intacto”, mesmo depois dos ataques israelitas e norte-americanos em junho.
Saeed Khatibzadeh disse que o “programa nuclear pacífico do Irão está intacto, neste momento”, acrescentando que o país vai “protegê-lo”. De acordo com Khatibzadeh, os ataques israelitas e norte-americanos “destruíram grande parte de nossa infraestrutura, maquinário” e “edifícios”, contudo, o programa “baseia-se em grande parte no nosso conhecimento nativo, amplamente difundido por todo o nosso país, que é enorme – 90 milhões de habitantes”. “E este país não é um país que se possa bombardear e achar que se vai destruir tudo”, disse ainda o vice-ministro.
De recordar que em junto os EUA atacaram três instalações nucleares do país – Fordow, Natanz e Isfahan, na sequência de uma troca de ataques de 12 dias entre o Irão e Israel.
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98 prisioneiros palestinianos morreram sob custódia israelita desde outubro de 2023
98 prisioneiros palestinianos morreram sob custódia israelita desde outubro de 2023, revela um novo relatório da Physicians for Human Rights – Israel (PHRI) divulgado esta segunda-feira.
O relatório documenta 94 casos entre 7 de outubro de 2023 e o mês de agosto de 2025, mas aponta para um número mais alto, assinalando “evidências extensas de mortes causadas por tortura e negligência médica”, além de recordar que centenas de pessoas detidas em Gaza encontram-se desaparecidas. Entre os documentos usados como base estão pedidos no âmbito da liberdade de informação, relatórios forenses e entrevistas com advogados, ativistas, parentes e testemunhas.
De acordo com a organização não-governamental, as autoridades israelitas só providenciaram informações fidedignas nos primeiros oito meses da guerra. Durante este período registou-se uma taxa de uma morte a cada quatro dias dentro de prisões israelitas.
Das mortes, 46 foram dentro de prisões israelitas e 52 em custódia militar. Aos 94 casos documentados somam-se quatro casos adicionais registados depois da conclusão do relatório. “Os dados deixam claro que as mortes ocorreram em todas as penitenciárias e não são casos isolados mas sim parte de uma política implementada ao longo dos últimos dois anos”, diz a organização.
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Refém libertado diz-se "abandonado" pelo Governo israelita
Rom Braslavski, um dos últimos 20 reféns libertados com vida pelo Hamas a 13 de outubro, queixou-se do pouco apoio de Israel. Numa partilha nas redes sociais no domingo, Braslavski diz que recebeu o equivalente a cerca de 16 mil euros dos fundos governamentais, o que considera “simplesmente uma vergonha”, e afirma que não foi contatado nem por Benjamin Netanyahu nem por Ben Gvir, o ministro de Segurança Nacional.
“Todos os órgãos governamentais abandonaram-me completamente,ignorando-me e a dizer que já é tarde”, escreve ele. “Sinto-me abandonado em todos os aspetos possíveis, por todos os funcionários possíveis. Desde que voltei, só recebi desprezo do Estado.” “O Estado não está a dar o suficiente, o ministério da Defesa e o Governo estão a rir da nossa cara”, escreve ele, citado pelo Times of Israel.